The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2014 annual report for this blog.
Here’s an excerpt:
The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 32,000 times in 2014. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 12 sold-out performances for that many people to see it.
Mais de centena e meia de betetistas, ocuparam na manhã de domingo os espaços em redor da Igreja de Santa Rita, provocando a curiosidade não só dos residentes da área como também de quantos circulavam na estrada.
Porque de um modo geral não é muito usual uma igreja ser invadida com elementos de fato justo e de licra com o capacete enfiado na cabeça.
Pode dizer-se que foi de facto uma manhã bem diferente do habitual e muito movimentada.
Betetistas, cicloturistas, ciclistas, amigos da bicicleta, familiares e amigos…
Tratou-se da cerimónia da Benção dos Capacetes, única ao nível de Distrito e região Norte de Portugal.
Mesmo assim, com a ameaça de chuva, que nada abona a presença de qualquer cicloturista em qualquer evento, seja a pedalar, numa rota ou num “track”, lá compareceram os mais audazes (a sorte protege os audazes).
Salientamos a presença dos filhos dos nossos pedalistas equipados com os respectivos capacetes, enchendo os nossos corações de alegria, originando mesmo que alguns deles ficassem com uma lágrimazinha do canto do olho.
A parte cerimonial teve início às 09 horas e 15 minutos da manhã com uma celebração efectuada pelo Padre Avelino dedicada a todos os betetistas.
Padre Avelino
Enaltecemos a prontidão e gentileza do Senhor Reverendo Padre Avelino, que tornou a cerimónia num evento único, bem como o Coro que alegrou com lindas canções toda a assembleia presente.
Coro
Depois da cerimónia os pedalistas dirigiram-se em fila ordeira para depositarem, cada um, a sua rosa aos pés da Santa Rita.
O nosso muito obrigado a todos os participantes, grupos, pessoas, amigos e familiares.
Esta celebração foi de autoria de todos os elementos do Dar ao Ped@L.
Quatro dias de convívio, partilhados entre amigos, com o meu colega de equipa do Dar ao Pedal, Valdemar Freitas, os Gaiabikers, Manuel Couto e Henrique Santiago, o casal simpático Sónia Couto e Pedro Coelho, que nos acompanharam e transportaram no 1.º e 2.º dias, os companheiros do Grupo Kunalama, Sérgio Sousa e Sérgio Soares, José Ferreira e Mário Coelho, Bruno Bartes e Nelson Sousa.
Tratou-se de uma experiência inesquecível, aliando a prática do btt, ao prazer da fotografia, com passagens por locais de extraordinária beleza natural.
Este evento decorreu na ilha de São Miguel, a maior do arquipélago Açoriano, formando juntamente com a ilha de Santa Maria o grupo Oriental, sendo que o ponto mais elevado da ilha, se situa no Pico da Vara a 1.105 m de altitude.
1.º dia Quinta-feira (02.10.2014)
Chegada a Ponta Delgada e alojamento no Hotel Vila Nova. Depois do check-in, tratamos de montar as bikes no parque do hotel e fomos testá-las, para a grande aventura que nos esperava.
Ainda aproveitamos o resto da tarde solarenga para dar uma volta pelas Portas do Mar e levantar os dorsais no Hotel VIP Executive, onde se encontrava o Secretariado e hospedados os restantes atletas.
Regressamos entretanto ao hotel, para jantarmos num Restaurante próximo, que o Henrique conhecia, o Estradinho, onde comemos um bife á casa, sugestão do chefe, tendo terminado com uma sobremesa de ananás dos Açores, um dos melhores que comi até hoje.
Eram já quase 21:00 horas, quando alguém se lembrou que tínhamos um briefing sobre o Evento a essa mesma hora. Toca a pegar nas bikes e rolar em direcção ao Hotel VIP Executive.
