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3º Passeio Dar ao Ped@L – Porto / Fátima

Posted by Valdemar Freitas on 25 de Abril de 2014
Posted in: Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Fátima, peregrinação, Porto. 6 comentários

3º Passeio Dar ao Ped@L – Porto / Fátima

11 de Abril de 2014

Ansiosos por partir

Hoje, véspera da partida, já todos devem estar ansiosos pelo dia de amanhã, pelo inicio da peregrinação em bicicleta, ao Santuário de Fátima, participando assim no 3º Passeio do grupo Dar ao Ped@L, há muito desejado e com logística a ser pensada e preparada, desde o longínquo dia do último jantar de Natal.

O contador decrescente já está nas últimas nove horas, o tempo esvai-se e é preciso arranjar a mochila, verificando pela centésima vez, a check-list dos equipamentos individuais e de grupo recomendados para a viagem. Tarefa árdua, pois se há coisas que fazem falta, outras há que pensamos duas vezes se as levamos ou não, por implicarem mais e desnecessário peso às nossas costas.

NoveHoras

Bem ou menos mal, já está a mochila preparada com o essencial e vamos-nos mentalizando para a ideia de carregar no dorso, entre 6 a 8 kg, durante muitas horas a pedalar e por cerca de duzentos e vinte quilómetros.

Mochila

Mas a malta aguenta, tem fibra para isso e muito mais, não suporta é tanta ansiedade, que tira horas de sono e apenas deseja o amanhecer e levantar-se da cama, o mais rápido possível.

12 de Abril de 2014

Obrigado amigos

O tempo, implacável como sempre, não parou e, por esta hora, seis e meia da manhã, mais coisa menos coisa, em quinze casas, não muito distantes umas das outras, o mesmo número de amigos, já está nos últimos preparativos ou despedir-se de esposas e filhos.

O local previamente marcado para a concentração dos participantes e inicio da peregrinação, foi o Terreiro da Sé Catedral do Porto, e para aí chegar, uns irão a pedalar, outros de metro e os restantes de comboio.

Comboio

O Rogério, o Henrique, o Jorge, o Mário e o Tomé já lá estão, entretanto chega o Oliveira, o Valdemar, o Mascarenhas, o Jorge Oliveira, o Armando, o Magalhães e o Pires, vindos da Estação de S. Bento e por fim, o Domingos, o Pedro e o Rui, a pedalar desde a estação do Metro, do Bolhão.

Metro

Estamos todos, não houve atrasos nem problemas de última hora, que impedissem quem quer que fosse, de encarar mais este desafio e de ficar triste por não puder participar.

As oito horas aproximam-se e já resolvido o assunto da colocação dos frontais nas bicicletas, há que tirar as fotos de grupo, com o equipamento escolhido para o primeiro dia.

Com o cor-de-rosa da Lampre a dominar e a contrastar com os cinzentos do granito e da neblina matinal, as fotos só poderiam ficar muito bonitas e ter um belo efeito, o que de imediato se verificou, não fossem elas, numa pressinha, às redes sociais, ido parar.

Fatima_029

Até Espinho, o caminho já era por demais conhecido de todos e não havia nada que enganar. Sair da Sé, descer à Ribeira, atravessar o Douro no tabuleiro inferior da ponte Luiz I, percorrer a marginal de Gaia, passar pela Afurada e seguir, ora a estrada, ora a ciclovia, junto às praias. Pelo meio, ainda houve uma paragem aos 15 km, para reagrupar a malta, ficando combinado logo aí, fazê-lo a em iguais intervalos, para novos reagrupamentos e para os cafezinhos da praxe.

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Passamos Espinho pela avenida central junto à câmara e, à saída da cidade, viramos à direita para Paramos, junto ao campo de golfe e ao quartel da Engenharia Militar e por estradas secundárias, muito perto da linha ferroviária do Norte, pedalamos até chegar a Esmoriz.

Aqui chegados, houve o primeiro engano do caminho, para uns quantos fugitivos, que já iam cheios de vontade, não sabendo o percurso e não aguardando por quem o sabia. Nada de grave, foram só umas poucas pedaladas de volta para trás.

Na avenida central de Esmoriz, viramos à esquerda para a Estrada Florestal e aí percorremos toda a CicloRia, passando, entre outros locais, perto de Cortegaça, Furadouro e Ovar, até arribarmos junto da ria de Aveiro, a poucos quilómetros da Torreira.

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A CicloRia de Aveiro, muito bem idealizada e desconhecida de todos nós, é aprazível e bonita, e, em particular num sábado de manhã, sem muitos caminheiros que também a partilham, foi facilmente percorrida, o que fez com que vencêssemos muitos quilómetros em pouco tempo, o que não seria certamente o caso, se a opção fosse seguir a EN 109, conforme se chegou a pensar, com todo o tráfego automóvel, a pedir mil cuidados e muita cortesia, para não se por em causa a nossa segurança.

DSC09024

À procura de um café, que nunca mais aparecia, fomos pedalando, pedalando e só a uns seis km da Torreira, é que o encontramos.

Encontramos uma bela pastelaria e uma mais que agradável surpresa, do tamanho do mundo, sinal das belas amizades que este grupo vai gerando, domingo após domingo.

Os nossos amigos “formigas”, Carlos Filipe, Nélson Rebelo e Nuno Nunes, brindaram-nos com um belo reforço, trazendo na mala do carro, tanta coisa boa para retemperar energias e encher de felicidade as nossas almas.

Reforço_Mala

As bananas, maças, cubos de marmelada, água, sumos, um grande e divinal bolo, decorado com uma pedaleira e os dizeres Dar ao Ped@L, que todos saborearam com muita satisfação e para terminar, um belíssimo café, servido quentinho de uma garrafa termos. A cereja em cima do bolo, como se costuma dizer.

Bolo

Este gesto, que nenhum de nós podia imaginar acontecer, só foi possível, porque entre todos nós, os elementos do grupo, existe um enorme companheirismo, amadurecido em cada aventura, passeio de domingo ou evento de BTT e enriquecido com belos e novos amigos, de há quatro anos para cá.

Staff_Reforço

Sentimento estranho o que tivemos a seguir, ter toda a felicidade pelo encontro surpresa dos três amigos e tristeza em os deixar para trás e seguirmos o nosso caminho.

Mas assim tinha que ser e despedimo-nos deles, agradecendo a sua  enorme gratidão, prometendo lembrarmo-nos para todo o sempre, tão exemplar prova de amizade.

