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6.º Passeio Dar ao Ped@l – Ecopista da Linha do Tâmega

Posted by Augusto Tomé on 28 de Abril de 2015
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Eventos, Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Amarante, Ecopista, Henrique Cardoso, Luís Gomes. 3 comentários
Ecopista

Ecopista

Agendado praticamente desde o nosso jantar de Natal, realizou-se no passado domingo, dia 12, o nosso 6.º Passeio Dar ao Ped@l, desta feita fomos percorrer a Ecopista da Linha do Tâmega, desde Amarante até à localidade de Arco do Baúlhe, numa extensão de aproximadamente 40 km, perfazendo o grupo na ida e volta, um total de +/- 82 km, mais coisa menos coisa.

No decorrer destes meses, semanas e dias antecedentes ao passeio, fomos delineando toda a logística para que tudo corresse pelo melhor, estando o almoço a cargo do nosso presidente António Oliveira, que esteve na iminência de não participar, por razões de saúde, mas tudo se resolveu pelo melhor.

Os 29 fantásticos!

Os 29 fantásticos!

Este foi o nosso passeio mais participado de sempre, temos que agradecer também a S. Pedro, o meteorologista, já que deu uma forte contribuição para tal participação em massa.

Para além de mim, estiveram presentes os seguintes elementos do grupo:
Frederico Reis Lima, Carlos Cunha, Alexandre Aires, Armando Teixeira, Jose Pires, Henrique Cardoso, Domingos Queiroz, Antonio Magalhaes, Eduardo Batista, Oliveira António, Carlos Filipe Duarte, Pedro Tiago Ferreira, Rui Teixeira, Nuno Almeida, Mario Dantas, Jorge Oliveira, Jose Pinto, Martinho Sousa, Cesar Pinto, Fábio Pereira, Jose Branco Jose Vieira, Delfim Cardoso e o Valdemar Freitas.

Os nossos amigos e companheiros da secção do centro do Dar ao Ped@l: Rui Miguel Azevedo e Filipe Vaz.

Tivemos a participação do autor do nosso logótipo o Luís Gomes, presença que muito nos honrou, mais ainda, sabendo de antemão que o Luís vai para 2 anos que não dava uma volta de bicicleta, o que dizer? Bem Luís, esteve à altura, imagino que deva ter custado bastante, mas sofreu silenciosamente e percorreu os 80 km como todos e muito bem! Parabéns.

Neste dia fantástico acompanharam-nos ainda 2 amigos do Martinho Sousa, é claro que estiveram à altura do acontecimento, esperamos que tenham gostado da companhia.

E lá fomos nós, 29 betetistas, isso mesmo, 29, depois de nos deslocarmos do Porto até Amarante nas nossas viaturas, estacionamos junto à GNR em Amarante, perto donde começa a Ecopista do Tâmega, todos equipados a rigor, bicicletas afinadas e prontas a pedalar até Arco de Baúlhe, fotos de grupo, da praxe, tiradas mesmo na lateral da Igreja de S. Gonçalo de Amarante, que foi também o local da nossa partida.

Pedalando...

Pedalando…

Arrancamos, um pouco além da hora prevista, 9:30 horas, logo no início da Ecopista, realizava-se também uma caminhada solidária contra os maus tratos, tendo os organizadores oferecido a todos os elementos do grupo um laço de cor azul claro, símbolo desta acção, nós agradecemos, elogiamos a acção e continuamos o nosso caminho, que dado o número de pessoas a participarem na acção, dificultou só um bocadinho a progressão inicial, mas com cuidado e alegria, lá seguimos sem percalços, notamos que esta é uma Ecopista bastante concorrida, sinal de que os hábitos das pessoas estão a mudar, seja numa cidade do litoral, seja numa cidade do interior, as pessoas já perceberam que a actividade física faz bem, ao físico e à alma!

Após as primeiras pedaladas, com o grupo ainda em fase de aquecimento, chegamos ao Túnel de Gatão, o único que atravessamos neste percurso, local onde também fizemos uma breve paragem para reagrupar.

