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Santiago 2013

Posted by Valdemar Freitas on 26 de Agosto de 2013
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. 9 comentários

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Desafio Serra Amarela – Ponte da Barca

Posted by Valdemar Freitas on 18 de Agosto de 2013
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Ponte da Barca, Valsa dos Sentidos. 6 comentários


18 de Agosto de 2013

Desafio Serra Amarela – Ponte da Barca

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Mais um desafio desta vez, em Ponte da Barca, à conquista da Serra Amarela.

Foram cerca de 40 kms bem durinhos.

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Começamos pelo sentir da dureza das subidas, depois de uma visita ao centro de Ponte da Barca, sempre a subir, a trepar paredes até aos 540 m de elevação, cerca de 12 Kms, que nunca mais acabavam, com calor a rondar os 30 graus.

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Que o digam os Pros que também lá estavam e que consideram esta prova como de dificuldade elevada. Valeu pelas fantásticas paisagens.

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Ficaram-me registadas a subida até ao  Monte do Livramento, em Sampriz, onde se avistam as Serras de Arga, Peneda, Soajo, Amarela e Gerês e onde foi feito o 1º reabastecimento, a passagem por Aboim da Nóbrega, Santo António de Mixões da Serra, local por onde já tinha passado no Transmixões (NGPS) e onde havia o 2.º reabastecimento e a separação da meia para a maratona.

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Mais uma oportunidade par encontrar amigos do pedal, já habitués nestes desafios,  Tapa FurQs Btt Clube,  Steven Fernandes, Btt Bravaes e tantos outros que já me tem acompanhado noutros Eventos, mas com outra pedalada.

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Um verdadeiro empeno e um bom treino para o Passeio de Santiago que se avizinha (Chaves-Santiago- Finisterra) e que já está à nossa espera.

Abraço,
Mário Dantas

Para mais fotos deste evento:  ver aqui

7.ª Etapa do Circuito NGPS – 1.º Viana Summer Ride – Viana do Castelo

Posted by Augusto Tomé on 17 de Agosto de 2013
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Circuito NGPS, Viana do Castelo. 3 comentários

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Sábado, 03 de Agosto de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 7.ª etapa com saída no Sábado, 03 de Agosto de 2013 da bonita cidade de Viana do Castelo, num passeio que se revestiu de especial importância para todos os participantes, já que foi um percurso circular de 40 ou 80 kms conforme a opção de cada um, nós optámos por fazer o passeio de 40 kms, já que grande parte de nós não estava em plena forma física, coisas das férias, está-se mesmo a ver, a organização esteve a cargo da Viana Adventure e esteve tudo impecável, como é hábito nos eventos do Circuito NGPS.

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Nesta edição, estivemos presentes 6 elementos do grupo, eu, o Mário Dantas, o Valdemar Freitas, o Jorge Oliveira, o Ricardo Ferreira e o estreante Sérgio Caban, este passeio do Circuito NGPS acabou por manifestar-se levezinho, agradável e com umas paisagens fantásticas, que cobrem desde a montanha pura, ao bom estilo do Gerês até à montanha com ar de maresia onde se avista o mar até perder de vista, lindíssimo, sem dúvida.

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A logística deste passeio foi fácil, assim após recolher o Jorge Oliveira em Rio Tinto, às 07:00 horas conforme previamente combinado, seguimos destino até Ermesinde onde já nos aguardavam o Mário Dantas e o Valdemar Freitas, bicicletas e mochilas acondicionadas e era hora de seguir em direção a Viana do Castelo. A viagem decorreu calma e sem sobressaltos, pelo caminho o Sérgio Caban juntou-se a nós, estava da área de serviço de Vila do Conde à nossa espera, o Ricardo Ferreira tem um carro muito rápido, pelo que não nos conseguimos encontrar pelo caminho, e para cumulo quando chegámos a Viana, esqueci-me por completo dele, mas ele lá atinou a ir ter connosco estávamos nós a começar a desmontar a traquitana quando ele se juntou a nós. Dirigimo-nos ao secretariado, levantámos os dorsais e fizemo-nos ao caminho.

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Os primeiros 10 quilómetros aproximadamente, revelaram-se agradáveis e calmos, já que rolamos pelo centro da cidade e depois subimos em direção ao Santuário da Santa Luzia, por um trajeto maioritariamente em alcatrão ou estrada de paralelepípedos.

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Nesta foto de grupo, gentilmente tirada por um elemento da organização e onde se situava um local de abastecimento de água, para quem necessitasse, estávamos a aproximar-nos da subida mais dura do dia, sempre para cima até avistarmos o mar. Foi um percurso engraçado, nada de muito violento, é verdade, mas sempre a subir. Pelo caminho ainda encontramos um grupo de cavalos selvagens ou garranos e tivemos tempo para fazer o nosso piquenique, como habitualmente fazemos em todas os passeios do Circuito NGPS. Uma manhã e parte da tarde muito divertidos, com trilhos muito bonitos, técnicos, rápidos e single-tracks e descidas a condizer. Uma receita muito boa para se passar um dia agradável em Viana do Castelo.

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Em que outro sítio do mundo se pode ver uma paisagem desta beleza e ainda ser brindado com cavalos selvagens ou garranos e um oceano azul da cor do céu a perder de vista, só em Viana do Castelo e nos passeios do Circuito NGPS.

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Na imagem abaixo, vemos o nosso amigo Sérgio Caban num momento de introspeção, observando a imensidão da paisagem.

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E assim começámos a descer, sempre, sem parar até ao nível do mar, onde pedalámos por trilhos incríveis e single-tracks bestiais, pelo meio descemos calçadas romanas muito boas e onde pedalamos e aceleramos as nossas bicicletas para fazer o gosto ao pé e subir a adrenalina, muito bom, mesmo!

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A terminar fizemos os últimos quilómetros sempre junto ao oceano Atlântico, o que se revelou muito agradável, ficámos a conhecer mais um pouquinho da nossa lindíssima costa portuguesa, desta feita em Viana, onde tivemos oportunidade de ver moinhos, gravuras pré-históricas, sem pagar, diga-se de passagem, e muito mais, vale bem um passeio por estes lados, ah e praias lindíssimas e pasme-se quase vazias e muito sossegadas, é verdade que quase sempre está nortada, mas que são lindas, lá isso são, que ninguém duvide.

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No final a organização brindou-nos com uma excelente bola de Berlim, com uma qualidade fabulosa e sem ter que esperar 30 minutos numa fila, como aconteceu no Natário onde fomos comprar as nossas bolas de Berlim para levarmos para as nossas famílias. O nosso agradecimento à Viana Adventure, tudo impecável, banhos com água quente, bola de Berlim no final, que mais se pode pedir!

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E assim passámos mais um dia fora de casa, a fazer aquilo que todos nós gostámos, andar de bicicleta no monte e fotografar sítios, lugares e locais lindos, onde só é possível a pé ou de bicicleta, regressámos calmamente, não sem antes pararmos em Viana para irmos ao Natário buscar as bem-ditas bolas de Berlim. Um sábado bem passado na companhia de bons amigos.

Este passeio também foi dos mais eficazes a todos os níveis, houve apenas uma queda do Sérgio Caban sem ferimentos de maior, não houve furos, nem tão pouco avarias. Do ponto de vista mecânico foi 100% eficaz. Percorremos 41,96 km em 6:45 horas, das quais 4:03 horas a pedalar, subimos dos 0 aos 478 metros de altitude e vice-versa e fizemos um acumulado positivo de 1.109 m, um ótimo passeio, portanto.

Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, a 8.ª Etapa, o “Extremo Ibérico” em Vila Nova de Cerveira, que a avaliar pelas fotos vai ser lindo, simplesmente deslumbrante, lamentavelmente, dos habituais participantes nenhum de nós poderá estar presente, já que iremos a caminho de Santiago de Compostela, mas iremos seguramente fazer este passeio numa data posterior.

Podem ver as estatísticas, vídeo e fotos nas ligações abaixo, apreciem:

http://connect.garmin.com/activity/353494397

http://vimeo.com/71696972

https://www.facebook.com/pages/DAR-AO-PEDAL/473636959356090

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6.ª Etapa do Circuito NGPS – Alvorada Sra. da Serra – Marão

Posted by Augusto Tomé on 25 de Julho de 2013
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Circuito NGPS, Marão, Peso da Régua, Senhora da Serra. 3 comentários

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Domingo, 14 de Julho de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 6.ª etapa com saída no Sábado, 13 de Julho de 2013 da simpática cidade do Peso da Régua com destino pré-definido em direcção à Capela da Senhora da Serra, no Marão, num passeio que se revestiu de especial importância para todos os participantes, já que foi uma etapa realizada durante toda a noite, logo de uma exigência e concentração extremas e onde estava previsto conforme anunciado pela organização realizar 75 km e 2.500 m de acumulado positivo, sendo que o objectivo principal de todos os participantes é ver a alvorada no cimo da Serra do Marão.

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Nesta edição, estivemos presentes 3 elementos do grupo, eu, o resistente Mário Dantas e o estreante Nuno Almeida, que com os seus 32 aninhos levou uma tareia daquelas fenomenais, que só os “velhotes” estão habituados, toma que é para aprenderes, isto não é só letra, é preciso fazer pela vida… quando nós dizemos que custa, ah e tal… custa mesmo. Brincadeiras à parte este foi o passeio do Circuito NGPS que mais me custou fazer e de longe o mais duro, por vários motivos, não obstante, foi também um dos que mais gostei, também por vários motivos.

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A logística deste passeio foi relativamente fácil, assim após recolher o meu amigo Nuno Almeida em Fânzeres, às 20:00 horas conforme previamente combinado, seguimos destino até ao Porto para recolher o nosso amigo Mário Dantas, bicicletas e mochilas acondicionadas e era hora de seguir em direcção ao Peso da Régua. A viagem decorreu calma e sem sobressaltos, por volta das 22:00 horas já estávamos na Régua, estacionamos e preparamos tudo para seguir para a nossa aventura. Dirigimo-nos à beira rio, onde estava sediada a organização – os ptdirtriders – levantamos os dorsais e recebemos o respetivo balão com pirilampo para alegrar a noite Réguense ao passar a caravana de ciclistas, estava prevista a partida conjunta mas a hora começou a avançar e a maior parte do pessoal resolveu por as “rodas” ao caminho. Quando estávamos a partir ainda estavam a chegar o pessoal da Ecobike, com o inconfundível Manuel Couto.

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Os quilómetros iniciais revelaram-se extremamente agradáveis, calmos e engraçados, já que toda a gente rolava em fila indiana, por um trajecto que tinha aspecto de ser uma antiga linha de comboio – no dia seguinte viria a confirmar no GPS que andamos a pedalar ao longo do Rio Corgo durante a noite e nem nos apercebemos, suspeitávamos que estaríamos à beira rio, porque de vez em quando ouvíamos água a correr e conseguíamos ver declives acentuados do nosso lado esquerdo, alguns pareciam altos, pelo que rolamos sempre com algum cuidado.

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A noite foi rolando calmamente, era hora do primeiro lanche, conforme mostra a foto acima. Pelo caminho diversas vezes fomos encontrando elementos da organização fotografando e fornecendo água, ao longo de todo o trajecto, um assinalável feito, já que apesar de ser de noite e o calor não apertar, a falta de pontos de abastecimento de água, logicamente fez-se notar, por motivos óbvios, claro!

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De entre as inúmeras, as muitas, já nem sei que adjectivos usar para qualificar todas as subidas que encontramos e subimos pelo caminho até chegar ao cimo da Serra do Marão, esta da foto acima reveste-se de particular interesse, estávamos já, os três, digamos que um pouco a ficar saturados de tanta subida, eu particularmente, já que não me tinha alimentado convenientemente (não jantei) e o corpo estava a ressentir-se dessa má opção, da qual fui único responsável, vai daí paramos neste local, a subir claro, onde também já estavam alguns elementos, incluindo alguns amigos dos Kunalama a descansar um pouco, para tomar de assalto a restante subida em falta, “Quanto falta para chegar lá acima?” perguntava o Nuno, resposta de um amigo betetista, “Para aí uns 300 metros na vertical!”, nova pergunta, desta feita minha: “Isso em quilómetros dá para aí quanto?”, resposta “É pá, não sei ao certo, para aí uns 2 quilómetros!”, bem optei por lanchar novamente ali mesmo e os meus companheiros acederam a fazer-me companhia, porém o lanche não ia para “baixo” de modo algum, a coisa começou a ficar ligeiramente toldada e a má disposição a vir ao de cima, vai daí aplicou-se a máxima usada pelo saudosíssimo Vasco Santana “Peito para fora, barriga para fora, joelhos para, só um momento… foi tudo fora” exacto, foi isso mesmo, virei o barco, vomitei, não aguentei a pressão, os meus companheiros ficaram ligeiramente preocupados, mas o facto é que fiquei muito melhor após o desagradável acontecimento.

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É uma pena as máquinas fotográficas e de filmar não consigam captar com fidelidade as paisagens nocturnas que tivemos oportunidade de admirar pelo caminho, a noite é linda e fantástica.

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E assim atingimos o “topo do nosso mundo” o cimo da Serra do Marão, na imagem acima está a capela da Senhora da Serra, aos 1.407 metros de altitude, palavras para quê, foi subir até dizer chega, xiça que isto foi duro, mas conseguimos.

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Chegados ao topo, tiramos a foto da praxe, e descansamos um pouco atrás de um pequeno muro, de modo a nos protegermos do frio, até que alguém nos indicou que a capela estava aberta, dirigimo-nos até lá e era só pessoal a descansar, uns deitados no chão, outros sentados nos bancos, mas pelo menos abrigados do frio que se fazia sentir no cimo da serra, agora tínhamos que aguardar pelo nascer do Sol, ainda faltavam alguns minutos.

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Às 6:09 horas lá se dignou a aparecer o Sol em todo o seu esplendor, ainda que o céu estivesse parcialmente nublado, deu para captar a essência do acontecimento e ficou registado nas nossas memórias para todo o sempre, um espectáculo digno de ser visto e apreciado, quaisquer que sejam as condições, afinal foi por causa disto que pedalamos a noite toda!

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Após o nascer do sol, fizemo-nos ao caminho novamente e desta feita com um pouco mais de entusiasmo, já que estávamos à espera de vir “quase” sempre a descer até à cidade do Peso da Régua, pese embora a organização tenha alertado que não era sempre a descer, e digo-vos eu, ó meus amigos, aquilo foi cada parede, no regresso, que nunca mais via a hora de chegar ao carro e vir embora, mas que empeno.

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Logo após descermos da capela da Senhora da Serra, tínhamos a subida para as eólicas, um sítio lindo e memorável, sem dúvida, mas que nós fizemos quase tudo para tentarmos não subir, mas optamos por não arriscar a nos perdermos e lá seguimos o trajecto.

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Esta foto acima, é um dos trajetos mais “calmos e pacíficos” que encontramos no regresso ao Peso da Régua, até as descidas, que eu adoro, foram duras de tal ordem ao ponto de ter que parar com dores nos braços, de tanto “rock garden” que encontrámos, xiça! Se não era a subir uma parede, era a descer por caminhos empedrados, daqueles que até dói, vocês sabem do eu estou a falar.

