Clipping Rota da Zorra 2016
10 de Outubro de 2016
Dar ao Ped@L – ARCM
09 de Outubro de 2016
Muito obrigado pelo vosso contributo e presença.
Dar ao Ped@L – ARCM
Liga dos Amigos do Museu Mineiro de S. Pedro da Cova
Alto Relevo – Clube de Montanhismo
07 de Agosto de 2016
Viva o domingo, o Domingos, o Dar ao Ped@L e que nunca nos falte de pedalar, comer e beber, pois o resto vem por acréscimo.
Para mais fotos desta rota, em que não se pedalou à procura de nada, muito menos de Pokemons, clique aqui.
“Ermesinde, 18 de Julho de 2016
Amigo Dar ao Ped@L.
Há muito que ando para te escrever, mas seja por manifesta falta de tempo ou simplesmente preguiça, tenho adiado contar-te, o que ando a remoer, em momentos de solidão ou tristeza, como os que agora me atormentam, diante desta garrafa de saboroso espadal.
Não, não estou ébrio, estou bem lúcido para te dizer que as pedaladas que já tivemos em tempos, me trazem saudades de bons momentos, onde ainda não haviam vaidades, disputas, nem ninguém desejava mais do que pedalar, seja por onde fosse e regressar a casa, cansado, mas feliz.
Agora meu grande amigo, cada vez mais, cada um de nós olha mais para o seu umbigo, para a sua bicicleta que é melhor que a do amigo, que é mais leve, que anda mais, voa, melhor dizendo, que tem de tudo o que é do melhor ou de mais caro, de um mercado que cresce a olhos vistos, dia após dia.
O que há anos atrás eram passeios de amigos, agora são corridas, tudo por culpa das modas, sim das modas das performances, dos objectivos, dos GPS, dos Strava e outras modernices tecnológicas que nos controlam cada vez mais e nos fazem esquecer a partilha, a solidariedade, a alegria e trazem ao de cima sentimentos que antes não existiam, ou pelo menos não eram tão marcantes, dos quais ninguém deveria ter orgulho, sendo que o maior deles, é a tal coisa que costuma, sabes, dar muitas dores de cotovelo.
Chamem-me o que quiserem, antiquado, conservador, velho do Restelo, mas preferia mesmo muito que as bicicletas, fossem apenas bicicletas, que os enganos de percurso, fossem apenas pura diversão, que as pedaladas fossem só actividade física, nada mais do que isso.
Tudo passa e espero que algumas das modas também e que depressa venham melhores dias, onde possamos voltar a pedalar, não de cabelo ao vento, mas livres de tanta coisa supérflua, que nos acorrenta cada vez mais, sejam gadgets, APPs, calendários, estatísticas ou Gostos das redes sociais e outras coisas que tais, pois tu sabes muito bem, do que gosto ou não gosto, ou não me conhecesses melhor que esse maldito Facebook.
Quero voltar a pedalar contigo amigo, logo que possas é certo, com prazer e tempo para tudo, o que aprendemos a gostar e deixamos de fazer, por causa de tanta coisa que é tudo menos convívio.
Um dia destes aparece e juntos vamos pedalar, parar, fotografar, pedalar, visitar, parar, conviver, comer, beber, pedalar, fotografar e viver tudo de novo, outra e outra vez, as vezes que forem necessárias.
Um abraço deste saudoso amigo,
Zé das Pedaladas”
Quando este post, surgir no nosso blogue, estaremos já a rolar rumo a Santiago, pelo Caminho Central Português.
Seremos 8 a pedalar,
e muito mais de 80 elementos do grupo, a torcer por nós.
E outros tantos betetistas, com que nos cruzamos nestas andanças, em belos trilhos, deste Portugal à beira-mar, mas com muito monte para subir e descer.
Obrigado aos amigos que cá ficam.
Nós levamos-vos connosco.
Muitos Parabéns.