Tunel

Tunel

Com o pessoal todo junto, continuamos… passamos a Estação de Gatão, mais á frente a Ponte de Santa Natália, a Estação de Chapa, a Ponte das Carvalhas, a Estação de Codeçoso, a Ponte de Barreirinho e o apeadeiro de Lourido, aqui, um pouco antes do apeadeiro existe um desvio até à Ponte de Arame, uma ponte de construção “artesanal” que atravessa o rio Tâmega, não a fomos visitar, o grupo viajava demasiado alongado e com as pequenas paragens para agrupamento e pelo numero de elementos, não foi fácil conjugar esta visita, pelo que não insisti e continuámos viagem normalmente. Uma chamada de atenção a quem estiver a ler sobre estas palavras, tanto quanto sei não é possível atravessar a Ponte de Arame, já que está interdito o seu atravessamento dado o estado avançado de degradação, usem de extremo cuidado, respeitem sempre todos os avisos, por favor!

Chegámos à Estação de Celorico de Basto, novo reagrupamento, donde seguimos novamente, todos juntos, alegres e felizes, passamos a Ponte de Caniço, a Ponte de Matamá e chegamos à Estação de Mondim de Basto, continuámos.. passamos o Apeadeiro de Padredo, a Estação de Canêdo, o apeadeiro de Vila Nune e por fim chegámos a Arco de Baúlhe – o nosso destino, ainda não eram 13 horas, o que equivale a dizer que fizemos aproximadamente 3 horas de Amarante até Arco de Baúlhe, em ritmo de passeio, com tempo para apreciar as lindíssimas paisagens que encontramos ao longo de todo o percurso.

...pelo caminho...

…pelo caminho…

Este é um passeio muito acessível e de fácil acesso a todos os que queiram fazê-lo, apesar da distância 80 Km, ida e volta, a dificuldade não é um entrave, atrevo-me mesmo a dizer que é uma Ecopista acessível a uma passeio em família e ou amigos, mesmo sem grande experiência ou treino.

Já em Arco de Baúlhe, lá fomos até ao restaurante previamente agendado, onde nos aguardava uma mesa debaixo de um guarda-sol tipo tenda daqueles que se usam nas festas e que cobria a totalidade da mesa, instalados, confortáveis, tratamos de nos refastelar com as entradas e o churrasco misto servido, claro que tudo isto foi muito bem regado com um vinho verde fresquinho, que caiu muito bem, dado o calor que se fazia sentir.

O Almoço

O Almoço

No decorrer do almoço, pese embora eu já soubesse antecipadamente, o nosso amigo e companheiro José Pinto “o bombeiro” presentou-nos, a todos, ou seja ao grupo, com uma belíssima lembrança em vidro, evocando este passeio, o nosso 6.º.

Placa a assinalar o passeio, uma oferta do José Pinto.

Placa a assinalar o passeio, uma oferta do José Pinto.

 Com as entranhas satisfeitas, salvo seja, …sobremesas bem comidas, outra vez, sobremesas bem comidas… verdade Delfim Cardoso? Cafézinhos tomados e respectivos aperitivos, era chegada a hora de nos fazermos ao caminho novamente, assim fizemos, sem mais demoras.

...amigos...

…amigos…

Ainda tivemos tempo para visitar o Museu das Terras de Basto, que integra um Centro Documental e um Núcleo Ferroviário, na antiga Estação de Arco de Baúlhe.

Visitando o Museu

Visitando o Museu

Em verdade, antes tivéssemos demorado um pouco mais e talvez algo fosse diferente… ou então não, talvez já tivesse que ser assim, iniciamos o nosso percurso e tudo corria bem, mas com o entusiasmo inicial de pedalar em direcção a Amarante, logo após os primeiros quilómetros o nosso amigo e companheiro Henrique Cardoso, teve um ligeiro toque ao tentar passar pela lateral de uma daquelas barreiras, com o intuito de reduzir a velocidade, e o resultado não podia ter sido mais desastroso! O nosso amigo Henrique caiu, tendo feito um traumatismo craniano.

...mais amigos...

…mais amigos…

A avaliar pelo estado em que ficou o capacete e o enorme papo que o Henrique tinha na cabeça, já não falando naqueles rasgões visíveis nos braços e pernas, a coisa não se afigurava muito boa para o nosso amigo, chamado o INEM de imediato, com 29 betetistas, mais os curiosos, a coisa não foi fácil de gerir, criou-se um burburinho daqueles. Além do INEM veio outra ambulância do INEM desta feita com um médico e/ou enfermeiro para avaliar o estado e estabilizar o nosso amigo in loco, o tempo foi passando e entretanto lá chegaram as ambulâncias quase ao mesmo tempo, imobilizaram o nosso amigo Henrique, que no meio disto tudo perdeu os sentidos, e não tinha a mínima noção do que lhe tinha acontecido, infelizmente eu sei o que isso é, porque já passei por uma situação idêntica.

