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19 de Fevereiro de 2012
A coisa prometia, no primeiro ponto de encontro, no Alto da Maia, já estavámos nove pedalistas, prontos para irmos pedalar para o monte e ainda faltava chegar o Frederico, que estava um pouco atrasado, mas que já vinha a caminho.
No Alto de Valongo, esperavam por nós, mais três pedalistas já residentes e uma surpresa, dois novos pedalistas que a nós se quiseram juntar por não terem mais companhia.
Foram eles o Daniel Lopes e o Pedro Teixeira que vieram da Maia e da Senhora da Hora e que acabaram por nos acompanhar até ao fim das nossas aventuras, nos trilhos das serras de Santa Justa e de Pias.
Mas, ainda se havia de juntar a nós, o amigo Óscar, lá para os lados do antigo sanatório da Santa Justa.
A coisa confirma-se, estava batido o recorde de participações e atingido o bonito número de dezasseis pedalistas, a Dar ao Ped@L num belo Domingo de manhã, com sol e pouco frio para uma manhã de Fevereiro.
Mas muito mais há para contar sobre esta aventura nas serranias de Valongo, que começou no Alto de Valongo e que até chegar ao sanatório, por caminhos de terra já conhecidos por alguns dos pedalistas, ainda passou pelo amplo e alto espaço onde se situa a capela e num caminho mais estreito, por um velho moinho em ruínas.
A verdadeira e louca “adrenalina” ainda estava para vir, logo após deixarmos para trás os senhores do paintball, de camuflados vestidos e que se preparavam para mais uns tirinhos, no cenário de guerra que é o edíficio em ruínas do velhinho sanatório.
Daqui, no começo por estrada larga em terra, depois uma parte ao jeito de single track e ainda numa parte em empedrado, é sempre a descer até chegarmos à estrada Santa Justa-S. Pedro da Cova e mais propriamente ao senhor das velharias do “Planeta Azul”, onde velhas glórias de pedais, de duas e mais rodas, de um a três selins, que já tiveram melhores dias, esperam novos donos e é claro, novas andanças.
Era ver o Jorge Bastos a pedalar numa velhinha bicicleta de três selins e numa outra de dois lugares, lado a lado, com o Vítor, todos felizes da vida em terem experimentado tais máquinas velocipédicas.
Passadas as brincadeiras de meninos e de mais algumas fotos que as registam, eis-nos de novo nos trilhos de terra que desta vez nos hão-de levar pelas encostas da serra de Santa Justa até á estrada que liga Couce a S. Pedro da Cova.
Este trilho tem alguma pedra de início, alguns regos em terra e nas rochas e apesar de ter pouca inclinação, torna-se um trilho rápido pois as pendentes são sempre a descer.
Por isso mesmo, pela velocidade que se atinge, é que o Mascarenhas perdeu em andamento a sua máquina fotográfica (3ª vez que lhe acontece) e colocou treze pedalistas à procura da dita cuja, no meio da vegetação circundante.
Todos à cata, no meio dos arbustos e das ervas, para cima e para baixo, mais perto ou mais afastados do local onde ela poderia ter caído e a ver passar a grande velocidade outros grupos de bttistas, que indiferentes ao que se passava connosco, seguiam os seus trilhos, deixando-nos a nós para trás e sem esperança que a máquina aparecesse.
Já o dono tinha desistido e o restante grupo pronto para partir e eis que, bem afastada do plausível local de perda, ela me surge aos olhos, num montinho de erva perto de um pequeno tronco de um eucalipto.
Não foi ainda desta (à terceira não foi de vez) que o Mascarenhas deixa de nos tirar mais fotos e ainda bem que assim é pois a malta até gosta das fotos, mas por favor, “vê se guardas melhor a máquina que leva muito que contar”, a gente agradece.
Toca a pedalar e a ir de encontro ao trio que se adiantou e por nós ficou à espera na enorme clareira que antecede a muito conhecida descida do “gasoduto” , que nenhum de nós arrisca, por enquanto descer, onde apreciamos um grupo que a desceu com alguma velocidade e onde tiramos a belíssima foto de grupo, a tal do recorde de participações.
Daqui, voltamos ligeiramente atrás e seguimos pela direita em direcção às Fragas do Diabo, por um trilho com vistas lindíssimas para as escarpas sobre o rio Ferreira, mas algo complicado por causa das pedras e das vertigens que a alguns causou.
Após uma paragem forçada por causa de um furo, que a malta aproveitou para comer as bananinhas e as barritas e matar a sede, seguimos pela estrada até Couce para o que viria a ser a segunda parte deste Dar ao Ped@L, a mais difícil, a mais cansativa, a “grande esfrega”.
Indecisos quanto ao resto do percurso que haveríamos de fazer, não como “tolos no meio da ponte”, pois essa já a tinhamos passado, decidimos aceitar a sugestão do Nuno Meca e fazer um trilho circular na serra de Pias, com regresso à ponte de Couce.
