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All posts by Valdemar Freitas
23 a 26 de Agosto de 2012
Nesta minha 2ª peregrinação a Santiago de Compostela, devo acrescentar que esteve sempre presente o velho lema do Dar ao Ped@l “ bamos todos e bimos todos” .
De facto reinou sempre a boa disposição no reino deste magnifico grupo.
Tivemos alguns percalços pelo caminho, mas todos foram solucionados!!! Saliento que nenhum dos elementos levou um pneu sobresselente e tivemos um colega (Rogerio) que o pneu da sua bike estourou e nós conseguimos resolver o caso e seguir em frente, faltavam ainda 25 Km para chegar à Praça Obradoiro.
Os caminhos de Santiago são percursos históricos que remontam ao século IX e entraram na história quando foram encontrados os restos mortais do apóstolo S. Tiago, na que é hoje a cidade de Santiago de Compostela.
São caminhos espirituais e culturais, já elevados a Património Cultural e da Humanidade.
O Grupo de BTT Dar ao Ped@L, preparou esta viagem com muitos meses de antecedência, já que sendo um grupo numeroso, queria ter o maior número de pessoas disponíveis para esta fantástica aventura.
A preparação começou em Setembro de 2011, com o objectivo de criar um consenso a nível de datas, mas também para proporcionar a todos a melhor forma física.
A seis meses da partida, estávamos um grupo com 8 elementos. Adivinhava-se uma viagem não muito fácil pelo stress, ansiedade, cansaço que se acumularia mas também pelo numeroso grupo.
Os dias que se antecederam foram de organização e preparação das mochilas, para que nada ficasse esquecido.
Os dias cinzentos e a chuva que se fez sentir durante a viagem, pareciam querer a nossa aventura fosse interrompida.
Mas nada e ninguém consegue parar os elementos do Dar ao Ped@L.
Um abraço,
António Oliveira
9 de Setembro de 2012
6.ª Rota das Cebolas – Maia
1º Dia (07-09-2012)
Bom! Incumbido do dever sagrado de “cronicar”, cumpre-me colocar a minha síntese da Rota das Cebolas em crónica.
Para o grupo Dar ao Ped@L, o evento começou na 6ª feira à noite, num passeio nocturno com a presença de 3 dos nossos membros: Fred+César+Dantas, isto num passeio de sustos e assombrações como manda a escuridão.
Andar no meio do monte à noite e com pouca luz tem muito que se lhe diga e todas as surpresas são inesperadas, desde silvas da grossura de um polegar até colchões no meio do caminho etc, etc.
E até houve quem caísse!!!! como é possivel!?
O momento áureo da noite e que nos marcou mais, foi a visita ao CITOVE (centro de inspecção de veículos) onde fizemos um abastecimento e o Fred aproveitou para jantar,(é assim mesmo!! em casa fica mais caro!!!).
Fomos mantidos em cativeiro até ao esgotar do barril de cerveja colocado à disposição dos sequiosos BTTistas (é que já tinhamos feito 7 km!!!!justificava-se!!).
Após 1 hora de reposição essencialmente de líquidos (3 cervejas para cada elemento do Dar ao Ped@L ……..ah aha aha ah!!!) partimos para as alucinantes descidas sob efeito de doping e a rezar para não cair (acho que até recorri ao Buda:::).
Provou-se também que efetivamente todos os caminhos vão dar a Roma, pois ficamos num grupo para trás e quase sem luz, conseguimos chegar à meta por outro caminho, já agora também fomos dos 1ºs………!!!!!!
Nota Educativa: No final visitamos o Museu Etnográfico no Câstelo da Maia, onde soubemos qual o nome do Povo que deu origem ao nome da Maia e seus habitantes.
Fica o desafio que nos foi lá colocado e descubram na Net ou em visita ao próprio museu (faltaram lá os nossos ases da fotografia).
QUAL É O NOME DO POVO? Embrulhem lá esta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
2º Dia (08-09-2012)
Do 2º dia de eventos, que constava em participar em algumas actividades, o que não foi possível por razões familiares, apenas pude ver que a entrega de dorsais correu muito bem e rápidamente. Também pude apreciar uma aula de spinning e posso vos dizer que consolei as vistinhas (acho que li isto em qualquer lado!).