Bom, o médico tranquilizou-nos um pouco logo ali, dizendo que não deveria ser nada de grave, mas contudo o Henrique iria ser levado para o Hospital do Vale do Sousa em Penafiel, para dissipar qualquer dúvida, e ainda bem que foi, o Henrique esteve em observação 24 horas, tendo alta na 2.ª feira, e tenho a certeza, pregou-nos um susto a nós e ele certamente também não ganhou para o susto. Muita saúde caro amigo!

Claro, que não poderia faltar um episódio à tuga, a ambulância com o médico foi-se embora e a outra onde estava o nosso amigo não pegou, o que deu logicamente umas fotos hilariantes, criticas e algumas bocas foleiras à mistura, e até quem ficasse zangado, com razão diga-se!

Não poderia falar deste episódio, sem mencionar no sentido mais positivo que se possa pensar, no nosso companheiro e amigo o José Pinto, carinhosamente conhecido entre nós pelo bombeiro, para mim é o Filipe, este amigo esteve do primeiro ao último minuto no activo a acompanhar, sossegar, acarinhar, cuidar, estabilizar, imobilizar, falar, e tudo o que um bombeiro normalmente faz nestas situações. Obrigado Filipe, ainda bem que tenho o privilégio de ser teu amigo. É claro, que este nosso amigo, é mesmo bombeiro, não de profissão, mas por vocação.

À boa maneira portuguesa! :-(

À boa maneira portuguesa! 😦

Este Homem, ganhou o meu respeito, quando sem qualquer treino, fez no ano passado o NGPS da Senhora da Serra, desde Mesão Frio até ao ponto mais alto do Marão, acima dos 1.400 metros de altitude, de noite, não é para todos, acreditem.

Bom, voltando ao nosso passeio e ao nosso amigo Henrique Cardoso, que entretanto seguiu para o hospital, os outros lá viemos com calma, e ligeiramente preocupados, e verdade seja dita, o passeio já não foi o mesmo, o Delfim Cardoso, irmão do Henrique, preocupado, naturalmente e ansioso para chegar a Amarante e dirigir-se ao hospital para saber do estado do irmão e dar-nos notícias.

Felizmente, correu tudo bem para o Henrique e não poderia haver melhor notícia para finalizar em grande o rescaldo do passeio.

A Luz... ao fundo do túnel.

A Luz… ao fundo do túnel.

Um passeio lindíssimo, paisagens lindíssimas, amigos fantásticos, companheiros para uma vida, é por estas e muitas outras razões, que eu adoro o BTT, mesmo.

Muito mais haveria para relatar, e cada um de nós teria um episódio para aqui descrever, pois bem façam-no, é disso que é feito o Dar ao Ped@l, é por estas e muitas outras razões que o nosso grupo é único, fantástico e o melhor do mundo e arredores.

Um forte abraço a todos vós, companheiros!

The Captain (99)

Última hora – Presidente, tem nova “menina” originária do nosso patrocinador Longusbike

Posted by Augusto Tomé on 27 de Abril de 2015
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Notícias. Tagged: Longusbike, Trek. 2 comentários

Notícia de última hora!
O nosso amigo, camarada e companheiro Presidente António Oliveira, acaba de adquirir uma nova “menina” no nosso patrocinador Longusbike!
A tal, é uma Trek X-Caliber 29″.
Parabéns Presidente, se há alguém que merece és tu!
Já agora, os nossos agradecimentos à Longusbike, uma vez mais pelo seu patrocínio.

A nova "menina" do Presidente, made in Longusbike.

A nova “menina” do Presidente, made in Longusbike.

Pedaladas nocturnas bem vistas.

Posted by Valdemar Freitas on 31 de Março de 2015
Posted in: Curiosidades, Notícias. Tagged: Passeio Nocturno, Segurança. Deixe um comentário

Duas notícias que prometem mais segurança, nas pedaladas nocturnas.