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Pelo caminho ainda encontrámos muitas subidas, que só não nos desviámos porque, honestamente, tivemos receio de nos perdermos e piorar a nossa situação já um pouco fragilizada. Encontrámos um cafézinho por volta das 9:00 horas da manhã onde estavam alguns companheiros à espera das famosas bifanas, para compor o estômago e a noite em claro. Nós tomámos um café e retomamos o regresso até ao carro.

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Estávamos já saturados, quase 12 horas em cima da bicicleta, sem dormir, sem alimentação apropriada, o cansaço fazia-se notar e de que maneira, quando apanhamos a estrada para o regresso a Peso da Régua, faltavam ainda cerca de 15 km, não paramos mais foi sempre a abrir por estrada até chegarmos ao carro. Para nós estava mais que cumprida a 6.ª Etapa do Circuito NGPS – A Alvorada da Senhora da Serra.

E assim passámos uma noite fora de casa, com o devido consentimento das nossas esposas, muito agradável mesmo, mas terrível do ponto de vista físico e psicológico, este foi o passeio mais duro que fiz até hoje, regressámos muito calmamente no domingo de manhã, tendo parado na estação de serviço de Penafiel para tomarmos um café, já que os três acusámos o peso da falta de sono, eu que conduzia, não pude dar-me a esse luxo, esta etapa foi simplesmente fabulosa, na companhia de amigos fantásticos, onde imperou sem sombra de dúvida a boa disposição e o companheirismo, como é habitual no nosso grupo, assim sendo, só resta agradecer aos meus companheiros de aventura o resistente Mário Dantas e ao estreante Nuno Almeida, aqui deixo um grande abraço para eles apenas por serem quem são, por me darem o privilégio da sua amizade e pela sua forma de estar na vida, um factor muito importante para mim.

Este passeio foi dos mais eficazes a todos os níveis, não houve quedas, nem furos, nem tão pouco avarias. Do ponto de vista mecânico foi 100% eficaz. Percorremos 75 km em 12 horas, das quais 8:00 horas a pedalar, subimos dos 54 até aos 1.407 metros de altitude e vice-versa e fizemos um acumulado positivo de 3.298 m, bem longe do que a organização deu como referência os tais 2.500 metros.

Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, a 7ª Etapa, “1.º Viana Summer Ride” em Viana do Castelo, que espero seja bem mais leve que este e afigura-se agradável, já que apresenta algumas semelhanças com a etapa da Figueira, ou seja, pedalar nos montes com vistas sobre o mar, a não perder, certamente. Podem saber tudo acerca do deste, do próximo e outros passeios, clicando aqui

Podem ver as estatísticas, vídeo e fotos nas ligações abaixo, apreciem:

Estatísticas clica aqui

Vídeo clica aqui 

https://www.facebook.com/media/set/?set=oa.608867599143691&type=1

https://www.facebook.com/augustotome/media_set?set=a.589479501074623.1073741830.100000377347581&type=3

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2.º Passeio Dar ao Ped@L – Serra da Freita – Arouca

Posted by Valdemar Freitas on 20 de Junho de 2013
Posted in: Dar ao Ped@L - Centro, Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Arouca, Drave. 5 comentários

2.º Passeio Dar ao Ped@L – Serra da Freita – Arouca

Passeio com o objetivo de visitar Drave, a aldeia mágica, em 2013.06.16

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Por convite do nosso amigo, companheiro e líder espiritual – António Oliveira, coube-me a mim a árdua tarefa de organizar o 2.º Passeio do Dar ao Ped@L, assim e como tinha ficado literalmente com os “dentes como ossos” por não ter ido à aldeia mágica – Drave, aquando da realização da 1.ª Etapa do Circuito NGPS, decidi ser este o nosso destino, não havendo à partida quaisquer objeções.

Tudo tratado e agendado, publiquei o evento no Facebook, no nosso grupo e convidei todos os elementos que normalmente participam nos nossos eventos ou nos acompanham nas nossas pedaladas domingueiras.

Depois de analisar o percurso no Google Maps retirado do trajeto usado no NGPS, simulei a viagem do Parque de Campismo de Merujal até Drave, via estrada, o que totaliza aproximadamente 60 km, cometi aqui o meu primeiro erro, transcrevi mal a informação no evento do Facebook, dando a ideia que seriam “40/50 km”.

A ideia de levar a família, morreu à nascença, já que todos concordamos que seria um erro ficarem à nossa espera, ainda bem que assim aconteceu!

Quanto à dificuldade do passeio propriamente dito, esperava eu, erradamente é certo, que fosse um pouco mais ligeiro, já que, grande parte do acumulado e subidas tinham ficado para trás ao sediarmos a nossa base no Merujal evitando assim as subidas de Arouca até à Serra – nada mais errado, aquilo subiu até dizer chega, é verdade que não era nada de inatingível, mas deveria ter sido feito noutras condições, já que de todos os elementos presentes, alguns ressentiram-se do acumulado nas pernas, nomeadamente o Vitor Godinho, o Jorge Bastos e o Domingos Queiróz, foram claramente os mais penalizados – deixo aqui desde já o meu pedido de desculpas por tal facto, reconheço que avaliei mal as capacidades de cada um dos elementos, sob o risco de colocar a integridade física de alguns em perigo.

Nunca foi meu propósito colocar algum AMIGO em perigo, nem tão pouco fazer os companheiros sofrer até dizer chega, a minha única intenção era tão só guiar-nos a todos num passeio, ainda que não muito leve, mas reconhecidamente belo e deslumbrante – não aconteceu!

Acabei por não gozar, nem deixar os outros gozar as paisagens, tal era a minha preocupação, com as dificuldades criadas, nomeadamente com o Vitor Godinho, sendo que o seu estado mental e físico puseram-me em estado de alerta, sentindo-me na obrigação de o acompanhar ao longo de vários quilómetros a subir – amigo as minhas desculpas por te ter desencaminhado para esta aventura de loucos!

Para as coisas piorarem ainda mais, a meteorologia previu céu cinzento e quiçá alguns aguaceiros – errado, esteve um calor abrasador durante todo o dia, com um sol brilhante, lindo e fantástico, o que não ajudou, diga-se, mas a chuva não se fez rogada e lá apareceu quando menos precisávamos dela, já quase à noitinha no regresso aos nossos carros, acompanhada de vento e nevoeiro q.b.

Estivemos presentes 12 HOMENS, neste passeio, que definitivamente não foi um passeio para “meninos”, o local da minha escolha para o passeio resultou no seguinte:

Percorremos 67,95 km, em 12:09 horas, das quais 07:09 horas a pedalar, a uma velocidade média de 5,6 km/h, com uma média de velocidade de movimento de 9,5 km, atingiram-se recordes de velocidade, sendo que eu “apenas” cheguei aos 67,5 km/h, mas houve quem atingisse mais de 80 km/h – o Domingo Queiróz – esse intrépido do BTT.

Passamos em locais lindíssimos e que raramente no nosso dia-a-dia, temos oportunidade de contemplar, vimos os seguintes locais e aldeias: a maior queda de água natural do nosso país a Frecha da Mizarela, as aldeias de Tebilhão, Cabreiros, Candal, Covelo de Paivô, Regoufe, Drave, Coelheira e Póvoa das Leiras, o rio Paivô, as minas de volfrâmio de Regoufe, abandonadas, claro está, sem esquecer as inúmeras paisagens a perder de vista e completamente diversificadas.

Globalmente, o passeio saldou-se por um grande susto da minha parte, porque julguei que me tinha enfiado numa camisa-de-forças – serviu-me de exemplo! – No final tudo acabou em bem, pese embora desconheço se alguns dos companheiros dormiram com o Bobi lá de casa, tal foram as horas a que chegamos a casa.

