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Ecopista do Minho

Posted by Valdemar Freitas on 20 de Março de 2016
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: ARCM, Ecopista, Monção, Vila Nova de Cerveira. 1 Comentário

20 de Março de 2016

 

Ecopista do Minho

 

Neste evento, denominado “9.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM – Ecopista do Minho”,  realizado no passado domingo, 20 de Março, percorreu-se a Ecopista do Rio Minho, desde Vila Nova de Cerveira, com passagem pelo interior da fortaleza de Valença do Minho, até Monção.

A organização foi conjunta da secção de BTT com o grupo Dar ao Ped@L e participaram no evento os sócios António Oliveira e Valdemar Freitas e ainda os seguintes elementos, todos não sócios do Alto Relevo: Alexandre Aires, André Lourenço, Hélder Santos, Henrique Cardoso, Jorge Bastos, Jorge Oliveira e Jorge Sousa, todos inscritos antecipadamente e com direito a dorsal numerado e personalizado.

Houve ainda a presença do João Orlando Carvalho, de Braga, que não confirmou a sua inscrição e que nos acompanhou apenas até Valença e do Domingos Queiroz, que iniciou o percurso em Monção, bem cedo na manhã de domingo, para depois nos acompanhar na volta, desde Vila Nova de Cerveira, até Monção.

O dia começou cedo para quem saiu do concelho de Valongo e pelas oito horas da manhã arrancamos rumo a Cerveira, com o objectivo de daí partirmos pelas nove e meia da manhã, na esperança que a chuva que ainda apanhamos na viagem, não nos importunasse no nosso passeio.

Com um pequeno atraso e a perspectiva de que o S. Pedro daria tréguas, o que veio felizmente a acontecer, pois tivemos um belo dia para a prática de BTT, com momentos de alguma nebulosidade e de sol aberto, mas sem uma pinga de chuva, partimos os onze elementos, da praia fluvial da Mota, na freguesia de Gondarém, sempre com a companhia do rio Minho, percorrendo um lindíssimo trilho, plano, sinuoso aqui e ali, com uma ou outra pequeníssima subida ou descida, por piso de cimento vermelho ou de cor creme, numa pequena parte em passadiço, com passagem por pequenas pontes sobre pequenos ribeiros, sempre com bonitas paisagens rurais, fluviais e com a vegetação que no Verão, deve dar a esta Ecopista, uma frescura que a todos agradará.

Os vinte quilómetros que separam Cerveira de Valença, fizeram-se muito bem, sem grandes dificuldades e depressa chegamos a Valença, tendo antes nos desviado do rio Minho, para fazer a única subida, digna desse nome, até às traseiras da fortaleza, cujo interior visitamos, tendo aproveitado para tirarmos a foto de grupo da praxe, nestes passeios e tomarmos um cafezinho, antes de nos pormos de novo ao caminho, até Monção, onde iríamos almoçar.

Percorremos as estreitas ruelas de Valença, pejadas de turistas que aproveitavam o sol e faziam as compras de ocasião e saímos pela entrada principal da fortaleza, para voltarmos à Ecopista.
Optamos por iniciar o caminho, onde tínhamos terminado, antes da entrada na fortaleza e junto à ponte internacional e daí seguimos até apanhar o antigo troço ferroviário que é actualmente a Ecopista e que foi a primeira parte a ser inaugurada, nesta ecopista que um dia irá ainda ser maior, crescendo a jusante para Caminha e a montante para o concelho de Melgaço.

O troço da ecopista de Valença a Monção é como já foi dito, o aproveitamento do canal da ferrovia e por assim ser, tem as habituais barreiras, que tem de ser contornadas com cuidado e que se situam em actuais cruzamentos de acessos rurais, que antigamente eram passagens de nível, com os problemas que todos conhecemos e nos faz lembrar o alerta do “Pare, Escute e Olhe”, que ainda se vê em alguns locais da ecopista.

Nesta parte da Ecopista, por se tratar de uma antiga linha de comboio, vimos antigas estações, algumas tristes e abandonadas, ao “Deus dará” e outras muito bem reconvertidas e aproveitadas para sede de associações locais.