Com menos quatro que mais cedo voltaram a casa, seguimos nós, os restantes, a estrada à direita da ponte e junto ao rio Ferreira, por pouco tempo em plano, depois sempre a subir, subida após subida, ora a pedalar nas mais baixas velocidades ora mesmo com elas pela mão, quando nos falhava a pedalada nalguma pedra ou as pernas respondiam que não.
Mas sobe-se, tivemos que subir, fomos subindo, pouco a pouco até chegar “às alturas”, a um miradouro com vista para aldeia de Couce, para as encostas de Santa Justa e para o que agora tinhamos que descer, a bel prazer.
Mas o descer, às vezes engana, às vezes não é fácil, e neste caso, parece que a excepção quis confirmar a regra, tivemos uma queda na descida com mais pedras soltas por metro quadrado de todo o percurso, tivemos ainda mais um furo e pasme-se, logo após iniciarmos a descida, surgiu-nos mais uma subida, que já não deveria, tão pouco existir.
Tirando as excepções da descida, o resto foi mesmo normal, sempre a pedalar encosta abaixo até à ponte de Couce, atravessar a aldeia e fazer o trilho ecológico a par do Ferreira até entrarmos de novo na estrada que nos haveria de levar até ao Café Brigantino, local da bendita e já tardia, caféina domingueira, o necessário dopping qb para o esforço da subida até ao Alto de Valongo e para o regresso a casa.
Valdemar Freitas
(António Oliveira, Daniel Lopes, Élio Vieira, Emanuel Mascarenhas, Frederico Lima, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Sousa, Mário Dantas, Nuno Meca, Óscar Ramalho, Pedro Teixeira, Rogério Freitas, Vítor Godinho e Vítor Pereira)
Mais fotos em: https://www.facebook.com/#!/media/set/?set=oa.349068441790276&type=1
12 de Fevereiro de 2012
Depois da ânsia que antecedeu este evento, a avaliar pelas fotos que a Organização Pedalar Vieira foi publicando ao longo dos dias que antecederam o evento, à medida que foram rasgando o percurso e limpando o mato, construindo os Trilhos, as pontes, os single tracks, a sinalização do local do reforço, do trajecto, a publicação da Altimetria do percurso, o local de chegada/partida/secretariado, dos banhos, do almoço, nada faltou para uma prova, a criar grande expectativa.
Logo pela manhã saí de Ruivães ás 07.45 h, para fazer 16 Km e chegar bem cedo ao local do secretariado, na Câmara Municipal de Vieira do Minho.
Depois de levantado o Dorsal 233, foi estacionar a viatura no parque de campismo de Vieira do Minho, que foi reservado como parque automóvel para os participantes no BTT da Feira do Fumeiro.
Chegado ao parque, toca de preparar a bike para prova, ver pressão dos pneus, não fosse o famoso “milhafre” do Gerês querer atacar os pneus da minha menina, e pedalar até ao local de partida, que serviu como ligeiro aquecimento.
Era grande a azáfama na Praça Guilherme de Abreu, junto á Câmara Municipal, onde encontrei os amigos do BTT Terras do Vez e os amigos Tapafuros, Serafim Galvão e Rui Barreto, que já me acompanharam noutros eventos de BTT e em caminhadas.
Depois da ligeira confusão na saída, ás 09.05h – 09.10h, lá fomos os 410 ciclistas rumo á Serra da Cabreira, uma subida íngreme, que engarrafou e nos obrigou a algumas paragens.
A uma subida, segue-se uma descida e desta vez nova paragem, com vários ciclistas parados e o frio a tolher-nos o corpo (-4ºC), uma descida perigosa, devidamente assinalada, momento para umas fotos tiradas pelo repórter do evento, Foto Rossas, a quem agradeço o registo da minha passagem por este local.
Seguiram-se trilhos por caminhos rurais e belas paisagens, a que já nos vamos habituando, nestes eventos, em plena serra da Cabreira, onde também se fazem interessantes percursos pedestres, nomeadamente o de Turio, por onde passamos, até chegarmos ao tão desejado reforço na Nossa Senhora da Orada, ao Km 20.
Uma mesa bem abastecida, com fruta, bananas e laranjas com fartura, bolos á descrição, pão-de-ló, marmelada, sumos e até o café e até água quente não faltou, para aquecer as bebidas.
Neste local tivemos também assistência mecânica, feita pela Loja Aujomoto de Vieira do Minho.
Foi a partir de aqui que comecei a encontrar alguns ciclistas com cãibras, maldição que me veio atacar também, momentos mais tarde.
Antes passei junto ao campo de tiro de Vieira do Minho, onde tive a companhia de um amigo da Associação Rorizbtt Acrr.
Seguiram-se alguns singles tracks, interessantes como o das faias, o do lobo e o do javali, momento para mais umas fotos, sem que conseguisse evitar uma queda numa descida, a única que tive ao longo de todo o percurso, felizmente, mas mais quedas se seguiram de outros participantes, algumas delas aparatosas pelas fotos que elementos da Organização tiraram para registar estas acrobacias e que já foram publicadas no mural do Pedalar Vieira. Nada que um bettista não esteja já habituado.
