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5.ª Etapa do Circuito NGPS – TransMixões – Vila Verde
Domingo, 09 de Junho de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 5.ª etapa em Vila Verde, Braga, que já vai na sua 6.ª Edição do TransMixões, num passeio que alia o desafio pessoal aos fabulosos trilhos existentes nesta região, a Missa da Bênção dos Animais em Santo António de Mixões e um Lanche na Quinta do Esquilo, uma entidade que tem vindo a colaborar já há algumas edições com a organização do TransMixões, demonstrando também deste modo o seu apoio ao BTT e promovendo as suas fantásticas instalações, dignas de uma visita com mais calma e em família.
Nesta edição, estivemos presentes 3 elementos do grupo, eu, o meu companheiro de sempre nestas aventuras o Jorge Oliveira e o resistente Mário Dantas, que ao que parece, ficou com o “bichinho” do Circuito NGPS, é uma boa escolha Mário, os meus parabéns!
Este amigo – Daniel Reis – acompanhou-nos ao longo dos primeiros quilómetros, mas devido a lesão anterior e grave, optou e bem, por desistir e ir refazer-se da maleita, não fosse a coisa piorar, já agora as melhoras para ti Daniel Reis, que “cicatrizes” depressa para voltar aos trilhos. Assim por volta das 8:30horas, arrancamos em direção a Santo António de Mixões, sendo que, nesta altura decidimos que iríamos efetuar o passeio dos 50 km “apenas”, a caminho o organizador – o Luís Martins, aconselhou-nos a não perder a descida de Bezeguimbra, do percurso dos 70 km, vai daí a meio do percurso alterámos a nossa rota e fizemos a descida, cheios de adrenalina, diga-se! Em boa hora seguimos o conselho do Luís, valeu mesmo a pena!
Como é habitual no nosso grupo, as fotos são imprescindíveis, diga-se aliás que o nosso grupo é já sobejamente conhecido nos meios do BTT, nomeadamente no circuito por sermos quase sempre os últimos a chegar, tal é o nosso empenho em documentar para a posteridade os locais por onde passamos e os momentos que vivenciamos.
A chuva – um elemento que se está tornar indispensável ou quiçá, inconveniente, no Circuito NGPS, mas o facto é que até ao momento das cinco etapas que realizámos, apenas na Figueira não fomos brindados com chuva, não que isso seja um impedimento, se calhar é até, uma bênção, assim o TMX 2013 – Transmixões, não foi exceção e lá apareceu a chuva que nos acompanhou durante algum tempo mas nada de transcendente, no computo geral, o tempo até se apresentou apropriado para a prática de BTT – sempre enevoado com uma temperatura amena.
Por esta altura, com poucos quilómetros percorridos, já usufruíamos da companhia do simpático Luís Martins, o organizador desta etapa, que nos acompanhou durante algum tempo, dando depois uma demonstração do seu vigor a pedalar e nunca mais o vimos.
Era nossa intenção, por ventura assistir à Missa da Bênção dos Animais, ou pelo menos a parte deste acontecimento, mas na verdade não contávamos com a quantidade de subidas que o Luís Martins gentilmente preparou para o pessoal e nós com as nossas perdas de tempo a documentar os locais por onde passamos, perdemos este acontecimento, pese embora no entanto quando chegámos ao topo de Santo António de Mixões, a cerimónia tinha acabado recentemente e toda a gente estava a tratar de se alimentar, eram piqueniques por todo o lado, fomos inclusivamente convidados a sentar-nos a uma mesa e usufruir da simpática companhia de uma família que almoçava – chega para todos, venham cá, sentem-se aqui, deixam aí as burras – insistiam, convite este que nós logicamente declinámos e muito agradecemos, não há como as gentes do norte, carago!
Quanto ao passeio propriamente dito, palavras para quê, é um passeio do Circuito NGPS, paisagens inigualáveis, só possíveis de serem vistas de bicicleta ou a pé, boa disposição e alegria q.b., onde é que é possível andar de bicicleta lado a lado com cavalos e paisagens de cortar a respiração – nas etapas do Circuito NGPS.