2.º dia Sexta-feira-feira (03.10.2014)
Dia reservado para conhecer parte da ilha. Depois da maior parte manhã perdida no aluguer uma viatura, seguimos em direcção á Ribeira Seca e à Ribeira das Tainhas, onde nos sugeriram tomar um banho de mar. Contudo dado ao adiantado da hora, acabamos apenas por passar pela praia, para molhar apenas os pés. Reparamos no pormenor da cor da areia e das pedras pomes que encontramos ao longo da praia, diferente das praias que encontramos do Continente, dada a natureza vulcânica da ilha.
A temperatura da água estava agradável, com alguns turistas a apanhar sol e a mergulhar nas águas quentes do Oceano Atlântico.
Seguimos então para o as Furnas, para o Restaurante “O Miroma” onde nos esperava o tão famoso cozido das Caldeiras.
Depois da lauta refeição, regada com vinho regional dos Açores Quinta da Jardinete, fomos até ás termas da Poça da D. Beija, dotada de 2 piscinas com água quente, com uma nascente natural e onde passamos o resto da tarde.
No regresso a Ponta Delgada ainda fomos apreciar a vista panorâmica da Baia de Sta. Iria e passamos pela Caldeira Velha, á procura da cascata de água, mas ás 18:30 h já encontrámos o portão encerrado.
Às 20:00 h tivemos o Prólogo nas Portas do Mar, a 1.ª Etapa, um percurso de 2 km, a contar para a classificação das etapas seguintes, tendo a noite se prolongado, com jantar na Casa do Bife o Galego, onde se comem os melhores bifes da região, com a festa a durar até à 01.30, com animação musical, de vários amigos, com recurso ao karaoke.
3º dia Sábado (04.10.2014) – 2 ª etapa
Segunda etapa com menos acumulado, 1.911 m, mas com 70 km pela frente e a acabar junto á Lagoa das Furnas. Esta etapa, devido ás suas características, proporcionou momentos de uma beleza incomparável, tendo o percurso atravessado aldeias e vilas, com passagens por propriedades privadas, onde predominava a cor verde dos prados, com o branco e preto das vacas a pastar, rodeados pelo azul do Oceano Atlântico.
Logo no inicio surgiu a 1ª avaria, decorridos que estavam 5 kms, com um raio partido na roda de trás da minha Cannondale, com meia hora de paragem, para reparação.
Tenho um raio partido!!!
Ficamos a fechar o percurso e logo nas primeiras subidas, a corrente da KTM do Valdemar, também começou a dar problemas, com o drop-out que tinha substituído o que se tinha partido no transporte da bagagem no avião.
Estávamos a cerca de 3 kms do abastecimento, quando um ciclista de estrada nos alertou para o encerramento do abastecimento. Dada a necessidade premente de água, lá fomos a acelerar para o tão desejado reforço na Coroa da Mata.
Constatamos que o motoqueiro que fechava o percurso não tinha dado pela nossa falta, uma vez que tinha entrado mais á frente, durante o percurso, já no monte, situação que foi corrigida no dia seguinte, sendo que entretanto também alguns atletas se tinham perdido.
Localidades a reter neste percurso: Lagoa, Ribeira Grande, Porto Formoso, S. Brás, até entrarmos na EN1 na rota do chá e atravessarmos a Quinta do Chá Gorreana, uma subida fantástica, para depois descermos até á Lagoa de S. Brás e voltarmos a subir até aos 766 m de altitude.
A terminar, uma descida por uma pista de down-hill, bastante perigosa, que fizemos com as bikes á mão, até chegarmos á Lagoa das Furnas, passava das 16.00 h. Em resumo: 69,71 Kms de distância percorrida, em 7:09:05 h, veloc. Média 9,7 kph e 1.753 m de ganho de elevação (dados do meu Garmin).
Terminada a prova, enquanto esperava pelo autocarro que nos transportaria para Ponta Delgada, solicitei ajuda ao Director da Prova, Paulo Resendes, que me fez o favor de arranjar um mecânico, que logo se prontificou a reparar a minha bike, para no dia seguinte prosseguir em prova.
