18 de Agosto de 2013
Desafio Serra Amarela – Ponte da Barca
Mais um desafio desta vez, em Ponte da Barca, à conquista da Serra Amarela.
Foram cerca de 40 kms bem durinhos.
Começamos pelo sentir da dureza das subidas, depois de uma visita ao centro de Ponte da Barca, sempre a subir, a trepar paredes até aos 540 m de elevação, cerca de 12 Kms, que nunca mais acabavam, com calor a rondar os 30 graus.
Que o digam os Pros que também lá estavam e que consideram esta prova como de dificuldade elevada. Valeu pelas fantásticas paisagens.
Ficaram-me registadas a subida até ao Monte do Livramento, em Sampriz, onde se avistam as Serras de Arga, Peneda, Soajo, Amarela e Gerês e onde foi feito o 1º reabastecimento, a passagem por Aboim da Nóbrega, Santo António de Mixões da Serra, local por onde já tinha passado no Transmixões (NGPS) e onde havia o 2.º reabastecimento e a separação da meia para a maratona.
Mais uma oportunidade par encontrar amigos do pedal, já habitués nestes desafios, Tapa FurQs Btt Clube, Steven Fernandes, Btt Bravaes e tantos outros que já me tem acompanhado noutros Eventos, mas com outra pedalada.
Um verdadeiro empeno e um bom treino para o Passeio de Santiago que se avizinha (Chaves-Santiago- Finisterra) e que já está à nossa espera.
Abraço,
Mário Dantas
Para mais fotos deste evento: ver aqui
Sábado, 03 de Agosto de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 7.ª etapa com saída no Sábado, 03 de Agosto de 2013 da bonita cidade de Viana do Castelo, num passeio que se revestiu de especial importância para todos os participantes, já que foi um percurso circular de 40 ou 80 kms conforme a opção de cada um, nós optámos por fazer o passeio de 40 kms, já que grande parte de nós não estava em plena forma física, coisas das férias, está-se mesmo a ver, a organização esteve a cargo da Viana Adventure e esteve tudo impecável, como é hábito nos eventos do Circuito NGPS.
Nesta edição, estivemos presentes 6 elementos do grupo, eu, o Mário Dantas, o Valdemar Freitas, o Jorge Oliveira, o Ricardo Ferreira e o estreante Sérgio Caban, este passeio do Circuito NGPS acabou por manifestar-se levezinho, agradável e com umas paisagens fantásticas, que cobrem desde a montanha pura, ao bom estilo do Gerês até à montanha com ar de maresia onde se avista o mar até perder de vista, lindíssimo, sem dúvida.
A logística deste passeio foi fácil, assim após recolher o Jorge Oliveira em Rio Tinto, às 07:00 horas conforme previamente combinado, seguimos destino até Ermesinde onde já nos aguardavam o Mário Dantas e o Valdemar Freitas, bicicletas e mochilas acondicionadas e era hora de seguir em direção a Viana do Castelo. A viagem decorreu calma e sem sobressaltos, pelo caminho o Sérgio Caban juntou-se a nós, estava da área de serviço de Vila do Conde à nossa espera, o Ricardo Ferreira tem um carro muito rápido, pelo que não nos conseguimos encontrar pelo caminho, e para cumulo quando chegámos a Viana, esqueci-me por completo dele, mas ele lá atinou a ir ter connosco estávamos nós a começar a desmontar a traquitana quando ele se juntou a nós. Dirigimo-nos ao secretariado, levantámos os dorsais e fizemo-nos ao caminho.
Os primeiros 10 quilómetros aproximadamente, revelaram-se agradáveis e calmos, já que rolamos pelo centro da cidade e depois subimos em direção ao Santuário da Santa Luzia, por um trajeto maioritariamente em alcatrão ou estrada de paralelepípedos.
Nesta foto de grupo, gentilmente tirada por um elemento da organização e onde se situava um local de abastecimento de água, para quem necessitasse, estávamos a aproximar-nos da subida mais dura do dia, sempre para cima até avistarmos o mar. Foi um percurso engraçado, nada de muito violento, é verdade, mas sempre a subir. Pelo caminho ainda encontramos um grupo de cavalos selvagens ou garranos e tivemos tempo para fazer o nosso piquenique, como habitualmente fazemos em todas os passeios do Circuito NGPS. Uma manhã e parte da tarde muito divertidos, com trilhos muito bonitos, técnicos, rápidos e single-tracks e descidas a condizer. Uma receita muito boa para se passar um dia agradável em Viana do Castelo.
Em que outro sítio do mundo se pode ver uma paisagem desta beleza e ainda ser brindado com cavalos selvagens ou garranos e um oceano azul da cor do céu a perder de vista, só em Viana do Castelo e nos passeios do Circuito NGPS.
Na imagem abaixo, vemos o nosso amigo Sérgio Caban num momento de introspeção, observando a imensidão da paisagem.