Como eu gosto de as ver a transpirar e a esforçarem-se!!!! (se é que me entendem…..) só foi pena não ter sido no monte!!!! (Fred podíamos levá-las aos Palácios…. tu compreendes-me)
Fico por aqui…
3º Dia (09-09-2012)
No 3º dia, antes da partida e da habitual foto de grupo com mais 4 elementos (um deles o Presidente da Câmara) e 3 amigos meus (César Santos, Hugo Fonseca e André Costa) e futuramente amigos do Dar ao Ped@L (assim espero), foi-me solenemente entregue a minha jersey do Dar ao Ped@L.
Logo ficou visto que tenho de aumentar a minha atividade pois a barriga deu o seu ar de graça e tentou sobrepor-se à beleza da camisola.
As lágrimas foram rapidamente esquecidas e toca a dar à lingua até à partida.
Logo no 1º km a surpreendente velocidade dos atletas de alto rendimento do nosso grupo foi determinante para o desenrolar do resto do passeio…..ou seja: não vi mais ninguém!!!
Vocês andam como o caraças!!!!!!!!!!!!!!!!!! por isso é que perdem o material (não é Sérgio??).
Eu não perdi nada a não ser 0,5 kg na minha balança de casa e mais meia hora no tempo, mas diverti-me e ainda trouxe 1 kg de terra para casa!!!!!! que já está em vasos.
No final e como moro perto, trouxe as recordaçoes para casa (terra e lixo) e surpresa: quando cheguei, a esposa estava mesmo a limpar a casa de banho, já estão a ver o filme…
Bom, de regresso para almoço e com 3 sandes, 3 cervejas, 1 café e um arroto soube da disposiçao de 2 elementos do grupo em repetir o percurso.
É verdade. ainda há herois!!! sim senhor!!!! mas ainda bem que foram pois o objectivo foi cumprido e em menos km, recuperou-se o GPS do Sérgio que vai ajudar a marcar tracks para o futuro, certo????
Bom como diz o ditado: Merenda comida companhia desfeita.
Abraço para todos e se me esqueci de algo tenham paciência!!!!
O MEU NEGÓCIO SÃO NÚMEROS………………..
César Pinto
2 de Setembro de 2012
Labruje ( praia )
O relógio não despertou, acordei sobressaltado, mas ainda a tempo de estar presente às 08 horas no Alto da Maia.
Era a entrega de mais duas novas jerseys, ao Fredy e ao Pires.
O Domingo convidava para mais um percurso à beira-rio e mar e lá fomos até à praia de Labruge.
Nestas voltinhas domingueiras, no pára aqui e pára acolá, foto para ali, fotos pra acolá… lá contabilizamos mais ou menos 80 Km.
Penso que compareceram à chamada neste Domingo de sol, dez elementos equipados com a Jersey oficial, todos aliás, excepto um!!! e quem seria!!! O nosso elemento do “contra” o Emanuel Mascarenhas.
É com grande agrado que vejo aumentar no distrito, ano após ano (pelo menos nas zonas que frequento regularmente), a oferta de infra-estruturas para quem quer usar uma bicicleta nos seus tempos de lazer.
São já muitas dezenas de quilómetros que podem ser feitos em pistas próprias, em total segurança e também muitos trilhos fora de estrada marcados para os ciclistas todo-o-terreno fazerem o gosto ao pedal.
E o mais importante também não falta, pessoas dispostas a usar toda esta oferta. Dá gosto ver que são cada vez mais os que usam a bicicleta nos seus momentos de lazer, mas curiosamente é mesmo só nesses momentos.
Este hábito de andar de bicicleta teima em não passar para o quotidiano, o que me surpreende e parece-me que muitas das desculpas usadas não fazem sentido.
Quem conhece a Europa, especialmente de França para “cima”, já pôde constatar que, mesmo quando faz frio ou chove, mesmo quando há inclinações, mesmo quando não há pistas, é normal ver pessoas a usar a bicicleta no dia a dia.
Pelos nossos lados, nem os estudantes universitários as usam.