Obrigado á Loja de Bicicletas Carreiro pela disponibilidade e pela ajuda prestada na reparação da minha bike, em especial ao Nuno Melo.
Encerramos o dia com um jantar no Restaurante Borda D’Água na Catedral do Peixe, em Lagoa.
4º dia Domingo (05.10.2014) – 3ª etapa
Terceira etapa, a mais exigente, com as dificuldades das subidas ás cumeeiras das Sete Cidades, mas a mais bonita da Prova. Um misto de subidas curtas e longas, com rampas bem íngremes e com descidas a exigirem atenção redobrada.
A passagem pela Lagoa das Empadas, a descida técnica da Serra da Devassa até á lagoa do Canário, a subida ao alto das Cumeeiras a 838 metros de altitude, com a vista panorâmica das lagoas Verde e Azul e que segundo a lenda, resultaram das lágrimas derramadas por um pastor e uma princesa que viviam um amor proibido.
Esta paisagem magnifica da bacia das Sete Cidades (uma das sete maravilhas naturais de Portugal), o açor a planar e todo o percurso que fizemos ao seu redor da Lagoa Azul, foi sem dúvida um dos momentos mais marcantes nesta edição do Azores Challenge BTT.
Tivemos ainda uma descida muito íngreme ao Km 32,8 a requerer uma atenção redobrada até á lagoa Verde, para depois voltarmos a subir até aos 585 m de altitude e deslumbrar-nos com a vista panorâmica do miradouro da Vista do Rei, que marca a presença do rei D. Carlos e da rainha D. Amélia, neste local em 1901.
A passagem pelo Hotel Monte Palace, no cimo das Sete Cidades, construído na década de 80 e votado ao abandono, que chegou a ser o único hotel de 5 estrelas dos Açores, com uma vista fantástica sobre a Lagoa das Sete Cidades, foram mais alguns locais bonitos que tivemos oportunidade de conhecer nesta Aventura do Azores Challenge BTT.
A partir deste local, onde se encontrava o último ponto de controlo ainda desfrutamos de mais algumas descidas e subidas, até passarmos pelo aeroporto, tendo chegado às Portas do Mar ás 16:50 h, na ânsia de ainda chegarmos a tempo, antes de encerrar o controle, previsto para 17:15 h (Race Book), mas quando lá chegamos, disseram-nos que tinham encerrado ás 16:30 h, tendo a Organização argumentado que no último ponto de controlo lhes tinham transmitido que os últimos atletas estavam mais interessados em tirar fotografias, situação na qual nos consideramos abrangidos, ou não fôssemos do Team Dar ao Ped@L, o grupo que prima pelo prazer da prática do btt aliado à fotografia.
Em resumo : 70,87 Kms de distância percorrida, em 7:50:41 h, veloc. Média 9,0 kph e 1.939 m de ganho de elevação (dados do meu Garmin).
Não poderia terminar esta crónica, sem deixar uma palavra de agradecimento ao meu amigo e Presidente do Dar ao Ped@l, António Oliveira, que transportou a equipa do Dar ao Ped@l até ao Aeroporto de Sá Carneiro e que esteve a acompanhar permanentemente esta aventura via Facebook, aos organizadores deste Evento, em especial ao Paulo Resendes, Director da Prova, pela forma simpática como nos acolheu e a quem desde já felicito pelo sucesso deste Evento, ao Henrique Santiago (Kiko), pelo convite que me endereçou para participar neste Evento e que tratou de toda a logística, durante a nossa estadia nos Açores, sem esquecer os restantes colegas que connosco estiveram a pedalar e a conviver, durante estes 4 dias.