E assim começámos a descer, sempre, sem parar até ao nível do mar, onde pedalámos por trilhos incríveis e single-tracks bestiais, pelo meio descemos calçadas romanas muito boas e onde pedalamos e aceleramos as nossas bicicletas para fazer o gosto ao pé e subir a adrenalina, muito bom, mesmo!
A terminar fizemos os últimos quilómetros sempre junto ao oceano Atlântico, o que se revelou muito agradável, ficámos a conhecer mais um pouquinho da nossa lindíssima costa portuguesa, desta feita em Viana, onde tivemos oportunidade de ver moinhos, gravuras pré-históricas, sem pagar, diga-se de passagem, e muito mais, vale bem um passeio por estes lados, ah e praias lindíssimas e pasme-se quase vazias e muito sossegadas, é verdade que quase sempre está nortada, mas que são lindas, lá isso são, que ninguém duvide.
No final a organização brindou-nos com uma excelente bola de Berlim, com uma qualidade fabulosa e sem ter que esperar 30 minutos numa fila, como aconteceu no Natário onde fomos comprar as nossas bolas de Berlim para levarmos para as nossas famílias. O nosso agradecimento à Viana Adventure, tudo impecável, banhos com água quente, bola de Berlim no final, que mais se pode pedir!
E assim passámos mais um dia fora de casa, a fazer aquilo que todos nós gostámos, andar de bicicleta no monte e fotografar sítios, lugares e locais lindos, onde só é possível a pé ou de bicicleta, regressámos calmamente, não sem antes pararmos em Viana para irmos ao Natário buscar as bem-ditas bolas de Berlim. Um sábado bem passado na companhia de bons amigos.
Este passeio também foi dos mais eficazes a todos os níveis, houve apenas uma queda do Sérgio Caban sem ferimentos de maior, não houve furos, nem tão pouco avarias. Do ponto de vista mecânico foi 100% eficaz. Percorremos 41,96 km em 6:45 horas, das quais 4:03 horas a pedalar, subimos dos 0 aos 478 metros de altitude e vice-versa e fizemos um acumulado positivo de 1.109 m, um ótimo passeio, portanto.
Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, a 8.ª Etapa, o “Extremo Ibérico” em Vila Nova de Cerveira, que a avaliar pelas fotos vai ser lindo, simplesmente deslumbrante, lamentavelmente, dos habituais participantes nenhum de nós poderá estar presente, já que iremos a caminho de Santiago de Compostela, mas iremos seguramente fazer este passeio numa data posterior.
Podem ver as estatísticas, vídeo e fotos nas ligações abaixo, apreciem:
http://connect.garmin.com/activity/353494397
Domingo, 14 de Julho de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 6.ª etapa com saída no Sábado, 13 de Julho de 2013 da simpática cidade do Peso da Régua com destino pré-definido em direcção à Capela da Senhora da Serra, no Marão, num passeio que se revestiu de especial importância para todos os participantes, já que foi uma etapa realizada durante toda a noite, logo de uma exigência e concentração extremas e onde estava previsto conforme anunciado pela organização realizar 75 km e 2.500 m de acumulado positivo, sendo que o objectivo principal de todos os participantes é ver a alvorada no cimo da Serra do Marão.
Nesta edição, estivemos presentes 3 elementos do grupo, eu, o resistente Mário Dantas e o estreante Nuno Almeida, que com os seus 32 aninhos levou uma tareia daquelas fenomenais, que só os “velhotes” estão habituados, toma que é para aprenderes, isto não é só letra, é preciso fazer pela vida… quando nós dizemos que custa, ah e tal… custa mesmo. Brincadeiras à parte este foi o passeio do Circuito NGPS que mais me custou fazer e de longe o mais duro, por vários motivos, não obstante, foi também um dos que mais gostei, também por vários motivos.
A logística deste passeio foi relativamente fácil, assim após recolher o meu amigo Nuno Almeida em Fânzeres, às 20:00 horas conforme previamente combinado, seguimos destino até ao Porto para recolher o nosso amigo Mário Dantas, bicicletas e mochilas acondicionadas e era hora de seguir em direcção ao Peso da Régua. A viagem decorreu calma e sem sobressaltos, por volta das 22:00 horas já estávamos na Régua, estacionamos e preparamos tudo para seguir para a nossa aventura. Dirigimo-nos à beira rio, onde estava sediada a organização – os ptdirtriders – levantamos os dorsais e recebemos o respetivo balão com pirilampo para alegrar a noite Réguense ao passar a caravana de ciclistas, estava prevista a partida conjunta mas a hora começou a avançar e a maior parte do pessoal resolveu por as “rodas” ao caminho. Quando estávamos a partir ainda estavam a chegar o pessoal da Ecobike, com o inconfundível Manuel Couto.
Os quilómetros iniciais revelaram-se extremamente agradáveis, calmos e engraçados, já que toda a gente rolava em fila indiana, por um trajecto que tinha aspecto de ser uma antiga linha de comboio – no dia seguinte viria a confirmar no GPS que andamos a pedalar ao longo do Rio Corgo durante a noite e nem nos apercebemos, suspeitávamos que estaríamos à beira rio, porque de vez em quando ouvíamos água a correr e conseguíamos ver declives acentuados do nosso lado esquerdo, alguns pareciam altos, pelo que rolamos sempre com algum cuidado.