É certo que há outros motivos e alguns eventualmente mais válidos, mas não é possível que todas as pessoas os tenham todos os dias.
O nosso clima é ameno e o terreno de desníveis suaves, não acham que vai sendo tempo de deixar de precisar do automóvel como se do ar que respiramos se tratasse?
É pena ver esta massa de gente que passeia só aos fins-de-semana e no Verão.
O ano tem 365 dias…
António Oliveira
15 de Agosto de 2012
A estreia dos equipamentos
O que no inicio começou por ser apenas umas voltinhas individuais de bicicleta aos Domingos, logo passou a ser um motivo de convívio e camaradagem de quem gosta de praticar BTT.
Como tal, este blog tem como objectivo partilhar com todos aqueles que gostam do BTT, o descrever dos belos momentos com fotos das respectivas aventuras na modalidade, mas sempre numa vertente de lazer, paixão e sempre com amor e respeito pela natureza e acima de tudo … sem Stress, pois para isso basta a vida profissional de cada um de nós !!!!
Para todos os que visitem este sitio, um abraço e boas pedaladas.
São equipamentos humildes mas bonitos como todos os elementos que constituem este grupo que tem vindo a crescer mas sempre com os mesmos ideais:
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amizade
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convívio social
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fotografar
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gosto pelo desporto
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prazer de conhecer novos locais
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passeio e o gozo pela montanha
Tendo como base as premissas supracitadas e em colaboração com vários elementos deste grupo foi desenvolvido este equipamento que pensamos ser um bom reflexo da nossa imagem do Dar ao Ped@L.
Tivemos uma briosa colaboração do Arq. Luis Gomes, o qual ficamos muito gratos.
Estas Jersey’s foram concebidas com muito amor e carinho e são o orgulho de todos os elementos do Dar ao Ped@L.
A Fotografia do grupo será feita com todos os elementos presentes.
E já agora não se esqueçam: vivam a vida sempre com boa disposição e humor, heheheheh !!!
António Oliveira
14 de Agosto de 2012
Quem melhor para servir de modelo à nossa nova jersey, do que o primeirinho, o número 1, o grande impulsionador do nosso grupo.
Ele bem merece por tudo o que tem feito e fará em prol do Dar ao Ped@L.
Obrigado António Oliveira.
O Dar ao Ped@L deseja a todos, muitas e boas pedaladas com a nova jersey.
Notícia do acompanhamento do grupo Dar ao Ped@L até Vilarinho, ao Grupo Desportivo do BPI na viagem a Santiago de Compostela, publicada na revista Associativo nº. 32 de Agosto/Outubro
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a revista Associativo, é uma publicação do Grupo Desportivo e Cultural dos Empregados do Banco BPI – www.gdbpi.pt
Mais notícias em: https://daraopedal.wordpress.com/as-noticias/nos-media/
12 de Agosto de 2012
O doce nunca amargou
Há quem diga que a melhor maneira de uma mulher agarrar um homem, é pela boca. No nosso caso, ao dizermos que o percurso de Domingo, consistia em irmos aos Jesuítas e aos Limonetes, pastéis tradicionais de Santo Tirso, foi o chamariz para aparecerem dezasseis pedalistas, entre os quais cinco estreantes – António Felícia, Domingos Queiroz, Pedro Ferreira, Rui Cavadas e Rui Teixeira.
Incluindo a subida ao Monte Córdova e ao Santuário da Nossa Senhora da Assunção, o percurso poderia afastar os mais destreinados mas assim não aconteceu. O doce nunca amargou e ainda é receita para juntar muitos amigos, seja para que evento for, mesmo até para as mais difíceis pedaladas.
Vindos dos concelhos do Porto, de Gondomar, da Maia e de Valongo, saímos já todos em grupo, os 16, das bombas de gasolina, junto à rotunda do Maia Shopping em direcção ao nosso primeiro objectivo – Santo Tirso.
Com diversos estreantes em diferentes estados de forma, o grupo foi-se logo alongando, tendo eu optado por ficar à rectaguarda, acompanhando o meu amigo das andanças do coleccionismo, o António Felícia que não estava na melhor preparação possível para acompanhar quem já leva muitos quilómetros nas pernas e tem outros ritmos.