Texto: Mário Dantas
Edição e publicação: Valdemar Freitas
Fotos: Mário, Dantas, Valdemar Freitas e Sérgio Sousa (grupo BTT Kunalama)
É verdade que este 5.º passeio do Dar ao Ped@L, foi programado para ser o mais belo passeio de bicicleta do planeta, que teve lugar no coração do Douro Vinhateiro, a Região Demarcada mais Antiga do Mundo, Património Mundial, terra de encantos mil ou, como perpetuou o poeta Miguel Torga, para muitos o melhor poeta português do século XX, o REINO MARAVILHOSO.
O Alto Douro Vinhateiro é uma das paisagens naturais mais enigmáticas e características do norte de Portugal.
Protegidos pela Unesco, os seus vinhedos e o néctar que deles brota são símbolos de uma região, levando o nome de Portugal mundo fora. Há muito para ver neste local único, dos miradouros aos marcos históricos, só cá vindo se perceberá esta beleza única que apaixona cada vez mais pessoas.
Aqui, vivemos a experiência de sentir o mais belo passeio do mundo e também a sensação de participar na terra que o mundo que coloca à disposição de todos o afamado Vinho do Porto, vinho mundialmente reconhecido na excelência e que é exclusivamente produzido no Douro Vinhateiro.
Depois de termos participado em vários passeios do nosso grupo ( Dar ao Ped@L), este superou todas as expectativas, graças ao nosso “capitão” Augusto Tomé, que foi incansável no desenhar do track.
Pedalar no Vale do Douro é muito mais que ciclar alcatrão, é sentir a pureza da emoção que a passo-a-passo, aqui, conquista o coração.
E agora deixo aqui mais algumas fotos da passagem por uns trilhos rodeados de vinhas que fizemos.
Nestas encostas sempre que se desce…tem de se subir também, e haja pernas e pulmão para chegar ao fim do nosso destino.
O Miradouro de S. Pedro, em S. João de Lobrigos, concelho de Santa Marta de Penaguião, situa-se a 442 metros de altitude.
O topo do cume permite-nos contemplar várias freguesias do concelho de Santa Marta e também os concelhos vizinhos da Régua e Lamego.
Ao longe o Marão impõe-se na paisagem, qual velho guardador destas paragens. Afinal, para lá do Marão, mandam os que lá estão. Trata-se de um local agradável, que disponibiliza um parque de merendas bem equipado.
O começo,
Concentrados às 07h30 na bombas da Repsol de Ermesinde.
Acondicionadas as bikes nas respectivas viaturas, lá fomos em direcção de Peso da Régua sempre com a esperança do S. Pedro não nos deixar ficar mal.
Devagar,
Iniciamos a nossa pedalada na bonita cidade de Peso da Régua, junto ao rio Douro, estavam percorridos mais ou menos meia dúzia de quilómetros e o primeiro momento de adrenalina surge com a necessidade de descer junto a ponte ferroviária desactivada, sobre o rio Corgo, bem encolhidos e com um olhar fixado no horizonte, o obstáculo foi passado com sucesso.
Depois, começou verdadeiramente a pedalada pela linha, que, aqui e ali, atalha os meandros do rio.
Nas vertentes do rio Corgo bosquejam encostas escarpadas num vale profundo verde e fechado. As encostas da serra estão ornadas com vinhas, e ao longe avistamos o topo da serra do Marão.
A presença humana é detectada por sinais de fumo visíveis nas encostas da serra, que nos socalcos, homens e mulheres com labor e paixão percorrem, cortando as varas, as que estão a mais, e as que estão muito compridas.
Depois deste corte irão nascer outras varas e o fruto, as uvas, que nos irão brindar com sonhos dourados. É no meio destes infinitos socalcos que os sinais de fumo levitam, com a queima das varas, que foram podadas, numa conexão de espiritualidade, homem, natureza.
É deste ciclo vegetativo da videira e do apuro no plantio das castas de vinha, associado ao processo de fermentação do mosto com a aguardente vínica que germina o generoso vinho do Porto.