Optei por não colocar inúmeras fotos já que todos podem e devem consultar as centenas ou milhares de fotos tiradas por todos os elementos do grupo disponíveis nas várias plataformas, no nosso blogue, no Facebook, no Flickr, no Google+, no Vímeo, etc.

Deixo apenas a nossa foto de grupo para mais tarde recordar e do local mágico que visitámos.

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Certamente muito mais haveria para dizer, já que foi uma experiência inesquecível, pelos bons e pelos maus motivos, de qualquer das formas – inesquecível, sem dúvida alguma, uma aventura para contar talvez aos nosso netos.

Resta-me agradecer a todos os amigos e companheiros de aventura, pela sua amizade, companheirismo, boa disposição e outros atributos conhecidos!

Obrigado ao …

António Oliveira – pela tua alegria, sempre e em todos os momentos.

Domingos Queiróz – pelo teu esforço e pela tua companhia.

Jorge Bastos – pelo teu esforço e pelo teu silêncio.

Jorge Oliveira – pelo teu companheirismo e amizade.

José Pires – pelo teu desempenho silencioso.

Mário Dantas – pela tua amizade e perseverança.

Pedro Tiago Ferreira – por estares presente.

Ricardo Ferreira – pela tua simpatia.

Rui Teixeira – pelo teu companheirismo e pela natinha.

Valdemar Freitas – pelo teu empenho e amizade.

Vitor Godinho – pelo teu esforço, empenho e vontade de vencer.

Um forte abraço para todos.

Fotos em:

http://www.flickr.com/photos/96936967@N04/sets/72157634171670129/

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.517293938323725.1073741883.473636959356090&type=3

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https://plus.google.com/u/0/photos/114602281518605810925/albums/5890594020581960097

e muitas mais no Facebook.

Podem ainda ver o vídeo em HD em:

http://vimeo.com/68638153

e ainda no nosso Meo Canal :

MEO_693313

e por fim, os comentários do dia seguinte em:

https://daraopedal.wordpress.com/2013/06/17/2o-passeio-dar-ao-pedl-serra-da-freita-arouca/

5.ª Etapa do Circuito NGPS – TransMixões – Vila Verde

Posted by Valdemar Freitas on 19 de Junho de 2013
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte. Tagged: Circuito NGPS, Etapa, Transmixões, Vila Verde. 5 comentários

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5.ª Etapa do Circuito NGPS – TransMixões – Vila Verde

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Domingo, 09 de Junho de 2013, mais uma fantástica etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@l, desta feita foi a 5.ª etapa em Vila Verde, Braga, que já vai na sua 6.ª Edição do TransMixões, num passeio que alia o desafio pessoal aos fabulosos trilhos existentes nesta região, a Missa da Bênção dos Animais em Santo António de Mixões e um Lanche na Quinta do Esquilo, uma entidade que tem vindo a colaborar já há algumas edições com a organização do TransMixões, demonstrando também deste modo o seu apoio ao BTT e promovendo as suas fantásticas instalações, dignas de uma visita com mais calma e em família.

Nesta edição, estivemos presentes 3 elementos do grupo, eu, o meu companheiro de sempre nestas aventuras o Jorge Oliveira e o resistente Mário Dantas, que ao que parece, ficou com o “bichinho” do Circuito NGPS, é uma boa escolha Mário, os meus parabéns!

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Este amigo – Daniel Reis – acompanhou-nos ao longo dos primeiros quilómetros, mas devido a lesão anterior e grave, optou e bem, por desistir e ir refazer-se da maleita, não fosse a coisa piorar, já agora as melhoras para ti Daniel Reis, que “cicatrizes” depressa para voltar aos trilhos. Assim por volta das 8:30horas, arrancamos em direção a Santo António de Mixões, sendo que, nesta altura decidimos que iríamos efetuar o passeio dos 50 km “apenas”, a caminho o organizador – o Luís Martins, aconselhou-nos a não perder a descida de Bezeguimbra, do percurso dos 70 km, vai daí a meio do percurso alterámos a nossa rota e fizemos a descida, cheios de adrenalina, diga-se! Em boa hora seguimos o conselho do Luís, valeu mesmo a pena!

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Como é habitual no nosso grupo, as fotos são imprescindíveis, diga-se aliás que o nosso grupo é já sobejamente conhecido nos meios do BTT, nomeadamente no circuito por sermos quase sempre os últimos a chegar, tal é o nosso empenho em documentar para a posteridade os locais por onde passamos e os momentos que vivenciamos.

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A chuva – um elemento que se está tornar indispensável ou quiçá, inconveniente, no Circuito NGPS, mas o facto é que até ao momento das cinco etapas que realizámos, apenas na Figueira não fomos brindados com chuva, não que isso seja um impedimento, se calhar é até, uma bênção, assim o TMX 2013 – Transmixões, não foi exceção e lá apareceu a chuva que nos acompanhou durante algum tempo mas nada de transcendente, no computo geral, o tempo até se apresentou apropriado para a prática de BTT – sempre enevoado com uma temperatura amena.

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Por esta altura, com poucos quilómetros percorridos, já usufruíamos da companhia do simpático Luís Martins, o organizador desta etapa, que nos acompanhou durante algum tempo, dando depois uma demonstração do seu vigor a pedalar e nunca mais o vimos.

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Era nossa intenção, por ventura assistir à Missa da Bênção dos Animais, ou pelo menos a parte deste acontecimento, mas na verdade não contávamos com a quantidade de subidas que o Luís Martins gentilmente preparou para o pessoal e nós com as nossas perdas de tempo a documentar os locais por onde passamos, perdemos este acontecimento, pese embora no entanto quando chegámos ao topo de Santo António de Mixões, a cerimónia tinha acabado recentemente e toda a gente estava a tratar de se alimentar, eram piqueniques por todo o lado, fomos inclusivamente convidados a sentar-nos a uma mesa e usufruir da simpática companhia de uma família que almoçava – chega para todos, venham cá, sentem-se aqui, deixam aí as burras – insistiam, convite este que nós logicamente declinámos e muito agradecemos, não há como as gentes do norte, carago!

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Quanto ao passeio propriamente dito, palavras para quê, é um passeio do Circuito NGPS, paisagens inigualáveis, só possíveis de serem vistas de bicicleta ou a pé, boa disposição e alegria q.b., onde é que é possível andar de bicicleta lado a lado com cavalos e paisagens de cortar a respiração – nas etapas do Circuito NGPS.

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O ponto alto deste passeio, foi sem sombra de dúvida a travessia do Rio Homem, a pé e com as bicicletas às costas, uma travessia fantástica, que eu já suspeitava que iria acontecer, mas não tinha alertado os meus companheiros para tal facto, confrontados com tal travessia ainda ficaram um pouco hesitantes – ah e tal, vamos ficar com os pés molhados, podíamos procurar uma alternativa e ir à volta – perante a minha insistência – eu vou por aqui – lá acederam e tenho a certeza que não se arrependeram.

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E assim se passou mais um domingo fabuloso, na companhia de amigos fantásticos, onde imperou sem sombra de dúvida a boa disposição e o companheirismo, como é habitual no nosso grupo, assim sendo, só resta agradecer aos meus companheiros de aventura, Jorge Oliveira e Mário Dantas – ao Luís Martins – aqui fica um grande abraço de todo o grupo Dar ao Ped@l, pela sua simpatia e boa disposição, continue a organizar eventos deste tipo enquanto puder e quiser, tem todo o nosso apoio.

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O saldo final ficou-se por uma queda sem gravidade do Mário Dantas, o Jorge Oliveira esteve um pouco apertado com as dores musculares na rampa depois da descida de Bezeguimbra, avarias não existiram.

Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, o Senhora Da Serra / Régua, se acontecer como no ano passado, haverá alvorada e a partida será às 00:00 horas em ponto, aguardemos para ver que tipo de empeno os PTDirtRiders nos vão oferecer!

Podem ver as estatísticas, vídeo e muitas fotos nos links abaixo, apreciem:

http://connect.garmin.com/activity/325756617

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.513774345342351.1073741882.473636959356090&type=3

http://www.flickr.com/photos/96936967@N04/sets/72157634035301094/

 

2º Passeio Dar ao Ped@L – Serra da Freita – Arouca

Posted by Valdemar Freitas on 17 de Junho de 2013
Posted in: Dar ao Ped@L - Centro, Passeio Dar ao Ped@L. Tagged: Arouca, Drave, Regoufe, Serra da Freita, Subidas. 6 comentários

2º Passeio Dar ao Ped@L –  Arouca

 ( Merujal – Mizarela – Serra da Freita – Covelo de Paivô – Regoufe – Drave – Coelheiras – Candal – Merujal )

Rescaldo do épico passeio e filme do Dia Seguinte, visto nos comentários dos participantes.

Valdemar Freitas – por SMS, às 09:12

VF

Olá Malta
Diga-se o que se disser todos nós nos devemos sentir orgulhosos do que fizemos, porque o fizemos mesmo.
Fomos uns valentes.
Parabéns a todos.
Um abraço,
Valdemar

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Jorge Oliveira – por SMS, às 09:14

JO

Partilho essa opinião.
Um abraço.

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Domingos Queiróz – por SMS, às 09:16

DQ

Ok, concordo…

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Vítor Godinho – por mensagem no Facebook, às 10:50

VGOlá Valdemar!
Por aqui é mais barato para mim…
Sim, eu sinto-me apesar de super cansado, muito orgulhoso, e realmente todo o grupo está de parabéns, pelo esforço, dedicação e espirito de amizade entre todos.
Nunca pensei que era necessário tanto esforço, digo-o por mim pelo tempo que não tenho pedalado e pela falta de força física, pelo que me aconteceu nos últimos tempos…
Um próximo evento destes tem de ser muito mais curto, com almoço e um bom bocado de letra entre todos para podermos também conviver além de pedalar.
Grande abraço,  Vítor

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Mário Dantas – por email, às 09:47

MD

Bom dia,

Quero antes de mais dar os Parabéns ao Organizador deste Evento, Augusto Tomé, pela oportunidade que me deu ao visitar a aldeia de Drave e pelo empenho que demonstrou na organização deste evento.

Senti a tua preocupação para que o passeio terminasse da melhor forma, mas as adversidades desta maratona, também fazem parte dela e fizeram de nós uns autênticos guerreiros.

Ao Vítor por ter aceite o  desafio do Grupo e ter embarcado nesta aventura e por ter terminado a prova nas condições em que chegou.

Aos restantes companheiros, as minhas desculpas por alguma atitude menos correcta da minha parte e pelo esforço que tiveram de fazer ao acompanharam-me nesta aventura.

Estou ainda exausto pelo empeno que levei ontem.
Só vos digo que adorei o passeio e voltava a fazê-lo.
Somos uns verdadeiros MONSTROS do BTT.

Não está ao alcance de todos o passeio que fizemos ontem.
O meu odometro marcava 72 Kms, quando cheguei ao parque de campismo.

È destes feitos que é preenchida a nossa vida e tão cedo não nos vamos esquecer deste acontecimento

Fica-me na memória a descida até Drave, a subida, a descida até Candal, em que o Domingos disse que passamos os 80 Kms e o espírito de amizade que nos une.

Foi pena ter acabado da forma em que acabou, nomeadamente no regresso a casa, já acomodados dentro das viaturas, em que o lema “vamos todos e vimos todos”, tivesse sido esquecido, em que já estávamos todos com ânsia de chegar a casa, nos perdemos todos e não nos mantivemos juntos.

Um aspecto de futuro a corrigir.

Abraço,

Mário Dantas

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António Oliveira – por email, às 10:04

AOCompanheiros

Obrigado GRANDE Mário pelas tuas palavras de conforto..

Saliento, que, depois de refeito das maleitas fiquei com vontade de fazer outro igual…

Venha o próximo…

 Vocês são a minha SEGUNDA família…

 Abraços sentidos, António Oliveira

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Vitor Godinho – post no grupo Sala de convívio – Dar ao Ped@l, Facebook, às 10:54

VG

Ora vamos lá para a nossa sala…

Hoje sinto-me feliz, e até já me ri sozinho…
Estou apesar de super cansado, muito orgulhoso, e realmente todo o grupo está de parabéns, pelo esforço, dedicação e espirito de amizade entre todos.
Nunca pensei que era necessário tanto esforço, digo-o por mim pelo tempo que não tenho pedalado e pela falta de força física, pelo que me aconteceu nos últimos tempos…
Um próximo evento destes tem de ser muito mais curto, com almoço e um bom bocado de letra entre todos para podermos também conviver além de pedalar.
Grande abraço a todos Vítor

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Ricardo Ferreira – por email, às 11:07

RF

Bom dia Companheiros,

Agradeço a todos o dia passado e pelas paisagens e dificuldades que partilhamos.

Esta prova de maratona fica para a memória, com grau de dificuldade elevada.

Obrigado em especial ao Tomé por nos ter levado a um dos sítios mais bonitos que visitei. Aliás, com ele e mais companheiros do Dar ao Ped@al tenho conhecido lugares, que não conhecia, e porventura se não fosse desta forma jamais conheceria.

Ainda como pessoa está a permitir enriquecer e fortalecer, com obstáculos que pensava intransponíveis.

Pensemos no próximo, e venham as fotos e os vídeos, que nos permitirão daqui a algum tempo recordar!

Abraço,

Ricardo Ferreira

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Mário Dantas – por email, às 11:19

MD

Bom dia Valdemar,

Sugeria que estes registos/comentários fossem arquivados no nosso blog

Que achas?

O nosso amigo Jorgete é que ficou desapontado.

Eu próprio fiquei meio desorientado, quando estávamos perdidos, á procura da AE para o Porto.

Fiquei anestesiado, quando atravessei o Parque Eólico, no meio do nevoeiro e da chuva, em que nunca mais chegava ao parque de campismo.

A minha preocupação era chegar ao carro o mais rápido possível, para ir buscar os companheiros mais debilitados.

Vejam lá se animam o rapaz, que é um bom companheiro e é um membro importante da nossa 2ª família do Dar ao Ped@L

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Vítor Godinho – por email, às 11:41

VG

Companheiros, Amigos, Combatentes do BTT,

O meu sincero OBRIGADO a todos…

Parabéns ao Tomé, pela dedicação ao dia que passamos, e à sua vontade em que tudo terminasse em bem… felizmente assim conteceu, apesar de todas as adverssidades que tivemos, especialmente eu, que não tenho pedalada, e um pouco debilitado fisicamente pelo que me aconteceu nestes últimos tempos, desde a cirurgia ao tratamento de radioterapia, que arrasou comigo em termos fisicos e mesmo de saúde, pois desde Outubro que todos os meses tenho feito antibiotico para recuperação de gripes… com muita facilidade vou abaixo…

Por tudo isto, sinto um ORGULHO ENORME pelo que consegui, e confesso que tive imensa vontade de desistir… mas vocês conseguiram que eu ultrapassasse esta minha ideia… e lá fui eu, com muito esforço, e muitas vezes a pé… aguentando as adverssidades daquelas montanhas que teimavam em não acabar de subir….

Um especial agradecimento ao Tomé e tb ao Jorge Oliveira, pois até me ajudaram a empurrar a bike num momento em que aspernas teimavam em não andar…OBRIGADO.

