Dar ao Ped@L – Norte
Um evento que acontece anualmente, e que, tanto quanto sei, começou por iniciativa do grupo Amigos do Pedal, em Famalicão, tem a particularidade de atrair centenas de ciclistas, betetistas e amigos da bicicleta em geral, à pequena localidade de Quereledo, em Covelas, concelho da Trofa, onde se realiza uma festa em honra de S. Gonçalo.
Já no ano passado o nosso grupo realizou este passeio, que é uma espécie de peregrinação de betetistas, e que teve como guia o nosso companheiro José Pires, que este ano esteve ausente devido às maleitas sazonais!
Assim sendo, já tinha definido que tomaria a meu encargo, este ano, a realização deste passeio, e assim aconteceu, lá fomos nós, mais uns amigos que gentilmente se juntaram ao nosso grupo para nos fazerem companhia neste domingo de manhã, soalheiro é certo, mas frio.
No meio disto tudo, comemos o dito rojão e ainda houve tempo para tomar um cafézinho no Aeródromo da Maia, tudo isto para chegar às 13:00 horas como previsto inicialmente, ao local de partida.
Estiveram presentes os seguintes bravos: Jorge Almeida, Clesio Neves, Augusto Tomé, Luís Doro, Domingos Queiroz, Henrique Cardoso, Jose Santos, Antonio Magalhaes, Armando Teixeira, Pedro Tiago Ferreira, Carlos Filipe Duarte, Carlos Cunha, Emanuel Mascarenhas, Paulo Ribeiro, Fábio Pereira, Jorge Moreira-nelo, Vitor Godinho, Antonio Couto, Jorge Oliveira, Apinho da Silva, Mario Dantas, Jorge Bastos, Jose Joao Lima, Jose Pereira, Alexandre Aires e o Nuno Cunha, que eu já conhecia desde miúdo, e que agora, homem de barba feita, andava a pedalar comigo sem que eu o reconhecesse, é nestes casos como diz o povo – Este mundo é pequeno – verdade absoluta!
Alguns amigos já conhecemos das nossas andanças do NGPS e afins, é o caso do Apinho da Silva e do Jorge Moreira-nelo, que trouxeram consigo o António Couto, e ainda mais dois amigos do Paulo Ribeiro o José Pereira e o José João Lima, resumindo a família Dar ao Ped@l não para de crescer!
Foi uma manhã divertida, como é nosso apanágio. Um abraço a todos.
Mais fotos no: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.787140891339027.1073741961.473636959356090&type=1
11 de Janeiro de 2015
Comboios, Metro e Bicicletas
Tendo como guia o nosso amigo duriense, César Pinto, benfiquista de raça, morador na Maia e por demais conhecedor dos trilhos, onde costuma pedalar com outros amigos maiatos, fizemos neste último domingo, um percurso muito bonito entre a Maia e os arrabaldes da Trofa, tendo quase sempre pedalado, literalmente em cima da antiga linha de comboio, que ligava entre outras, estas duas localidades, inicio e fim do percurso domingueiro.
Deixou assim de ser linha de comboio para em promessas eleitoralistas e outras que tais, feitas às populações que ela servia, de vir a ser mais uma linha do metro de superfície da área metropolitana do Grande Porto.
Tão cedo me parece, não será linha de metro coisa nenhuma nem para tal caminha, quanto muito, a exemplo de muitas outras extintas linhas ferroviárias, transformada no mínimo e bem, numa futura ecovia, ecopista ou ciclovia onde se poderá caminhar e pedalar com qualquer tipo de bicicleta, em família, consoante o tipo de pista adoptada para o efeito.
Por enquanto nada disso, para gáudio de betetistas como nós, pois os diversos tipo de pisos que aí encontramos, desde troços ainda com o lastro de pedras da via ferroviária, zonas com muita lama, com despejo de resíduos de obras ou com a vegetação que vai tomando aos poucos conta do espaço, apenas nos permite a nós e às nossas bicicletas todo-o-terreno, desfrutar deste belo percurso com o máximo prazer.