Volvo desenvolve tinta que brilha no escuro para ciclistas

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Bicicleta com “tinta solar” torna pedalada noturna mais segura

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Nas Encostas do Douro

Posted by Valdemar Freitas on 17 de Março de 2015
Posted in: Circuito NGPS. Tagged: Circuito NGPS, Gondomar, Medas. 5 comentários

14 de Março de 2015

Nas Encostas do Douro

Etapa 2 do Circuito N GPS – Medas – Gondomar

“E o Porto aqui tão perto” cantava e muito bem, Sérgio Godinho.

E eu diria também, “Gondomar aqui tão perto”, bem mesmo ao lado e com muito que conhecer, sobretudo no que toca a percursos para a prática de BTT, ou seja trilhos por terra, em montes, caminhos florestais, rurais e single-tracks, nas encostas sobranceiras ao Douro, o tal rio que a escola nos ensinou, aos mais velhos e de outras gerações escolares, ter sido o último a acordar e a ficar com o mais agreste leito, até à sua foz.

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Se foi o mais “preguiçoso” teve o condão de ficar com as mais belas paisagens fluviais, de que Portugal possui e que proporciona a todos os que o visitam, o mais belo encanto, seja na Primavera ou no Outono, sempre com um colorido diferente, enchendo-nos de alegria, quando o percorremos nas suas margens ou quando nele navegamos, em cruzeiros turísticos.

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Para nós, os inscritos na segunda etapa do N GPS, não foi preciso irmos muito mais para Norte e a montante, para desfrutarmos de belas paisagens, onde o rio Douro corre, entre as arribas do Douro Internacional ou entre as encostas do Douro Vinhateiro, moldadas pela força humana e que são Património Mundial da Humanidade, ambas de uma rara beleza.

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Bastou-nos isso sim, ir apenas até Medas, no concelho de Gondomar e pedalar até ao cimo das encostas, para deslumbrar um dos mais bonitos meandros do Douro, onde se situa a praia fluvial da Lomba, na margem sul do rio e desfrutar de outras belas paisagens com aldeias encasteladas, que não deixamos de registar, enquadrando-nos nelas, para as fotos de grupo, que sempre acabamos por tirar, nestas pedaladas.

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Damos os parabéns à Sociedade Columbófila 10 de Junho, de Medas – Gondomar, eu, o cronista, o Alexandre Aires, o nosso elemento com o mais bonito sotaque da língua de Camões, o “brasileiro” do grupo Dar ao Ped@L e o Diogo Santos, o mais jovem de todos, e que tão bem nos orientou com o GPS, desde a partida até à chegada, sem nunca se atrapalhar, mesmo que, com um ou outro pequeno engano.

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Damos os parabéns sim, com todo o gosto e felicitamos a organização, por ter desenhado tão belo traçado, sem zonas de exageros ou grandes riscos, com subidas todas cicláveis, descidas rápidas e a gosto de todos, pelos single-track junto ao Douro, pela passagem por locais como a marina de Covelo-Lixa e a praia fluvial de Melres, por ter tido um secretariado sem confusões, tanto no inicio como no fim, por ter tido o cuidado e a preocupação de acompanhar em quase todo o percurso, o que aí se ia passando e ainda por nos brindar com água e fruta, no final do passeio.

2015-03-14 - Nas Encostas do Douro - 2.ª Etapa Circuito N GPS - Gondomar - Praia Fluvial de Melres

2015-03-14 – Nas Encostas do Douro – 2.ª Etapa Circuito N GPS – Gondomar – Praia Fluvial de Melres

Fizemos os 47 km, sem pressas e sem stress e bem que poderíamos ter feito os 67 km, pois de certeza teríamos ainda mais que ver e conhecer, o que foi pena, isto porque tivemos tempo para estar parados para fotografar (n fotos), a comer (n vezes incluindo a hora do almoço volante + de 30min à vontade e em convívio com outros amigos do Maia BTT Team),  a tratar de pequenas avarias (2x a encher pneus – Diogo,  2 furos c/mudança de câmara na roda traseira – Diogo e Valdemar e ainda a tentativa de arranjar a manete de mudanças do Aires), duas pequenas quedas  minhas, sem gravidade,  sendo que uma delas até me chegou a assustar e, mesmo assim ainda chegamos cedo ao nosso destino, pouco passava das três e meia da tarde.