O espirito de amizade prevalece, e isso é que importa… somos um guerreiros…

No regresso, fui eu que tinha falado em levar uns doces para aduçar a lingua da mulher sob pena de ter as malas à porta… e talvez por isso nos tenhamos perdido uns dos outros…

Certo que de futuro não voltará a acontecer…

Aquela chuva no final da prova é que não veio nada a calhar, pois a garganta já começou hoje a arranhar… talvez amanhã já tenha infeção e depois de amanhã novo antibiótico… enfim… já me habituei…

Companheiros, uma vez mais, MUITO OBRIGADO por tudo, pelos momentos passados, pelas vistas maravilhosas que vimos, pelos lugares que de outra forma não chegaria um dia a visitar, por TUDO…..

ABRAÇOS A TODOS

Vítor Godinho

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Jorge Bastos – por email, às 12:28

JB

Bom dia

Para que conste deste registo/comentário eu não sou de guardar rancores ou desapontamentos, mas também não mando dizer por ninguém e gosto sobretudo de por nome às vacas.

Compreendo que este tipo de situações acontecem mas há que prevenir… O grupo devia ter funcionado como um todo e numa situação destas teríamos que usar de estratégia que não existiu. A dispersão neste tipo de condições atmosféricas é perigosa, devíamos ter organizado um grupo de “batedores” para ir  buscar os carros e os restantes manterem-se unos por forma a evitar estados de fobia e pânico que acredito que foram experimentados por alguns de nós, isolados, e principalmente na zona das aeólicas.

Se era suposto irmos a Drave e por saber que já era percurso conhecido de alguns, nunca deveríamos ter deixado os carros tão longe, pois já devíamos saber de antemão que aquela subida apenas poderia ser feita a pé e por consequência rebentaria com qualquer um. Estes percursos com muita gente e com capacidades anímicas diversas, têm que ser melhor projectados e delineados nunca fazendo fé na improvisação, um “treco”, em qualquer um de nós ontem, teria sido catastrófico. Já não somos propriamente meninos e não devemos ter a pretensão dos nossos tempos de juventude, muito ou pouco já temos connosco as marcas do tempo, as intervenções cirúrgicas as limitações… não se deixem iludir…! Defendam-se a nossa força nestas idades encontra-se sobretudo na experiência e na estratégia.

Por ultimo também não quero deixar de ressalvar o seguinte, lembrem-se, até cada um chegar ao conforto do seu lar continua a ser todos por um e não como ontem. Tocou a rebate e tudo dispersou… ! Sei que todos se perderam no caminho de regresso e afinal talvez fosse melhor termo-nos perdido juntos….

Ok por ultimo o nome é Jorgete mas com um grande par de tomates hã!

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Jorge Bastos – por email, às 14:56

JB

Boa tarde

Em jeito de rescaldo, quero deixar aqui uma palavra de admiração e enaltecimento ao meu amigo e “líder espiritual” Vitor Godinho pelo seu desempenho, força de vontade e espírito de vencer. Não é todos os dias que se reencontra um Pedalista com P grande. Mesmo depois da grave intervenção a que foi sujeito com todas as sequelas remanescentes e tanto tempo parado, conseguiu superar todas as limitações e vicissitudes e chegar incólume, como se tivesse vindo do sauna ao destino propôs.

AH G’ANDE VICTOR!!!!!!

GRANDE PAR OS TEUS !!!!!

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RT JP ATPF

V Encontro Cannondale – Arcos de Valdevez

Posted by Valdemar Freitas on 13 de Junho de 2013
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Encontro Cannondale. Tagged: Arcos de Valdevez, Cannondale, Encontro. 2 comentários

V Encontro Cannondale – Arcos de Valdevez

Mais uma crónica que vou partilhar no blog do Dar ao Ped@L, sobre um evento digno de ficar registado, o V Encontro Cannondale, que se realizou em 08 de Junho de 2013, em Arcos de Valdevez, sugestão que me foi dada pelo nosso amigo Nuno do Vez.

A convite do Nuno Araújo, do clube BTT Terras do Vez, aceitei participar neste evento/convívio entre amigos do pedal e levar a minha Cannondale até ao Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Encontro Cannondale 010

Como as provas que o Nuno me tem recomendado, tem sido uma boa opção, lá decidi aceitar o desafio e fazer esta estreia na minha terra natal e fazer mais um passeio, que certamente iria ser memorável.

Ainda ponderei, face ás previsões meteorológicas que anteviam alguns chuviscos para o final da tarde de Sábado e até porque no dia seguinte teria outra aventura de BTT á minha espera, á qual não queria faltar e teria de estar em forma, para a 5ª Etapa do NGPS, em Vila Verde, um percurso de 50 kms ou 70 kms.

O Nuno tranquilizou-me que este passeio de BTT da Cannondale, tinha uma dificuldade média/baixa e não passaria dos 35 Kms.

Eu é que teria apenas no dia seguinte de decidir se iria fazer os 56 Kms com 1.400 d+ ou 68 Kms com 2.250 d+, do Transmixões, com os amigos do Dar ao Ped@L.

Encontro Cannondale 005

Lá fui até ao Campo do Transladário, levantar o dorsal e os brindes, ofertas da Cannondale e da Bike Zone, a quem agradeço a gentileza. Nunca recebi tantos brindes, 2 tshirts, porta–chaves, meias marca Cannondale e um rebuçado dos Arcos, daqueles enormes, de encher a boca e ás 14.30 arrancamos até ao Largo da Lapa para a foto de família. Éramos cerca de 60 cannondelistas a embelezar a vila de Arcos de Valdevez, com as suas makinas.

2013-06-08 - V Encontro Cannondale - Arcos de Valdevez

Seguimos depois pelas ruas da vila, atravessamos a ponte nova sobre o rio Vez,  em direcção ao Mezio, até entrarmos em trilhos rurais, na companhia de 3 guias que lá foram conduzindo o Grupo até ao parque da Peneda-Gerês, tendo também passado pela ponte que atravessa o rio Azere em direcção a Vilela das Lajes, local predilecto  para algumas fotos.

Encontro Cannondale 038

Os guias lá tiveram a paciência para aturar este grupo diversificado, desde travar os mais velozes que tinham de parar de vez em quando para esperar pelos mais lentos, e os que não paravam de reclamar pela aventura em que se tinham metido, passar em caminhos de cabras, andar com a bicicleta à mão e sempre a subir.

Encontro Cannondale 049

A boa disposição lá foi reinando entre o grupo e felizmente não houve quedas. Apenas algumas cãibras, com o esforço físico na subida.

Depois de duas paragens para reagrupar o grupo, chegamos à zona do reforço, onde nos esperava um delicioso lanche, com fruta (bananas e laranjas de Ermelo), as famosas bolas de Berlim e os croissants do Doce Rosa, que já tinham desaparecido, quando eu cheguei, broa, doce, água e sumos. Muito bom.

Encontro Cannondale 076

Até ao reforço o grupo foi-se mantendo unido, mas com o nevoeiro e a chuva a aparecer, o frio, alguns decidiram ir andando e seguiram até ao Mezio. Alguém no reforço me alertava que teríamos que nos despachar porque o nevoeiro na serra iria retardar o nosso regresso.

Encontro Cannondale 103

O primeiro contratempo surgiu com um furo na Bike de uma colega, a Andreia, a única mulher com coragem para alinhar nesta fantástica aventura, uma agradável companhia durante a maior parte do percurso. O Leandro lá resolveu o problema, com a troca da câmara-de-ar.

Encontro Cannondale 031

O segundo contratempo surgiu com a Cannondale do João Fonseca que não suportou o esforço da subida e partiu a corrente.