A noite foi rolando calmamente, era hora do primeiro lanche, conforme mostra a foto acima. Pelo caminho diversas vezes fomos encontrando elementos da organização fotografando e fornecendo água, ao longo de todo o trajecto, um assinalável feito, já que apesar de ser de noite e o calor não apertar, a falta de pontos de abastecimento de água, logicamente fez-se notar, por motivos óbvios, claro!
De entre as inúmeras, as muitas, já nem sei que adjectivos usar para qualificar todas as subidas que encontramos e subimos pelo caminho até chegar ao cimo da Serra do Marão, esta da foto acima reveste-se de particular interesse, estávamos já, os três, digamos que um pouco a ficar saturados de tanta subida, eu particularmente, já que não me tinha alimentado convenientemente (não jantei) e o corpo estava a ressentir-se dessa má opção, da qual fui único responsável, vai daí paramos neste local, a subir claro, onde também já estavam alguns elementos, incluindo alguns amigos dos Kunalama a descansar um pouco, para tomar de assalto a restante subida em falta, “Quanto falta para chegar lá acima?” perguntava o Nuno, resposta de um amigo betetista, “Para aí uns 300 metros na vertical!”, nova pergunta, desta feita minha: “Isso em quilómetros dá para aí quanto?”, resposta “É pá, não sei ao certo, para aí uns 2 quilómetros!”, bem optei por lanchar novamente ali mesmo e os meus companheiros acederam a fazer-me companhia, porém o lanche não ia para “baixo” de modo algum, a coisa começou a ficar ligeiramente toldada e a má disposição a vir ao de cima, vai daí aplicou-se a máxima usada pelo saudosíssimo Vasco Santana “Peito para fora, barriga para fora, joelhos para, só um momento… foi tudo fora” exacto, foi isso mesmo, virei o barco, vomitei, não aguentei a pressão, os meus companheiros ficaram ligeiramente preocupados, mas o facto é que fiquei muito melhor após o desagradável acontecimento.
É uma pena as máquinas fotográficas e de filmar não consigam captar com fidelidade as paisagens nocturnas que tivemos oportunidade de admirar pelo caminho, a noite é linda e fantástica.
E assim atingimos o “topo do nosso mundo” o cimo da Serra do Marão, na imagem acima está a capela da Senhora da Serra, aos 1.407 metros de altitude, palavras para quê, foi subir até dizer chega, xiça que isto foi duro, mas conseguimos.
Chegados ao topo, tiramos a foto da praxe, e descansamos um pouco atrás de um pequeno muro, de modo a nos protegermos do frio, até que alguém nos indicou que a capela estava aberta, dirigimo-nos até lá e era só pessoal a descansar, uns deitados no chão, outros sentados nos bancos, mas pelo menos abrigados do frio que se fazia sentir no cimo da serra, agora tínhamos que aguardar pelo nascer do Sol, ainda faltavam alguns minutos.
Às 6:09 horas lá se dignou a aparecer o Sol em todo o seu esplendor, ainda que o céu estivesse parcialmente nublado, deu para captar a essência do acontecimento e ficou registado nas nossas memórias para todo o sempre, um espectáculo digno de ser visto e apreciado, quaisquer que sejam as condições, afinal foi por causa disto que pedalamos a noite toda!
Após o nascer do sol, fizemo-nos ao caminho novamente e desta feita com um pouco mais de entusiasmo, já que estávamos à espera de vir “quase” sempre a descer até à cidade do Peso da Régua, pese embora a organização tenha alertado que não era sempre a descer, e digo-vos eu, ó meus amigos, aquilo foi cada parede, no regresso, que nunca mais via a hora de chegar ao carro e vir embora, mas que empeno.
Logo após descermos da capela da Senhora da Serra, tínhamos a subida para as eólicas, um sítio lindo e memorável, sem dúvida, mas que nós fizemos quase tudo para tentarmos não subir, mas optamos por não arriscar a nos perdermos e lá seguimos o trajecto.
Esta foto acima, é um dos trajetos mais “calmos e pacíficos” que encontramos no regresso ao Peso da Régua, até as descidas, que eu adoro, foram duras de tal ordem ao ponto de ter que parar com dores nos braços, de tanto “rock garden” que encontrámos, xiça! Se não era a subir uma parede, era a descer por caminhos empedrados, daqueles que até dói, vocês sabem do eu estou a falar.
Pelo caminho ainda encontrámos muitas subidas, que só não nos desviámos porque, honestamente, tivemos receio de nos perdermos e piorar a nossa situação já um pouco fragilizada. Encontrámos um cafézinho por volta das 9:00 horas da manhã onde estavam alguns companheiros à espera das famosas bifanas, para compor o estômago e a noite em claro. Nós tomámos um café e retomamos o regresso até ao carro.