Todo o percurso estava bem sinalizado com fitas (STHIL) e setas indicativas de direcção, com vários pontos de abastecimento de água
Depois de sucessivas cãibras e a 8 km do fim, tive a ajuda de um elemento da Organização, que me aconselhou a picar a zona das cãibras, que voltaria ao normal.
Junto á ambulância, pedi ajuda a uma simpática bombeira mas disse-me que não havia nada a fazer.
Tinha ainda pela frente uma ligeira subida até à Nossa Senhora da Fé, que consegui superar e finalmente eis a entrada de Vieira do Minho, o tão desejado local de chegada, KM 38, onde me esperava uma simpática menina com um saco da TMN, que guardava o brinde mistério, uma prenda original e que ficará como uma boa recordação deste evento.
A terminar um banho de água quente e uma passagem pela Feira do Fumeiro, onde não faltavam as delícias do fumeiro, presunto, salpicão, bola de carne… (sim, porque não optei pelo almoço servido na Cantina da Escola EB, feijoada).

À Associação Pedalar Vieira, agradeço a simpatia e a forma como me acolheram. Parabéns e no dia 10 de Junho de 2012, tudo farei para convencer os meus amigos do Dar ao Ped@L a estarmos presentes em mais um evento BTT “O Homem e a Serra”, organizado por vocês.
Até lá, boas pedaladas e um abraço!
Mário Dantas
Mais fotos do evento e da minha participação em:
https://www.facebook.com/groups/dar.ao.pedal/#!/media/set/?set=oa.345041108859676&type=1
12 de Fevereiro de 2012
Se o Mário Dantas, não andasse às voltas com o “fumeiro”, lá para os lados de Vieira do Minho e, o Mascarenhas que não pode vir porque tinha a filha doente, tivessem vindo pedalar connosco, tínhamos batido o recorde de presenças, sem termos nas contas nenhum estreante.
Falo apenas da falta destes dois amigos, porque são presenças regulares em quase todos os Domingos, mas em boa verdade, nós os que por cá andamos, já temos saudades de outros que por cá já andaram e também sabemos, o que muito nos satisfaz, que essa SAUDADE é recíproca, ou seja, quem por força das circunstâncias, já não nos acompanha, tem muita saudade das nossas pedaladas.
É que, andar a pedalar com este grupo de amigos, não só nos faz bem ao CORPO, como também nos faz bem à MENTE, tal é a alegria que se sente nas nossas brincadeiras, de crianças “grandes”, das gargalhadas que damos, das recordações de outras pedaladas e da AMIZADE que a cada dia que passa, se torna mais FORTE.
À parte esta pequena introdução, fomos em grupo (doze elementos) a pedalar até à praia de Labruje, local já habitual para fim de linha e pouso para os habituais cafés para depois se fazer o regresso pela orla Atlântica até Leça da Palmeira – Matosinhos e depois seguir para o Porto.
Até lá chegarmos, à dita praia, é claro que tivemos muito que pedalar e muitos locais por onde passar, pois apesar de termos ido “ver os aviões”, não fomos de avião a Labruje.
Pelas oito e trinta, já eu e o Oliveira estávamos no Alto da Maia, juntou-se-nos aí também o Sérgio e fomos os três até à Areosa, local de encontro para mais alguns pedalistas, desta vez foram oito sem nenhuma estreia.
Apareceram então, o Jorge Bastos, o Sousa, o Jorge Oliveira, o José Paulo e logo após o Rogério, que resolveu vir montado na sua bike de estrada, o Ricardo, o Élio e o Vítor Pereira.
Sem perda de tempo, fizemo-nos à estrada, pela Circunvalação até ao Amial, depois por S. Mamede de Infesta, Santana, Vermoim e chegada à câmara da Maia, onde nos esperava, já com muito frio, o décimo segundo elemento, o Frederico Lima.
E, não era para menos, apesar do sol de inverno que brilhava nos céus da Maia, na praça da câmara estava muito vento, o que tornava o frio, mais frio ainda, se tal se pode dizer, pois sentir, todos sabemos que sim, que frio+vento = frio ao quadrado.
Para aquecer a malta, ou não a arrefecer ainda mais, toca a dar ao pedal, por terras da Maia até ao cruzamento da sua Moreira e depois seguir caminho até Pedras Rubras, mais propriamente, até à passagem inferior que atravessa as pistas do aeroporto do Porto, de Pedras Rubras ou mais recentemente, Dr. Francisco Sá Carneiro, no fundo, o aeroporto que todos os portugueses se devem orgulhar, por ser muitas vezes considerado, um dos melhores do MUNDO.
Às nossas memórias, de infância e de adolescentes, vem sempre as daquelas tardes em que íamos com os nossos familiares ver os “aviões” a aterrar ou a levantar voo, pois nesses tempos, só dessa forma é que os podíamos ver, mas, à volta dos aviões, à também outras estórias, bem menos infantis, que como diz a outra, “agora não interessam nada”.