O ponto alto deste passeio, foi sem sombra de dúvida a travessia do Rio Homem, a pé e com as bicicletas às costas, uma travessia fantástica, que eu já suspeitava que iria acontecer, mas não tinha alertado os meus companheiros para tal facto, confrontados com tal travessia ainda ficaram um pouco hesitantes – ah e tal, vamos ficar com os pés molhados, podíamos procurar uma alternativa e ir à volta – perante a minha insistência – eu vou por aqui – lá acederam e tenho a certeza que não se arrependeram.
E assim se passou mais um domingo fabuloso, na companhia de amigos fantásticos, onde imperou sem sombra de dúvida a boa disposição e o companheirismo, como é habitual no nosso grupo, assim sendo, só resta agradecer aos meus companheiros de aventura, Jorge Oliveira e Mário Dantas – ao Luís Martins – aqui fica um grande abraço de todo o grupo Dar ao Ped@l, pela sua simpatia e boa disposição, continue a organizar eventos deste tipo enquanto puder e quiser, tem todo o nosso apoio.
O saldo final ficou-se por uma queda sem gravidade do Mário Dantas, o Jorge Oliveira esteve um pouco apertado com as dores musculares na rampa depois da descida de Bezeguimbra, avarias não existiram.
Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, o Senhora Da Serra / Régua, se acontecer como no ano passado, haverá alvorada e a partida será às 00:00 horas em ponto, aguardemos para ver que tipo de empeno os PTDirtRiders nos vão oferecer!
Podem ver as estatísticas, vídeo e muitas fotos nos links abaixo, apreciem:
http://connect.garmin.com/activity/325756617
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.513774345342351.1073741882.473636959356090&type=3
http://www.flickr.com/photos/96936967@N04/sets/72157634035301094/
2º Passeio Dar ao Ped@L – Arouca
( Merujal – Mizarela – Serra da Freita – Covelo de Paivô – Regoufe – Drave – Coelheiras – Candal – Merujal )
Rescaldo do épico passeio e filme do Dia Seguinte, visto nos comentários dos participantes.
Valdemar Freitas – por SMS, às 09:12
Olá Malta
Diga-se o que se disser todos nós nos devemos sentir orgulhosos do que fizemos, porque o fizemos mesmo.
Fomos uns valentes.
Parabéns a todos.
Um abraço,
Valdemar
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Jorge Oliveira – por SMS, às 09:14
Partilho essa opinião.
Um abraço.
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Domingos Queiróz – por SMS, às 09:16
Ok, concordo…
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Vítor Godinho – por mensagem no Facebook, às 10:50
Olá Valdemar!
Por aqui é mais barato para mim…
Sim, eu sinto-me apesar de super cansado, muito orgulhoso, e realmente todo o grupo está de parabéns, pelo esforço, dedicação e espirito de amizade entre todos.
Nunca pensei que era necessário tanto esforço, digo-o por mim pelo tempo que não tenho pedalado e pela falta de força física, pelo que me aconteceu nos últimos tempos…
Um próximo evento destes tem de ser muito mais curto, com almoço e um bom bocado de letra entre todos para podermos também conviver além de pedalar.
Grande abraço, Vítor
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Mário Dantas – por email, às 09:47
Bom dia,
Quero antes de mais dar os Parabéns ao Organizador deste Evento, Augusto Tomé, pela oportunidade que me deu ao visitar a aldeia de Drave e pelo empenho que demonstrou na organização deste evento.
Senti a tua preocupação para que o passeio terminasse da melhor forma, mas as adversidades desta maratona, também fazem parte dela e fizeram de nós uns autênticos guerreiros.
Ao Vítor por ter aceite o desafio do Grupo e ter embarcado nesta aventura e por ter terminado a prova nas condições em que chegou.
Aos restantes companheiros, as minhas desculpas por alguma atitude menos correcta da minha parte e pelo esforço que tiveram de fazer ao acompanharam-me nesta aventura.
Estou ainda exausto pelo empeno que levei ontem.
Só vos digo que adorei o passeio e voltava a fazê-lo.