DSC09031

Já no caminho, fomos pedalando junto à ria, até à rotunda onde se situa a ponte que faz a travessia para a outra margem e a ligação para Aveiro. Aí, tínhamos que fazer uma opção, ou atravessávamos a ponte, fazendo uma volta maior ou íamos até S. Jacinto e aí apanhávamos o ferry boat para Aveiro.

Mesmo não sabendo os horários das travessias, optamos pela segunda opção e fomos pedalando os dezasseis quilómetros até ao cais de embarque, primeiro por ciclovia, depois por estrada.

Torreira

Pelo caminho, fomos combinando estratégias para o caso do ferry demorar, não haver à hora do almoço, etc. e de se aproveitar esse possível tempo de espera, para fazermos o nosso almoço volante.

Mas tal não foi preciso, a sorte também se procura e nós tivemos-la, pois nem foram precisos cinco minutos sequer, para que todos nós tivéssemos que embarcar e fazer a curta travessia no ferry, até à zona portuária de Aveiro.

Embarcar

Também não havia fome, graças ao reforço surpresa e o almoço volante, esse poderia esperar e ser realizado mais lá para a frente e por isso mesmo, toca a pedalar e ir ao encontro do trilho, gravado nos GPS, e que andava algures uns cinco a oito quilómetros, afastado da nossa posição.

Por estradas secundárias e municipais, a primeira ideia era apanhar o trilho, ou seja a EN 109, em Ílhavo mas, ora porque não se virou no cruzamento em que se deveria virar, ora porque íamos e bem, a pedalar para Sul, continuamos caminho, passando perto da Gafanha da Encarnação, por Vagos, onde paramos para uns comprarem algum farnel, enquanto outros reparavam a alça da mochila do Pedro Ferreira, que já se vinha a desfazer, quase desde o começo, com técnicas de costura, substituindo as linhas, pelas sempre indispensáveis fitas de plástico.

RepararMochila

Tudo resolvido, agora o objetivo era encontrar um poiso ideal para descansar e para o dito almoço volante, que agora sim, já começava a tardar e, depois de mais algum pedalar e de passarmos, salvo erro, por Barra de Mira e muito perto já da ligação à praia de Mira, com indicações de gentes locais, lá desembocamos num parque de merendas, tendo como companhia meninos e meninas, escuteiros, a descansarem e a almoçarem, depois de um passeio de bicicleta.

AlmoçoVolante

Não sei quanto tempo estivemos aqui parados, mas não foi muito, foi apenas o suficiente para retemperar energias e descansar dos noventa e poucos quilómetros que já tínhamos nas pernas e para os que faltavam até à Figueira da Foz.

Despedimos-nos dos meninos e dos seus monitores e, por um estradão em recta, fomos de novo à procura de um café, que a malta sem este aditivo não funciona, mas também há procura de mais um carimbo para o nosso certificado de grupo.

Cafés tomados num lugarejo qualquer, seguimos daí até ao cabeço de Mira, como nos explicaram e ao encontro da EN 109, tendo ainda tempo para mais uma fotografia de grupo, desta vez embarcados num antigo moliceiro, “fundeado” num pequeno largo.

Fatima_005

Agora sim, estávamos na estrada que a bem dizer não desejávamos muito, pelo asfalto, pelo trânsito, pelas longas e cansativas rectas, que pareciam não mais acabar, mas, não havia volta a dar e tínhamos que a percorrer até ao nosso destino final para primeiro dia, a Figueira da Foz.

Fizemos ainda uma breve paragem na Tocha, para um lanche e um encontro do Henrique com colegas de trabalho e depois seguimos caminho, até à primeira e única subida, digna desse nome, que partiu um pouco o grupo, sobretudo aqueles que já não podiam mais do rabo, pois de pernas ainda lá iam e foram, com toda a certeza.

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Agora, só faltava descer estrada fora, entrarmos felizes na Figueira e sem demoras irmos ao encontro do nosso alojamento, a Pensão Manuel da Parreira, situada bem no centro da cidade.

Fatima_056

A pensão estava toda por nossa conta e, depois de arrumadas as nossas “meninas”, na garagem, também só por conta delas e de toda a logística do check-in, fomos aos banhos com hora marcada para reagrupamento, pois o jantar, também ele merecido e desejado farto, não podia ter nenhum tipo de atraso.

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Comidos e bebidos, mais ou menos bem, os comensais partiram para uma pequena caminhada, pelas ruas da cidade, com o intuito de aliviar um pouco os músculos das pernas e a barriga dos diversos tipos de churrascos e assim, caírem mais leves nos braços de Morfeu e sonhar com as peripécias do dia seguinte.

Boa Noite e até amanhã.

 

13 de Abril de 2014

Obrigado Mãe, obrigado Nossa Senhora

São de novo seis da manhã e apesar de ser Domingo, já se ouvem os sons de alguns carros a passar na rua e as gaivotas nos telhados e candeeiros ao redor.

A hora combinada para nos levantarmos, tinha sido definida para as sete, para irmos todos tomar o pequeno-almoço meia hora depois e abandonarmos a Figueira às oito, rumo ao Santuário de Fátima mas, os Freitas, ansiosos pela partida, levantam-se e vão “matar o bicho” mais cedo, aproveitando depois para começar a preparar as suas mochilas e verificar as bikes.

Aos poucos, todos se levantam e vão ao pequeno-almoço também e, já com as mochilas prontas, as bikes revistas e os sacos que o amigo do Magalhães, o Sr. Pedro Figueiredo, fará o favor de ir levar ao santuário, aliviando assim o peso a quem o quis, deixamos o nosso alojamento e saímos da Figueira, cinco minutos depois das oito da manhã.

SaidaFigueira

O dia amanheceu com uma ligeira neblina e um pouco de frio, não muito mau para pedalar, e aí vamos nós todos em filinha a atravessar a ponte sobre o Mondego, deixando para trás a Figueira da Foz.

DSC09099

Sempre em plano e a ter que dar ao pedal para vencer quilómetros da EN 109, passamos Lavos, depois Marinha das Ondas e por fim Carriço onde parte do grupo parou para os primeiros cafés da manhã.

Parte do grupo sim, porque outros ficaram na conversa e o fugitivo Domingos, já por nós esperava mais à frente, no café Dino, entre cowboys e índios e a chamar pela malta, para se juntar à coboiada e tirar umas fotos montados a cavalo ou fazendo de Lucky Lucke, para a posteridade.

ACavalo

Coboiada1

Lucky Lucke

No Dar ao Ped@L é assim mesmo, há tempo para tudo, até para as brincadeiras, tempo para as fotos mas também há quem chame a malta à razão e dê uma apitadela, para a por de novo a pedalar.