Encontramos os velhos cortes de rocha, que permitiam abrir o canal ferroviário, pequenas pontes de ferro, que venciam obstáculos de desníveis de terreno ou linhas de água, sempre com belas paisagens rurais, grandes vinhedos, provavelmente algumas do belo Alvarinho e muitos trechos com muita e fechada vegetação, proporcionando boas sombras, para os dias de estio serem mais frescos e assim permitirem belas caminhadas e pedaladas a quem usar nesses dias a ecopista.

Sempre em ritmo de passeio, chegamos a Monção ainda a tempo de um belo almoço no restaurante Tanoeiro, onde uns optaram por um saboroso cozido à portuguesa “caseiro” e outros por um gostoso lombo assado, com tudo a que tinham direito, a gosto dos comensais, sem haver quem ousasse sequer, apontar defeito que fosse, tudo isto regado a maduro tinto e a verde branco ou tinto.

Depois de nos despedirmos, de quem tão bem nos recebeu e nos ofereceu um belo almoço, fizemos o regresso a Vila Nova de Cerveira, percorrendo os mesmos caminhos, durante os cerca de 38 km que separam Monção da praia de onde tínhamos partido, ainda mais em ritmo de passeio, com tempo para tudo, para convívio alegre, escutando belas anedotas e até para algumas contrariedades, como alguns furos, esses traumas dos ciclistas, que acontecem a todos, quando menos se espera.

Chegava a hora de nos despedirmos, de desejarmos a todos uma Boa Páscoa e de regressarmos a casa, ansiosos para o próximo passeio, que “está já aí, ao virar da esquina”.

Valdemar Freitas

Fotos: ver no Facebook

Boas Festas

Posted by Valdemar Freitas on 18 de Dezembro de 2015
Posted in: Boas Festas. Tagged: Boas Festas, Natal. 1 Comentário

O grupo Dar ao Ped@L,

deseja aos seus elementos, a todos os grupos de BTT, amigos e respectivos familiares, um

Santo Natal

e um

Feliz 2016.

FelizNatal_DaraoPedal

Caminho Francês – Certificado de Grupo

Posted by Valdemar Freitas on 15 de Setembro de 2015
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. Tagged: Caminho Francês, Caminhos, Saint Jean Pied Port, Santiago de Compostela. 2 comentários

4 a 14 de Setembro de 2015

Certificado de Grupo

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Parabéns Mário Dantas

Posted by Augusto Tomé on 18 de Agosto de 2015
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto, Notícias. Tagged: Aniversário, Porto. 1 Comentário

Hoje é o dia de aniversário do nosso melhor representante, o nosso embaixador por esses trilhos fora e também co-fundador do nosso grupo – o Mário Dantas, todo o grupo deseja-lhe um feliz aniversário na companhia dos seus familiares, continuação de boas pedaladas.

Mário Dantas

Mário Dantas

Caminho Francês

Posted by Valdemar Freitas on 26 de Julho de 2015
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. Tagged: Caminhos, Francês, Saint Jean Pied Port, Santiago de Compostela. Deixe um comentário

Caminho Francês

Saint-Jean Pied-Port – França

Santiago Compostela – Espanha

caminho-frances-11

Clique no link abaixo, para ver a contagem regressiva.
https://w2.countingdownto.com/953443

Parabéns Emanuel Mascarenhas

Posted by Augusto Tomé on 17 de Julho de 2015
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto, Notícias. Tagged: Aniversário, Mascarenhas, Parabéns. 2 comentários

Hoje é o dia de aniversário de um dos fundadores do nosso grupo – o Emanuel Mascarenhas, todo o grupo deseja-lhe um feliz aniversário na companhia dos seus familiares, continuação de boas férias e boas pedaladas.

Emanuel Mascarenhas

Emanuel Mascarenhas

6.ª Etapa Circuito N GPS – Alvorada Senhora da Serra

Posted by Augusto Tomé on 15 de Julho de 2015
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Alvorada, Circuito NGPS, Marão, Mesão Frio, Senhora da Serra. 5 comentários

6.ª Etapa Circuito N GPS – Alvorada Senhora da Serra – Mesão Frio – Marão

Alvorada

Alvorada

A ideia deste desafio nasceu no dia que fui confrontado com um amigo meu – o Augusto Tomé, se tinha autorização para sair de casa, passando uma noite fora.