Feita a travessia da tal passagem em túnel, seguimos por Pedras Rubras, passamos Lavra e seguimos pela praia de Anjeiras até Labruje, fazendo a ligação destas duas praias, pelo passadiço que as liga, muito bonito por sinal, pois no seu conjunto inclui ainda uma ponte em arcos de madeira, sobre um pequeno rio que ao mar vai desaguar.
Ora aqui chegados, já todos vocês sabem o para quê e o porquê da nossa paragem, mas volto a lembrar, que foi para os quentinhos cafés, tirados de muitas maneiras, para as célebres bananinhas, barrinhas, algum conversé, algumas fotos e ainda um pequeno filme, feito pelos vistos, com muita pressa.
De volta a casa, ainda paramos na Boa Nova, para uma incompleta foto de grupo, sem o friorento Ricardo, passamos a chique Leça da Palmeira, atravessamos a ponte-móvel e Matosinhos, passamos pela Anémona, pelo Parque da Cidade do Porto e subimos a avenida da Boavista, já bem quentinhos e, cansadinhos também.
Nova paragem, já previamente combinada, para que se tirasse mais uma foto, desta vez completa, sem faltas, com TODOS, uma verdadeira foto de grupo, à ALEGRIA e à AMIZADE.
Escolhida a fotógrafa, uma simpática menina que, não nos tirou uma mas sim SETE fotos de grupos que ficam para a história de mais um excelente Dar ao Ped@L.
Valdemar Freitas
(António Oliveira, Élio Vieira, Frederico Lima, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Paulo, José Sousa, Ricardo Freitas, Rogério Freitas, Sérgio Guimarães e Vítor Pereira)
Mais fotos no Facebook em:
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05 de Fevereiro de 2012
Se ainda há coisas neste país à beira-mar plantado, que batem certo com o previsto, são as previsões meteorológicas, que ultimamente nunca falham e o que é esperado em termos climáticos, acaba sempre por acontecer.
Pois é verdade, as ditas previsões anunciavam um frio de rachar, temperaturas muito baixas que aconselhavam as pessoas a ter cautelas e a ficarem resguardadas no quentinho dos seus doces lares.
Mesmo assim, a malta não temeu o frio, mesmo sabendo o que lhes esperava e, diga-se com verdade, que os pedalistas que resolveram ir pedalar, se agasalharam um pouco mais com, “dois pares de meias” como disse o Mascarenhas, com dois pares de luvas ou com equipamento de inverno e se fizeram à estrada para mais um Dar ao Ped@L, desta vez com o objectivo de fazer a marginal do Rio Douro, do Freixo até à barragem de Crestuma-Lever e depois regressar ao Porto, fazendo a estrada N222, que da barragem vai até ao centro de Gaia, atravessando depois o rio, pela ponte do Infante.
Com os elementos já reunidos na rotunda do Freixo, partimos 10 pedalistas, desta vez sem nenhum estreante mas com a presença do José Gouveia, um elemento muito pouco assíduo nas nossas pedaladas, apesar de ter uma bela máquina e pouca vontade de se levantar cedo aos Domingos de manhã.
Fizemos de início o passadiço marginal até Gramido e já durante esse percurso a minha bike me ia irritando com um barulho anormal e incomodativo que tinha a ver com o travão da roda dianteira mas que não me impedia de pedalar até se resolver de vez o problema na paragem que fizemos na Foz do Sousa.
Quem não chegou definitivamente à Foz do Sousa, foi mesmo o Sousa que se viu a braços com o rebentar da corrente, nada se podendo fazer sem a apropriada “ferramenta” do Jorge Bastos, que desta vez não nos acompanhava e lá teve o nosso amigo que esperar que o irmão o fosse buscar e regressar mais cedo a casa.
Penso que este problema poderá servir de exemplo, pois apesar de haver elos de ligação rápida, nada há a fazer se não houver ferramenta que nos valha e o melhor é mesmo ter outra corrente de substituição.
Mas, não foi só o Sousa que regressou. Por solidariedade, pelo frio, por pouca vontade ou por outros afazeres, o Rui, o Mendes e o Gouveia, resolveram também não passar da Foz do Sousa e voltaram também eles, marginal abaixo com destino por certo, às suas quentinhas casas.
Continuamos seis até à barragem, eu, o Oliveira, o Mascarenhas, o Nuno, o Jorge Oliveira e o José Paulo e lá paramos no Restaurante Freitas para a nossa bendita e quentinha caféina matinal e o retemperar de energias para o que se avizinhava de mais difícil, o regresso pela outra banda.
Ainda com os pés gelados, pois nem os cafés os aqueceram, atravessamos a barragem na companhia das centenas de corvos marinhos, presença já habitual nesta época nas estruturas de betão e iniciamos uma primeira subida, curva após curva, sempre a subir, não com uma inclinação difícil mas que se tornava cansativa por ser extensa.