Somos uns verdadeiros MONSTROS do BTT.
Não está ao alcance de todos o passeio que fizemos ontem.
O meu odometro marcava 72 Kms, quando cheguei ao parque de campismo.
È destes feitos que é preenchida a nossa vida e tão cedo não nos vamos esquecer deste acontecimento
Fica-me na memória a descida até Drave, a subida, a descida até Candal, em que o Domingos disse que passamos os 80 Kms e o espírito de amizade que nos une.
Foi pena ter acabado da forma em que acabou, nomeadamente no regresso a casa, já acomodados dentro das viaturas, em que o lema “vamos todos e vimos todos”, tivesse sido esquecido, em que já estávamos todos com ânsia de chegar a casa, nos perdemos todos e não nos mantivemos juntos.
Um aspecto de futuro a corrigir.
Abraço,
Mário Dantas
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António Oliveira – por email, às 10:04
Companheiros
Obrigado GRANDE Mário pelas tuas palavras de conforto..
Saliento, que, depois de refeito das maleitas fiquei com vontade de fazer outro igual…
Venha o próximo…
Vocês são a minha SEGUNDA família…
Abraços sentidos, António Oliveira
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Vitor Godinho – post no grupo Sala de convívio – Dar ao Ped@l, Facebook, às 10:54
Ora vamos lá para a nossa sala…
Hoje sinto-me feliz, e até já me ri sozinho…
Estou apesar de super cansado, muito orgulhoso, e realmente todo o grupo está de parabéns, pelo esforço, dedicação e espirito de amizade entre todos.
Nunca pensei que era necessário tanto esforço, digo-o por mim pelo tempo que não tenho pedalado e pela falta de força física, pelo que me aconteceu nos últimos tempos…
Um próximo evento destes tem de ser muito mais curto, com almoço e um bom bocado de letra entre todos para podermos também conviver além de pedalar.
Grande abraço a todos Vítor
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Ricardo Ferreira – por email, às 11:07
Bom dia Companheiros,
Agradeço a todos o dia passado e pelas paisagens e dificuldades que partilhamos.
Esta prova de maratona fica para a memória, com grau de dificuldade elevada.
Obrigado em especial ao Tomé por nos ter levado a um dos sítios mais bonitos que visitei. Aliás, com ele e mais companheiros do Dar ao Ped@al tenho conhecido lugares, que não conhecia, e porventura se não fosse desta forma jamais conheceria.
Ainda como pessoa está a permitir enriquecer e fortalecer, com obstáculos que pensava intransponíveis.
Pensemos no próximo, e venham as fotos e os vídeos, que nos permitirão daqui a algum tempo recordar!
Abraço,
Ricardo Ferreira
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Mário Dantas – por email, às 11:19
Bom dia Valdemar,
Sugeria que estes registos/comentários fossem arquivados no nosso blog
Que achas?
O nosso amigo Jorgete é que ficou desapontado.
Eu próprio fiquei meio desorientado, quando estávamos perdidos, á procura da AE para o Porto.
Fiquei anestesiado, quando atravessei o Parque Eólico, no meio do nevoeiro e da chuva, em que nunca mais chegava ao parque de campismo.
A minha preocupação era chegar ao carro o mais rápido possível, para ir buscar os companheiros mais debilitados.
Vejam lá se animam o rapaz, que é um bom companheiro e é um membro importante da nossa 2ª família do Dar ao Ped@L
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Vítor Godinho – por email, às 11:41
Companheiros, Amigos, Combatentes do BTT,
O meu sincero OBRIGADO a todos…
Parabéns ao Tomé, pela dedicação ao dia que passamos, e à sua vontade em que tudo terminasse em bem… felizmente assim conteceu, apesar de todas as adverssidades que tivemos, especialmente eu, que não tenho pedalada, e um pouco debilitado fisicamente pelo que me aconteceu nestes últimos tempos, desde a cirurgia ao tratamento de radioterapia, que arrasou comigo em termos fisicos e mesmo de saúde, pois desde Outubro que todos os meses tenho feito antibiotico para recuperação de gripes… com muita facilidade vou abaixo…
Por tudo isto, sinto um ORGULHO ENORME pelo que consegui, e confesso que tive imensa vontade de desistir… mas vocês conseguiram que eu ultrapassasse esta minha ideia… e lá fui eu, com muito esforço, e muitas vezes a pé… aguentando as adverssidades daquelas montanhas que teimavam em não acabar de subir….