Seguindo caminho até Guia, em festa pela passagem da imagem de Nossa Senhora de Fátima e com todas as ruas decoradas com flores de papel, até um cruzamento onde alguém viu uma placa a dizer – Fátima.

Guia_em_Festa

Uma vez mais, o grupo dividiu-se em opiniões e a ter que optar por uma de duas opções. Ou seguíamos o track gravado no GPS, fazendo toda a EN 109 até Leiria, ou íamos por esta nova estrada em direção a Fátima.

Informados por quem conhecia as duas opções, ficamos a saber que elas se equivaliam, tanto em distância como em dificuldades, que no caso seriam as subidas.

A maioria venceu e abandonou-se a EN 109, o que queria dizer que daí em diante, de nada mais valia o percurso gravado, pois não o retomaríamos até bem perto de Fátima.

Fatima_067

Fomos seguindo as ruas enfeitadas da Guia, depois as estradas também elas enfeitadas, passando pequenas localidades, com o grupo a separar-se  até que nos reagrupamos uma vez mais numa terra chamada Bidoeira de Cima, para um breve descanso e retempero de energias.

Fatima_068

Com nova ordem de partida, fomos pedalando até encontrarmos a antiga Nacional Nº 1, actual IC 2, bem perto do Barracão, zona por demais conhecida, por quem vai a Fátima a pé, como era no nosso caso, do conhecimento do Oliveira e do Rogério.

Ora se era preciso um guia, o grupo não hesitou e pediu ao Rogério para nos levar pelos caminhos que ele bem conhecia, até ao Santuário de Fátima.

Com mais uma paragem numa pastelaria, desta vez não só para cafés, mas também para  bolinhos e suminhos, ouvimos as instruções do guia e das alternativas que encurtavam caminho, mesmo que sendo subidas e de alguma dificuldade, que iríamos ter que fazer para chegar à Caranguejeira, depois a Santa Catarina da Serra e por fim a Fátima.

Pastelaria

Ouvidas as indicações, toca a pedalar e a ter logo que subir, a tal subida curta mas íngreme, que encurta o caminho em cerca de dois quilómetros, até nos cruzarmos primeiro com um grupo de BTT e mais tarde, junto ao “autocarro do amor”, um bar onde estacionou pela última vez um velho autocarro de dois andares, talvez de Lisboa, talvez do Porto, com um grupo de jovens ciclistas de estrada, que pedalaram connosco ao desafio, até junto da Santa, à saída da Caranguejeira.

Santa

Este local, conhecido por todos os peregrinos a pé, que aqui passam em direção a Fátima, entusiasmou o Oliveira, que se atrapalhou com o ligar da câmara de filmar e trocou as mãos, dando um trambolhão no meio da estrada, assustando-nos com o sucedido e com o que poderia ser o seu estado.

Enfermeira

Bastante aturdido e com dores nas costelas, recebeu os primeiros-socorros de uma simpática enfermeira e logo se recompôs para connosco pedalar, em busca da churrasqueira onde o guia nos queria levar.

Por esta altura, já o sol ia alto e estava a queimar, pelo que seria mesmo muito bom que parássemos para almoçar e logicamente de pedalar.

Encontrada a churrasqueira, tratou-se de aparcar e proteger as bikes, encomendou-se o almoço que se dizia rápido e, enquanto uns se iam refrescando, outros faziam guarda às “meninas”.

Bikes

O prometido não foi devido e o rápido tornou-se lento. O almoço demorou mais do que o pensado mas valeu pela animação e pelo descanso que deu às pernas, pois o que se avizinhava para o início da tarde, exigia muita pedalada e força nas “canetas”, a subida longa até à igreja de Santa Catarina da Serra, a parte mais difícil de todo o trajecto.

Almoço

O que tem de ser tem muita força e, seja à custa do almoço, das Coca Colas ou do maduro de Ourém, certo certo é que não há subida que assuste e lá fomos enfrentar a dita cuja, na pior altura do dia, debaixo de um sol abrasador.

Ele era ver o efeito da “pomada”, do “gaseificado” e da “fumaça”, de tal forma que alguns desapareceram serra acima, até os mais atrasados os deixarem de ver ou só voltarem a pôr-lhes a vista em cima, na igreja de Santa Catarina ou até mesmo já em Fátima, como foi no caso do Henrique.

SantaCatarinaSerra

Da igreja de Santa Catarina da Serra até à entrada de Fátima, já todos pedalaram com o sentimento de que o objectivo estava conseguido, que a não ser um grande azar, todos nós iríamos alcançar o fim a que nos tínhamos proposto, chegar ao Santuário de Fátima, pedalando desde a Sé Catedral do Porto, sempre com a fé na Nossa Senhora de Fátima e na sua protecção.

EmFila

Entramos no santuário em fila e por ordem de frontal e, após as devidas e bonitas fotos de grupo, que ficarão para sempre na nossa memória, individual e colectiva e da colocação dos carimbos nos nossos certificados de peregrinação, fizemos os agradecimentos à Nossa Senhora, os recolhimentos em orações e o acender de velas, pelos familiares e amigos.

GrupoFatima

Capelinha Velas

Não houve direito a banhos para um regresso mais retemperador e tivemos pouco tempo para a compra de pequenas recordações e para um ligeiro lanche, pois o autocarro já nos aguardava e ainda havia que encaixar, nove bicicletas na mala e seis entre os bancos, no interior do autocarro, que nos traria de regresso a casa.

Autocarro2

Autocarro3

Estava cumprido o nosso objectivo, nalguns casos promessas também e o sentimento geral era de felicidade pois tudo tinha corrido bem, sem percalços e com muita alegria, com um reforço surpresa de amigos únicos e inquestionáveis, com o apoio logístico do senhor Pedro Figueiredo e com uma enorme e bela camaradagem, entre os quinze participantes, do princípio até ao fim.

Um abraço ao Oliveira, ao Tomé, ao Mascarenhas, ao Rogério, ao Pires, ao Nuno, ao Carlos, ao Nélson, ao Armando, ao Magalhães e ao seu amigo, Pedro Figueiredo, ao nosso Pedro, ao Rui, ao Domingos, ao Jorge Bastos e ao Jorge Oliveira, ao Mário e ao Henrique.

Obrigado companheiros de peregrinação e demais amigos, que tornaram possível, este passeio inesquecível.