No local de partida em Mesão Frio

No local de partida em Mesão Frio

Como nos estamos a aproximar de da nossa maior aventura “O Caminho Francês de Santiago”, pensei que seria algo diferente, difícil e sem dúvida um grande objectivo a concretizar e aproveitar ao máximo este grande treino para desenferrujar as “dobradiças” que já não tinham algo assim há meses.

...selfie... antes da partida!

…selfie… antes da partida!

Durante o dia de Sábado fui preparando a minha “menina” com alguma ansiedade.

Abastecimento na subida...nocturna!

Abastecimento na subida…nocturna!

Como iria de boleia com o senhor “monstro “ do Btt, queria estar pronto a horas para não se atrasarem por minha causa ou criar algum embaraço aos meus companheiros.

Eram 21:30 horas quando saí de casa em direcção a Mesão Frio.

Psicologicamente, factor muito importante, estava em alta, bastante mesmo, fisicamente estava, pensava eu, em baixo.

É penoso, mas ainda dá para brincar!

É penoso, mas ainda dá para brincar!

Por volta das 23:45 horas começamos a rolar, os primeiros kms foram difíceis e comecei a duvidar se conseguia ou não, pois ainda estava algum “frio” e estava com dores num dos joelhos e num rim, mas os músculos lá começaram a aquecer e o joelho foi aliviando até deixar de ter dores e tudo correu bem.

Em certas alturas pensei em aumentar um pouco a velocidade principalmente nas descidas, optei por manter um ritmo estável para ter mais segurança, decisão bastante certa.

Outra opção foi beber água em pequenas quantidades a cada 10 km, reforço da organização e algo mais sempre que necessitasse, de forma a precaver problemas de rins.

A prova irrefutável...

A prova irrefutável…

Antes da chegada ao cimo da serra, a uns 2 km do local, senti em mim uma força extra e lá consegui ultrapassar os meus companheiros, pois queria estar junto da minha “vaixinha”, dar-lhe uma beijoca, pois ela fez o percurso a pé com o grupo de amigos(as) do Alto Relevo.

Para primeiro objectivo estipulei a chegada à Senhora da Serra, local que pensei fazer a pausa para nutrição, mas antes disso comi uma sande de lombo, maçã, a respectiva banana, senti a necessidade de dar algo às pernas.

Já no cimo da serra, tratamos de "aquecer" o estômago!

Já no cimo da serra, tratamos de “aquecer” o estômago!

Quando cheguei então à Senhora da Serra, tive logo um enorme sentimento de concretização.

Pedalei durante +/- 4 horas e 29 km, atingimos os 1.400 mts de altitude.

Depois de me satisfazer com calorias (bifanas) água e coca-cola, esperamos +/- 2 horas para que o Sol nascesse, eram 06:09 horas.

O Astro Rei

O Astro Rei

Posto isto, começamos a descida até ao km 40, aonde iríamos confrontar uma subida dos 87 mts até aos 1.030 mts de altitude, um sol abrasador, sem sombras e sempre a dar nas nossas costas, a exaustão quase que ia tomar conta de nós, saliento que o espírito dos meus maravilhosos companheiros era sempre o mesmo, a solidariedade e entreajuda.

Um grupo de amigos a divertirem-se!

Um grupo de amigos a divertirem-se!

Chegados ao “pico” dos 1.030 mts de altitude, foi muito reconfortante pelas paisagens por nós observadas e pela água fresquinha que nos foi doada.

Descendo...para depois subir!

Descendo…para depois subir!

Começamos mais uma vez e a pôr adrenalina em acção, soltar os travões, com velocidades estonteantes, na descida de 16 km, até ao Rio Douro.

A melhor imagem do evento!

A melhor imagem do evento!

A fome começava apertar, o cansaço a tomar conta de nós, o sol a roer-nos a moleirinha, a comichão a estorvar, as horas mais que muitas em cima da “menina“, faltava esfolar o “rabo da cabra“ a subida do Rio Douro até ao local de chegada em Mesão Frio.

A chegada...

A chegada…

Chegamos às 12:05 horas com 63,450 km nas pernas com um acumulado +/- D+ 2.500 mts.

Epic rides, long lives!

Epic rides, long lives!

Agradeço encarecidamente aos meus companheiros sem eles não conseguia beijar a minha “Flor” no Alto da Senhora da Serra às 05:00 horas da manhã.