9 de Junho
29 de Maio de 2016
Com a presença dos seguintes elementos do grupo, André Lourenço, António Magalhães, António Oliveira, Armando Teixeira, Augusto Tomé, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, Nelson Leitão, Pedro Ferreira, Rui Teixeira, Sérgio Soares e Valdemar Freitas, realizou-se no passado domingo, dia 29 de Maio de 2016, mais um passeio, desta vez designado por “11.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM” – Citânia de Sanfins”, cujo destino, como se compreende da denominação do evento, foi a referida citânia, localizada no concelho de Paços de Ferreira.
A partida estava marcada para as oito da manhã, no Alto de Valongo e, logo após a distribuição dos frontais personalizados pelos participantes e um ligeiro atraso, deu-se inicio ao passeio, efectuando o grupo a descida por Langueirões em direcção à serra de Quintarei, que subiram pelo estradão já conhecido pela maioria dos elementos.
Antes da partida, o aguaceiro que caiu prometia um dia de chuva que não desejávamos de todo, mas que infelizmente esta triste Primavera, nos tem brindado por excesso o que, diga-se de verdade, é mau para a actividade mas não impede que a mesma se realize, pois até há quem goste de “brincar” com a situação, saltando as poças, deslizando na lama e derrapando nalguns regos, mais profundos, dando assim mais adrenalina ao passeio.
Pelo caminho, numa paragem para reforço, normal em todos os passeios, tivemos uma bela surpresa. O Magalhães, que trazia às costas uma volumosa mochila, como se estivesse num passeio de 3 dias, saca da mochila um Tuperware próprio para transporte de bolos e oferece a cada um de nós uma saborosa fatia de bolo, que alguém disse ser de alfarroba, aditivo mas próprio para equinos, mas que a todos deu energias extras para as subidas, à mão ou a pedalar.
E por trilhos de monte na serra de Quintarei e ainda nas serras de Santo Tirso e estradas secundárias lá fomos subindo e descendo montes e mais montes, com muita pedra solta e grandes regos provocados pela muita chuva que tem caído, o que nos obrigou em muitos casos a andar com a “menina” pela mão, até chegarmos ao alto do Monte Pilar e ao conhecido Radar da Força Aérea Portuguesa.
Por causa da foto de grupo, que encima esta crónica, junto do Cristo Rei, fizemos um pequeno desvio do percurso que o GPS indicava, tendo esse curto desvio provocado o maior engano do dia, pois ao voltarmos ao trilho, seguimos o percurso de volta, cujo traçado no alto do monte se cruzava com o da ida para a citânia, tendo esse engano aumentado em cerca de 10 km, o nosso percurso total.
Para recuperarmos o tempo perdido e a distância a mais, que nos separava do nosso destino em Sanfins, optamos por seguir por estrada até encontrarmos de novo o trilho em Santa Luzia e irmos primeiro almoçar, antes de irmos à citânia, no café Sampaio, em Cabanas, Santo Tirso, pois a fome já apertava e a hora de almoço já ia adiantada.
Já tinha avisado a malta ao que íamos, ou seja, apenas comer umas sandes e se houvesse e quisessem uma tigelinha de sopa, para retemperar energias para o resto do caminho e de volta às subidas até ao alto de Sanfins e à sua respectiva citânia, que alguns conheciam e outros desejavam ainda conhecer.
Que bem souberam as primeiras sandes de regueifa com rojões e algumas com salpicão e depois a sopinha de couve branca e feijão, condutos que animaram a malta para a segunda metade do passeio, a pontos de por essa altura ninguém se importar com o que teria de enfrentar de seguida, mais “arroz” e de novo “arroz”, ou seja, subir, subir e mais subir.
E assim foi, lá fomos trilhando terra e mais terra, pedras e mais pedras, lama e poças de água, paralelos e asfalto até que chegamos por fim, já com o tempo a prometer grandes mudanças e para pior, com mais frio e vento, à dita Citânia de Sanfins, onde depois de algumas fotos iniciamos a descida, primeiro por um trilho muito técnico e com alguma dificuldade e depois por outro completamente impróprio para bicicletas, totalmente não ciclável, até que tivemos de vestir à pressa os casacos da chuva, para mais um dos aguaceiros, que julgávamos nós, em breve desapareceria, como outros tantos que já o dia tivera.