Estávamos já saturados, quase 12 horas em cima da bicicleta, sem dormir, sem alimentação apropriada, o cansaço fazia-se notar e de que maneira, quando apanhamos a estrada para o regresso a Peso da Régua, faltavam ainda cerca de 15 km, não paramos mais foi sempre a abrir por estrada até chegarmos ao carro. Para nós estava mais que cumprida a 6.ª Etapa do Circuito NGPS – A Alvorada da Senhora da Serra.
E assim passámos uma noite fora de casa, com o devido consentimento das nossas esposas, muito agradável mesmo, mas terrível do ponto de vista físico e psicológico, este foi o passeio mais duro que fiz até hoje, regressámos muito calmamente no domingo de manhã, tendo parado na estação de serviço de Penafiel para tomarmos um café, já que os três acusámos o peso da falta de sono, eu que conduzia, não pude dar-me a esse luxo, esta etapa foi simplesmente fabulosa, na companhia de amigos fantásticos, onde imperou sem sombra de dúvida a boa disposição e o companheirismo, como é habitual no nosso grupo, assim sendo, só resta agradecer aos meus companheiros de aventura o resistente Mário Dantas e ao estreante Nuno Almeida, aqui deixo um grande abraço para eles apenas por serem quem são, por me darem o privilégio da sua amizade e pela sua forma de estar na vida, um factor muito importante para mim.
Este passeio foi dos mais eficazes a todos os níveis, não houve quedas, nem furos, nem tão pouco avarias. Do ponto de vista mecânico foi 100% eficaz. Percorremos 75 km em 12 horas, das quais 8:00 horas a pedalar, subimos dos 54 até aos 1.407 metros de altitude e vice-versa e fizemos um acumulado positivo de 3.298 m, bem longe do que a organização deu como referência os tais 2.500 metros.
Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, a 7ª Etapa, “1.º Viana Summer Ride” em Viana do Castelo, que espero seja bem mais leve que este e afigura-se agradável, já que apresenta algumas semelhanças com a etapa da Figueira, ou seja, pedalar nos montes com vistas sobre o mar, a não perder, certamente. Podem saber tudo acerca do deste, do próximo e outros passeios, clicando aqui
Podem ver as estatísticas, vídeo e fotos nas ligações abaixo, apreciem:
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2.º Passeio Dar ao Ped@L – Serra da Freita – Arouca
Passeio com o objetivo de visitar Drave, a aldeia mágica, em 2013.06.16
Por convite do nosso amigo, companheiro e líder espiritual – António Oliveira, coube-me a mim a árdua tarefa de organizar o 2.º Passeio do Dar ao Ped@L, assim e como tinha ficado literalmente com os “dentes como ossos” por não ter ido à aldeia mágica – Drave, aquando da realização da 1.ª Etapa do Circuito NGPS, decidi ser este o nosso destino, não havendo à partida quaisquer objeções.
Tudo tratado e agendado, publiquei o evento no Facebook, no nosso grupo e convidei todos os elementos que normalmente participam nos nossos eventos ou nos acompanham nas nossas pedaladas domingueiras.
Depois de analisar o percurso no Google Maps retirado do trajeto usado no NGPS, simulei a viagem do Parque de Campismo de Merujal até Drave, via estrada, o que totaliza aproximadamente 60 km, cometi aqui o meu primeiro erro, transcrevi mal a informação no evento do Facebook, dando a ideia que seriam “40/50 km”.
A ideia de levar a família, morreu à nascença, já que todos concordamos que seria um erro ficarem à nossa espera, ainda bem que assim aconteceu!
Quanto à dificuldade do passeio propriamente dito, esperava eu, erradamente é certo, que fosse um pouco mais ligeiro, já que, grande parte do acumulado e subidas tinham ficado para trás ao sediarmos a nossa base no Merujal evitando assim as subidas de Arouca até à Serra – nada mais errado, aquilo subiu até dizer chega, é verdade que não era nada de inatingível, mas deveria ter sido feito noutras condições, já que de todos os elementos presentes, alguns ressentiram-se do acumulado nas pernas, nomeadamente o Vitor Godinho, o Jorge Bastos e o Domingos Queiróz, foram claramente os mais penalizados – deixo aqui desde já o meu pedido de desculpas por tal facto, reconheço que avaliei mal as capacidades de cada um dos elementos, sob o risco de colocar a integridade física de alguns em perigo.
Nunca foi meu propósito colocar algum AMIGO em perigo, nem tão pouco fazer os companheiros sofrer até dizer chega, a minha única intenção era tão só guiar-nos a todos num passeio, ainda que não muito leve, mas reconhecidamente belo e deslumbrante – não aconteceu!
Acabei por não gozar, nem deixar os outros gozar as paisagens, tal era a minha preocupação, com as dificuldades criadas, nomeadamente com o Vitor Godinho, sendo que o seu estado mental e físico puseram-me em estado de alerta, sentindo-me na obrigação de o acompanhar ao longo de vários quilómetros a subir – amigo as minhas desculpas por te ter desencaminhado para esta aventura de loucos!