A pior subida ainda haveria de aparecer, também ela muito extensa mas desta vez sempre a direito e com um pouco mais de inclinação mas que, com mais ou menos dificuldade todos a vencemos.
Com uma pequena paragem, voltamos a pedalar pela N222, ora rolando a boa velocidade nas descidas que o permitiam e foram algumas, ora pedalando mais devagar nas pequenas subidas que também foram algumas (muitas quando já vamos com 50km nas pernas), até que chegamos à travessia da ponte do Infante e voltar ao Porto com pressa de também nós, regressarmos a casa, para o quentinho do banho e do almoço.
Valdemar Freitas
(António Oliveira, Emanuel Mascarenhas, Jorge Oliveira, José Gouveia, José Mendes, José Paulo, José Sousa, Nuno Meca e Rui Albuquerque)
Um pouco de cultura, não faz mal a ninguém e pode mesmo ser útil, no caso dos meus amigos pedalistas estarem a pensar viajar para o estrangeiro ou quem sabe, nos Caminhos a Santiago, precisarem de trocar umas palavrinhas com algum(a) peregrino(a) de outras paragens e mostrarem o que valem em termos linguísticos.
Sendo assim, aqui fica uma pequena resenha (sem algumas das mais intragáveis) de como se diz bicicleta, por esse mundo afora.
Afrikaans – fiets
Albanês – biçikletë
Alemão – Fahrrad
Azerbaijano – velosiped
Basco – bizikleta
Bielorusso – ровар
Búlgaro – велосипед
Castelhano – bicicleta
Checo – jízdní kolo
Crioulo haitiano – bisiklèt
Croata – bicikl
Dinamarquês – cykel
Eslovaco – bicykel
Esloveno – kolesa
Estónio – jalgratas
Filipino – bisikleta
Finlandês – polkupyörä
Francês – vélos
Galês – beic
Georgiano – bicycle
Grego – ποδήλατο
Holandês – fiets
Húngaro – kerékpár
Indonésio – sepeda
Inglês – bicycle
Irlandês – rothar
Islandês – Hjól
Italiano – bicicletta
Latim – Suspendisse
Letão – velosipēds
Lituano – dviratis
Macedónio – велосипед
Malaio – basikal
Maltês – roti
Norueguês – sykkel
Polaco – rower
Romeno – bicicleta
Russo – велосипед
Sérvio – бицикл
Suaíli – baiskeli
Sueco – cykel
Turco – bisiklet
A juntar a esta lista, também poderemos aprender alguns “calões”, ou melhor dizendo, outras palavrinhas que também por cá usamos, para identificar as nossas “meninas” e que podemos querer ensinar a alguém.
As mais conhecidas são as seguintes, mas haverá certamente muitas mais.
Bicla
Bina
Burra
Jinga
Pasteleira
? ? ?
Espero não os ter maçado com esta matéria e prometo publicar mais curiosidades e assuntos relacionados com as bicicletas.
Esperem para ver.
Abraço,
Valdemar Freitas
ps – e entretanto, já estou a escrever a crónica de hoje do Dar ao Ped@L.
22 de Janeiro de 2012
Depois de um fim-de-semana com frio e chuva e das pedaladas na “lama”, o grupo resolveu ir desta vez rolar e aproveitar o sol, fazendo um percurso pelas margens do Douro e pelas praias de Gaia, até ao Senhor da Pedra, em Miramar, local já habitual nas nossas pedaladas.
Prevíamos à partida, ter um novo pedalista para nos acompanhar mas, na totalidade tivemos cinco estreantes que se nos juntaram na Areosa, no Freixo e mais tarde na Madalena, o que foi uma agradável surpresa, fazendo com que este Dar ao Ped@L, tivesse o maior número de pedalistas até à data.
Por ordem de chegada, juntaram-se a mim, ao Oliveira e ao Mascarenhas, na Areosa, o Mário Dantas, o José Sousa, o Martinho Sousa e o primeiro estreante, o Jorge Oliveira.
Esperamos um pouco e juntou-se mais um estreante, o Frederico Lima que, apesar de já ter pedalado connosco no Passeio dos Reis, em Alfena, se estreava nas nossas pedaladas em grupo.
Seguimos caminho, Circunvalação abaixo até ao nosso próximo ponto de encontro, a Rotunda do Freixo.
Aí, apareceu o Jorge Bastos, o Óscar, e mais dois estreantes, o Mendes Pereira e o seu amigo Rui Albuquerque.
Mais uma vez, depois dos cumprimentos da praxe, seguimos viagem pela marginal do Douro até à ponte Luiz I e atravessá-mo-la, seguindo pela marginal de Gaia até ao Cabedelo, local onde o Douro encontra o mar.
Pelo caminho, o grupo composto de 12 pedalistas e na presença de 4 estreantes, dos quais desconheciamos a sua preparação, foi-se esticando e tivemos que ir esperando um pouco por quem vinha mais atrás, mas sem nenhum problema e ainda com todos a pedalar e com muita força nas pernas.