Eu e com a ajuda do Bruno lá conseguimos reparar a corrente e seguimos em frente.

Daí foi sempre a pedalar por paisagens fantásticas, pintadas de amarelo das faias e cobertas com tapetes verdejantes, com as vacas cachenas  a pastarem nos montes, que faz com estes passeios se tornem cada vez mais interessantes.

Encontro Cannondale 107

Lá fui rolando e tentei chegar ao grupo que seguia á minha frente, mas quando cheguei ao Km 23, surgiu o 1º cruzamento, senti-me perdido no meio do nevoeiro, como o D. Sebastião, sem saber qual o trilho a seguir. Lá liguei ao Nuno e disse-me para seguir o rasto das bikes.

Depois de chegar a Travanca, optei por esperar pelo último Grupo junto ao parque de campismo. Lá tive de aguentar mais de meia hora á chuva á espera dos cansados. Que grande seca, ou antes molha, me pregaram estes amigos.

Encontro Cannondale 088

Depois de reagrupar o ultimo grupo, optamos por não fazer o trilho até às antenas, tendo tomado a mesma decisão que os anteriores companheiros e regressar à vila dos Arcos pela Estrada. Em Boimo o Nuno surpreendeu-nos no entanto com um desvio por um trilho que prometia ser um atalho e eis que passados alguns metros deparamo-nos com um caminho estreito, que só conseguimos passar com as bikes ás costas. O Leandro estava encantado com a paisagem e não parava de tirar fotos.

Perdidos nesta aldeia deserta, julgo que em Vilela de Lajes, lá tivemos que perguntar a alguns residentes por onde se podia seguir para a Vila, até que alguém nos informou que estávamos numa estrada sem saída e que tínhamos de voltar para trás. De volta á estrada lá regressamos à vila dos Arcos, à qual chegamos eram cerca de 08.00 h, com 42 Kms a dar ao pedal.

Encontro Cannondale 002

Um agradecimento especial aos guias que tudo fizeram para manter o grupo unido e nos levaram a conhecer estes locais fantásticos da Peneda-Gerês, à Cannondale e à Bike Zone, pelos brindes que nos ofereceram e pela organização deste evento.

Estão de Parabéns e até para o ano.

Encontro Cannondale 028

Abraço,
Mário Dantas

4.ª Etapa do Circuito NGPS – Rota do Mel – Mondim de Basto

Posted by Valdemar Freitas on 30 de Maio de 2013
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Norte, Rota do Mel. Tagged: Circuito NGPS, Mondim de Basto. 4 comentários

CircuitoNGPS4.ª Etapa do Circuito NGPS – Rota do Mel – Mondim de Basto00

Domingo, 19 de Maio de 2013, mais uma fabulosa etapa do Circuito NGPS cumprida pelo Dar ao Ped@L, desta feita foi a 4.ª etapa em Mondim de Basto, também denominada – 4.ª Rota do Mel, num passeio que procura promover os produtos regionais, no caso o Mel e a região de Basto.

Estiveram presentes 5 elementos do grupo, eu, o meu companheiro de sempre nestas aventuras o Jorge Oliveira, o simpático Ricardo Ferreira e os estreantes nestas lides do NGPS, o Mário Dantas e o Domingos Queiróz.

01

Combinamos o encontro na estação de serviço junto à entrada da A4 em Ermesinde por volta das 7 horas da manhã e depois do cafezinho da praxe, partimos com destino a Mondim de Basto, depois das bicicletas todas arrumadinhas na viatura gentilmente cedida pelo Domingos.

02

Uma vez em Mondim, procedemos ao levantamento dos dorsais, preparamos as bicicletas e o restante equipamento para nos fazemos aos trilhos e às 9:30 horas, a organização deu a partida conjunta, facto não muito habitual nestas andanças, mas a par com a Figueira, assim aconteceu.

03

O dia amanheceu mais ou menos bonito, até parecia que íamos ter um dia de sol no Alvão, nada mais errado, a Serra do Alvão e o Dar ao Ped@L parece que teimam em não ter uma relação amistosa, falo claro está, em termos climatéricos apenas e só.

04

Durante a manhã e com a partida tardia, as coisas não correram de feição, aos 6 kms. já estávamos a lanchar, e depois de percorridos mais alguns quilómetros, após a prova do mel, que foi fantástica diga-se de passagem, eis que somos brindados com uma chuvada daquelas nada agradáveis – mas haverá alguém que ande de bicicleta e goste de chuva, acho que não? – Abrigámo-nos numa paragem de autocarro, até a chuva amenizar, e como tinha surgido alguma confusão com os trajetos e direções, optámos em boa hora por não fazer os 70 quilómetros e fazer os 30 que eram 40 kilómetros, e que no final acabaram por ser 45 quilómetros muito bem passados.

05

Mais uma vez, conforme já tinha acontecido no primeiro passeio do Dar ao Ped@L, à tarde, fomos brindados com chuva, frio, granizo e trovoada, os ingredientes necessários para nos pôr a bater o dente, embora desta vez tenha sido muito mais leve, por assim dizer, a tareia de granizo!

06

Quanto ao passeio propriamente dito, palavras para quê, é um passeio do Circuito NGPS, paisagens inigualáveis, só possíveis de serem vistas de bicicleta ou a pé, boa disposição e alegria q.b.

07

É claro, que o ponto alto deste passeio, foi sem sombra de dúvida a travessia do Rio Olo, pela sua famosa ponto de arame, ou na interpretação de alguns companheiros, uma travessia à “Indiana Jones”, vocês sabem do que eu estou a falar.

08

Não me canso de escrever, promover e divulgar este tipo de eventos, pela sua qualidade e simplicidade, o conceito NGPS encerra em si os princípios necessários para a superação pessoal, o divertimento, o convívio e a promoção de gentes, produtos e locais, tudo isto quase de borla.

09

As imagens falam por si, vejam, apreciem e comentem, e já agora, para quem ainda não experimentou, do nosso grupo de amigos é claro, fica o convite para um destes dias se juntarem a nós e passar um dia divertido e diferente da habitual.

10

E assim se passou mais um domingo fantástico, na companhia de amigos fabulosos, onde imperou sem sombra de dúvida a boa disposição e o companheirismo, como é habitual no nosso grupo, assim sendo, só resta agradecer aos meus companheiros de aventura, Jorge Oliveira, Mário Dantas, Domingos Queiróz e Ricardo Ferreira, e ainda ao simpático elemento da MondimBike que andava a “fechar” o passeio dos 40 Kms., e demonstrou uma enorme paciência e boa disposição – o Jacinto Lopes – aqui fica um grande abraço de todo o grupo Dar ao Ped@L.

12

O saldo final ficou-se por algumas quedas sem gravidade, eu o Mário Dantas e o Jorge Oliveira, fomos “apalpar” o terreno para ver como a coisa estava, avarias também existiram, mas nada de maior, felizmente, aos 4 quilómetros ainda pensámos que o Jorge Oliveira iria para trás por causa do cepo ter dado o berro, mas após algumas pancadas secas, a coisa lá engrenou e deu para fazer o passeio na totalidade sem sobressalto de maior, o Domingos Queiróz para não variar e ao bom estilo português também estava com o cepo avariado, sendo que, com algum receio é certo, mas também conseguiu concluir o passeio com sucesso.

11

Venha o próximo passeio do Circuito NGPS, o TransMIXÕES, em Vila Verde, este é o mais antigo do circuito e por assim dizer o mais purista, venha ele e até dia 9 de Junho.