Valdemar Freitas

 

3.º Passeio Dar ao Ped@l – Porto / Fátima – 2.º dia

Posted by Augusto Tomé on 23 de Abril de 2014
Posted in: Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Fátima, Porto. 1 Comentário

http://vimeo.com/92678503

3.º Passeio Dar ao Ped@l – Porto / Fátima – 1.º dia

Posted by Augusto Tomé on 23 de Abril de 2014
Posted in: Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Fátima, Porto. 1 Comentário

http://vimeo.com/92417918

Certificado de Peregrinação

Posted by Valdemar Freitas on 14 de Abril de 2014
Posted in: Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Certificado, Fátima. 8 comentários

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Circuito NGPS 2014 – 2.ª Etapa O Vale dos Duros – Vale de Cambra

Posted by Augusto Tomé on 25 de Março de 2014
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Centro. Tagged: Circuito NGPS, Recorde, Vale de Cambra. 5 comentários

Cartaz

Há precisamente um mês atrás, a 22-02-2014, ocorreu a 1.ª Etapa do Circuito NGPS 2014, o Geo Bike Challenge, na Lousã, organizada pelos amigos da Ecobike, que já nos habituaram à colocação da fasquia alta, no que se refere a qualidade de trilhos e organização, admito que estava um pouco apreensivo com estes “novos” amigos de Vale de Cambra – os Vale dos Duros, não é nada fácil organizar um evento desta dimensão e conseguir que tudo corra pelo melhor, nós os que pedalamos alegremente pelos trilhos, muitas das vezes não fazemos a mínima ideia da logística que envolve proporcionar um sábado alegre e colocar um sorriso de orelha a orelha, na cara de 900 gajos! Mas, confesso que os nossos amigos de Vale de Cambra estiveram irrepreensíveis em todos os aspectos, que maravilha, esteve tudo impecável no que ao nosso grupo diz respeito, trilhos duros, mas excelentes, organização ao mais alto nível, estacionamento, localização, banhos, etc… que mais se pode exigir de quem tanto se empenhou, nada, do melhor mesmo, o Dar ao Ped@l deseja os maiores sucessos e parabéns a todo o staff da organização da 2.ª etapa.

A cereja em cima do bolo, é que, do resultado de tudo isto a organização entregou um cheque de 5.000 € aos Bombeiros Voluntários de Vale de Cambra, já que o valor das inscrições desta etapa, reverteu a 100% para esta associação, para ajudar à construção do seu novo quartel.

Parabéns, portanto, aos Vale dos Duros, aos Bombeiros Voluntários de Vale de Cambra, aos mentores do Circuito NGPS e a todos nós que contribuímos para uma causa meritória.

03

Bom, feita a introdução, passemos ao breve relato da 2.º Etapa, conforme previamente combinado às 7:00 horas estávamos todos em Gondomar, junto à minha casa para arrancarmos em direcção a Vale de Cambra, a etapa adivinhava-se dura e viríamos a confirmá-lo mais tarde, isto claro a avaliar pela enorme promoção efectuada pelos organizadores, estávamos à partida 17 elementos do Dar ao Ped@l confirmados, mas em cima da hora existiram 2 baixas, foram eles o César Pinto e o Jorge Bastos, por razões climatéricas e de saúde de um familiar, respectivamente, o Frederico Lima, esteve presente, mas foi por sua conta e risco, não se juntando ao grupo.

02

Chegados a Vale de Cambra, carros estacionados, procedemos ao levantamento dos dorsais, fizemos algumas fotos de família para a posteridade, juntá-mo-nos ao Eduardo Batista e aos dois amigos Tiago Marques e Ricardo Gonçalves do Crude BTTeam, e aos nossos amigos Henrique Cardoso e Paulo Ribeiro, que já lá estavam, e ainda, aos nossos 5 amigos da Feira, Rui Miguel Azevedo, Filipe Vaz, Bárbaro Santos, Vasco Silva e Rui Antunes, que desta feita trouxeram mais um amigo para pedalar nesta etapa do Circuito – o Patrice Almeida, 6 portanto, no total saímos do local do secretariado a pedalar 22 duros.

O Grupo Incompleto

A chuva manifestou-se logo à saída de Vale de Cambra, e ainda mais algumas vezes pelo caminho, mas como quem anda por gosto não cansa, não demorou nada estávamos na dança do “veste impermeável… tira impermeável”. Os primeiros quilómetros foram sempre a subir, mas pacíficos, e aproveitando as paragens para reagrupamento, alguns de nós fomos aproveitando para tirar mais roupa e arejar as axilas e colocar mais peso nas mochilas.

Chegados à curva onde fizemos a inversão de marcha, paramos para reagrupar uma vez mais, e eis que, resolvi protagonizar o primeiro momento da manhã, com sapatilhas e cleats novos, esqueci-me de desencaixar uma sapatilha, e claro, está mesmo a ver-se que me estatelei no chão, não contente com o caso, o Ricardo Ferreira aproveitou a deixa e ai ai ai, ai ai ai, que não me estou a sentir bem, e não é o que o rapaz tem ali mesmo uma quebra de tensão só para chamar as atenções todas para ele e ninguém ligar ao meu tombo! Água fresca, alimentos e açúcar e o Ricardo lá se restabeleceu e voltou à sua cor normal, e nós voltamos a colocar-nos em marcha, mas fica o aviso menino Ricardo, fazes o favor não voltas a ter quebras de tensão, isso não é nada pá, estive eu a ensaiar os tombos para nada!

04

Continuámos… mas a verdade, é que aquela coisa do Ricardo mexeu comigo, não contente com o caso e por entre paisagens e trilhos de cortar a respiração, numa subida fantástica, resolvi fazer um ligeiro cavalinho, só que o trilho desapareceu debaixo da roda, e zás, mesmo de cabeça ao chão, directo, assim mesmo sem ensaio nem pára-quedas,  fiquei a saber que afinal os capacetes sempre tem alguma utilidade, para além de embelezar a cabeça, taparem as carecas e nos causarem calor!

05

Junto a uma igreja tomámos café, e continuamos o caminho até chegarmos ao já famoso Talho Confiança, onde acho que toda a gente parou, pela peculiaridade da situação, toda a gente comeu, bebeu e saiu dali um pouco mais feliz.

06

Pelo caminho paramos para: comer, paramos, beber, paramos, reabastecer, paramos, pedalar, paramos, fotografar, paramos, filmar, paramos, pronto, já perceberam a ideia, qualquer coisa serviu de desculpa para pararmos, não que a malta se importe, nós gostámos é disso mesmo, documentar tudo e todos, para mais tarde recordar, e pelo meio pedalar um bocadito!

