Circuito NGPS
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3.ª Etapa do Circuito NGPS
Desafio B. V. Figueira
Figueira da Foz – 04-05-2013
Estiveram presentes do Dar ao Ped@l:
António Oliveira, Augusto Tomé,
Jorge Oliveira, José Paulo Rodrigues,
Ricardo Ferreira e Valdemar Freitas
E ainda os amigos:
Artur Jorge Barros, Filipe Vaz,
Rui Miguel Azevedo, João Silvestre,
Nuno Silvestre e Manuel Oliveira.
Quando em Fevereiro participei pela primeira vez no Circuito NGPS, estava longe de imaginar que conseguiria persuadir tantos companheiros para participar nestas aventuras, que de resto adoro, muito menos de pedalar com 12 amigos em simultâneo com um único objetivo – a diversão!
Assim, numa reviravolta fantástica nesta etapa, a terceira de 2013, estávamos inscritos seis elementos do nosso Dar ao Ped@l, mas na realidade esta etapa foi integralmente realizada por doze amigos num ambiente saudável, alegre, divertido e com uma cumplicidade pouco vista nos dias que correm.
Esta façanha ficou a dever-se ao facto do Ricardo Ferreira trazer três amigos para pedalar connosco na Figueira da Foz, o Manuel Oliveira, o Hugo Silvestre e o irmão o João Silvestre, vai daí passamos a ser nove, já nos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz juntaram-se a nós mais três amigos de São João da Madeira, dois dos quais já nos tinham acompanhado, a mim e ao Jorge, na primeira etapa na Serra da Feita, foram eles o Artur Jorge Barros, o Filipe Vaz e o Rui Miguel Azevedo, este último que também estava em Arouca, mas tinha tido uma avaria grave e ficou pelo caminho, daí nós não o termos conhecido, só agora, mas ainda bem, porque o Rui Miguel Azevedo é divertido e um bom amigo.
As 6:45 horas o meu companheiro de sempre nestas aventuras, o Jorge Oliveira, já estava em minha casa para seguirmos viagem conforme previamente combinado, bicicletas nos suportes, malas arrumadas e lá seguimos em direção ao nosso destino, com uma paragem em Antuã para nos reunirmos com o resto do pessoal, chegamos as 7:30 horas em ponto, já lá estavam o António Oliveira e o Valdemar Freitas, o Oliveira denotou a ansiedade normal neste tipo de acontecimentos, às 7:00 horas já estavam à nossa espera, é normal, já por lá passamos, o Jorge também acusou o peso da ansiedade, dormiu pouco, confidenciou-me!
Alguns minutos depois chegou o Ricardo e os amigos, cafezinhos da praxe tomados e fizemo-nos à estrada, tendo chegado por volta das 9:00 horas ao local da partida e secretariado, o quartel dos bombeiros.
Estacionados os carros e equipados a rigor procedemos ao levantamento dos dorsais para colocarmos nas bicicletas, boa disposição não faltou, ou não estivesse presente o nosso querido diretor desportivo e “camarada presidente”, o António Oliveira, que como todos nós bem sabemos, onde ele está não há tristezas, bem hajas por seres assim Oliveira, obrigado.
Não é habitual a partida com tudo ao molhe no Circuito NGPS, mas desta feita foi assim, o que de certo modo até se compreende, dado o fabuloso apoio prestado pelos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, uma corporação fantástica e merecedora do todo o apoio que lhe possamos prestar.
As 9:30 horas foi dada a partida, tendo sido antecipada por um ligeiro briefing dado pelo principal organizador, o Nuno Mourinha, com as habituais recomendações de cautela, cuidado e bom senso, para não haverem danos desagradáveis nem ninguém se magoar, percorremos algumas centenas de metros em alcatrão até chegamos aos trilhos em terra, precedidos por uma viatura da PSP e viaturas dos Bombeiros a fechar e a acompanhar o extenso pelotão de betetistas, na sua maioria descontraídos e à espera de ter um dia de BTT em cheio, que viria a concretizar-se.
Os 60 kms que iríamos percorrer foram na sua maioria bastante cicláveis e divertidos, encontramos de tudo, single tracks fantásticos, estradões corta fogos, algumas subidas, algumas descidas, a bonita Serra da Boa Viagem, o sempre espetacular Oceano Atlântico, paisagens fabulosas e diferentes daquelas que estamos habituados a percorrer em terras nortenhas, mas nada de muito violento, bastante agradável até, diga-se de passagem.
Não querendo maçar os leitores com demasiado texto, já que as imagens dizem tudo, não são necessários comentários para elucidar a maioria dos acontecimentos e beleza dos trilhos e paisagens. Afinal uma imagem vale mais que mil palavras.
O nosso diretor desportivo aka “camarada presidente” até teve direito a escolta policial.