Tomé
Valdemar
Mario Dantas
Domingos

António Oliveira

7.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM “Rota das Mina e das Sombras” – Gerês/Xurés

Posted by Valdemar Freitas on 28 de Junho de 2015
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: ARCM, Dar ao Ped@L, Gerês, Xurés. 3 comentários

21 de Junho de 2015

7.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM

“Rota das Mina e das Sombras” – Gerês/Xurés

Com a presença de 18 elementos, sendo três deles sócios do Alto Relevo, realizou-se no passado domingo, dia 21 de Junho de 2015, o 7.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM.

2015-06-21 - 7.º Passeio Dar ao Ped@L - ARCM - Rota das Minas e das Sombras - Gerês / Xurés

2015-06-21 – 7.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM – Rota das Minas e das Sombras – Gerês / Xurés

Este passeio, idealizado há muito,vinha na continuidade dos anteriores do grupo e com a integração na secção de BTT, passaria a ser o primeiro evento, onde o Alto Relevo, faria a sua presença e a participação na logística e organização.

DSC01577 Com a hora de saída de Ermesinde, marcada para as sete da manhã e com a previsão de um dia de muito calor pela frente, os participantes foram se distribuindo pelos carros, já previamente estabelecidos, colocando as respectivas bicicletas, ora nos suportes próprios ou nas malas das viaturas.

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Com passagem por Braga, Vila Verde e uma paragem para os cafézinhos da praxe, chegamos ao local da partida, o parque de campismo da Cerdeira, um pouco antes das nove e meia da manhã. DSC01585Distribuídos os dorsais e já com as bikes prontas a partir, abalamos por um estradão que circunda a albufeira de Vilarinho das Furnas, passando muito perto da Geira Romana e de alguns marcos miliários, em direcção à Mata da Albergaria e depois pela estrada em asfalto que nos levaria até à fronteira da Portela do Homem, sempre à fresquinha de frondosa vegetação e apenas com um pequena dificuldade até então, uma subidinha em terra, a dar aos betetistas as primeiras suadelas do dia.

DSC01590 Já em terras de nuestros hermanos, tínhamos agora uma bela descida em terra, com alguma pedra e alguns regos, a exigir mais técnica e atenção ao caminho, mas não houve nenhum problema  e todos seguimos o nosso rumo em direcção a Lobios, onde nos esperava não só as águas termais e quentinhas, mas também as do rio, onde todos nos banhamos, para refrescar e retemperar energias, após o almoço volante que fizemos neste local, junto à margem e à sombrinha.

DSC01680 O pior estava para vir. Depois do almoço e com o calor a apertar cada vez mais, nada pior do que uma valente subida, primeiro no asfalto quente e depois num estradão bem difícil e nada ciclável, face á muita pedra solta, alguns regos e por vezes à inclinação que nos obrigava a andar com ela à mão.

DSC01709 Se a água é fonte de vida, neste passeio isso foi bem patente, pois toda a malta só tinha sede e necessidade de beber os líquidos que traziam e que depressa se esgotaram.

DSC01743 Mas, se a água é vida, ela também é fonte de diversão e não fora a quantidade de piscinas e quedas de águas naturais, tão férteis no Gerês e no Xurés espanhol, que fizeram a delícia a todos os participantes e a coisa não seria assim tão divertida, tornando este passeio e os cerca de 40.º de temperatura que se faziam sentir, um inferno para todos nós e um grande empeno, a ficar memorável, como outros passeios já realizados. DSC01735

Não foi assim, este passeio na opinião de todos, foi um belíssimo evento de BTT, com um trilho bem desenhado, com subidas é certo, mas com descidas que ninguém pode por defeito e a querer repetir um qualquer dia, com um tempo mais ameno e uma outra cor na vegetação, com menos pó e na mesma com uma enorme alegria. Mais fotos aqui.

Valdemar Freitas

Happy Birthday Mr. President

Posted by Dar ao Ped@L on 9 de Junho de 2015
Posted in: Aniversário, Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Aniversário, António Oliveira. 2 comentários

9 de Junho

 

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Todo o grupo Dar ao Ped@L, deseja ao Presidente, António Oliveira,

um Feliz Aniversário e muitos anos de boas pedaladas.

… ai queres monte!!!

Raid Alvalade – Pôrto Covo e… volta.