07

Poderia dizer que fizemos os 50 km propostos pela organização em 5 horas, mas não seria a mesma coisa, é verdade, demoramos praticamente o dobro, mas é assim mesmo que todos somos felizes, gozamos cada bocadinho ao mais ínfimo pormenor.

Trepámos às Serras da Escaiba e do Arestal,  almoçamos no Talho Confiança, lanchamos na Padaria Flor de Junqueira, isto é claro, sempre num sobe e desce constante, JASUS pá, vocês não sabem arranjar uns percursos só a descer ou só em plano, sim porque até as descidas, que adoro, partiram-me os braços todos de tão violentas e duras, os nossos amigos Vale dos Duros, não quiseram deixar a fama por mãos alheias, aquilo era mesmo duro pá, xiça.

09

Pelo meio e depois de almoço, ainda houve tempo para, todos nós, plantarmos uma árvore e contribuir para a reflorestação de uma área considerável, com carvalhos, sobreiros e azevinhos, conforme estava previsto pela organização e em estreita colaboração com a edilidade local.

08

Para finalizar, lá voltamos a subir até aos 750 mts, ao Outeiro dos Riscos, onde nos aguardavam alguns amigos da organização para nos premiar com uma medalha comemorativa do evento assim como alguns soldados da paz, neste local podemos também apreciar alguma arte rupestre.

12

No conjunto de descidas divertidas que apanhamos no regresso até Vale de Cambra, ainda houve tempo para apreciar a Barragem Eng.º Duarte Pacheco, e até de tentarmos descer uma das paredes da barragem, tentados é claro, pelo vídeo dos nossos amigos Vale dos Duros, desta vez venceu o bom senso, mas fica a promessa, havemos de lá voltar, um dia, talvez equipados a rigor com umas joelheiras, umas cotoveleiras e talvez o resultado seja outro.

13

Chegados a Vale de Cambra, lá provamos a fantástica broa com mel e alguns de nós provamos o “verdinho” fabuloso, tratamos de lavar as nossas meninas, dirigi-mo-nos ao pavilhão, tomámos um duche e rumamos a casa, cansados é verdade, mas extremamente felizes, uma vez mais.

11

Uma vez por mês, estes sábados, são para mim uma adrenalina mais que necessária, e, estou convencido que também o é para muitos dos meus companheiros de aventura, é uma alegria vê-los a todos felizes, e por momentos esquecerem os problemas e agruras da vida que todos levamos, por tudo isto, uma bem hajam aos organizadores e mentores destes eventos do Circuito NGPS. Meus amigos vocês imaginam a alegria que proporcionam a tanta gente?

10

Resta assinalar a estreia absoluta da nova menina do Paulo Domingos, que a estreou logo com uma tareia jeitosa, a sua Corratec X-Force 03, mais os seus 140 mm de curso, e que fizeram com que os trilhos para ele fossem mais ou menos uma auto-estrada com subidas e descidas!

14

Não houve avarias mecânicas, pelo menos que eu me tenha apercebido, houve uma tentativa de furo, mas acho que nem o chegou a ser, existiram alguns tombos causados essencialmente pela agressividade das descidas, mas nada de grave, são daquelas coisas que queremos evitar, mas que sabemos estão sempre presentes e podem acontecer a qualquer momento e quando menos esperamos.

Mais uma vez assinalo a alegria partilhada por todos os participantes no Circuito NGPS, digo-vos caros amigos, acho que em 13 etapas que levo realizadas, ainda não vi ninguém mal disposto. Atrevo-me a dizer que o Circuito NGPS está a tornar-se uma grande família. É por isto que, a cada etapa, mais gosto do conceito NGPS em autonomia total.

Como principal dinamizador e co-responsável por desencaminhar toda esta gente de casa, cumpre-me o dever de agradecer a todos, a participação, a alegria e o convívio, com que passámos mais um sábado e desejar a todos os meus amigos, que participem sempre que possam, comigo ou sem mim, mas participem, vocês sabem que estas coisas fazem bem à alma. Um abraço para todos eles, que são: António Oliveira, Mário Dantas, Valdemar Freitas, Paulo Domingues, Ricardo Ferreira, Nuno Almeida, Jorge Oliveira, Henrique Cardoso, Paulo Ribeiro, Nuno Nunes, Nelson Rebelo, Carlos Filipe Duarte, Eduardo Batista, Filipe Vaz, Rui Miguel Azevedo, Bárbaro Santos, Rui Antunes, Vasco Silva e os estreantes Patrice Almeida, Tiago Marques e Ricardo Gonçalves.

Um abraço especial aos nossos amigos que por diversos motivos não puderam estar presentes: Jorge Bastos e César Pinto.

Aqui ficam algumas informações acerca do nosso sábado:

Trajecto no Garmin Connect

Fotos no Facebook em: Dar ao Ped@l

Vídeo disponível brevemente…

Circuito NGPS – Equipa com mais elementos na 2ª Etapa

Posted by Augusto Tomé on 14 de Março de 2014
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Circuito NGPS, Vale de Cambra. 1 Comentário
Já dominámos o panorama no Circuito NGPS 2014. Obrigado a todos!

Já dominámos o panorama no Circuito NGPS 2014. Obrigado a todos!

Circuito NGPS 2014 – 1.ª Etapa Geo Bike Challenge – Lousã

Posted by Augusto Tomé on 27 de Fevereiro de 2014
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Centro. Tagged: Aldeias de Xisto, Circuito NGPS, GeoBikeChallenge, Lousã. 6 comentários

Geo Bike Challenge 2014

Há um ano atrás, mais precisamente a 23-02-2013, participei pela primeira vez numa etapa do Circuito NGPS, que era também a 1.ª etapa do ano, o Geo Bike Challenge – Arouca, foi qualquer coisa de marcante para mim e para o meu amigo Jorge Oliveira, também ele um estreante nestas andanças, gostei tanto do conceito que participei em todas as etapas de 2013, com excepção de uma única e por motivos mais que justificados – estava a pedalar para Santiago!

A assinatura

Hoje, um ano depois, participei novamente no Geo Bike Challenge, desta feita na Lousã e iniciei o ano 2014 com a 1.ª etapa, assim como há um ano atrás, eu sabia antecipadamente que as minhas expectativas não iriam sair defraudadas, os amigos da Ecobike Porto, não deixam os seus créditos por mãos alheias, são um primor a organizar este tipo de eventos, não me enganei – tudo impecável – organização rigorosa e eficaz, organizadores simpáticos e acolhedores, desde o presidente o Jorge Almeida, todo o staff e meninas até ao ex-libris do grupo, o icónico Manuel Couto.