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No Dar ao Ped@L, somos mesmo assim, quase sempre os últimos a chegar, mas felizes.

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Mas para quê chegar em primeiro e cedo à meta, ser o mais rápido, se neste tipo de eventos, nada se ganha por isso e se a vida nos ensina que ser apressado e precoce, não é lá muito bom e não se tira todo o prazer, neste caso… a pedalar.

Carpe Diem meus amigos e até breve.

Valdemar Freitas

Ecopista do Tâmega

Posted by Valdemar Freitas on 6 de Março de 2015
Posted in: Curiosidades, Dar ao Ped@L - Norte, Eventos. Tagged: Amarante, Arco de Baúlhe, Celorico de Basto, Ecovia, Tâmega. Deixe um comentário

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Entre rios e cascatas

Posted by Valdemar Freitas on 25 de Fevereiro de 2015
Posted in: Circuito NGPS. Tagged: Albergaria-a-Nova, Circuito NGPS. 6 comentários

21 de Fevereiro de 2015

 

E lá fomos nós.

De novo ou de regresso, às etapas do circuito N GPS.

Desta vez, para pedalar por Entre Rios e Cascatas, em terras de Albergaria-a-Velha, na véspera bem regadas, por uma chuvinha constante, que começou a meio da tarde e terminou a meio da madrugada, segundo ouvi dizer, e que transformou alguns trilhos, em muita laminha, esse piso que aborrece, suja e cansa mas que também é motivo de muita alegria, pelas situações de “brincadeira” com que nos deparamos, provocadas por belos mergulhos, em poças de água e lama (por vezes com algum estrume à mistura) e por derrapanços diversos, que nada mais provocam, do que uma rápida mudança de imagem, nos equipamentos, até aí, bem bonitinhos e coloridos.

2015-02-21 – 1.ª Etapa do Circuito N GPS – Entre rios e cascatas – Albergaria-a-Velha

2015-02-21 – 1.ª Etapa do Circuito N GPS – Entre rios e cascatas – Albergaria-a-Velha

Foi isto o que nos aconteceu, não a todos mas certamente a muitos, nos primeiros quilómetros de monte, logo após a passagem pela Senhora do Socorro e no trilho que acompanhou em grande parte, salvo erro, o rio Caima, com muita lama preta, regos e mais regos, lenha cortada e atravessada, que nos atrasa a progressão e nos faz questionar, se não teria sido melhor, ficar na caminha quentinha, em vez de andarmos feitos “maluquinhos”, a chapinhar em tanta sujeira, tão cedo na manhã e ao frio.

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Mas é disto que a malta gosta, de pedalar no monte onde nunca há a monotonia ou o ramerrame da estrada, onde cada subida, descida, trilho rolante ou técnico, tem a sua particularidade, dificuldade e histórias para contar, quer seja nestas crónicas que vamos escrevendo nos nossos blogues, quer seja quando delas nos recordamos, passados que são os dias, no fio do tempo.

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Oh, tanto para contar, tanta alegria e felicidade, que não chegariam mil páginas, de um livro por escrever, sobre as nossas peripécias e o prazer que o pedalar nos dá.

Depois destas partes mais húmidas e escorregadias, vinha-nos à cabeça os gráficos de altimetria, os quilómetros que tínhamos de subir (mais coisa menos coisa, aí uns 25) e o sofrimento que teríamos de dar às pernas, para depois descermos lá do alto, com toda a adrenalina merecida.

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Bem, tirando uma ou outra parte, pequenas por sinal, em que o ciclável deu lugar ao ela à mão, todo o conjunto da subida, falo por mim, foi satisfatório e bem escolhido pela organização, não pecando pelo exagero de nos arrebentar.

Terá sido pelo tempo agradável e ideal para a prática do BTT, por as inclinações serem razoáveis ou pelas variadas paragens que fiz, para as fotografias da praxe que não dispenso, certo certo é que a mim nada me custou a dita subida e, logo após o “reforço” do almoço volante que carreguei às costas, a dei por concluída e desejoso de conhecer o que íamos agora descer, esperando sinceramente que as descidas não fossem nada complicadas, pois se há coisa que nada gosto, é de arriscar e cair.