Posted by Valdemar Freitas on 25 de Maio de 2015
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. 7 comentários

17 de Maio de 2015

Raid Alvalade – Pôrto Covo e… volta.

 

Começar pelo princípio

Foi com alguma expectativa, que recebi o convite para ir a Alvalade, depois de ter constatado que em 2014, tinham participado cerca de 2000 betetistas, no raid até Pôrto Covo, tendo alguns feito o regresso a Alvalade.

Apesar de saber que no Alentejo há muito espaço e nada está, por assim dizer, encavalitado e, onde a expressão “é já ali” ter o significado de muitos quilómetros de distância, foi a preocupação do evento, se tornar numa enorme confusão, em todo o seu percurso, desde a partida à meta, passando pelos reforços, a terminar nos banhos, que me levava a pensar, se teria sido uma boa opção, fazer tantos quilómetros de viagem, para depois ainda pedalar 120 km.

Puro engano e enorme surpresa

Nada disso aconteceu e agora estou certo que não poderia acontecer, depois de tanto empenho e experiência da organização e demais voluntários, neste tipo de eventos, que já vai na 17.ª edição, que fizeram deste dia uma festa de BTT.

2015-05-17 - 17.ª Edição Raid BTT - Alvalade - Pôrto Covo

Foi com toda a certeza, tendo em conta o elevado número de participantes, que este ano ultrapassou em várias centenas, o do ano passado (cerca de 2600), o melhor Evento, quer pela organização, quer pela excelência dos reforços, pela assistência mecânica e em toda a restante logística, em que participei, nestes últimos cinco anos, opinião também partilhada pelo meu companheiro, Mário Dantas, que me acompanhou nesta aventura e com muitas participações em eventos de BTT e que também destacou este Evento como um dos melhores de que já desfrutamos, desta vez por terras Alentejanas.

A participação do Dar ao Ped@L

Fomos dos primeiros a nos inscrever e a reservar alojamento em Santiago do Cacém, para pudermos ir de véspera, tratar de levantar os dorsais e os brindes, junto do secretariado e depois descansar da longa viagem desde o Porto e nos apresentarmos cedo e fresquinhos, para a grande aventura, num dia com previsões de muito calor e exposição solar.

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Depois de termos feito o reconhecimento na noite anterior, estávamos alojados a uns 30 km e uns bons 30 minutos de Alvalade, mas já tínhamos visto o local de estacionamento e a meta, pelo que só nos faltava, levantar às 6:30, tomar um banho e deliciarmo-nos com um saboroso pequeno -almoço e de seguida zarpar.

Ainda no hotel, enquanto nos despedíamos dos simpáticos funcionários, que nos desejaram um bom dia de pedaladas, já avistávamos os primeiros carros, transportando homens e máquinas, em direcção a Alvalade.

Pela estrada fora, enquanto íamos falando e expondo as nossas expectativas, mais alguns carros se cruzaram connosco, também  eles carregados de bicicletas, com os condutores mais apressados, talvez por ainda terem de ir fazer o levantamento dos dorsais.

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Esperava eu, um enorme engarrafamento ou uma fila para entrar em Alvalade, mas nada disso aconteceu, uma enorme surpresa, de ver ao longe, na longa recta de acesso à vila, o brilhar de centenas de carros, estacionados em diversos locais, espelhados pelos raios solares.

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Foi lindo ver, tanta azáfama de pessoas, betetistas na preparação das suas bikes, familiares tirando fotos e despedindo-se para rumar a Pôrto Covo, elementos da organização e voluntários, sempre a apoiar e a orientar os participantes.

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Alinhados na rua da Escola, prontos para a partida, já estavam milhares de betetistas, ansiosos pelo toque de partida, enquanto uns ainda tiravam as últimas fotos, o drone sobrevoava e filmava a enorme e colorida imensidão humana e a organização dava os últimos retoques.

2015-05-17 - 17.ª Edição Raid BTT Alvalade - Pôrto Covo - Alvalade

Partida, largada, fugida

PUM, soou o disparo e os confetis voaram no ar e, aos soluços, num pára e arranca sem confusões, já todos iam pedalando devagarinho, por entre as ruas da vila alvaladense, com a população muito simpática, a bater palmas e a desejar-nos um bom passeio.