O entusiasmo com  que normalmente faço todas as etapas do Circuito NGPS, deve-se apenas e só, à minha paixão pela natureza e pela descoberta de sítios lindos, quase sempre só acessíveis a pé ou de bicicleta de montanha, daí o meu gosto pelo BTT. O contágio pelo conceito do Circuito NGPS, foi estendido com sucesso por um grande número de companheiros do Dar ao Ped@l, a comprovar o que digo está o numero de participantes nesta etapa, fomos dezasseis (16) monstros do BTT, lentos, mas monstros à mesma!

16 Monstros do BTT

Foram eles: António Oliveira, Jorge Bastos, Mário Dantas, Valdemar Freitas, Paulo Domingues, Ricardo Ferreira, Nuno Almeida, Jorge Oliveira e eu Augusto Tomé, além dos estreantes Emanuel Mascarenhas, Henrique Cardoso, Paulo Ribeiro, Mário Dias Alves, Nuno Nunes, Nelson Rebelo, Carlos Filipe Duarte. Na hora da partida juntaram-se a nós, os amigos Filipe Vaz e Rui Miguel Azevedo, companheiros já habituais no NGPS, que, para não variar, seduziram mais 3 amigos para o conceito NGPS, foram eles o Bárbaro Santos, o Rui Antunes e o Vasco Silva, que percorreriam todo o trajecto connosco. No total andamos 21 companheiros pelos belíssimos trilhos dos concelhos da Lousã, Góis e Miranda do Corvo.

Hora de Almoço

Sobre o passeio, o que dizer, todos os elogios que possamos fazer serão certamente poucos para descrever tanto beleza natural, tanto empenho e tantos lugares de beleza indescritíveis. O que dizer então daquelas tostinhas com mel da região ou das peripécias que foram acontecendo ao longo do percurso, desde tombos para todos os gostos, apenas um com um pouco mais de gravidade, mas nada sério, até à perda de um smartphone do meu amigo Rui Miguel Azevedo, vi-o caído no meio do trilho, em abono da verdade, ao Rui Miguel Azevedo nesta etapa aconteceu um pouco de tudo, rebentou-se-lhe o fecho da mochila, o que fez com que perdesse o telemóvel, caiu de um single track com uma altura considerável, ele e a bicicleta, felizmente, sem consequências de maior e teve o único furo do grupo!

Rui Miguel Azevedo

Pelos trilhos da Lousã

O passeio propunha, na versão mais curta, que cumprimos, 50 km, percorrendo algumas das Aldeias de Xisto preservadas na Serra da Lousã, posso considerar-me privilegiado, pois já conhecia algumas, percorridas a pé, é claro, mas pedalar no meio delas, pelas vielas estreitas, pelas escadarias humedecidas e escorregadias do nevoeiro que se fazia sentir, é qualquer coisa de inexplicável e virtualmente impossível de se escrever, só estando lá, sentindo e ouvindo o barulho das pedaleiras, no meio do silêncio da montanha.

Palhaçada

O que dizer, por exemplo, quando estamos a trepar uma das várias paredes que fomos encontrando pelo caminho, sermos acompanhados de música e incentivos, via megafone, pelo amigo Manuel Couto, impagável.

O animador, Manuel Couto.

Dois dos nossos companheiros, talvez por falta de preparação ou por lesão dos maxilares, optaram por voltar para trás, depois de subirem alguns quilómetros e por certamente acharem que iriam sofrer um pouco mais, resolveram a questão batalhando com um almoço a condizer  na Lousã e umas bifanas para o lanche, segundo me contaram!

E assim lenta e alegremente percorremos as Aldeias de Xisto, começamos por Gondramaz, passamos por Chiqueiro, a belíssima Talasnal, Vaqueirinho, Catarredar e Candal e para finalizar o Castelo da Lousã, já quase a chegarmos ao ponto de partida.

Paulo Domingues

As paisagens são todas deslumbrantes e quando percorridas de bicicleta de montanha, então ganham um encanto ainda maior, são simplesmente soberbas, parece que estamos numa quinta dimensão, qual twilight zone, acho que não sou só eu a constatar este facto, passamos por alguns single tracks simplesmente deliciosos de se fazer, um verdadeiro remédio caseiro para todas as maleitas, tal é a quantidade de adrenalina a percorrer os nossos sistemas!

Adrenalina :-)

Estreitos e sinuosos, com as árvores a afastarem-se de nós mesmo no último milésimo de segundo, lindo de se ver e fazer.

Henrique Cardoso

Pelo meio da nossa aventura de sábado, houve ainda tempo para conhecer uns simpáticos amigos, a Susana Palma e o Tó Saraiva, que nos acompanharam no piquenique e posteriormente perderam-se um do outro nos single tracks, tal foi a adrenalina da Susana Palma, que nem esperou pelo companheiro de viagem! Fazendo com que o Tó voltasse para trás à sua procura e ela já ia avançada na progressão!

010

É gratificante, ver caras conhecidas destas andanças do NGPS o simpático António J G Fernandes, o alegre Daniel Reis, os amigos NorteTrilhosBTT e o bem disposto Francisco Barrote, os Kunalama, os PTDirtRiders, os Superfraquinhos e tantos outros, que se torna injusto mencionar uns e não outros.

009

É por isto que, a cada etapa, mais gosto do conceito NGPS, mesmo existindo alguns companheiros que ainda não incutiram o espírito e o conceito, deixando lixo pelos locais por onde passam, quiçá, não seja de propósito, mas que o fazem, lá isso não há dúvida, o que é uma pena diga-se, talvez quando compreenderem que estão a poluir e a estragar o que também é deles, pensem melhor e um dia mudem de atitude.

012

Na verdade, meus caros amigos, companheiros e leitores, este foi mais um sábado a fazer aquilo que eu e todos os meus amigos mais gostámos de fazer, pedalar, com frio, chuva, o vento a bater na face, admirar paisagens, aldeias e gentes que tem tanto de belas como de distintas.

Castelo da Lousã

Importa ressalvar que não existiram avarias, apenas um furo, quedas existiram algumas, evitáveis talvez, mas nada de muito grave.