Pedalada a pedalada, encurtamos a linha. Mais uma foto, mais um olhar, mais uma paisagem que impressiona, tivéssemos nós ali à mão a paleta, pincéis, tintas e a arte de Claude Monet e arrebatávamos para a tela pinceladas livres com as nuances de um rio que perdeu a linha, mas não perdeu a liberdade.
Vistoriar edifícios abandonados é praxe de curiosos, ande-se de bicicleta ou a pé.
Vistoriamos os apeadeiros, pequenos museus com artefactos de uma vida que por aqui já esteve. Olhamos as fachadas, anotamos a preciosidades da sinalética dos sanitários, esta, não subestima o Homem, mas eleva a mulher ao estatuto de Senhora.
Fizemos um desvio antes de chegarmos a Vila Real ( Ermida) fomos em direcção às vinhas do famoso vinho do Porto ( serpenteamos no meio delas), até à hora de almoço, na vila de Santa Marta Penaguião.
A barriga já queria alimento e chegados a Santa Marta Penaguião, pergunta-mos a um aldeão aonde se comia bem e barato.. Foi-nos informado “ RESTÃORANTE” Santo António “carago”.
Lá subimos, fomos contemplados com o leitão assado no forno, cabrito e “montes” canecas do tal vinho de Santa Marta.
Por fim no repasto!!! O chipiripiti da malta, era só consumir e espalhar a alegria deste magnifico grupo… Que o diga o Freitas, o homem do vapor e por fim o amigo do bigodes ( obrigado mãe).
Enaltecemos ao nosso “caçula” Fábio a paciência em tomar conta das meninas enquanto almoçava-mos.
O regresso à cidade da Régua foi consumado pela estrada, que, atravessa pequenas aldeias, com a vantagem de ser sempre a descer. Aqui e ali espreitávamos a linha do comboio que nos tinha levado a Vila Real, num exercício de engenharia, avaliamos a cota entre a estrada onde nos encontramos e a linha, ajuizando o trabalho duro e árduo que foi necessário para que o comboio chegasse a Vila Real em 1 de Abril de 1906.
Vendedoras ambulantes apregoam os típicos rebuçados da Régua. Atravessamos a cidade até ao cais, local de onde partem e chegam os barcos de turismo que cruzam o rio Douro.
O dia começa por uma serena liberdade, de cor, cheiros e sons que brotam da paisagem natural que circunda a aldeia, tendo como fundo o rio Douro.
Do alto da capelinha de S. Pedro avistamos a magnifica paisagem do Douro com o rio em pano de fundo.
Fomos interceptados com um grupo de senhoras bem dispostas e brindaram-nos com um copo de vinho do Porto aonde tiraram umas fotos com o nosso grupo para a posteridade.
Pedalamos por entre caminhos de montes e de vinhas enfileiradas, sempre com um olhar sóbrio às águas silenciosas do Douro.
Há uma dificuldade em escolher a paisagem, contemplamos, contemplamos, a decisão é difícil, o momento é único e real, ele está lá ao fundo, vamos ter com ele.
Regresso a nossas casas,
Os carros tinham um aditivo fora do normal… talvez fosse o cheiro do mosto.. andavam que se fartavam.
O grupo presente no 4.º Passeio Dar ao Ped@l – Póvoa do Lanhoso
No Domingo, 31 de Agosto de 2014 decorreu mais um passeio do Dar ao Ped@l por terras de Lanhoso trilhando pelo percurso mais conhecido como “Maria da Fonte”.
O objectivo a atingir…
Neste convívio compareceram os pedalistas António Oliveira, Augusto Tomé, Valdemar Freitas, Domingos Queiroz, Pedro Tiago Ferreira, Nelson Rebelo, Nuno Nunes, Paulo Domingues, Mário Dantas, António Magalhães, Armando Teixeira, Jorge Oliveira, Rui Teixeira, Ricardo Cunha, Emanuel Mascarenhas, Miguel Melo e Fábio Pereira, e no slide também o Bruno e a Anabela.