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Para esticar um pouco mais a longa fila de homens e bikes, tivemos logo à saída de Alvalade uma comprida recta em asfalto (se fosse uma longa subida, de certeza que nos separariam muito mais, mas que caraças, o Alentejo é plano), que proporcionou aos da frente e aos mais velozes, os primeiros esticanços, antes de se entrar na terra e no pó e de terem de passar por algum tipo de afunilamento, que é certo aconteceu com os mais retardados, mas que não foi nada de anormal ou de caótico, e que com mais calma se tratou de aligeirar, optando por fazer duas filas, uma que seguia por um estradão de terra muito solta e com muito pó e outra num pequeno trilho, mais técnico que ladeava um pequeno canal de irrigação dos arrozais.

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A passagem pelos arrozais, apesar do muito pó levantado pelos milhares de rodados, proporcionou belos momentos a quem pedalava e via os outros companheiros mais avançados, refletidos em lindíssimos espelhos de água, resultando daí, talvez as mais belas fotos de todo o percurso, não descurando as que mais tarde se iriam tirar, junto ao mar, em Pôrto Covo.

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Com uma pequena subida, entramos em trilhos florestais, ainda com cerca de sessenta quilómetros pela frente e já a pensar no primeiro reforço, aos 20 km, em S. Domingos.

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Nesta aventura, tivemos uma variedade de trilhos e muitos tipo de pisos, percorremos estradões, caminhos rurais e florestais, cruzamos aldeias e herdades e até pedalamos numa pequena praia, tivemos muito pó e muita areia, alguma sombra e muito calor, mas o que nunca nos faltou em todo o caminho, foi a simpatia da população e a excelente organização, com sete reforços que ninguém esquecerá.

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Chegados a S. Domingos, tivemos então o primeiro reforço, com os quartos de laranja, as meias bananas, sumos e água com fartura, para refrescar as gargantas de tanto pó entranhado e aliviar as primeiras sedes, que o calor já começava a apertar.

Retemperados, lá íamos fugindo, deixando para traz na praça do reforço, os que ainda se retemperavam e os que acabavam de chegar.

Tinha de ser assim, dar lugar aos outros para não haver confusão e todos compreendiam que assim deveria de ser, neste e nos reforços seguintes.

De novo a pedalar, na terra solta, envoltos em pó, de vez em quando pedalando em zonas com muita areia, a qual em muitas partes de todo o percurso se tornava traiçoeira, ao derrapar e a provocar deslizes, com as inevitáveis quedas. Cheguei a ver um participante a cair para uma cerca de arame farpado e eu próprio estive quase a ir em direção a uma vedação igual, depois de ter entrado com muita velocidade num banco de areia e de esta me ter provocado um despiste, em que andei aos ziguezagues, até me imobilizar perto do perigo.

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Os trilhos de diversos tipos e dificuldades iam sendo percorridos e os quilómetros aumentando, assim como o calor e a nossa preocupação, era chegar ao 50 km, até ao meio dia, mas para isso acontecer, ainda tínhamos de chegar ao km 40, à barragem de Campilhas, e passar por mais um reforço, e que reforço.

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Junto à barragem e perto da água, num descampado de terra, um enorme camião, revestido com a imagem do evento, uma enorme mesa de apoio e muitos voluntários com as t-shirts roxas da organização, iam distribuindo água em garrafões aos que iam chegando, enquanto outros voluntários entregavam as belas das sandes de carne assada, que faziam a delícia de todos, acompanhadas por copos de sumo ou água.

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Não era preciso fazer fila, desesperar, ficar preocupado, nada disso mesmo, as sandes chegavam para todos e podiam comer as sandes que quisessem, houvesse barriga para tal, de forma que ainda sobraram sandes, distribuídas depois nos reforços seguintes, para quem regressou a Alvalade, desde Pôrto Covo.

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Papo cheio, sede saciada e bidões cheios de água fresquinha, abalamos para a subida da serra em direção ao Cercal e aos tais 50 km, onde nos esperaria um novo reforço, isso mesmo, mais umo reforço, em tudo idêntico ao do km 20, apenas com uma diferença, um chuveiro de mangueira, que refrescava à chegada os participantes que desejassem tomar um banho refrescante.