Mas não, e o que mais de fenomenal nos aconteceu, foi o enorme dilúvio que apanhamos desde a zona da fábrica do IKEA, na Seroa e em toda a descida de asfalto até Agrela e à zona do melhor “ginásio” do mundo, a tasca meca de betetistas e motards, pelos famosos pratos de presunto e salpicão fatiado, acompanhados de regueifa acabada de cozer e um fresquinho vinho verde espadal.
Parecia que o mundo queria desabar em cima de nós, em forma de tromba de água e daí para a frente nada, em Água Longa, já não chovia, em Alfena a estrada estava seca e ao chegarmos a Ermesinde, já estava sol.
Anda o clima louco e o santo da chuva a brincar com o tempo ou isto está tudo uma enorme salgalhada, a Primavera já não é o que era e não nos quer ver a pedalar com sol e vento fresquinho na cara.
Mas quem anda, ou melhor pedala, por gosto, sabe que o BTT é isto tudo e não é a chuva, o vento, o sol a mais ou o que quer que seja, que nada impede um passeio Dar ao Ped@L, de ser memorável, como outros tantos que já tivemos e haveremos de ter.
Venha o próximo, que também terá muito que contar.
Valdemar Freitas
Mais fotos no Facebook: ver aqui
Video no Youtube: ver aqui
23 a 25 de Abril de 2016
Este evento com a duração de três dias, realizou-se no passado fim-de-semana, aproveitando ainda o feriado de 25 de Abril na segunda, levando-se assim a efeito o “10.º Passeio Dar ao Ped@L – ARCM” – Caminhos de Fátima, com a participação dos seguintes elementos do grupo Dar ao Ped@L,: André Lourenço, Carlos Cunha Jorge Oliveira, Pedro Tiago Ferreira e Valdemar Freitas.
Dia 1 – 23 de Abril de 2016 – Etapa Porto – Mealhada
Depois da concentração dos cinco participantes na Estação de Porto-S. Bento, seguimos para à Sé do Porto, local efectivo da nossa partida, rumo aos Caminhos de Fátima, não sem antes termos colocado os dorsais nas bicicletas, termos sido benzidos com água benta, por um padre da Associação dos Estudos Jacobeus e tirado todas as fotos de grupo da praxe.
Sem grandes atrasos, partimos do Porto rumo a Gaia, pelo tabuleiro superior da ponte Luiz I, seguindo as indicações das primeiras setas azuis do caminho que iríamos percorrer.
A primeira paragem foi feita no Mosteiro de Grijó, onde colocamos o “primeiro” carimbo do caminho, por sinal muito bonito, a juntar ao seguinte obtido no albergue, também de Grijó, sendo que nas duas paragens, tivemos a sorte de obter os carimbos, por uma mera fracção de minutos.
Na manhã deste primeiro dia, para além das paragens em locais onde tomamos café, paramos ainda na igreja de Arrifana, para mais um carimbo na credencial e efectuamos a paragem para almoço em São João da Madeira.
Até aqui chegados, percorremos para além da avenida principal de Gaia, estradas secundárias e uma ou outra parte em monte, como foi o caso do troço na serra de Canelas e uma estrada empedrada, a lembrar as muitas calçadas romanas existentes em Portugal.
Depois do almoço seguimos viagem rumo à Mealhada, onde iriamos ficar alojados, com passagem ainda por Pinheiro da Bemposta e Águeda, para além de pequenas outras localidades.
Também aqui, percorremos estradas secundárias e mais monte do que a parte da manhã e chegamos inclusive a pedalar junto de uma linha ferroviária, tendo sido nesta altura que encontramos os trilhos em terra ainda com muitas poças de água e lama, resultado da imensa chuva dos dias anteriores.
O dia esteve bom para a prática de BTT, um pouco frio mas sem chuva e aqui e ali com algumas nuvens mais carregadas a tapar o sol.