Mesmo não sendo possível fazê-lo em toda a sua extensão, pelos motivos referidos no parágrafo anterior, os locais alternativos são também eles na maior parte das vezes atractivos e bem escolhidos por quem os traçou, desde os single-tracks, à subida ligeira de um corta-fogo, a uma subida um pouco mais difícil em estradão até à descida deslumbrante, rápida e com degraus em pedra natural, aceitáveis e no limite do ciclável para os menos audazes, onde me incluo eu e, que a todos agradou, ficando a enorme vontade de a repetir o quanto antes, desde que o tempo o permita, isto é, sem chuva, pois nas pedras lisas e molhadas, ninguém deseja escorregar e/ou cair.
Para começar o meu novo ano no “monte”, nada mau, estes 50 e poucos km de puro BTT.
Com tantos eventos e lugares para pedalar, 2015 promete.
Valdemar Freitas
O 1.º evento do Dar ao Ped@L
Benção dos Capacetes
A emoção tomou conta de nós.
Mais de centena e meia de betetistas, ocuparam na manhã de domingo os espaços em redor da Igreja de Santa Rita, provocando a curiosidade não só dos residentes da área como também de quantos circulavam na estrada.
Porque de um modo geral não é muito usual uma igreja ser invadida com elementos de fato justo e de licra com o capacete enfiado na cabeça.
Pode dizer-se que foi de facto uma manhã bem diferente do habitual e muito movimentada.
Tratou-se da cerimónia da Benção dos Capacetes, única ao nível de Distrito e região Norte de Portugal.
Mesmo assim, com a ameaça de chuva, que nada abona a presença de qualquer cicloturista em qualquer evento, seja a pedalar, numa rota ou num “track”, lá compareceram os mais audazes (a sorte protege os audazes).
Salientamos a presença dos filhos dos nossos pedalistas equipados com os respectivos capacetes, enchendo os nossos corações de alegria, originando mesmo que alguns deles ficassem com uma lágrimazinha do canto do olho.
A parte cerimonial teve início às 09 horas e 15 minutos da manhã com uma celebração efectuada pelo Padre Avelino dedicada a todos os betetistas.
Enaltecemos a prontidão e gentileza do Senhor Reverendo Padre Avelino, que tornou a cerimónia num evento único, bem como o Coro que alegrou com lindas canções toda a assembleia presente.
Depois da cerimónia os pedalistas dirigiram-se em fila ordeira para depositarem, cada um, a sua rosa aos pés da Santa Rita.
O nosso muito obrigado a todos os participantes, grupos, pessoas, amigos e familiares.
Esta celebração foi de autoria de todos os elementos do Dar ao Ped@L.
António Oliveira
Presidente / Director Desportivo
12 de Outubro de 2014
5.º Passeio Dar ao Ped@L – Douro Vinhateiro
É verdade que este 5.º passeio do Dar ao Ped@L, foi programado para ser o mais belo passeio de bicicleta do planeta, que teve lugar no coração do Douro Vinhateiro, a Região Demarcada mais Antiga do Mundo, Património Mundial, terra de encantos mil ou, como perpetuou o poeta Miguel Torga, para muitos o melhor poeta português do século XX, o REINO MARAVILHOSO.
O Alto Douro Vinhateiro é uma das paisagens naturais mais enigmáticas e características do norte de Portugal.
Protegidos pela Unesco, os seus vinhedos e o néctar que deles brota são símbolos de uma região, levando o nome de Portugal mundo fora. Há muito para ver neste local único, dos miradouros aos marcos históricos, só cá vindo se perceberá esta beleza única que apaixona cada vez mais pessoas.
Aqui, vivemos a experiência de sentir o mais belo passeio do mundo e também a sensação de participar na terra que o mundo que coloca à disposição de todos o afamado Vinho do Porto, vinho mundialmente reconhecido na excelência e que é exclusivamente produzido no Douro Vinhateiro.
Depois de termos participado em vários passeios do nosso grupo ( Dar ao Ped@L), este superou todas as expectativas, graças ao nosso “capitão” Augusto Tomé, que foi incansável no desenhar do track.
Pedalar no Vale do Douro é muito mais que ciclar alcatrão, é sentir a pureza da emoção que a passo-a-passo, aqui, conquista o coração.
E agora deixo aqui mais algumas fotos da passagem por uns trilhos rodeados de vinhas que fizemos.
Nestas encostas sempre que se desce…tem de se subir também, e haja pernas e pulmão para chegar ao fim do nosso destino.
O Miradouro de S. Pedro, em S. João de Lobrigos, concelho de Santa Marta de Penaguião, situa-se a 442 metros de altitude.