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As primeiras subidas, não foram nada difíceis, julgo que para a maioria dos participantes, muito menos para quem está habituado a outro tipo altitudes e com potentes máquinas, mas lá chegaríamos à subida difícil, a mais complicada de todo o percurso, a tal que vim a saber dias depois, só ter sido subida por um único participante, sem ter desmontado da sua “menina”, até ao cimo, onde uma placa nos dizia, “Pôrto Covo à vista”.

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Ora todos sabem, se subimos, também descemos, e aqui também não foi diferente.

Ao avistar o mar pela frente, iniciamos a descida, que a juntar a uma outra, que viria da parte da tarde, foram as mais técnicas e de maior dificuldade, mas que se poderá dizer, nada de extremos ou perigosas.

Depois da descida, que se fez rápida, entramos num single-track comprido e sinuoso, também todo ele a descer, percorrendo um pequenino rasgo entre as ervas, onde era preciso estar atento, e o mais curioso é que não se ouvia ninguém falar, só se ouvia o trik-trik-trik, característico de algumas rodas, como a da minha bike e a do meu parceiro da frente.

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O mar e a praia aproximavam-se e muita areia à mistura, nos estradões planos que ainda fizemos até desembocar perto de um forte, com a célebre ilha do Pessegueiro à nossa frente, onde paramos para algumas fotografias, antes de nos dirigirmos para o nosso destino.

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O casario branco de Pôrto Covo estava finalmente à nossa frente, mas de repente como que por magia, desapareceu dos nossos olhares. E porquê?

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Porque a entrada teria de ser diferente, teria de passar por um dos mais belos postais da vila alentejana, uma pequena praia, numa pequena baía, onde chegamos depois de uma boa descida até ao nível do mar e onde pedalamos na areia molhada.

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Mais umas fotos para recordar este lindo local e toca a pedalarmos numa bela e recortada subida, onde alguma população nos saudava e o fotógrafo de serviço, registava o nosso esforço e a entrada triunfal na rua do Mar e ao fim da primeira parte da nossa aventura, os setenta quilómetros de Alvalade a Pôrto Covo.

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No Largo do Marquês a azáfama era muita, mas estava tudo bem controlado e organizado.

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De um lado os dos 70 Km, que acabavam ali o dia das pedaladas para se juntarem aos seus familiares para o almoço, depois das massagens e do banho tomado e no outro lado do largo, os que seguiam para os 120 km, retemperavam forças, deliciando-se com laranjas, bananas, barritas, sumos e água e também com massagens, passando pela assistência técnica às máquinas, com lubrificações, encher pneus,  pequenas afinações, para depois rumarem a Alvalade, onde se integravam os aventureiros do Dar ao Ped@L.

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O regresso a Alvalade

Enquanto uns já descansavam, outros aproveitavam as massagens, vimos betetistas  que festejavam e dançavam e alguns a contas com o almoço, junto às arribas e desfrutando  da brisa do mar, como o acampamento do grupo de BTT Tasca do Xico, com uma churrascada,  que aguçava o apetite de quem por lá passava e só  “cheirava” e ainda tinha 50 km pela frente,  rumo a Alvalade.

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Não posso precisar, mas deveriam ser duas da tarde, ou pouco mais e lá íamos nós, inseridos num pequeno grupo, no sentido Norte, dando as primeiras pedaladas, lentas por causa da areia, mas fresquinhos por causa dos ares marítimos, até nos afastarmos do mar e rumarmos de novo ao interior, de volta à terra, com passagens por herdades e de novo a apanhar troços com muita areia, na subida para as poucas eólicas, que encontramos no caminho.

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Por caminhos junto a linhas de água, que atravessamos de vez em quando e com mais vegetação, que nos proporcionava alguma sombra, ultrapassamos alguns grupos de betetistas, que faziam também a volta e paravam para descansar, até nos aproximarmos de um novo reforço, ao km 80, na localidade de Sonega.

Debaixo de um pequeno alpendre, à fresquinha, lá estavam de novo as sandes de carne assada, as meias bananas e os quartos de laranjas, as barritas de cereais e mel, os sumos e a água para beber e encher bidões.

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Com quarenta quilómetros ainda pela frente, lá fomos nós de novo a pedalar em direcção ao “inferno”, como lhe chamou a recepcionista do nosso hotel, deixando cada vez mais para trás, o “paraíso” de Pôrto Covo.