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Foram espectaculares as descidas, nada difíceis e boas de se fazer e em nenhuma delas, tive que desmontar, temendo pela minha integridade física, como já tem acontecido noutros eventos, onde me tenho deparado com descidas malucas, que não são para o filho do meu pai, assim dizendo, para não as apelidar de algum impropério.

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Gostei imenso deste percurso, com passagens por sítios lindíssimos, como por exemplo o local da cascata da Cabreia e espaço envolvente, que me ficou na retina e onde pude verificar a existência de percursos pedestres, dos quais também sou adepto e, da parte em que pedalamos desde um antigo túnel, de uma antiga linha de comboio, rolando por muitos quilómetros, até às cercanias de Albergaria e à última subida que faltava fazer, para chegarmos perto das 16:00 ao ponto de partida e aí fazer o check-out de mais um agradável evento, dando baixa dos dorsais, dando banho às bikes e dando banho aos nossos corpos, suados, cansados mas felizes de mais um NGPS feito.

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Venha o próximo.

Foto Reportagem 2015.01.25

Posted by Augusto Tomé on 26 de Janeiro de 2015
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Dar ao Pedal - Grande Porto, Eventos. Tagged: Quereledo, Rota do Rojão, S. Gonçalo, Trofa. 3 comentários

Um evento que acontece anualmente, e que, tanto quanto sei, começou por iniciativa do grupo Amigos do Pedal, em Famalicão, tem a particularidade de atrair centenas de ciclistas, betetistas e amigos da bicicleta em geral, à pequena localidade de Quereledo, em Covelas, concelho da Trofa, onde se realiza uma festa em honra de S. Gonçalo.

Já no ano passado o nosso grupo realizou este passeio, que é uma espécie de peregrinação de betetistas, e que teve como guia o nosso companheiro José Pires, que este ano esteve ausente devido às maleitas sazonais!

Assim sendo, já tinha definido que tomaria a meu encargo, este ano, a realização deste passeio, e assim aconteceu, lá fomos nós, mais uns amigos que gentilmente se juntaram ao nosso grupo para nos fazerem companhia neste domingo de manhã, soalheiro é certo, mas frio.

No meio disto tudo, comemos o dito rojão e ainda houve tempo para tomar um cafézinho no Aeródromo da Maia, tudo isto para chegar às 13:00 horas como previsto inicialmente, ao local de partida.

Estiveram presentes os seguintes bravos:  Jorge Almeida, Clesio Neves, Augusto Tomé, Luís Doro, Domingos Queiroz, Henrique Cardoso, Jose Santos, Antonio Magalhaes, Armando Teixeira, Pedro Tiago Ferreira, Carlos Filipe Duarte, Carlos Cunha, Emanuel Mascarenhas, Paulo Ribeiro, Fábio Pereira, Jorge Moreira-nelo, Vitor Godinho, Antonio Couto, Jorge Oliveira, Apinho da Silva, Mario Dantas, Jorge Bastos, Jose Joao Lima, Jose Pereira, Alexandre Aires e o Nuno Cunha, que eu já conhecia desde miúdo, e que agora, homem de barba feita, andava a pedalar comigo sem que eu o reconhecesse, é nestes casos como diz o povo – Este mundo é pequeno – verdade absoluta!

Alguns amigos já conhecemos das nossas andanças do NGPS e afins, é o caso do Apinho da Silva e do Jorge Moreira-nelo, que trouxeram consigo o António Couto, e ainda mais dois amigos do Paulo Ribeiro o José Pereira e o José João Lima, resumindo a família Dar ao Ped@l não para de crescer!

Foi uma manhã divertida, como é nosso apanágio. Um abraço a todos.

Nós a chegarmos a Quereledo!

Nós a chegarmos a Quereledo!

Aqui fica a "tasca" dos Amigos do Pedal.

Aqui fica a “tasca” dos Amigos do Pedal. O encontro com amigos é inevitável.

Pausa, para reagrupar!

Pausa, para reagrupar!

Desbravando terreno :-)

Desbravando terreno 🙂

Dá-lhe gás...

Dá-lhe gás…

Por terras nunca dantes...pedaladas!

Por terras nunca dantes…pedaladas!

Fazendo justiça ao nome da rota!

Fazendo justiça ao nome da rota!

Abastecimento...