Para as coisas piorarem ainda mais, a meteorologia previu céu cinzento e quiçá alguns aguaceiros – errado, esteve um calor abrasador durante todo o dia, com um sol brilhante, lindo e fantástico, o que não ajudou, diga-se, mas a chuva não se fez rogada e lá apareceu quando menos precisávamos dela, já quase à noitinha no regresso aos nossos carros, acompanhada de vento e nevoeiro q.b.
Estivemos presentes 12 HOMENS, neste passeio, que definitivamente não foi um passeio para “meninos”, o local da minha escolha para o passeio resultou no seguinte:
Percorremos 67,95 km, em 12:09 horas, das quais 07:09 horas a pedalar, a uma velocidade média de 5,6 km/h, com uma média de velocidade de movimento de 9,5 km, atingiram-se recordes de velocidade, sendo que eu “apenas” cheguei aos 67,5 km/h, mas houve quem atingisse mais de 80 km/h – o Domingo Queiróz – esse intrépido do BTT.
Passamos em locais lindíssimos e que raramente no nosso dia-a-dia, temos oportunidade de contemplar, vimos os seguintes locais e aldeias: a maior queda de água natural do nosso país a Frecha da Mizarela, as aldeias de Tebilhão, Cabreiros, Candal, Covelo de Paivô, Regoufe, Drave, Coelheira e Póvoa das Leiras, o rio Paivô, as minas de volfrâmio de Regoufe, abandonadas, claro está, sem esquecer as inúmeras paisagens a perder de vista e completamente diversificadas.
Globalmente, o passeio saldou-se por um grande susto da minha parte, porque julguei que me tinha enfiado numa camisa-de-forças – serviu-me de exemplo! – No final tudo acabou em bem, pese embora desconheço se alguns dos companheiros dormiram com o Bobi lá de casa, tal foram as horas a que chegamos a casa.
Optei por não colocar inúmeras fotos já que todos podem e devem consultar as centenas ou milhares de fotos tiradas por todos os elementos do grupo disponíveis nas várias plataformas, no nosso blogue, no Facebook, no Flickr, no Google+, no Vímeo, etc.
Deixo apenas a nossa foto de grupo para mais tarde recordar e do local mágico que visitámos.
Certamente muito mais haveria para dizer, já que foi uma experiência inesquecível, pelos bons e pelos maus motivos, de qualquer das formas – inesquecível, sem dúvida alguma, uma aventura para contar talvez aos nosso netos.
Resta-me agradecer a todos os amigos e companheiros de aventura, pela sua amizade, companheirismo, boa disposição e outros atributos conhecidos!
Obrigado ao …
António Oliveira – pela tua alegria, sempre e em todos os momentos.
Domingos Queiróz – pelo teu esforço e pela tua companhia.
Jorge Bastos – pelo teu esforço e pelo teu silêncio.
Jorge Oliveira – pelo teu companheirismo e amizade.
José Pires – pelo teu desempenho silencioso.
Mário Dantas – pela tua amizade e perseverança.
Pedro Tiago Ferreira – por estares presente.
Ricardo Ferreira – pela tua simpatia.
Rui Teixeira – pelo teu companheirismo e pela natinha.
Valdemar Freitas – pelo teu empenho e amizade.
Vitor Godinho – pelo teu esforço, empenho e vontade de vencer.
Um forte abraço para todos.
Fotos em:
http://www.flickr.com/photos/96936967@N04/sets/72157634171670129/
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e muitas mais no Facebook.
Podem ainda ver o vídeo em HD em:
http://vimeo.com/68638153
e ainda no nosso Meo Canal :
e por fim, os comentários do dia seguinte em:
https://daraopedal.wordpress.com/2013/06/17/2o-passeio-dar-ao-pedl-serra-da-freita-arouca/
5.ª Etapa do Circuito NGPS – TransMixões – Vila Verde
Domingo, 09 de Junho de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 5.ª etapa em Vila Verde, Braga, que já vai na sua 6.ª Edição do TransMixões, num passeio que alia o desafio pessoal aos fabulosos trilhos existentes nesta região, a Missa da Bênção dos Animais em Santo António de Mixões e um Lanche na Quinta do Esquilo, uma entidade que tem vindo a colaborar já há algumas edições com a organização do TransMixões, demonstrando também deste modo o seu apoio ao BTT e promovendo as suas fantásticas instalações, dignas de uma visita com mais calma e em família.
Nesta edição, estivemos presentes 3 elementos do grupo, eu, o meu companheiro de sempre nestas aventuras o Jorge Oliveira e o resistente Mário Dantas, que ao que parece, ficou com o “bichinho” do Circuito NGPS, é uma boa escolha Mário, os meus parabéns!