Pensando melhor, nos prós e nos contras em nos acompanhar e, provavelmente não aguentar a pedalada, cansar-se em demasia, atrasar-nos e até não conseguir chegar à hora que pretendia chegar a casa, o meu amigo decidiu ficar logo à saída de Ermesinde, prometendo voltar em breve, quando estiver melhor preparado para Dar ao Ped@L connosco.
Tendo ficado sózinho e provavelmente já bem distante do restante grupo pois já não os conseguia ver, mesmo na recta comprida que vai até à rotunda de Alfena, a do chafariz, começei a pedalar com toda a força, pensando cá para mim que mais cedo ou mais tarde, os apanharia ou eles esperariam por mim, quando dessem pela minha falta, há muito tempo.

Mas isso não aconteceu e eu fui pedalando, pedalando, com toda a genica e achar muito estranho que eles não aparecessem à minha vista e, quando dei fé, já estava perto de Santo Tirso. Resolvi parar e telefonar para o Mascarenhas. Tinha 8 chamadas não atendidas, 4 do Mascarenhas, 2 do Oliveira, 1 do Sousa e 1 do Óscar.
Tinha o telémóvel em silêncio e por isso não atendi os meus amigos que, ao verem que eu tinha ficado para trás, resolveram ir fazer parte do percurso do “Passeio dos Reis”, aquele trilho entre campos rurais, junto ao rio Leça e ao relvado, transformado em campo de futebol, onde costumam estar os nossos amigos cavalos.
Lá tive que ficar mais de um quarto de hora à espera que chegassem até mim e abalassemos sem mais demoras, até à Confeitaria Moura, onde nos esperavam os jesuítas e os limonetes e os cafézinhos.
Depois de retemperadas energias e das compras de pastéis efectuadas para levar para casa, fomos então à procura do nosso segundo objectivo, a ciclovia, também passadiço pedonal, que junto ao rio Ave, vai da ponte que o atravessa até ao parque municipal da Rabada.
Feito o reconhecimento da pista que é de pequena extensão, ainda demos umas pedaladas pelo referido parque, lugar muito aprazível e de frondosas sombras onde os tirsenses caminham, pedalam ou simplesmente descansam.
Na volta, houve lugar à foto de grupo da praxe e à pré-mentalização de todos para o que viria a seguir, o mais difícil dos três objectivos que tínhamos planeado para este percurso, a subida ao Monte Córdova ou mais propriamente, até ao Santuário da Nossa Senhora da Assunção, uma ascensão dos 105m aos 473m, durante 5,4 km.
O certo é que, seja por terem ingerido alguns doces (jesuítas ou limonetes) ou não, nenhum de nós ficou pelo caminho e mais tarde ou mais cedo, mais ou menos desgastados, todos os elementos arribaram ao cimo do Córdova, juntando-nos às portas do santuário a descansar e a falar sobre o quão difícil foi pedalar nesta subida, desconhecida de todos excepto do Mascarenhas.
Refeitos da coça, já com as pulsações mais certas e a respiração mais calma, demos início à descida, optando por um trilho em terra que depois vai desembocar a um pequeno lugarejo que se atravessa por ruelas estreitas em pedra e sempre em descida e que depois permite a ligação ao cruzamento, junto à igreja de Valinhas.
Aqui, alguém lembrou que poderíamos ir pelo Monte Padrão, mostrar o cruzeiro e o castro a quem não conhecesse estes locais e depois descermos mais um trilho em terra, o tal onde no último dia de 2011, o nosso amigo Oliveira deu uma valente e aparatosa queda e da qual, ainda hoje sente algumas mazelas.
Desta vez ninguém caiu, o piso estava seco e pareceu-nos que já tinham corrigido alguns regos, enchendo-os com terra e detritos de obras, talvez para alguma prova que entretanto lá se tenha realizado.

Tirando um ou outro cansaço físico, uma ou outra caíbra e o furo na roda traseira do Domingos Queiroz, nada mais houve a acrescentar a este Dar ao Ped@L, senão o pedalarmos para casa, para os habituais e reconfortantes banhos e almoços domingueiros.