Abastecimento…

Ultrapassando dificuldades...para nós não há obstáculos!

Ultrapassando dificuldades…para nós não há obstáculos!

Amigos...na brincadeira!

Amigos…na brincadeira!

O Nuno, que conheço desde miúdo e o Fábio, os nossos benjamins, e faltou outro!

O Nuno, que conheço desde miúdo e o Fábio, os nossos benjamins, e faltou outro!

José Pereira e José João Lima

José Pereira e José João Lima

Apinho da Silva

Apinho da Silva

António Couto e Jorge Moreira-nelo

António Couto e Jorge Moreira-nelo

Foto do grupo com a banda...

Foto do grupo com a banda…

Os 26 bravos, na Rota do Rojão 2015.

Os 26 bravos, na Rota do Rojão 2015.

Mais fotos no: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.787140891339027.1073741961.473636959356090&type=1

Comboios, Metro e Bicicletas

Posted by Valdemar Freitas on 13 de Janeiro de 2015
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Linha de Comboio, Maia, Trofa. 10 comentários

11 de Janeiro de 2015

Comboios, Metro e Bicicletas

Tendo como guia o nosso amigo duriense, César Pinto, benfiquista de raça, morador na Maia e por demais conhecedor dos trilhos, onde costuma pedalar com outros amigos maiatos, fizemos neste último domingo, um percurso muito bonito entre a Maia e os arrabaldes da Trofa, tendo quase sempre pedalado, literalmente em cima da antiga linha de comboio, que ligava entre outras, estas duas localidades, inicio e fim do percurso domingueiro.

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Deixou assim de ser linha de comboio para em promessas eleitoralistas e outras que tais, feitas às populações que ela servia, de vir a ser mais uma linha do metro de superfície da área metropolitana do Grande Porto.

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Tão cedo me parece, não será linha de metro coisa nenhuma nem para tal caminha, quanto muito, a exemplo de muitas outras extintas linhas ferroviárias, transformada no mínimo e bem, numa futura ecovia, ecopista ou ciclovia onde se poderá caminhar e pedalar com qualquer tipo de bicicleta, em família, consoante o tipo de pista adoptada para o efeito.

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Por enquanto nada disso, para gáudio de betetistas como nós, pois os diversos tipo de pisos que aí encontramos, desde troços ainda com o lastro de pedras da via ferroviária, zonas com muita lama, com despejo de resíduos de obras ou com a vegetação que vai tomando aos poucos conta do espaço, apenas nos permite a nós e às nossas bicicletas todo-o-terreno, desfrutar deste belo percurso com o máximo prazer.

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Mesmo não sendo possível fazê-lo em toda a sua extensão, pelos motivos referidos no parágrafo anterior, os locais alternativos são também eles na maior parte das vezes atractivos e bem escolhidos por quem os traçou, desde os single-tracks, à subida ligeira de um corta-fogo, a uma subida um pouco mais difícil em estradão até à descida deslumbrante, rápida e com degraus em pedra natural, aceitáveis e no limite do ciclável para os menos audazes, onde me incluo eu e, que a todos agradou, ficando a enorme vontade de a repetir o quanto antes, desde que o tempo o permita, isto é, sem chuva, pois nas pedras lisas e molhadas, ninguém deseja escorregar e/ou cair.

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Para começar o meu novo ano no “monte”, nada mau, estes 50 e poucos km de puro BTT.

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Com tantos eventos e lugares para pedalar, 2015 promete.

Valdemar Freitas

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Posted by Augusto Tomé on 9 de Janeiro de 2015
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto, Eventos, Passeio dos Reis. Tagged: Alfena, Passeio dos Reis. 3 comentários

Todos os anos acontece por iniciativa dos nossos amigos e companheiros BTT Alfenense o Passeio dos Reis, este ano não foi excepção, com a diferença que desta feita nada tivemos a pagar, foi um vulgar passeio matinal domingueiro, mas com direito a bolo-rei no final e na companhia de diversos grupos convidados, Caça-Mouros, Nortetrilhos, Gaiabikers, Doidos Por Lama, Maia BTT Team, Rolling Bike, Allien Team BTT, e certamente alguns mais que me passaram despercebidos, que me desculpem a falha. Nós não faltámos como já é habitual, estivemos presentes em número considerável, a saber Fábio Pereira, Antonio Magalhaes, Pedro Tiago Ferreira, Joao Neves, Mario Dantas, Jorge Bastos, Jose Pinto, Nuno Almeida, Cesar Pinto, Luís de Almeida, Jose Pires, Augusto Tomé, Rui Teixeira, Armando Teixeira, Domingos Queiroz, Emanuel Mascarenhas, Carlos Cunha e Diogo Santos, uma presença assinalável, portanto. A manhã apresentou-se gelada começamos a pedalar por volta das 9 horas com 0º graus. Foi uma manhã divertida, sem sombra de dúvida, uma homenagem ao nosso desporto favorito – o BTT.