Um especial agradecimento ao Tomé e tb ao Jorge Oliveira, pois até me ajudaram a empurrar a bike num momento em que aspernas teimavam em não andar…OBRIGADO.
O espirito de amizade prevalece, e isso é que importa… somos um guerreiros…
No regresso, fui eu que tinha falado em levar uns doces para aduçar a lingua da mulher sob pena de ter as malas à porta… e talvez por isso nos tenhamos perdido uns dos outros…
Certo que de futuro não voltará a acontecer…
Aquela chuva no final da prova é que não veio nada a calhar, pois a garganta já começou hoje a arranhar… talvez amanhã já tenha infeção e depois de amanhã novo antibiótico… enfim… já me habituei…
Companheiros, uma vez mais, MUITO OBRIGADO por tudo, pelos momentos passados, pelas vistas maravilhosas que vimos, pelos lugares que de outra forma não chegaria um dia a visitar, por TUDO…..
ABRAÇOS A TODOS
Vítor Godinho
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Jorge Bastos – por email, às 12:28
Bom dia
Para que conste deste registo/comentário eu não sou de guardar rancores ou desapontamentos, mas também não mando dizer por ninguém e gosto sobretudo de por nome às vacas.
Compreendo que este tipo de situações acontecem mas há que prevenir… O grupo devia ter funcionado como um todo e numa situação destas teríamos que usar de estratégia que não existiu. A dispersão neste tipo de condições atmosféricas é perigosa, devíamos ter organizado um grupo de “batedores” para ir buscar os carros e os restantes manterem-se unos por forma a evitar estados de fobia e pânico que acredito que foram experimentados por alguns de nós, isolados, e principalmente na zona das aeólicas.
Se era suposto irmos a Drave e por saber que já era percurso conhecido de alguns, nunca deveríamos ter deixado os carros tão longe, pois já devíamos saber de antemão que aquela subida apenas poderia ser feita a pé e por consequência rebentaria com qualquer um. Estes percursos com muita gente e com capacidades anímicas diversas, têm que ser melhor projectados e delineados nunca fazendo fé na improvisação, um “treco”, em qualquer um de nós ontem, teria sido catastrófico. Já não somos propriamente meninos e não devemos ter a pretensão dos nossos tempos de juventude, muito ou pouco já temos connosco as marcas do tempo, as intervenções cirúrgicas as limitações… não se deixem iludir…! Defendam-se a nossa força nestas idades encontra-se sobretudo na experiência e na estratégia.
Por ultimo também não quero deixar de ressalvar o seguinte, lembrem-se, até cada um chegar ao conforto do seu lar continua a ser todos por um e não como ontem. Tocou a rebate e tudo dispersou… ! Sei que todos se perderam no caminho de regresso e afinal talvez fosse melhor termo-nos perdido juntos….
Ok por ultimo o nome é Jorgete mas com um grande par de tomates hã!
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Jorge Bastos – por email, às 14:56
Boa tarde
Em jeito de rescaldo, quero deixar aqui uma palavra de admiração e enaltecimento ao meu amigo e “líder espiritual” Vitor Godinho pelo seu desempenho, força de vontade e espírito de vencer. Não é todos os dias que se reencontra um Pedalista com P grande. Mesmo depois da grave intervenção a que foi sujeito com todas as sequelas remanescentes e tanto tempo parado, conseguiu superar todas as limitações e vicissitudes e chegar incólume, como se tivesse vindo do sauna ao destino propôs.
AH G’ANDE VICTOR!!!!!!
GRANDE PAR OS TEUS !!!!!










