Percorrer este passeio, foi extremamente divertido, nada cansativo e teve o dom de proporcionar a todos, um sábado muito bem passado, a fazer aquilo que todos nós gostamos – BTT.
Se olharmos para um lado temos paisagens destas,
Se olharmos para o outro lado vemos paisagens destas,
E se fizermos mais um movimento de rotação, ainda vemos disto,
Na paragem para almoço / lanche, enquanto o Oliveira repara o seu furo, conseguido com a bicicleta à mão – só a ele para acontecer tal coisa – os outros iam almoçando o lanchinho trazido de casa, para repor forças e aproveitando para descansar um pouco, ainda que ninguém estivesse muito cansado.
A esta altura iam passando outros participantes, uns mais atrasados que nós, outros dos 90 kms, como os amigos da Ecobike, com o inconfundível Manuel Couto, bem como dois simpáticos casais que mais à frente nos tirariam as fotos de grupo, são eles o Marco e Cristina Silva e João Quintas e Sandra Matias, como uma espécie de pagamento pelas bolachinhas gentilmente cedidas pelo pessoal do grupo, para lhes dar força nas pernas.
Ficou o incentivo a estes simpáticos para se lançarem aos trilhos sem piedade, vamos ver se continuam!
Após alguns quilómetros e depois do repasto, toda a gente pedalou veemente e com algumas estradas secundárias à mistura com trilhos e single tracks, inevitavelmente perdemo-nos, ou seja, saímos fora do track, portanto voltamos atrás e retomamos o caminho correto que acabou por ser divertido, já que foi a parte que o temporal mais destruiu e tivemos que transpor diversos obstáculos, à boa moda do puro BTT.
Aqui em cima, os Oliveiras, o Manuel e o António, a protagonizar o espírito do BTT.
A série de imagens que se seguem, exemplificam o esplendoroso sábado que passamos na Figueira da Foz.
No final lá estava o churrasco à nossa espera, feito pelos bombeiros, claro está, este pessoal foi incansável quer ao longo do caminho, quer no apoio a quem precisou e sempre com um sorriso nos lábios. Obrigado a todos, sem exceção.
Assim se passou a 3.ª Etapa do Circuito NGPS – o Desafio BVFigueira, organizado por Nuno Mourinha, com a colaboração dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.
Estatísticas:
Kms. Previstos: 59,8
Kms Realizados: 57,8
Tempo a pedalar: +/- 8:20 horas
(inclui paragens para almoço e assistências)
Avarias: 1 corrente rebentada e 2 furos
23 de Março de 2013
Exatamente um mês após me ter estreado nestas andanças do Circuito NGPS, com o Jorge Oliveira, eis que é chegado dia da 2.ª Etapa do Circuito NGPS, desta feita por terras do Gerês, o que por si só, é já um convite a belíssimas paisagens, serras fantásticas, subidas daquelas que nós bem conhecemos e descidas alucinantes, tudo isto regado com deslumbrantes paisagens que parecem pinceladas por um artista, qual Malhoa.
Do Porto a Amares é aproximadamente uma hora de caminho, pelo que às 6 da manhã toca a levantar e fazer a recolha dos companheiros de mais uma aventura, desta feita foram o Jorge Oliveira e o José Paulo Rodrigues Correia. Tinha marcado encontro com o Ricardo Ferreira às 7 horas no posto de abastecimento da Galp já na A3 a caminho do nosso destino – Amares, chegamos, já o Ricardo aguardava por nós no seu carro, já que o Sérgio Caban, por motivos de força maior não pode comparecer.
Café da manhã tomado, dirigimo-nos até Amares pela A3, que é como quem diz foi uma pressinha, às 8 horas e pouco estávamos em Amares, no C. D. R. C. Amarense junto ao campo de futebol do C. D. Amares, local do secretariado, levantamos os nossos dorsais, juntamente com a agradável surpresa – 5 laranjas – disse-me o José Paulo, que Amares é terra de citrinos, portanto, nada mais natural.
Levantados os dorsais, carros estacionados, bicicletas no chão e equipados a rigor, é hora de partirmos em direção à nossa aventura no Gerês, logo com uma subidinha de 6 km em direção ao monte de São Pedro de Fins.
O GPS acusa 50 quilómetros para percorrer e 1800 metros de acumulado positivo, partimos por estrada para aquecermos os músculos e o corpo da chuva que caía desde que saímos de nossas casas, trocamos logo as voltas no início, já que os tracks de partida e chegada estão juntos, daí a confusão, mas logo à frente retomamos o caminho correto.
Daqui é possível avistar o mar, segundo informação dos nossos amigos Superfraquinhos, dependendo é claro, das condições climatéricas, que da parte da manhã não foram muito favoráveis.
