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Dar ao Ped@L – A não-crónica

Posted by Dar ao Ped@L on 8 de Abril de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Crónica. 1 Comentário

8 de Abril de 2012

Não, não, não.

O Dar ao Ped@L não deixou de pedalar, e até esteve nestes três últimos fins-de semana muito bem representado e ocupado nas lides pedalísticas, tanto nos arredores do Grande-Porto, como também, por alguns elementos do grupo, em eventos organizados a Norte do país.

Neste caso, foi a participação do António Oliveira, do Sérgio Guimarães e do Valdemar Freitas, no passado fim-de-semana de 24 e 25 de Março, no evento organizado pelo ARCM – Alto Relevo Clube de Montanhismo de Valongo, e que consistiu em percorrer a antiga linha de comboio da CP, a Linha do Corgo, entre Vila Real e Chaves, no sábado e regresso de Chaves a Vila Real, no Domingo, em conjunto com mais onze participantes, entre os quais, cinco elementos femininos.

Foi também, a participação do Frederico Lima e do Mário Dantas, na Rota da Lampreia, no passado Domingo de 1 de Abril, em Darque, Viana do Castelo, evento este organizado pelo grupo de BTT, os Ferrinhos.

Nestes dois fins-de-semana,  outros elementos do nosso grupo, também não deixaram os pedais por pés alheios e fizeram-se à estrada e ao monte e foram a pedalar, no Domingo de 25 de Março, até ao Senhor da Pedra, Miramar e no Domingo de 1 de Abril, a desbravar outros trilhos, nas serranias da Santa Justa e por terras de S. Pedro da Cova.

Fomos ainda pedalar em dia de Sexta-Feira Santa, até Espinho, sempre a rolar, como costumamos dizer, para lá com vento contra e para cá com ele a favor e os pedalistas a ver quem mais pedalava e a que velocidade chegava, no plano da marginal atlântica.

Neste último Domingo, celebrava-se a Páscoa e aí sim, o Dar ao Ped@L deu descanso às pernas e às bikes, para acumular açúcares das amêndoas e energias de outras iguarias, afim de as vir a queimar com mais genica, em próximas pedaladas.

Mas esta não-crónica, não pretende ser um resumo das actividades passadas, mas sim um alerta para as crónicas que se deixaram de fazer, por puro desleixo de quem não quer perder um pouco de tempo e nos contar a nós e aos outros, o que fizemos, o que pedalamos, enfim os momentos de convívio que vivencionamos.

Custa-me a crer que não se consiga uma horita para pensar e escrever um pequeno texto, ao jeito da escola primária, em que a professora nos pedia para contar, em duas linhas, o que tinhamos presenciado, nalguma visita de estudo.

O que custa é começar, mas logo logo, ao correr do teclado ou da caneta que seja, vão ver que até tem jeito, não só para pedalar, mas também para nos contar belas estórias, no fundo, para a escrita.

Confesso, estava à espera de mais participação, mais actividade no nosso blog, não tanta como a do Facebook, mas de pelo menos a publicação semanal de um post, relatando as nossas aventuras e mesmo de outros assuntos, relacionados com o nosso hobbie, onde há um nunca acabar de experiências que convém partilhar.

Tenho a crónica da minha participação no BTT Vila Real-Chaves-Vila Real, pela antiga Linha do Corgo, por publicar, mas ela até já está, numa parte escrita e noutra parte, bem arrumada na minha cabeça, por momentos que nunca esquecerei e que a seu tempo aqui, contarei.

Esta não-crónica, não leva fotos, as que valem por mil palavras, leva apenas texto escorreito, ao jeito de puxão de orelhas, aos mais preguiçosos da caneta e não tanto do pedal.

Venham de aí as vossas estórias, carago.

Mostrem o nosso querer, a nossa entre-ajuda, a nossa alegria.

O Dar ao Ped@L agradece.

Post by Valdemar Freitas

 

Dar ao Ped@L – Serra da Agrela

Posted by Valdemar Freitas on 15 de Março de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Paços de Ferreira, Serra da Agrela. 4 comentários

11 de Março de 2012

 

Alguém disse que na vida há duas coisas inevitáveis: a primeira: os impostos, todos sabemos, a segunda: a volta de bicicleta ao domingo de manhã. E este domingo não foi exceção.

Apanhei a boleia do Jerónimo e do Sousa e rumamos ao ponto de encontro do Alto da Maia onde já estavam os pontuais Mascarenhas e Sérgio.

Pouco depois juntaram-se a nós o Jorge Bastos e o Mário Dantas, vindos do ponto de encontro da Areosa.

Notou-se à partida as ausências dos habituais Oliveira, Valdemar e Frederico, que com o Mário (a quem eu tiro o meu capacete) representaram os Dar ao Ped@L na prova da rota dos Moinhos, realizada na véspera em Barcelos.