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E não podia ser mais verdade, o calor aumentava, não havia vento, a insolação provocava-me dores de cabeça, mas o facto de saber que já tinha pedalado, muito mais de metade do percurso, era o suficiente para esquecer o quer que fosse e apenas pedalar, com o maior dos prazeres, rumo ao objectivo final.

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Passamos de novo pela albufeira da barragem, uma zona muito bonita onde tiramos mais algumas fotos e ainda encontrámos mais um posto de assistência, antes de uma subida razoável, onde nas encostas pastavam vacas castanhas, que posavam para as fotos, por entre os rolos de feno, enquadrando assim um belo cenário.

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No cimo do pequeno planalto, pedalando por um trilho de erva recentemente cortada, tínhamos uma das mais belas vistas, no interior alentejano, com toda aquela massa de água, enquadrada pelo dourado circundante e pontilhada aqui e ali, pelos rolos de feno, pelas vacas e por um ou outro sobreiro.

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Eis que chega a descida mais técnica de todo o percurso e o único sítio que me lembre em que a terra era preta e, por estar seca, solta e a inclinação inicial ser bem acentuada, não me aventurei de inicio e apenas o fiz uns metros mais abaixo.

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E, num continuo sobe e desce, de pequenos montes, sempre debaixo de sol, passamos por algumas pequenas herdades, algumas com vinhas e numa outra onde pastava um porco preto, solto e nada preocupado com a agitação de tantos ciclistas, pedalamos ainda numa longa recta em terra, por debaixo de uma linha de alta tensão, sempre com os postes por companhia, até que já fazíamos a subida de entrada em Vale de Água, ao km 97, onde mais um abastecimento nos esperava, com os alimentos do costume, a juntar a água gelada e a um chuveiro refrescante, montado na praça e à espera que um habitante local, abrisse a torneira, sempre que alguém desejasse, levar uma molhadela para arrefecer a temperatura corporal.

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Aqui tirei mais umas fotos, ao moinho e à igreja, pintados de branco e com as tão características faixas em azul-cobalto, que são uma tradição em todo o Alentejo.

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Já só faltavam os últimos 20 km, muitos deles em estrada de asfalto, ladeados com ninhos de cegonhas, alguns com as crias a espreitar e a esconderem-se, sempre que lhes apontávamos as máquinas fotográficas e ainda alguns largos quilómetros ladeando um extenso canal de irrigação, até ao último reforço, em Vale Vinagre, a oito km do fim, onde paramos para beber água fresca e conversarmos com elementos da organização, para felicitá-los, trocarmos opiniões sobre as nossas máquinas e pelo nosso grau de satisfação, pela aventura que estávamos a passar e quase a terminar.

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Os derradeiros quilómetros, foram de novo na longa recta de asfalto, que de manhã tinha esticado toda aquela moldura humana de ciclistas, mas agora percorrida ao desafio, apenas por duas parelhas de amigos.

“Nós vamos ser, o primeiro e o segundo, para vós fica reservado o terceiro e o quarto lugar”, diziam os que nos acompanhavam, no troço final.

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Chegados à meta, deveriam ser umas 17:15, satisfeitos e contentes por mais um feito cumprido, sem nenhum problema pessoal ou avaria técnica, apenas a necessitarmos, homens e máquinas, de um banho para nos refrescar e tirar o pó acumulado, ao longo do dia, nas planícies alentejanas.

Depois de banhos tomados e de umas imperiais fresquinhas, era hora de regressar ao Porto e de deixar a saudosa Alvalade, terminando assim um dia memorável de convívio de BTT.

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A festa

Não há que enganar ou tentar outra definição, este evento, foi do princípio ao fim, a maior FESTA de BTT, onde participantes, familiares, organização, voluntários, população local e forças de segurança, fizeram os possíveis e alguns o impossível, cada qual na sua tarefa ou afazeres, para que a vontade de todos, em voltar nos próximos anos, seja maior que a saudade que deixam, na hora de regressar a casa, depois do dever cumprido.

Quem sabe se um dia lá voltaremos.

Nada ficou prometido, mas a vontade, essa ficou.

 

Texto: Valdemar Freitas
Revisão: Mário Dantas
Fotos: Mário Dantas, Valdemar Freitas, José Vilhena (BTT-TV) e Tobias (BTT-TV)

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