Desbravando terreno…
Este passeio iniciou-se no Diver Lanhoso após o respectivo rendez-vous nas bombas de Ermesinde e o habitual cafézinho da praxe à entrada da Póvoa de Lanhoso.
Não há obstáculos para nós…
Rapidamente se iria constatar que os trilhos planeados já não eram transitados à algum tempo pelo que houve um excepcional trabalho de desmatamento pelos elementos da trupe, nada que demovesse os ânimos de um grupo habituado a estes ambientes agrestes.
Mais obstáculos, transpostos…
O track da Maria da Fonte proporcionou a experiencia de paisagens lindíssimas, intocadas e bons momentos de diversão bem como a oportunidade de trilhar caminhos complexos e cheios de surpresa. Quase no final da manha o grupo foi presenteado pela amabilidade, característica das gentes do Norte, dos habitantes da “Casa da Horta” que prontamente dispuseram da sua casa para abastecimento de água aos elementos do grupo. A maneira descontraída com que nos receberam e a sua hospitalidade não será esquecida, um bem-haja para estes novos amigos.
Casa da Horta
Tendo o objetivo à vista pelo final da manha, rapidamente nos apercebemos que não iria ser fácil. Assolados por um sol abrasador e com um trilho complicado pela frente, foram de uma brutalidade extrema só recompensados pela vista sublime que o cume nos proporcionou.
Repasto, versão 1
Eis chegado à hora do repasto, á sombra da capela todos os elementos recuperaram forças com a animação habitual destes momentos.
No comments
Quando tudo parecia melhorar e tendo pela frente uma descida imponente eis que o trilho mais uma vez tomou o lugar de destaque com avarias de todos os tipos e quedas aparatosas, presenteadas, claro, com várias sessões de “acupunctura”.
Acupuntura
Vários membros tiveram de retirar os corpos estranhos de si, sendo que alguns levaram essa tarefa a um patamar superior de excelência, não estaríamos nós a falar de sua excelência em pessoa.
Repasto, 2ª parte
Visto por poucos e testemunhado para a posteridade em película digital, leva-nos a pensar que foi melhor assim não houvesse mais acidentes defronte de tamanha imagem.
Diversão…
De salientar a quantidade e variedade de bosta encontrada no trilho que, durante toda a sua extensão nos presenteou com a sua presença, diria mesmo excessiva.
Ai queres monte?…
À medida que íamos descendo e acumulando avarias e acidentes, o trilho foi melhorando e eis que chegamos novamente á civilização.
Transpondo obstáculos…novamente!
Um café local serviu de base para o reagrupar e hidratar do grupo, já atrasado para o slide.
A contemplar as vistas…
Após alguma discussão e debate quanto á maneira mais rápida de chegar ao nosso compromisso seguinte lá arrancamos a seguir o track planeado.
A experimentar uma versão soft de enduro…
Rapidamente chegamos á conclusão que não seria fácil seguir pelo caminho trilhado ao início da manha pelo que seguimos por trilho alternativo.
Refrescando as ideias…e tapando furos!
De notar a amabilidade de 2 rapazes que prontamente se prestaram a indicar o caminho mais rápido para a DiverLanhoso.
Os rapazes…
Já no parque, após agrupar, fomos em direcção ao nosso objectivo final, o slide.
Slide I
Após o equipar com os apetrechos necessários ouvimos a palestra de segurança dada pela simpática monitora sobre como “deitar para não aleijar”. Penso que falo por todos quando digo que foi uma experiência radical e emocionante.
Slide II
Um agradecimento novamente ao nosso presidente que, no slide, adoptou uma postura preventiva, alertando a todos para a posição de chegada, o famoso “Deita Caralho, Deita”.
Slide III
Em suma penso que podemos dizer que este passeio teve como pontos-chave, a merda (ou bosta), os picos que quase todos os sentimos e o novo grito de guerra!
Melhores Cumprimentos,
Cunha
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