Como principal dinamizador e co-responsável por desencaminhar toda esta gente de casa, cumpre-me o dever de agradecer a todos, a participação, a alegria e o convívio, com que passámos mais um sábado e desejar a todos os meus amigos, que participem sempre que possam, comigo ou sem mim, mas participem, vocês sabem que estas coisas fazem bem à alma. Um abraço especial também aos estreantes, Emanuel Mascarenhas, Carlos Filipe Duarte, Nuno Nunes, Nelson Rebelo, Paulo Ribeiro, Henrique Cardoso e Mário Dias Alves.

Aqui ficam algumas informações acerca do nosso sábado:

Trajecto no Garmin Connect

Fotos no Facebook em: Dar ao Ped@l

Outros relatos aqui no blog por: Valdemar Freitas e António Oliveira

Vídeo disponível brevemente…

Geo Bike Challenge – Circuito NGPS 1ª Etapa – Aldeias de Xisto – Lousã

Posted by Valdemar Freitas on 26 de Fevereiro de 2014
Posted in: Circuito NGPS. Tagged: Aldeias de Xisto, Circuito NGPS, GeoBikeChallenge, Lousã. 8 comentários

22 de Fevereiro de 2014

Geo Bike Challenge – Circuito NGPS 1ª Etapa – Aldeias de Xisto – Lousã

O meu ponto de vista, de A a Z.

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Abraços,

Valdemar Freitas

Circuito NGPS – 1ª Etapa – Aldeias do Xisto – Lousã

Posted by Dar ao Ped@L on 26 de Fevereiro de 2014
Posted in: Circuito NGPS. Tagged: Aldeias de Xisto, Circuito NGPS, Ecobike, GeoBikeChallenge, Lousã. 3 comentários

22 de Fevereiro de 2014

O meu comentário acerca deste NGPS é simplesmente, fabuloso.

988399_656893661037393_395711030_n Quero dar em especial os parabéns aos corajosos que compareceram.
De inicio tive alguma dificuldade, porque o arranque foi um bocado forte 22.5 km sempre a subir, ficando ao Km 5 dois nossos amigos, falta de treino ou preguiça por se juntar aos colegas nos encontros Domingueiros, tentei acompanhar a malta, aliás não impus o meu ritmo adequado a este percurso e esse foi o meu erro, pois mais tarde isso paga-se caro, mas como cheguei atrasado à subida principal (Talasnal), tive de a subir com a bicicleta à mão.

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Alguns dos trilhos no inicio eram iguais, e outros foram feitos, mas muitos foram abertos em exclusivo para este NGPS, alguns eram fantásticos, com paisagens deslumbrantes e single-tracks do mais lindo que possam existir.

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Os nossos globos oculares, cada vez mais arregalados pela imensidão de tudo o que nos envolvia, sorriam à passagem de campos em socalcos, pastagens com enormes rebanhos, cascatas, vales profundos, ribeiros que nunca secam e aldeias adormecidas numa e noutra montanha silenciosa que num lento sobressalto acordavam à passagem deste grupo de amigos que em nada incomodavam, trazendo apenas alguma alegria e uma ou outra palavra de amizade.

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Orientados pelo GPS, o nosso melhor guia desde sempre, incansável e objectivo, fomos, a inicio da manhã obrigados a furar um nevoeiro espesso e húmido que se manteria até final.

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Esta serra, tendo uma enorme altitude, serve de barreira de condensação aos ares húmidos pelo que são frequentes estes nevoeiros que nos tornam cegos e pequeninos.

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Para trás, ficaram as aldeias de Chiqueiro, Candal, Talasnal, e um excelente dia bem passado na companhia de 16 elementos do Dar ao Ped@L.

António Oliveira

11.ª Etapa do Circuito NGPS – Rota do Românico em BTT – Gralheira – Cinfães

Posted by Augusto Tomé on 31 de Janeiro de 2014
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Circuito NGPS, gralheira. 5 comentários

Em 2013, comecei a participar no Circuito NGPS, uma coisa que já em 2012, muito desejava fazer, gosto principalmente do conceito, mas que, nunca tinha acontecido por razões de vária ordem. Comecei e participei em todas as etapas, com excepção do 8.ª, o Extremo Ibérico, as razões são óbvias, estava nessa data a dirigir-me para Santiago de Compostela com os meus amigos. Neste percurso, ao longo de 2013, consegui persuadir ou aliciar muitos dos amigos que ganhei aqui, no Dar ao Ped@l, foi para mim, um ano fantástico quando falo de BTT e realização pessoal, já a outros níveis foi simplesmente desastroso, como muitos de vós sabem. Foi uma aventura e pêras, deixo-vos com alguns números e dados, no mínimo curiosos. Obrigado a todos os que comigo partilharam excelentes momentos de divertimento, alegria e felicidade.

RR_NGPS Gralheira

  • Tempo: 85:15 horas em cima da minha bicicleta a pedalar, só no Circuito NGPS.
  • Distância: 540 Kms percorridos por mim, uma viagem do Porto a Madrid de bicicleta.
  • Distâncias X Participantes: 3.308 kms, entre todos percorremos esta bonita soma, é uma viagem entre Porto e Budapeste, na Hungria.
  • Ganho Elevação: 17.217 mts, dá para subir 2 vezes ao Monte Evereste(!).
  • Velocidade Máxima: 62,20 km/h a minha, há aí uns amigos que são tipo F1.
  • Alvorada Senhora da Serra: foi a etapa mais longa,  com mais acumulado, maior duração, mais épica por ser a única nocturna.
  • Viana Summer Ride foi a etapa mais quente.
  • Gralheira Rota Românico foi, naturalmente, a etapa mais fria.
  • Trilhos dos Mouros foi a etapa mais concorrida com 13 participantes.

No total e contando comigo consegui que o Dar ao Ped@l levasse 21 elementos a participar no Circuito NGPS, alguns gostaram e repetiram, outros ficaram fãs, outros ainda apenas quiseram experimentar e claro pressuponho que deverá ter existido alguém que não tenha gostado tanto, e talvez por educação não se tenha manifestado, mas a verdade é que o Dar ao Ped@l é uma presença assídua e regular no Circuito NGPS, goste-se ou não do conceito.

Participantes por ordem de participação: Augusto Tomé, Jorge Oliveira, Artur Jorge Barros, Jose Paulo Rodrigues Correia, Ricardo Ferreira, Oliveira António, Valdemar Freitas, João Silvestre, Nuno Silvestre,  Manuel Oliveira, Filipe Vaz, Rui Miguel Azevedo, Domingos Queiroz, Mario Dantas, Nuno Almeida, Sergio Caban, Jorge Bastos, Jose Pires Pires, Rui Teixeira, Cesar Pinto e Paulo Domingues.