O grupo, ainda que incompleto!

O grupo, ainda que incompleto!

O monstro sagrado do BTT, Luís Almeida, com algum frio!

O monstro sagrado do BTT, Luís Almeida, com algum frio!

Concentração antes da partida conjunta!

Concentração antes da partida conjunta!

Não há frio que meta medo!

Não há frio que meta medo!

Os nossos "benjamins"

Os nossos “benjamins”

A manhã apresentava-se digamos...fresca!

A manhã apresentava-se digamos…fresca!

O António Magalhães a tentar não molhar os pés!

O António Magalhães a tentar não molhar os pés!

...pausa, para descanso...

…pausa, para descanso…

José Pires, no seu melhor!

José Pires, no seu melhor!

O João Neves também se juntou ao grupo!

O João Neves também se juntou ao grupo!

 

Pedalando, sorrindo, vivendo!

Pedalando, sorrindo, vivendo!

Sofrer, principalmente nas subidas, é uma das vertentes do BTT!

Sofrer, principalmente nas subidas, é uma das vertentes do BTT!

O César também nos fez companhia desta feita e trouxe o Luís Almeida, o monstro do BTT.

O César também nos fez companhia desta feita e trouxe o Luís Almeida, o monstro do BTT.

...pausa final...estamos quase lá!

…pausa final…estamos quase lá!

Dar Ao Ped@l, foto de grupo.

Dar Ao Ped@l, foto de grupo.

 

@ 2014

Posted by Dar ao Ped@L on 8 de Janeiro de 2015
Posted in: Crónicas, Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: 2014, Balanço Anual, Crónica. 8 comentários

@

Existe algo de mágico e ao mesmo tempo de sagrado no BTT !

Uma espécie de “bichinho” que nos rói as entranhas e nos tira da cama,  para o calor e para o frio, para o pó e para a lama, para o dia e para a noite, para o prazer e para o sofrer.

Não sei se lhe chame hobbie ou vício, vontade ou necessidade, ben-u-ron ou ansiolítico. Sei que nesta fase da minha vida e da de quem me acompanha, ele representa o “escape” necessário para nos sentirmos mais vivos, mais ativos e presentes, independentemente de todas as adversidades e dificuldades, profissionais, familiares, decorrentes, intemporais.

Um acumulado de sensações de liberdade, de amizade e espaço, de saúde e poder sai bem lá dentro de nós, quando o grito de “guerra” sobressai do ruído nervoso das cremalheiras e desviadores, pedais e clits, do chilrear das pastilhas…. – ????? AI QUERES MONTE  ?????

SIM !!!!!  Queremos o monte e a adrenalina, queremos o risco,  o ficar cansado, tolhido de suor ou frio, beber água das fontes, molhado, enlameado, queremos o pack dos tombos por inteiro, queremos resssssssssvalar, fazer Kilómetros até… sentir o rasgar dos músculos e o apaziguar da alma.

É esta a magia, são estes os valores sagrados dos “monstros” que pululam e salpicam os montes de cor e velocidade… como se de alcateias se tratasse.

2014 foi um ano bom para o @, tivemos ótimos momentos de viagem, de monte e à mesa, nos riachos e no café, no ritual da banana, as fotos de Grupo e para o Grupo, o congeminar de tracks e estratégias, a Caixa e o Euromilhões, a Cofides e mais… e, sobretudo,  a consolidação e afirmação, perante os demais, do @, como um grupo coeso, dinâmico participativo, influente e … Reconhecido !

É ESTE O ESTATUTO QUE PENSO TERMOS ATINGIDO NO ANO DE 2014 O DO

RECONHECIMENTO

Jorge Bastos

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