O Mascarenhas, o Jorge e o Sousa, bem queriam ir fazer um pouco de monte, pedalar na terra, num percurso já por eles experimentado, que fica no Cabedelo e que atravessa as antigas instalações da seca do bacalhau mas, ninguém dos outros estava interessado em lhes fazer a vontade e o desejo deles ficou mesmo por aí.
Lá fomos pedalando, ora puxando um, ora puxando outro, aos grupos de dois, três, quatro elementos, pela ciclovia de Gaia e pela marginal, não com muita malta a passear porque ainda era cedo, até se juntar a nós mais um estreante, o Luís França que por sinal se tinha atrasado e não pode ir ter connosco à Areosa, juntando-se ao grupo na Madalena e pedalando connosco até ao nosso destino, o Senhor da Pedra em Miramar.
Depois das fotos de perfil aos novos pedalistas e às suas bikes, seguiu-se-lhes as fotos de grupo em várias “posições”, tiradas por duas simpáticas meninas, que por ali passeavam.
Como nunca pode faltar, há que recuperar energias para a volta e a melhor forma que o grupo encontrou é, tomar os cafézinhos e comer as bananinhas, também já “habitués”.
Mais umas fotos aqui e acolá e toca a pedalar de novo, fazendo a volta pelos mesmos caminhos até à ponte Luiz I, para mais uma paragem, mais umas fotos e nos despedirmos do Óscar, que regressou mais cedo a casa.
Seguimos então pela Ribeira, Miragaia e por aí adiante até à Foz do Douro, fazendo depois a ciclovia do Porto, mas desta vez com muita gente a passear, o que exigiu da malta muita atenção às pedaladas, para se não causar nenhum atropelo.
Não houve problemas, ninguém ficou sem força nas “canetas” e regressamos pelo Parque da Cidade, subindo depois a Boavista até à Casa da Música, já com, nalguns casos, cinquenta e poucos quilómetros nas pernas.
Fomos daí em diante, fazendo as despedidas a vários elementos e regressamos às nossas casas, para os merecidos banhos, os almoços domingueiros e para os merecidos descansos, é que amanhã, voltamos ao trabalho.
Até para a semana, amigos pedalistas.
Valdemar Freitas
(António Oliveira, Emanuel Mascarenhas, Frederico Lima, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Sousa, Luís França, Marinho Sousa, Mário Dantas, Mendes Pereira, Óscar Ramalho e Rui Albuquerque)
Mais fotos no Facebook do grupo:
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15 de Janeiro de 2012
A aventura dos 5 do Dar ao Pedal, começou logo no sábado, quando o amigo Jorge Bastos telefonou a informar que não podia ir a Cantanhede, porque estava de molho, com gripe, o carro do Oliveira não pegava. …
Eis que surge o nosso salvador, Sérgio e resolve-se o problema do transporte das bikes, quando este se disponibilizou para trazer a sua carrinha Mercedes Vito e levar a malta a Sepins, para participarmos na rota dos Besouros.
À noite a chuva caía insistentemente. Vou entretanto ver as previsões meteorológicas para domingo para Cantanhede: Chuva.
Às 06:05 h de domingo toca o alarme e eis que salto da cama, tão ansioso que estava por rumar para os Besouros. Primeira coisa a fazer, espreitar à janela e ver o tempo: continua a chover.
Tomo o pequeno-almoço e ás 06:40 h lá vou eu com a minha bike e mochila para a Rua da Constituição, tendo entretanto parado de chover.
Surge a esperança: o tempo vai melhorar. Às 06:50 h já estava a ligar para o Oliveira, pois a hora combinada tinha sido às 06:45 h, e perante a pontualidade do Dar ao Ped@L, queria certificar-me que estava tudo em ordem.
Do lado de lá reinava a animação , “alô, experiência, estamos a caminho” e às 07:05 h lá chegaram os meus amigos.
Toca a acomodar as biclas no carro e partir para a aventura. Lá fomos os 5 do Porto rumo a Cantanhede, com a chuva a acompanhar-nos durante toda a viagem.
À saída da Auto-estrada, começamos a procurar a direcção de Sepins e ao chegarmos ao 2º cruzamento, as placas já indicavam BTT, tudo muito bem sinalizado e lá fomos direitinho até ao campo de futebol de Sepins, onde se iniciava a prova. Chegamos por volta das 08:00 h.
Enquanto não havia confusão, o Oliveira tratou logo de levantar os dorsais, tiramos as bikes e preparamos-nos para a dura prova.
Aparece o amigo Oliveira carregado com os brindes: 5 garrafas de sumo de uva com rótulo da 6ª Rota dos Besouros e os respectivos dorsais.
A chuva não parava e o campo de futebol, transforma-se numa piscina repleta de carros e bikes.
Tomado o cafezinho da praxe no Bar improvisado numa tenda, lá vamos nós para o local de concentração da meia maratona, á espera do apito da partida.