Como já alguém disse “It’s been one hell of a ride”, para fechar com chave de ouro, deixo-vos uma pequena crónica da última etapa de 2013, a Serra da Gralheira, onde fechamos o ano e a época a pedalar com neve, uma estreia para todos os que participaram, acho eu.

A 4 km da Aldeia da Gralheira

A 4 km da Aldeia da Gralheira

No passado sábado, 28 de Dezembro de 2013, realizou-se a última etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, a 11.ª etapa, a concentração foi em Gondomar, seguimos depois via Entre-os-Rios em direcção a Cinfães e posteriormente até à Aldeia da Gralheira, na Serra de Montemuro, a expectativa era elevada, dadas as temperaturas dos dias anteriores, e devo dizer que não saímos defraudados, fechamos com chave de ouro, desta feita não existiram estreantes, conforme nos aproximávamos da aldeia, podíamos ver ao longe as serras cobertas de neve.

A caminho da aldeia

A caminho da aldeia

Neste passeio estavam previstas 3 distâncias, dependentes das condições meteorológicas, de 20, 40 ou 60 km, tínhamos inicialmente pensado em fazer os 40 km, mas o frio e a neve eram de tal ordem que acabámos por fazer apenas 30 km, a organização esteve a cargo dos amigos Kunalama e, esteve tudo impecável, como é hábito nos eventos do Circuito NGPS.

Esperando pelo Jorge...

Esperando pelo Jorge…

Ainda a 4 km da aldeia, estavam já alguns carros com problemas em subir a pequena estrada que nos levaria à aldeia, por causa da falta de tracção e do gelo na estrada, num misto de ansiedade e falta de reflexão, optámos por deixar ali mesmo os carros e fomos até à aldeia a pedalar, a 4 kms, levantámos os dorsais, tomámos um café e assistimos excitados e receosos ao nevão que entretanto caía, toda a malta aproveitava para tirar fotografias e filmar, o cenário era indescritível para a maioria de nós, a ansiedade começou a tomar conta de nós, alguns betetistas voltavam para trás ao fim de algumas centenas de metros percorridos, mas nós estávamos ali para pedalar, independentemente das condições meteorológicas, o nosso único objectivo era ninguém se magoar e sairmos ilesos de mais um sábado fantástico a pedalar – objectivo cumprido na íntegra.

...à saída da aldeia...

…à saída da aldeia…

Este foi um passeio violento, sob o ponto de vista da temperatura, mas lindo sob o ponto de vista da realização pessoal e dos trilhos, esses merecem sem dúvida uma visita com uma temperatura mais agradável, a água jorrava por todos os lados, pelo caminho apanhámos pelo menos com 2 nevões, toda a paisagem para onde quer que olhássemos só víamos branco.

Trilhos soberbos, merecem outra visita... com melhor tempo!

Trilhos soberbos, merecem outra visita… com melhor tempo!

Quando chegámos a uma estrada depois de uma subida jeitosa, estava uma viatura dos bombeiros de Resende, informando que estavam algumas estradas cortadas, por causa da neve, ali, tivemos que decidir se íamos até à bifana que estava prevista ou se nos dirigíamos pela estrada até à aldeia para irmos embora, foi a melhor decisão que tomamos, a neve voltou em força, a temperatura baixou, e nós, já tínhamos a nossa dose de neve por um dia. Não fizemos o nosso habitual piquenique, por razões óbvias, tiramos fotos até dizer chega, mesmo com o frio, que é um dos aliciantes deste Circuito NGPS, as paisagens e locais fantásticos por onde passámos. Uma manhã e parte da tarde divertidos, com trilhos muito bonitos, técnicos, alguns rápidos e alguns single-tracks e descidas a condizer. Um passeio a repetir sem dúvida.

O Ricardo sempre em forma.

O Ricardo sempre em forma.

Chegados ao local de partida/chegada, a aldeia da Gralheira, lavámos as nossas bicicletas, tomámos um café e fomos beber um sumo e comer um bolo, uma gentil oferta dos amigos Kunalama, patrocinada pelas gentes da aldeia e alguns de nós fomos brindados com o troféu de “Finisher” e viemos embora sem mais demoras, pedalando até aos carros, que estavam a 4 km, recordam-se, como tínhamos parado um pouco a chuva e a neve vieram em força, mesmo quando nos dirigíamos para os carros chegámos todos a bater o dente, quase em estado de hipotermia e a tremer como varas verdes, colocámos as bicicletas nos carros, mudámos algumas peças de roupa e saímos da Gralheira em direcção a Cinfães para comermos alguma coisa de modo a repor energias, que bem precisávamos.

Levamos o nome do Dar ao Ped@l a lugares impensáveis!

Levamos o nome do Dar ao Ped@l a lugares impensáveis!

E assim passámos mais um sábado fora de casa, a fazer aquilo que mais gostámos, andar de bicicleta no monte e fotografar sítios, lugares e locais lindos, só possível a pé ou de bicicleta, preferencialmente, na companhia de bons amigos. Fechámos o ano em grande, mesmo! Os corajosos presentes neste passeio foram, eu, o Jorge Oliveira, o Mário Dantas, o Nuno Almeida, o Paulo Domingues, o Ricardo Ferreira e os nossos amigos Filipe Vaz e Rui Miguel Azevedo.

Eis a prova.

Eis a prova.

Não houve quedas assinaláveis de registo, nem avarias assinaláveis. Percorremos 31,64 km em 5:32 horas, das quais 3:16 horas a pedalar, subimos dos 839 aos 1.150 metros de altitude e vice-versa e fizemos um acumulado positivo de 917 mt, um óptimo passeio, sem dúvida alguma.

A caderneta que permitiu obter o Troféu.

A caderneta que permitiu obter o Troféu.

o Troféu

o Troféu

Venha o próximo passeio do Circuito NGPS e as etapas para 2014, a 1.ª etapa acontece já a 22 de Fevereiro, na linda Serra da Lousã e a coisa promete, o Dar ao Ped@l lá estará com 10 elementos e 2 amigos, desta feita e conforme aconteceu no ano passado organizado pelos amigos da Ecobike, mais informação na página do evento, que podem ver aqui.

Este ano de 2014, apesar de tudo, espero conseguir participar no maior numero possível de etapas, por minha vontade será em todas, mas quem sabe?!…

Podem ver as estatísticas, vídeo e fotos nas ligações abaixo, apreciem:

http://connect.garmin.com/activity/420813381

http://vimeo.com/82967853

https://pt-pt.facebook.com/pages/DAR-AO-PEDAL/473636959356090

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