Depois de nos alojarmos, fomos jantar a um dos muitos restaurantes da Mealhada, para retemperar energias para o dia seguinte e regressamos à residencial, para o merecido primeiro descanso.
Dia 2 – 24 de Abril de 2016 – Etapa Mealhada – Ansião
A manhã acordou fria mas mesmo assim partimos da Mealhada com enorme vontade de pedalar e nada melhor do que o fazer por entre vinhas e campos da Bairrada, por um bonito single-track e trilhos rurais.
Percorremos novamente estradas secundárias, passamos várias localidades e aproximamo-nos de Coimbra, não sem antes termos tido uma pequena avaria, um raio partido que de imediato se “desenrascou” e entramos na maior cidade do caminho, percorrendo uma ciclovia recente e que integra os Caminhos de Santiago.
Após mais uma paragem para café, dirigirmos-mos à Sé Velha de Coimbra, para aí obtermos mais um carimbo, mas tal não foi possível, por um motivo muito compreensível e, foi pena que tal tenha acontecido, pois tivemos que nos desviarmos do caminho e subir a encosta de Coimbra antiga, onde se situa a Sé.
Não obtivemos esse, mas colocamos no credencial o do posto de Turismo, de seguida atravessamos o Mondego em direção ao Mosteiro de Santa Clara e logo após, umas valentes subidas afastaram-nos de Coimbra em direção a Condeixa-a-Nova e às ruínas de Conimbriga.
Um pouco antes das ruínas romanas, saltitamos entre vários lugares, à procura de pouso para comida e descanso, pois a manhã já ia alta e o sol apertava e de que maneira, a ponto de já se notarem os primeiros escaldões.
Ao entrarmos nesta zona de mata de pinheiros mansos, entramos também na serra de Sicó e numa das mais belas paisagens dos Caminhos de Fátima, percorrendo primeiro um estradão na serra que desce e ladeia depois o rio de Mouros e mais tarde ainda o mais belo single-track da nossa viagem, também ele junto ao rio, até à zona onde se encontra uma ponte filipina, quilómetros antes da próxima paragem, a localidade de Rabaçal, que encontramos em festa, com a realização de um mercado romano e feira dos seus afamados queijos.
No museu dedicado às ruínas e presença romana no Rabaçal, obtivemos outro bonito carimbo e descansamos um pouco para depois seguirmos de novo a pedalar até ao nosso destino do segundo dia.
Este dia esteve muito quente e percorremos de todo o tipo de trilhos, a exemplo de muitos eventos que nos fazem conhecer dos mais belos locais deste país, lugares recônditos que se conhecem apenas indo a pé ou de bicicleta, como foi o caso de outro single-track por entre vegetação de carvalhos e a subida bastante ingreme e com alguma pedra no inicio, que antecede a entrada em Alvorge.
Até Ansião ainda passamos outras pequenos lugares e por entre campos passamos e tentamos pedalar em trilhos com muita lama de terra preta, coisa de que ninguém gosta, mas que tem de ser feita, pois é assim que se faz os Caminhos, com prazer mas também com dificuldades.
Já com mais o carimbo dos bombeiros locais e carregados do nosso jantar, subimos serra acima, fora do nosso caminho, com o objectivo de nos alojarmos em Casal Frias, numa casa de turismo rural, único lugar disponível para o efeito, uma vez que todos os restantes alojamentos de Ansião, estavam lotados por diversos grupos de ciclistas, que também eles se fizeram ao caminho.
Sobre este alojamento, todos nós temos a dizer, que valeu a pena o esforço do dia, do calor que nos fez sofrer ainda mais e de termos no final do dia que carregar comida e bebidas, durante seis km, sempre a subir, para depois desfrutarmos do melhor espaço e lugar para relaxar que fizemos por merecer.
Dia 3 – 25 de Abril de 2016 – Etapa Ansião – Fátima
Não podíamos ter descansado melhor, ter o prazer de acordar com os passarinhos, tomar um belo pequeno-almoço, comer pão caseiro fresquinho e vontade de ficar ainda mais algum tempo neste belo espaço rural, mas tínhamos de partir para a última etapa, que apesar de ser curta, nos tinham dito ser difícil.