O topo do cume permite-nos contemplar várias freguesias do concelho de Santa Marta e também os concelhos vizinhos da Régua e Lamego.
Ao longe o Marão impõe-se na paisagem, qual velho guardador destas paragens. Afinal, para lá do Marão, mandam os que lá estão. Trata-se de um local agradável, que disponibiliza um parque de merendas bem equipado.
O começo,
Concentrados às 07h30 na bombas da Repsol de Ermesinde.
Acondicionadas as bikes nas respectivas viaturas, lá fomos em direcção de Peso da Régua sempre com a esperança do S. Pedro não nos deixar ficar mal.
Devagar,
Iniciamos a nossa pedalada na bonita cidade de Peso da Régua, junto ao rio Douro, estavam percorridos mais ou menos meia dúzia de quilómetros e o primeiro momento de adrenalina surge com a necessidade de descer junto a ponte ferroviária desactivada, sobre o rio Corgo, bem encolhidos e com um olhar fixado no horizonte, o obstáculo foi passado com sucesso.
Depois, começou verdadeiramente a pedalada pela linha, que, aqui e ali, atalha os meandros do rio.
Nas vertentes do rio Corgo bosquejam encostas escarpadas num vale profundo verde e fechado. As encostas da serra estão ornadas com vinhas, e ao longe avistamos o topo da serra do Marão.
A presença humana é detectada por sinais de fumo visíveis nas encostas da serra, que nos socalcos, homens e mulheres com labor e paixão percorrem, cortando as varas, as que estão a mais, e as que estão muito compridas.

Depois deste corte irão nascer outras varas e o fruto, as uvas, que nos irão brindar com sonhos dourados. É no meio destes infinitos socalcos que os sinais de fumo levitam, com a queima das varas, que foram podadas, numa conexão de espiritualidade, homem, natureza.
É deste ciclo vegetativo da videira e do apuro no plantio das castas de vinha, associado ao processo de fermentação do mosto com a aguardente vínica que germina o generoso vinho do Porto.
Pedalada a pedalada, encurtamos a linha. Mais uma foto, mais um olhar, mais uma paisagem que impressiona, tivéssemos nós ali à mão a paleta, pincéis, tintas e a arte de Claude Monet e arrebatávamos para a tela pinceladas livres com as nuances de um rio que perdeu a linha, mas não perdeu a liberdade.
Vistoriar edifícios abandonados é praxe de curiosos, ande-se de bicicleta ou a pé.
Vistoriamos os apeadeiros, pequenos museus com artefactos de uma vida que por aqui já esteve. Olhamos as fachadas, anotamos a preciosidades da sinalética dos sanitários, esta, não subestima o Homem, mas eleva a mulher ao estatuto de Senhora.
Fizemos um desvio antes de chegarmos a Vila Real ( Ermida) fomos em direcção às vinhas do famoso vinho do Porto ( serpenteamos no meio delas), até à hora de almoço, na vila de Santa Marta Penaguião.
A barriga já queria alimento e chegados a Santa Marta Penaguião, pergunta-mos a um aldeão aonde se comia bem e barato.. Foi-nos informado “ RESTÃORANTE” Santo António “carago”.
Lá subimos, fomos contemplados com o leitão assado no forno, cabrito e “montes” canecas do tal vinho de Santa Marta.
Por fim no repasto!!! O chipiripiti da malta, era só consumir e espalhar a alegria deste magnifico grupo… Que o diga o Freitas, o homem do vapor e por fim o amigo do bigodes ( obrigado mãe).
Enaltecemos ao nosso “caçula” Fábio a paciência em tomar conta das meninas enquanto almoçava-mos.
O regresso à cidade da Régua foi consumado pela estrada, que, atravessa pequenas aldeias, com a vantagem de ser sempre a descer. Aqui e ali espreitávamos a linha do comboio que nos tinha levado a Vila Real, num exercício de engenharia, avaliamos a cota entre a estrada onde nos encontramos e a linha, ajuizando o trabalho duro e árduo que foi necessário para que o comboio chegasse a Vila Real em 1 de Abril de 1906.
Vendedoras ambulantes apregoam os típicos rebuçados da Régua. Atravessamos a cidade até ao cais, local de onde partem e chegam os barcos de turismo que cruzam o rio Douro.