Não se esqueçam que podem ver centenas da fotografias na página do Dar ao Ped@L no Facebook em:

https://www.facebook.com/pages/DAR-AO-PEDAL/473636959356090

e ainda no nosso MEO KANAL, clicando no vosso comando MEO no botão verde e digitar o numero:

MEO_693313

Desafio B. V. Figueira – 3.ª Etapa do Circuito NGPS

Posted by Valdemar Freitas on 7 de Maio de 2013
Posted in: Circuito NGPS, Dar ao Ped@L - Centro. Tagged: Circuito NGPS, Desafio BV Figueira, Figueira da Foz. 5 comentários

3.ª Etapa do Circuito NGPS001

Desafio B. V. Figueira

Figueira da Foz – 04-05-2013

Estiveram presentes do Dar ao Ped@l:

António Oliveira, Augusto Tomé,

Jorge Oliveira, José Paulo Rodrigues,

Ricardo Ferreira e Valdemar Freitas

E ainda os amigos:

Artur Jorge Barros, Filipe Vaz,

Rui Miguel Azevedo, João Silvestre,

Nuno Silvestre e Manuel Oliveira.

002

Quando em Fevereiro participei pela primeira vez no Circuito NGPS, estava longe de imaginar que conseguiria persuadir tantos companheiros para participar nestas aventuras, que de resto adoro, muito menos de pedalar com 12 amigos em simultâneo com um único objetivo – a diversão!

Assim, numa reviravolta fantástica nesta etapa, a terceira de 2013, estávamos inscritos seis elementos do nosso Dar ao Ped@l, mas na realidade esta etapa foi integralmente realizada por doze amigos num ambiente saudável, alegre, divertido e com uma cumplicidade pouco vista nos dias que correm.

Esta façanha ficou a dever-se ao facto do Ricardo Ferreira trazer três amigos para pedalar connosco na Figueira da Foz, o Manuel Oliveira, o Hugo Silvestre e o irmão o João Silvestre, vai daí passamos a ser nove, já nos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz juntaram-se a nós mais três amigos de São João da Madeira, dois dos quais já nos tinham acompanhado, a mim e ao Jorge, na primeira etapa na Serra da Feita, foram eles o Artur Jorge Barros, o Filipe Vaz e o Rui Miguel Azevedo, este último que também estava em Arouca, mas tinha tido uma avaria grave e ficou pelo caminho, daí nós não o termos conhecido, só agora, mas ainda bem, porque o Rui Miguel Azevedo é divertido e um bom amigo.

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004005

As 6:45 horas o meu companheiro de sempre nestas aventuras, o Jorge Oliveira, já estava em minha casa para seguirmos viagem conforme previamente combinado, bicicletas nos suportes, malas arrumadas e lá seguimos em direção ao nosso destino, com uma paragem em Antuã para nos reunirmos com o resto do pessoal, chegamos as 7:30 horas em ponto, já lá estavam o António Oliveira e o Valdemar Freitas, o Oliveira denotou a ansiedade normal neste tipo de acontecimentos, às 7:00 horas já estavam à nossa espera, é normal, já por lá passamos, o Jorge também acusou o peso da ansiedade, dormiu pouco, confidenciou-me!

Alguns minutos depois chegou o Ricardo e os amigos, cafezinhos da praxe tomados e fizemo-nos à estrada, tendo chegado por volta das 9:00 horas ao local da partida e secretariado, o quartel dos bombeiros.

Estacionados os carros e equipados a rigor procedemos ao levantamento dos dorsais para colocarmos nas bicicletas, boa disposição não faltou, ou não estivesse presente o nosso querido diretor desportivo e “camarada presidente”, o António Oliveira, que como todos nós bem sabemos, onde ele está não há tristezas, bem hajas por seres assim Oliveira, obrigado.

Não é habitual a partida com tudo ao molhe no Circuito NGPS, mas desta feita foi assim, o que de certo modo até se compreende, dado o fabuloso apoio prestado pelos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, uma corporação fantástica e merecedora do todo o apoio que lhe possamos prestar.

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As 9:30 horas foi dada a partida, tendo sido antecipada por um ligeiro briefing dado pelo principal organizador, o Nuno Mourinha, com as habituais recomendações de cautela, cuidado e bom senso, para não haverem danos desagradáveis nem ninguém se magoar, percorremos algumas centenas de metros em alcatrão até chegamos aos trilhos em terra, precedidos por uma viatura da PSP e viaturas dos Bombeiros a fechar e a acompanhar o extenso pelotão de betetistas, na sua maioria descontraídos e à espera de ter um dia de BTT em cheio, que viria a concretizar-se.

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Os 60 kms que iríamos percorrer foram na sua maioria bastante cicláveis e divertidos, encontramos de tudo, single tracks fantásticos, estradões corta fogos, algumas subidas, algumas descidas, a bonita Serra da Boa Viagem, o sempre espetacular Oceano Atlântico, paisagens fabulosas e diferentes daquelas que estamos habituados a percorrer em terras nortenhas, mas nada de muito violento, bastante agradável até, diga-se de passagem.

Não querendo maçar os leitores com demasiado texto, já que as imagens dizem tudo, não são necessários comentários para elucidar a maioria dos acontecimentos e beleza dos trilhos e paisagens. Afinal uma imagem vale mais que mil palavras.

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O nosso diretor desportivo aka “camarada presidente” até teve direito a escolta policial.

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Percorrer este passeio, foi extremamente divertido, nada cansativo e teve o dom de proporcionar a todos, um sábado muito bem passado, a fazer aquilo que todos nós gostamos – BTT.

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Se olharmos para um lado temos paisagens destas,

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Se olharmos para o outro lado vemos paisagens destas,

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E se fizermos mais um movimento de rotação, ainda vemos disto,

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Na paragem para almoço / lanche, enquanto o Oliveira repara o seu furo, conseguido com a bicicleta à mão – só a ele para acontecer tal coisa – os outros iam almoçando o lanchinho trazido de casa, para repor forças e aproveitando para descansar um pouco, ainda que ninguém estivesse muito cansado.

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A esta altura iam passando outros participantes, uns mais atrasados que nós, outros dos 90 kms, como os amigos da Ecobike, com o inconfundível Manuel Couto, bem como dois simpáticos casais que mais à frente nos tirariam as fotos de grupo, são eles o Marco e Cristina Silva e João Quintas e Sandra Matias, como uma espécie de pagamento pelas bolachinhas gentilmente cedidas pelo pessoal do grupo, para lhes dar força nas pernas.

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Ficou o incentivo a estes simpáticos para se lançarem aos trilhos sem piedade, vamos ver se continuam!

Após alguns quilómetros e depois do repasto, toda a gente pedalou veemente e com algumas estradas secundárias à mistura com trilhos e single tracks, inevitavelmente perdemo-nos, ou seja, saímos fora do track, portanto voltamos atrás e retomamos o caminho correto que acabou por ser divertido, já que foi a parte que o temporal mais destruiu e tivemos que transpor diversos obstáculos, à boa moda do puro BTT.

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Aqui em cima, os Oliveiras, o Manuel e o António, a protagonizar o espírito do BTT.

A série de imagens que se seguem, exemplificam o esplendoroso sábado que passamos na Figueira da Foz.

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No final lá estava o churrasco à nossa espera, feito pelos bombeiros, claro está, este pessoal foi incansável quer ao longo do caminho, quer no apoio a quem precisou  e   sempre com um sorriso nos lábios. Obrigado a todos, sem exceção.

Assim se passou a 3.ª Etapa do Circuito NGPS – o Desafio BVFigueira, organizado por Nuno Mourinha, com a colaboração dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.

Estatísticas:

Kms. Previstos: 59,8

Kms Realizados: 57,8

Tempo a pedalar: +/- 8:20 horas

(inclui paragens para almoço e assistências)

Avarias: 1 corrente rebentada e 2 furos

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