Enquanto esperávamos, lá fomos disparando as câmaras, foto de Grupo e mais umas fotos para registar momentos para o historial do Dar ao Ped@L.
Depois das recomendações habituais, às 09:30 h a Organização dá o sinal de partida e cerca 463 ciclistas ( nº constante da listagem de classificações, divulgada pelo grupo desportivo de Sepins) lançam-se à Maratona dos 40 Km, pelos trilhos dos Besouros.
Partindo de um percurso inicial em estrada, lá surgiram os 1ºs desvios, onde estavam os elementos da organização a pedir-nos para mudar para um trilho em terra que, caso não fosse a lama, até era fácil de fazer, era “caca”, como diz o Oliveira.
Surge a primeira longa descida, seguida de uma subida e reencontro o amigo Valdemar a dizer “eu não me atrevo a descer, vou levar a bicicleta á mão” e a recomendar-me cautela.
Com a malta a travar na lama e acumular-se na descida, aí surge o meu primeiro tralho, nada de grave.
A determinada altura, parecia que andávamos em circulo, pelos mesmos trilhos, monte e mais monte.
Diz o Valdemar, parece que já passamos por aqui. Pelo percurso entretanto algumas bikes lá iam cedendo, correntes partidas, rodas bloqueadas, pelo aquecer dos travões, furos e quedas à mistura e a malta a reclamar “que raio de percurso nos foram arranjar”. Só lama!
Aos 20 km lá estava o 1º abastecimento (laranjas, maças e as habituais bananas, bolos de coco, marmelada, água, sumo).
Lá fomos pedalando e a partir do Km 25, ouve-se o chiar dos travões e eis senão que se juntam a nós os profissionais do BTT (101 que terminaram a maratona), os atletas da maratona dos 70 km, cobertos de lama, verdadeiros ninjas, a rasgarem o monte e a apelarem aos cicloturistas da meia maratona para deixarem passar… ” esquerda, direita, maratona..deixem passar ” .
A cerca de 10 km da final, aparece a 1 ª placa com o leitão e a malta fica mais animada, mas começam a surgir as primeiras cãibras, resultante do elevado esforço dos músculos, a pedalar na lama.
Mais um reabastecimento aos 33 km e desta vez esperava-nos um churrasco, uf, parecia que a prova já tinha terminado, uma mesa repleta de febras assadas, broa e cerveja ” minis ” , para hidratar o pessoal.
Enquanto alguns se deliciavam com o apetitoso churrasco e recuperavam forças, os atletas da maratona lá continuam a acelerar, ansiosos por chagarem á meta, não desperdiçando tempo a comer.
A seguir vem uma descida e mais uma subida e o amigo Valdemar diz que já não aguenta, com uma cãibra a imobilizar-lhe a perna, faltavam 5 kms.
Entretanto recupera e eis-nos chegados à meta, com um tempo cumprido de 4:02:38.
É altura de formar fila e lavar as bikes e a tomar um banho de água fria nos balneários, para retirar os kilos de lama que nos cobria da cabeça aos pés.
Agora limpinhos, lá fomos nós para o tão desejado Leitão, para o pavilhão da Junta de freguesia de Sepins, onde nos esperava um ambiente bem animado.
Uma sopa bem quentinha para começar, para aquecer a alma, segue-se leitão e mais leitão e espumante a acompanhar.
A malta faz fila para a pedalada para uma 2ª, 3ª, 4ª …pedalada, ” pratada ” de leitão , nas palavras do Valdemar .
Terminada a faustosa refeição, toca a despedir-nos de Sepins e rumar para o Porto.
Contentes e felizes, no regresso ao carro deparamos-nos com 2 simpáticos cavalos a pastar, sacamos das máquinas e toca a disparar, mais umas fotos para juntar ao portfólio/álbum do Grupo.
Foi um Grande dia de BTT, de convívio e diversão passado entre estes 5 amigos.
Nem a chuva, nem a lama conseguiram estragar este excelente evento.
Parabéns á Organização e um Obrigado especial ao Grupo Desportivo de Sepins e à população de Sepins pela forma como nos acolheram.
Para o ano, o Grupo Dar ao Ped@L estará de certeza, novamente presente.
Eram 18:00 horas quando chegamos ao Porto, depois de um dia memorável.
Mário Dantas
(António Oliveira, Emanuel Mascarenhas, Sérgio Guimarães e Valdemar Freitas)
Mais fotos no Facebook em: https://www.facebook.com/#!/media/set/?set=oa.324272814269839&type=1
08 de Janeiro de 2012
Com menos um dos elementos do costume, o Oliveira, a recuperar das mazelas de uma maldita queda, nas vésperas do novo ano, em terras de Santo Tirso, fomos cinco elementos do grupo Dar ao Ped@L, a saber, o Mascarenhas, o Jorge, o Mário, o Sousa e a minha pessoa, participar no dito “Passeio dos Reis”, organizado como tal, pelo BTT Alfenense que, como o próprio nome indica, é de Alfena no concelho de Valongo.