O dia começa por uma serena liberdade, de cor, cheiros e sons que brotam da paisagem natural que circunda a aldeia, tendo como fundo o rio Douro.
Do alto da capelinha de S. Pedro avistamos a magnifica paisagem do Douro com o rio em pano de fundo.
Fomos interceptados com um grupo de senhoras bem dispostas e brindaram-nos com um copo de vinho do Porto aonde tiraram umas fotos com o nosso grupo para a posteridade.
Pedalamos por entre caminhos de montes e de vinhas enfileiradas, sempre com um olhar sóbrio às águas silenciosas do Douro.
Há uma dificuldade em escolher a paisagem, contemplamos, contemplamos, a decisão é difícil, o momento é único e real, ele está lá ao fundo, vamos ter com ele.
Regresso a nossas casas,
Os carros tinham um aditivo fora do normal… talvez fosse o cheiro do mosto.. andavam que se fartavam.
Antonio Magalhães
Antonio Oliveira
Armando
Rui Teixeira
Pedro Ferreira
Valdemar Freitas
Alexandre Aires
Jorge Bastos
Fábio Pereira
Henrique Cardoso
Augusto Tomé
Nuno Almeida
José Pires
Martinho Sousa
No Domingo, 31 de Agosto de 2014 decorreu mais um passeio do Dar ao Ped@l por terras de Lanhoso trilhando pelo percurso mais conhecido como “Maria da Fonte”.
Neste convívio compareceram os pedalistas António Oliveira, Augusto Tomé, Valdemar Freitas, Domingos Queiroz, Pedro Tiago Ferreira, Nelson Rebelo, Nuno Nunes, Paulo Domingues, Mário Dantas, António Magalhães, Armando Teixeira, Jorge Oliveira, Rui Teixeira, Ricardo Cunha, Emanuel Mascarenhas, Miguel Melo e Fábio Pereira, e no slide também o Bruno e a Anabela.
Este passeio iniciou-se no Diver Lanhoso após o respectivo rendez-vous nas bombas de Ermesinde e o habitual cafézinho da praxe à entrada da Póvoa de Lanhoso.
Rapidamente se iria constatar que os trilhos planeados já não eram transitados à algum tempo pelo que houve um excepcional trabalho de desmatamento pelos elementos da trupe, nada que demovesse os ânimos de um grupo habituado a estes ambientes agrestes.
O track da Maria da Fonte proporcionou a experiencia de paisagens lindíssimas, intocadas e bons momentos de diversão bem como a oportunidade de trilhar caminhos complexos e cheios de surpresa. Quase no final da manha o grupo foi presenteado pela amabilidade, característica das gentes do Norte, dos habitantes da “Casa da Horta” que prontamente dispuseram da sua casa para abastecimento de água aos elementos do grupo. A maneira descontraída com que nos receberam e a sua hospitalidade não será esquecida, um bem-haja para estes novos amigos.
Tendo o objetivo à vista pelo final da manha, rapidamente nos apercebemos que não iria ser fácil. Assolados por um sol abrasador e com um trilho complicado pela frente, foram de uma brutalidade extrema só recompensados pela vista sublime que o cume nos proporcionou.
Eis chegado à hora do repasto, á sombra da capela todos os elementos recuperaram forças com a animação habitual destes momentos.
Quando tudo parecia melhorar e tendo pela frente uma descida imponente eis que o trilho mais uma vez tomou o lugar de destaque com avarias de todos os tipos e quedas aparatosas, presenteadas, claro, com várias sessões de “acupunctura”.
Vários membros tiveram de retirar os corpos estranhos de si, sendo que alguns levaram essa tarefa a um patamar superior de excelência, não estaríamos nós a falar de sua excelência em pessoa.
Visto por poucos e testemunhado para a posteridade em película digital, leva-nos a pensar que foi melhor assim não houvesse mais acidentes defronte de tamanha imagem.
De salientar a quantidade e variedade de bosta encontrada no trilho que, durante toda a sua extensão nos presenteou com a sua presença, diria mesmo excessiva.
À medida que íamos descendo e acumulando avarias e acidentes, o trilho foi melhorando e eis que chegamos novamente á civilização.
Um café local serviu de base para o reagrupar e hidratar do grupo, já atrasado para o slide.
Após alguma discussão e debate quanto á maneira mais rápida de chegar ao nosso compromisso seguinte lá arrancamos a seguir o track planeado.