Este amigo – Daniel Reis – acompanhou-nos ao longo dos primeiros quilómetros, mas devido a lesão anterior e grave, optou e bem, por desistir e ir refazer-se da maleita, não fosse a coisa piorar, já agora as melhoras para ti Daniel Reis, que “cicatrizes” depressa para voltar aos trilhos. Assim por volta das 8:30horas, arrancamos em direção a Santo António de Mixões, sendo que, nesta altura decidimos que iríamos efetuar o passeio dos 50 km “apenas”, a caminho o organizador – o Luís Martins, aconselhou-nos a não perder a descida de Bezeguimbra, do percurso dos 70 km, vai daí a meio do percurso alterámos a nossa rota e fizemos a descida, cheios de adrenalina, diga-se! Em boa hora seguimos o conselho do Luís, valeu mesmo a pena!
Como é habitual no nosso grupo, as fotos são imprescindíveis, diga-se aliás que o nosso grupo é já sobejamente conhecido nos meios do BTT, nomeadamente no circuito por sermos quase sempre os últimos a chegar, tal é o nosso empenho em documentar para a posteridade os locais por onde passamos e os momentos que vivenciamos.
A chuva – um elemento que se está tornar indispensável ou quiçá, inconveniente, no Circuito NGPS, mas o facto é que até ao momento das cinco etapas que realizámos, apenas na Figueira não fomos brindados com chuva, não que isso seja um impedimento, se calhar é até, uma bênção, assim o TMX 2013 – Transmixões, não foi exceção e lá apareceu a chuva que nos acompanhou durante algum tempo mas nada de transcendente, no computo geral, o tempo até se apresentou apropriado para a prática de BTT – sempre enevoado com uma temperatura amena.
Por esta altura, com poucos quilómetros percorridos, já usufruíamos da companhia do simpático Luís Martins, o organizador desta etapa, que nos acompanhou durante algum tempo, dando depois uma demonstração do seu vigor a pedalar e nunca mais o vimos.
Era nossa intenção, por ventura assistir à Missa da Bênção dos Animais, ou pelo menos a parte deste acontecimento, mas na verdade não contávamos com a quantidade de subidas que o Luís Martins gentilmente preparou para o pessoal e nós com as nossas perdas de tempo a documentar os locais por onde passamos, perdemos este acontecimento, pese embora no entanto quando chegámos ao topo de Santo António de Mixões, a cerimónia tinha acabado recentemente e toda a gente estava a tratar de se alimentar, eram piqueniques por todo o lado, fomos inclusivamente convidados a sentar-nos a uma mesa e usufruir da simpática companhia de uma família que almoçava – chega para todos, venham cá, sentem-se aqui, deixam aí as burras – insistiam, convite este que nós logicamente declinámos e muito agradecemos, não há como as gentes do norte, carago!
Quanto ao passeio propriamente dito, palavras para quê, é um passeio do Circuito NGPS, paisagens inigualáveis, só possíveis de serem vistas de bicicleta ou a pé, boa disposição e alegria q.b., onde é que é possível andar de bicicleta lado a lado com cavalos e paisagens de cortar a respiração – nas etapas do Circuito NGPS.
O ponto alto deste passeio, foi sem sombra de dúvida a travessia do Rio Homem, a pé e com as bicicletas às costas, uma travessia fantástica, que eu já suspeitava que iria acontecer, mas não tinha alertado os meus companheiros para tal facto, confrontados com tal travessia ainda ficaram um pouco hesitantes – ah e tal, vamos ficar com os pés molhados, podíamos procurar uma alternativa e ir à volta – perante a minha insistência – eu vou por aqui – lá acederam e tenho a certeza que não se arrependeram.
E assim se passou mais um domingo fabuloso, na companhia de amigos fantásticos, onde imperou sem sombra de dúvida a boa disposição e o companheirismo, como é habitual no nosso grupo, assim sendo, só resta agradecer aos meus companheiros de aventura, Jorge Oliveira e Mário Dantas – ao Luís Martins – aqui fica um grande abraço de todo o grupo Dar ao Ped@l, pela sua simpatia e boa disposição, continue a organizar eventos deste tipo enquanto puder e quiser, tem todo o nosso apoio.
O saldo final ficou-se por uma queda sem gravidade do Mário Dantas, o Jorge Oliveira esteve um pouco apertado com as dores musculares na rampa depois da descida de Bezeguimbra, avarias não existiram.
Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, o Senhora Da Serra / Régua, se acontecer como no ano passado, haverá alvorada e a partida será às 00:00 horas em ponto, aguardemos para ver que tipo de empeno os PTDirtRiders nos vão oferecer!
Podem ver as estatísticas, vídeo e muitas fotos nos links abaixo, apreciem:
http://connect.garmin.com/activity/325756617
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.513774345342351.1073741882.473636959356090&type=3
http://www.flickr.com/photos/96936967@N04/sets/72157634035301094/
2º Passeio Dar ao Ped@L – Arouca
( Merujal – Mizarela – Serra da Freita – Covelo de Paivô – Regoufe – Drave – Coelheiras – Candal – Merujal )
Rescaldo do épico passeio e filme do Dia Seguinte, visto nos comentários dos participantes.
Valdemar Freitas – por SMS, às 09:12
Olá Malta
Diga-se o que se disser todos nós nos devemos sentir orgulhosos do que fizemos, porque o fizemos mesmo.
Fomos uns valentes.