Com as inscrições marcadas para a sua sede, a serem realizadas entre as 8:15 e as 9:00, tivemos que nos por a pé, melhor dizendo, saltar da cama, muito cedo, ainda nem sequer o dia tinha nascido, para nos reunirmos nos locais pré-definidos e irmos juntos até Alfena.
Não esperava nada mesmo, que logo nas primeiras pedaladas, começasse mal o dia para mim, não por culpa de poucas horas de sono ou distracção mas por culpa da incúria e das más obras que se fazem por este país afora e que deixam pequenas armadilhas, para nós os pedalistas e não só. Passo a explicar.
Uma pequena diferença de desnível, aí uns 5 cm entre o asfalto da estrada e o colocado numa trincheira recentemente asfaltada, foi o suficiente para me desequilibrar ao encostar a roda da frente e me provocar uma queda, que felizmente nada de grave (espero eu), para além de umas dorzitas nas costelas e uma amolgadela no punho do travão traseiro, saltando mesmo fora o embolo, anomalia que uma vez mais o amigo Jorge resolveu, verificando ainda se o travão ficara em condições para eu puder continuar.
Fomos as cinco primeiras inscrições, cabendo-nos os dorsais para as bikes de 001 a 005, o que demonstra, como disse o Mário, que o Dar ao Ped@L está sempre na linha da frente.

Colocados os dorsais nas bikes e enquanto aguardavamos as restantes inscrições e a hora da partida, fomos ao nosso “doping” do costume, aos cafézinhos, desta vez antes das pedaladas pois no “passeio”, sobretudo no monte, não haveria lugar nem paragem para os ditos cujos.
Buzina, largada, partida, lá fomos nós, não sei em que número mas imaginava muitos mais, escoltados por um jipe da GNR, apenas no início e enquanto não entramos nos trilhos rurais de Alfena, circundando um pequeno riacho entre campos de cultivo e mesmo um campo da bola, com relva sem ser relvado.
Daí passamos ainda por mais algumas ruas até entrarmos definitivamente no monte, assim propriamente dito, com a mais íngreme subida que iríamos ter de fazer em todo o percurso, falando de terra, pedras e alguma lama.
É uma subida valente sim senhor, mas com melhor tempo e menos confusão, não é nada que não possamos voltar a fazer e testar se temos pernas para a levar na totalidade, sem da bike sairmos. A ver vamos num outro dia.
Daí em diante, foram muitos os trilhos, caminhos, estradas, que só consultando o percurso gravado pelo Sports Tracker sei onde estivemos e pelos locais onde passamos.
Fora uma descida, não muito acentuada, para os elementos do Dar ao Ped@L (excepto eu, é claro) mas com muitos regos profundos, provocados pelas chuvas e por muitas descidas de bikes e que terminava numa curva muito apertada para a direita, com a possibilidade de se sair em frente para uma ribanceira, tornando a mais perigosa de todas as descidas que tivemos que fazer, todo o restante percurso que fiz não foi mais difícil que o que fizemos na Santa Justa ou nos trilhos de Alfena, na ida ao célebre Meco.
Tinha também, muita lama, muita água, muita pedra escorregadia, cascalho de obras, ramos e silvas das quais nos tínhamos que desviar constantemente, sendo do entanto um trilho que passa por locais muito interessantes e que poderemos voltar a fazer com mais calma e prazer, desfrutando o trilho de outra forma.
Na minha opinião, apenas se deve voltar a fazer quando no trilho já não houver nem lama nem poças de água, ou seja, mais lá para diante, quem sabe para a Primavera.
Quase no final do “passeio”, junto da fábrica Panike, a organização propôs duas alternativas para terminar o percurso, uma seguindo por estrada até Alfena e outra continuando no monte, fazendo mais 15 km até ao local,onde nos deveríamos concentrar para deliciarmos uma fatia de bolo Rei.
Eu, o Mário e o Jorge, por vias das circunstâncias (dores, cansaço, furo), optamos pela primeira e o Mascarenhas e o Sousa, ainda com força nas canetas, optaram pela segunda.
Em todo o percurso, o grupo Dar ao Ped@L teve ainda como companhia, o amigo Frederico Lima, colega de trabalho do Mário e que em breve nos acompanhará nas nossas outras pedaladas domingueiras.
O percurso terminou no café Sagitarius onde estavam as fatias de bolo rei e um copito de Porto que a organização colocou ao dispor de todos os participantes.
Uma palavra de apreço ao BTT Alfenense, aos seus elementos e colaboradores, tanto pela organização como pelo belo convívio que nos proporcionou neste “Passeio dos Reis”.
Até à próxima.
Valdemar Freitas
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Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.
Aqui está um excerto:
Um comboio do metropolitano de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.700 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 3 viagens para que toda gente o visitasse.





































