Depois das fotos da partida, tiradas pelo anfitrião da casa, o simpático Sr. Victor Freitas, abalamos até onde teríamos de encontrar o nosso percurso e de novo seguir as setas azuis e outras sinaléticas que nos indicavam o Caminho e é claro, nos posicionarmos no track que tínhamos no GPS, e pelo qual nos guiávamos também, sobretudo em caso de dúvidas.
Este caminho, já percorrido por muitos peregrinos a pé, seja rumo a Santiago, seja com destino a Fátima, ainda não é dos mais calcorreados em peregrinações e também não é de todo conhecido, mesmo pelos habitantes locais, como foi o caso que nos aconteceu, quando perguntamos pelo Caminho e nos indicaram a estrada, quando o caminho que queríamos estava a 50 metros.
De Ansião a Caxarias, tivemos também trilhos espectaculares em estradões a subir e a descer, depois uma longa estrada junto a um rio que tivemos de atravessar a pé, para não vir a acontecer alguém cair e deixar molhar toda a mochila e objectos pessoais, cruzando o rio descalços e molhados até acima dos joelhos, em água fria e passo a passo, para não escorregar nas muitas pedras do fundo do rio.
Soube bem e foi o aperitivo para mais uma paragem, desta vez para aquecimento com mais uns cafés no restaurante Regional de Parcerias, onde deixamos uma mensagem em jeito de brincadeira no quadro da ementa do dia e outra numa folha de papel, que um dia esperemos voltar a encontrar.
Caxarias e o quartel dos seus bombeiros estavam perto e aí fomos abastecer de água na sua fonte e colocar mais um carimbo.
Chegava a hora de mais uma paragem e do último almoço, por sinal um farto, gostoso e barato repasto que nos repunha de energia e fez descansar um pouco, para o que de pior estava para vir.
Os vinte quilómetros, mais coisa menos coisa, que separam Caxarias de Fátima, feitos com muito sol e depois do belo almoço, não foram nada fáceis de fazer, pois aliados às duas primeiras subidas que tivemos de enfrentar, em terra e com bastante altimetria e inclinação mais acentuada, toda a distância até bem perto do Santuário, é ao principio um constante sobe e desce, para no final os cinco derradeiros quilómetros, também eles serem sempre a subir, em terra e depois asfalto, sempre debaixo de muito sol.
Mas nada nos esmoreceu e chegamos às traseiras do Santuário à hora certa, batiam as dezasseis horas nos sinos da basílica.
Como é sabido, os Caminhos fazem-se em Peregrinação e cada um de nós sabe ao que veio e com que intenção o faz e nestas alturas, agradece quem tem de agradecer, reza quem quer, oferece velas à Nossa Senhora quem assim o tem que fazer, seja por promessa ou cumprindo a tradição de milhares de Peregrinos e nós, também assim o fizemos, após termos cumprido o nosso objectivo, não sem antes tirarmos a foto de grupo à chegada e colocado o derradeiro carimbo na credencial, dando desta forma o fim da nossa peregrinação pelos Caminhos de Fátima.
Muito mais havia para dizer e peripécias para contar, mas as vivências dos Caminhos, sobretudo as mais sentidas, devem ser contadas na primeira pessoa e dessa forma mostrar a amigos, os sentimentos da viagem, as alegrias, as dificuldades e tudo o mais que cada um sentiu.
Um agradecimento especial ao Nuno Almeida, pela elaboração uma vez mais dos frontais, ao Augusto Tomé e ao Domingos Queiroz, pela presença na hora da nossa partida, ao Martinho Sousa que nos disponibilizou os tracks do percurso que fez e ao José Pires pela presença à nossa chegada a Fátima e, um grande abraço aos meus companheiros de viagem, o André, o Carlos, o Jorge e o Pedro, pois “pode-se chegar mais cedo sozinho, mas chega-se mais longe com companhia” e nós fomos isso, um belo e unido grupo.
Valdemar Freitas
Fotos da viagem no Facebook do Alto Relevo.