Parabéns a todos.
Um abraço,
Valdemar
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Jorge Oliveira – por SMS, às 09:14
Partilho essa opinião.
Um abraço.
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Domingos Queiróz – por SMS, às 09:16
Ok, concordo…
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Vítor Godinho – por mensagem no Facebook, às 10:50
Olá Valdemar!
Por aqui é mais barato para mim…
Sim, eu sinto-me apesar de super cansado, muito orgulhoso, e realmente todo o grupo está de parabéns, pelo esforço, dedicação e espirito de amizade entre todos.
Nunca pensei que era necessário tanto esforço, digo-o por mim pelo tempo que não tenho pedalado e pela falta de força física, pelo que me aconteceu nos últimos tempos…
Um próximo evento destes tem de ser muito mais curto, com almoço e um bom bocado de letra entre todos para podermos também conviver além de pedalar.
Grande abraço, Vítor
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Mário Dantas – por email, às 09:47
Bom dia,
Quero antes de mais dar os Parabéns ao Organizador deste Evento, Augusto Tomé, pela oportunidade que me deu ao visitar a aldeia de Drave e pelo empenho que demonstrou na organização deste evento.
Senti a tua preocupação para que o passeio terminasse da melhor forma, mas as adversidades desta maratona, também fazem parte dela e fizeram de nós uns autênticos guerreiros.
Ao Vítor por ter aceite o desafio do Grupo e ter embarcado nesta aventura e por ter terminado a prova nas condições em que chegou.
Aos restantes companheiros, as minhas desculpas por alguma atitude menos correcta da minha parte e pelo esforço que tiveram de fazer ao acompanharam-me nesta aventura.
Estou ainda exausto pelo empeno que levei ontem.
Só vos digo que adorei o passeio e voltava a fazê-lo.
Somos uns verdadeiros MONSTROS do BTT.
Não está ao alcance de todos o passeio que fizemos ontem.
O meu odometro marcava 72 Kms, quando cheguei ao parque de campismo.
È destes feitos que é preenchida a nossa vida e tão cedo não nos vamos esquecer deste acontecimento
Fica-me na memória a descida até Drave, a subida, a descida até Candal, em que o Domingos disse que passamos os 80 Kms e o espírito de amizade que nos une.
Foi pena ter acabado da forma em que acabou, nomeadamente no regresso a casa, já acomodados dentro das viaturas, em que o lema “vamos todos e vimos todos”, tivesse sido esquecido, em que já estávamos todos com ânsia de chegar a casa, nos perdemos todos e não nos mantivemos juntos.
Um aspecto de futuro a corrigir.
Abraço,
Mário Dantas
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António Oliveira – por email, às 10:04
Companheiros
Obrigado GRANDE Mário pelas tuas palavras de conforto..
Saliento, que, depois de refeito das maleitas fiquei com vontade de fazer outro igual…
Venha o próximo…
Vocês são a minha SEGUNDA família…
Abraços sentidos, António Oliveira
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Vitor Godinho – post no grupo Sala de convívio – Dar ao Ped@l, Facebook, às 10:54
Ora vamos lá para a nossa sala…
Hoje sinto-me feliz, e até já me ri sozinho…
Estou apesar de super cansado, muito orgulhoso, e realmente todo o grupo está de parabéns, pelo esforço, dedicação e espirito de amizade entre todos.
Nunca pensei que era necessário tanto esforço, digo-o por mim pelo tempo que não tenho pedalado e pela falta de força física, pelo que me aconteceu nos últimos tempos…
Um próximo evento destes tem de ser muito mais curto, com almoço e um bom bocado de letra entre todos para podermos também conviver além de pedalar.
Grande abraço a todos Vítor
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Ricardo Ferreira – por email, às 11:07
Bom dia Companheiros,
Agradeço a todos o dia passado e pelas paisagens e dificuldades que partilhamos.
Esta prova de maratona fica para a memória, com grau de dificuldade elevada.
Obrigado em especial ao Tomé por nos ter levado a um dos sítios mais bonitos que visitei. Aliás, com ele e mais companheiros do Dar ao Ped@al tenho conhecido lugares, que não conhecia, e porventura se não fosse desta forma jamais conheceria.
Ainda como pessoa está a permitir enriquecer e fortalecer, com obstáculos que pensava intransponíveis.
Pensemos no próximo, e venham as fotos e os vídeos, que nos permitirão daqui a algum tempo recordar!
Abraço,
Ricardo Ferreira
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Mário Dantas – por email, às 11:19
Bom dia Valdemar,
Sugeria que estes registos/comentários fossem arquivados no nosso blog
Que achas?
O nosso amigo Jorgete é que ficou desapontado.
Eu próprio fiquei meio desorientado, quando estávamos perdidos, á procura da AE para o Porto.
Fiquei anestesiado, quando atravessei o Parque Eólico, no meio do nevoeiro e da chuva, em que nunca mais chegava ao parque de campismo.
A minha preocupação era chegar ao carro o mais rápido possível, para ir buscar os companheiros mais debilitados.