Rapidamente chegamos á conclusão que não seria fácil seguir pelo caminho trilhado ao início da manha pelo que seguimos por trilho alternativo.
De notar a amabilidade de 2 rapazes que prontamente se prestaram a indicar o caminho mais rápido para a DiverLanhoso.
Já no parque, após agrupar, fomos em direcção ao nosso objectivo final, o slide.
Após o equipar com os apetrechos necessários ouvimos a palestra de segurança dada pela simpática monitora sobre como “deitar para não aleijar”. Penso que falo por todos quando digo que foi uma experiência radical e emocionante.
Um agradecimento novamente ao nosso presidente que, no slide, adoptou uma postura preventiva, alertando a todos para a posição de chegada, o famoso “Deita Caralho, Deita”.
Em suma penso que podemos dizer que este passeio teve como pontos-chave, a merda (ou bosta), os picos que quase todos os sentimos e o novo grito de guerra!
Melhores Cumprimentos,
Cunha
Foto-Reportagem: Circuito NGPS 2014 # 7.ª Etapa # 2.º Summer Ride # Viana do Castelo
Sábado, 09-08-2014, ocorreu a 7.ª Etapa do Circuito NGPS 2014, 0 2.º Summer Ride, em Viana do Castelo, com o percurso no Vale do Lima.
Participaram nesta etapa os seguintes elementos: Alexandre Aires, André Lourenço, José Pinto, José Santos, Mário Dantas, Mário Dias Alves e Paulo Ribeiro.
Organização: Viana Adventure
Página do evento: NGPS 2.º Summer Ride
Estatísticas / Avarias / Informações assinaláveis:
– Que eu saiba não existiram percalços de maior, talvez um desaguisado entre o André Lourenço e as silvas.
– Não houveram avarias.
Fotos no Facebook em: Dar ao Ped@l
Um abraço a todos os amigos que estiveram presentes.
Foto-Reportagem: Circuito NGPS 2014 # 6.ª Etapa # Alvorada na Senhora da Serra # Mesão Frio
Sábado, 12-07-2014, ocorreu a 6.ª Etapa do Circuito NGPS 2014, a Alvorada na Senhora da Serra, no cimo do Marão, com saída de Mesão Frio e com a particularidade da etapa ser realizada durante toda a noite para ver o Sol nascer.
Participaram nesta etapa os seguintes elementos: Augusto Tomé, Carlos Filipe Duarte, Valdemar Freitas, Nelson Rebelo, Paulo Ribeiro, Nuno Nunes, Nuno Almeida, Henrique Cardoso, Sergio Zulu, Jose Pinto, Mario Dantas, André Lourenço e Domingos Queiroz .
Mais uma etapa do Circuito NGPS cumprida pelo DAR AO PED@L, estivemos 13 elementos presentes, incluindo uma estreia nestas lides, 3 furos em 29 ers apenas a título de curiosidade, 4 ou 5 tombos, 1 com algumas escoriações ligeiras, tudo o resto correu fantasticamente bem, um empeno digno de Reis da montanha, +/- 60 kms, e subidas, chiça tantas subidas, mas a Alvorada da nossa estrela maior o Sol, foi linda de morrer, um espectáculo só ao alcance de alguns. Um abraço a todos os meus companheiros e amigos que encontramos e com quem partilhamos estas aventuras, algumas loucas é certo, mas que, só quem por lá anda sabe o bem que sabem e fazem.
E foi por isto que abaixo apresentamos que fomos pedalar de noite, sofrer, rir, sofrer, caminhar, sofrer, pedalar, sofrer, mas a beleza destas imagens vividas “in loco” compensa todo o sofrimento que nos apresentem.
Organização: ptDirtRiders
Página do evento: NGPS Alvorada Sra. Serra
Estatísticas / Avarias / Informações assinaláveis:
– Algumas quedas sem gravidade, a maior protagonizada pelo Henrique Cardoso.
– 3 furos.
Fotos no Facebook em: Dar ao Ped@l
Um abraço a todos os amigos que estiveram presentes.




















































































