Até ao Feriado de 15 de Agosto, dia em que vamos estrear as novas jerseys.
Valdemar Freitas
a Dar ao Ped@L com: António Felícia, Augusto Tomé, Domingos Queiroz, Emanuel Mascarenhas, Frederico Lima, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Sousa, Mário Dantas, Martinho Sousa, Óscar Ramalho, Pedro Ferreira, Rui Cavadas, Rui Teixeira e Tiago Costa
05 de Agosto de 2012
Vem daí, atravessa o rio…
O mote foi dado com a escolha do percurso.
Ir até ao areinho de Avintes implicava ter que atravessar o Douro, rumarmos a Sul e pedalar desta vez pelo concelho de Gaia, para satisfação dos elementos que partem do Porto ou de Gondomar e dessa forma, fazerem menos quilómetros, do que quando pedalam para Norte.
Se eu fosse o Carlos Tê, teria pedido aos meus amigos, em jeito de letra de canção, “vem daí, atravessa o rio, sobe até à serra do Pilar, percorre a República e vai até ao areínho de Avintes a pedalar…” .
Mas não sou o excelente letrista nem para tal caminho. Sou apenas sim, um simples pedalista que às vezes quer ser um bom cronista, haja inspiração para isso e tempo para redigir as crónicas das nossas pedaladas.
Como o habitual idealizador dos percursos a realizar aos domingos, estava a banhos, lá para os Algarves, sugeri que fizéssemos este percurso, que incluiria o atravessamento do Douro, pelo tabuleiro superior da ponte Luiz I, a subida até ao bonito miradouro com vistas para a Cidade Invicta, junto ao Mosteiro da Serra do Pilar, subir a avenida da República até ao cruzamento com a EN222, percorrer esta até à rotunda que permite a ligação ao centro de Avintes, descer depois em direcção ao rio e ao areinho de Avintes, subir até perto da junta de freguesia de Oliveira do Douro e depois voltar a descer até ao rio, para um trilho já nosso conhecido que nos levaria até ao areinho junto à ponte do Freixo e daí, procurarmos um caminho que nos levasse até ao tabuleiro inferior da ponte Luiz I, se possível, sempre junto ao rio.
Preparei o percurso, estudei-o no Google Maps e depois com algumas ferramentas SIG, desenhei o traçado, medindo as etapas e imprimindo os mapas que nos guiariam, nos locais que desconheciamos, dentro da freguesia de Avintes e depois publiquei o mapa, aqui no blogue e no mural do grupo, no Facebook.
Depois foi só esperar por Domingo e desejar que este fosse mais um excelente Dar ao Ped@L, a exemplo de muitos outros que temos vivenciado.
À hora marcada, nos locais de encontro combinados, fomos nos juntando até sairmos da praça do Marquês, no Porto, já com o bonito número de dezasseis elementos, que diga-se de verdade, em tempo de férias, no primeiro fim-de-semana de Agosto, era anormal e a todos gerou admiração.
Do Marquês à Batalha, foi um ver se te avias, era vê-los em grande speed e cheios de vontade até que nos juntamos de novo, às portas do Teatro Nacional de S.João para seguirmos depois, por proposta minha, pela Rua da Porta do Sol até uma de três escadas, que teríamos que “descer” e depois seguir pela labiríntica e estreita Travessa da Rua Chã, ruela de outros adjectivos nada abonatórios, como o mau cheiro, que tem uma passagem sob prédios e que liga a Rua Saraiva de Carvalho à Rua Chã, ruelas do velho burgo e com muitos e muitos anos de história.
Audazes para vencer os degraus das escadas, que optamos por descer, montados nas suas meninas, só os meninos Jorge Bastos e Sérgio Caban nos brindaram com tal feito, tendo todos os restantes achado melhor que não valia a pena estar a estragar a manhã com quedas desnecessárias, até porque, momentos antes, já o Mário se tinha atirado para os paralelos, na confusão que se gerou, quando a malta parou, ao chegarmos às escadas.














































