Vejam lá se animam o rapaz, que é um bom companheiro e é um membro importante da nossa 2ª família do Dar ao Ped@L
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Vítor Godinho – por email, às 11:41
Companheiros, Amigos, Combatentes do BTT,
O meu sincero OBRIGADO a todos…
Parabéns ao Tomé, pela dedicação ao dia que passamos, e à sua vontade em que tudo terminasse em bem… felizmente assim conteceu, apesar de todas as adverssidades que tivemos, especialmente eu, que não tenho pedalada, e um pouco debilitado fisicamente pelo que me aconteceu nestes últimos tempos, desde a cirurgia ao tratamento de radioterapia, que arrasou comigo em termos fisicos e mesmo de saúde, pois desde Outubro que todos os meses tenho feito antibiotico para recuperação de gripes… com muita facilidade vou abaixo…
Por tudo isto, sinto um ORGULHO ENORME pelo que consegui, e confesso que tive imensa vontade de desistir… mas vocês conseguiram que eu ultrapassasse esta minha ideia… e lá fui eu, com muito esforço, e muitas vezes a pé… aguentando as adverssidades daquelas montanhas que teimavam em não acabar de subir….
Um especial agradecimento ao Tomé e tb ao Jorge Oliveira, pois até me ajudaram a empurrar a bike num momento em que aspernas teimavam em não andar…OBRIGADO.
O espirito de amizade prevalece, e isso é que importa… somos um guerreiros…
No regresso, fui eu que tinha falado em levar uns doces para aduçar a lingua da mulher sob pena de ter as malas à porta… e talvez por isso nos tenhamos perdido uns dos outros…
Certo que de futuro não voltará a acontecer…
Aquela chuva no final da prova é que não veio nada a calhar, pois a garganta já começou hoje a arranhar… talvez amanhã já tenha infeção e depois de amanhã novo antibiótico… enfim… já me habituei…
Companheiros, uma vez mais, MUITO OBRIGADO por tudo, pelos momentos passados, pelas vistas maravilhosas que vimos, pelos lugares que de outra forma não chegaria um dia a visitar, por TUDO…..
ABRAÇOS A TODOS
Vítor Godinho
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Jorge Bastos – por email, às 12:28
Bom dia
Para que conste deste registo/comentário eu não sou de guardar rancores ou desapontamentos, mas também não mando dizer por ninguém e gosto sobretudo de por nome às vacas.
Compreendo que este tipo de situações acontecem mas há que prevenir… O grupo devia ter funcionado como um todo e numa situação destas teríamos que usar de estratégia que não existiu. A dispersão neste tipo de condições atmosféricas é perigosa, devíamos ter organizado um grupo de “batedores” para ir buscar os carros e os restantes manterem-se unos por forma a evitar estados de fobia e pânico que acredito que foram experimentados por alguns de nós, isolados, e principalmente na zona das aeólicas.
Se era suposto irmos a Drave e por saber que já era percurso conhecido de alguns, nunca deveríamos ter deixado os carros tão longe, pois já devíamos saber de antemão que aquela subida apenas poderia ser feita a pé e por consequência rebentaria com qualquer um. Estes percursos com muita gente e com capacidades anímicas diversas, têm que ser melhor projectados e delineados nunca fazendo fé na improvisação, um “treco”, em qualquer um de nós ontem, teria sido catastrófico. Já não somos propriamente meninos e não devemos ter a pretensão dos nossos tempos de juventude, muito ou pouco já temos connosco as marcas do tempo, as intervenções cirúrgicas as limitações… não se deixem iludir…! Defendam-se a nossa força nestas idades encontra-se sobretudo na experiência e na estratégia.
Por ultimo também não quero deixar de ressalvar o seguinte, lembrem-se, até cada um chegar ao conforto do seu lar continua a ser todos por um e não como ontem. Tocou a rebate e tudo dispersou… ! Sei que todos se perderam no caminho de regresso e afinal talvez fosse melhor termo-nos perdido juntos….
Ok por ultimo o nome é Jorgete mas com um grande par de tomates hã!
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Jorge Bastos – por email, às 14:56
Boa tarde
Em jeito de rescaldo, quero deixar aqui uma palavra de admiração e enaltecimento ao meu amigo e “líder espiritual” Vitor Godinho pelo seu desempenho, força de vontade e espírito de vencer. Não é todos os dias que se reencontra um Pedalista com P grande. Mesmo depois da grave intervenção a que foi sujeito com todas as sequelas remanescentes e tanto tempo parado, conseguiu superar todas as limitações e vicissitudes e chegar incólume, como se tivesse vindo do sauna ao destino propôs.
AH G’ANDE VICTOR!!!!!!
GRANDE PAR OS TEUS !!!!!


























































































