Enquanto íamos parando e fotografando ou fotografando e parando, o José Paulo deu corda aos pedais de encaixe (novos) e toca a desaparecer, entretanto nós fizemos um pouco de palhaçada até que ele chegasse, sim porque sem GPS não iria muito longe, mas lá voltou após algum tempo.
Após algum tempo decorrido e porque os estômagos já começavam a ressentir-se de algum esforço, decidimos parar e lanchar, junto à esta simpática capela aqui em baixo, o cheiro a assado e arroz de forno, quando passamos por certos locais é inebriante, dá vontade de parar e sentarmo-nos à mesa a comer tamanho manjar.
Continuámos o nosso caminho, tempo para reabastecer de água, conforme assinalado no GPS.
Todos abastecidos de água, mais uma subida, conforme indicado no Guia do Participante, e que subida.
Como tudo o que sobe, também desce e vice-versa, depois de chegados ao topo, eis que somos brindados com umas descidinhas a gosto e contento de alguns. Pelo meio alguns trilhos e single tracks fantásticos e com paisagens a condizer.
Por volta da uma hora da tarde chegamos ao santuário da Nossa Senhora da Abadia, local onde almoçamos e tomamos café.
De assinalar que neste local o Jorge Oliveira ainda cedeu gentilmente o seu telemóvel a três betetistas que voltaram para trás porque a um deles rebentou-lhe o cepo, eu sei bem o que isso é, se sei.
Mas assinalável é o facto de o pessoal nem se dar ao trabalho de ler as regras do Circuito NGPS e irem praticar BTT em condições de Autonomia Total e, de três pessoas, nenhuma levava um simples telemóvel, conforme recomendado pela organização (!), queria ver se fosse o caso de ser um acidente como é que iam socorrer o amigo, enfim, algo sobre o qual vale a pena pensar.
Após o almoço e para não esmorecermos, os Superfraquinhos encarregaram-se de por o pessoal a subir 11 kms de uma assentada.
“To be, or not to be, that is the question…”
É claro, que pelo meio da subida, paramos e fotografamos até dizer chega, assim como houve tempo para as nossas brincadeiras, afinal de contas estávamos ali para descomprimir do stress diário e sem horas para chegar, portanto, toca a aproveitar.
A beleza dos trilhos é simplesmente indescritível, é um chavão, mas só mesmo visto, só estando lá, se pode realmente apreciar e perceber do que estamos a falar. Não acreditam?
Então e agora, já acreditam? É o nosso Gerês, simplesmente fantástico, único.
Os companheiros de aventura que se juntaram a mim e ao Jorge Oliveira – o Ricardo Ferreira e o José Paulo, estavam como eu, deslumbrados pela beleza das paisagens e pelo desafio que nos propusemos fazer e cumprir.
A determinada altura chegámos ao local onde fizeram um pequeno abastecimento de bolas de Berlim, facto que não é habitual acontecer e que nos fez espécie e curiosidade, sobre de que seriam tantas caixas de bolos, eheheh… chegamos tarde, como o nosso ritmo é lentinho, quase parado, os organizadores já tinham ido embora. Não desanimamos, continuámos em frente.
Estas belezas naturais existem um pouco por todo o nosso país, mas no Gerês e em cima de uma bicicleta de BTT, tem outro encanto.
Esta foto ilustra na perfeição o tipo de trilhos que percorremos.
Mais um single track fantástico e mesmo a jeito para a pose fotográfica.
E já perto do fim ainda houve tempo para percorrer as pistas de Santa Isabel e a geira Romana.
Em jeito de conclusão, resta acrescentar que chegámos ao local de partida eram 20 horas, ou seja, já era de noite, isto porque o José Paulo, quase no final teve um furo, e gerimos mal o nosso tempo, facto esse, que causou alguma preocupação aos elementos da organização os SuperFraquinhos, a quem desde já endereçamos as nossas mais sinceras desculpas pelo sucedido, mas os culpados foram vocês que fizeram um passeio fantástico, mas ainda assim foram extremamente simpáticos, facultando-nos um banho quente e surpresa das surpresas, tinham guardadas 2 bolas de Berlim para cada um de nós, numa palavra – fantásticos!
E porque acho que a generalidade das imagens, valem muito mais que palavras, deixo-vos com algumas estatísticas sobre o nosso passeio de sábado passado, a saber:
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Quilómetros percorridos: 52 Kms
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Tempo previsto conclusão: 5 horas
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Tempo a pedalar: 11 horas
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Avarias: 1 furo
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Fotos: Incontáveis
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Vídeos: Em edição




















































