Seguimos em direcção a Paços de Ferreira, passando por Alfena e Agrela, atrás do Jerónimo, conhecedor do caminho, que nos brindou com uma subida de primeira categoria com cerca de 3 Km que culminou em Seroa, na rotunda Capital do Móvel em  Paços de Ferreira.

Aqui no alto da montanha tínhamos duas hipóteses para regressar: o familiar caminho de asfalto ou os imprevisíveis trilhos de montanha.

Entre a monotonia do alcatrão e a adrenalina das picadas a escolha foi fácil e os Dar ao Ped@L optaram por descer a todo o gás pelos trilhos, montanha abaixo.

A descida do vale começa mesmo atrás da cadeia de Paços de Ferreira e é uma zona frequentada por muitos apreciadores do BTT como viemos a verificar.

A vegetação muito densa, o piso com bastante cascalho, as descidas bem acentuadas, alguns recantos bucólicos e o atravessamento de algumas linhas de água fizeram as delícias destes intrépidos bttistas.

As condições do terreno eram propícias a furos (o Sousa furou outra vez – estás com azar ó Sousa – e eu próprio também) mas a descida correu sem sobressaltos, felizmente.

Baixamos a pressão dos pneus para uma melhor performance e só paramos na estrada que nos levou até Sobrado.

Mas quem pensou que tinha acabado por ali o todo-o-terreno enganou-se.

É que o Jerónimo decide levar-nos mais uma vez por maus caminhos (obrigado Jerónimo).

E que caminhos!!! Uns valentes Km de subidas e descidas por entre plantações de eucaliptos da Portucel em terreno bastante duro de puro BTT que nos levou até perto de Ermesinde, via Alfena, onde chegamos já perto das 13:00h estafados, esfomeados, empoeirados, mas com vontade de repetir esta volta.

Em suma um domingo cheio de sol, um forte espírito de equipa e a habitual boa disposição atenuaram e bem o peso dos 50 Km com que chegamos a casa.

Espero reencontrar todo o grupo no próximo domingo. Nem que chova…

Jorge Oliveira 

Estiveram ainda presentes:

Emanuel Mascarenhas, Jerónimo Martinho, Jorge Bastos, Mário Dantas, Sérgio Zulu, Sousa

 

 

 

Dar ao Ped@L – Trilho dos Moinhos – Barcelos

Posted by Valdemar Freitas on 13 de Março de 2012
Posted in: Trilho dos Moinhos - Barcelos. Tagged: Amigos da Montanha, Barcelos, Trilho dos Moinhos. 2 comentários

10 de Março de 2012

São seis e um quarto da manhã e levanto-me, não deixo sequer despertar o telemóvel com o alarme que tinha programado, tal é a ansiedade em que me encontro, por ir até Barcelos com três dos meus companheiros do Dar ao Pedal e, no meu caso e do Oliveira, com as respectivas caras metades para participar no Trilho dos Moinhos, organizado pelos Amigos da Montanha.

A manhã de Março, nasceu linda e quente,  a prometer um excelente dia de Primavera mais a puxar para o Verão, apesar de ainda estarmos, segundo o calendário,  no Inverno.

Com tudo pronto para a partida, espero em casa pelo Oliveira para colocar a minha bike no suporte do carro dele e seguirmos viagem até ao ponto de encontro que combinamos com o Mário Dantas, a estação de serviço do Mindelo, na A28.

À hora marcada, eis que aparece o Mário, trocarmos dois dedos de conversa, tomamos um cafézinho se seguimos logo caminho até Barcelos, para o mais cedo possível, fazermos o nosso check-in, levantarmos os dorsais, as senhas para o almoço e todo o resto a que tínhamos direito, por vias da inscrição, umas peúgas BTT e um cachecol/gorro personalizados com a inscrição “Trilho dos Moinhos” e ainda um pequeno brinde dos Amigos da Montanha.

Faltava ainda chegar o “quarto elemento”, o Frederico que vindo de Viana do Castelo, de imediato fez o seu registo e,  também ele já com tudo a que tinha direito, a nós se juntou para preparar as bikes e identificá-las  com os respectivos dorsais.

 

Como tinhamos todos, tomado o pequeno-almoço muito cedo, resolvemos mesmo antes da partida, fazer o primeiro reforço e vai daí, deitarmos abaixo as bananinhas que de costume, são sempre mais tardias.

A partida aproximava-se, fizemos uns pequenos aquecimentos, tiramos umas fotos , fomos fazer o controlo zero e alinhamo-nos mesmo no final da recta da partida, com muitos poucos pedalistas à rectaguarda e uma imensidão de outros à nossa frente.

Momentos antes da organização iniciar a contagem decrescente “… três, dois, um, partida”, tínhamos tirado a primeira foto de grupo e depois foi só esperar que o espaço à nossa frente ficasse livre e partimos, uma vez mais, para o que viria a ser uma grande aventura.

Saímos das imediações do estádio do Gil Vicente, percorremos de início apenas asfalto, ainda dentro de Barcelos até sairmos da cidade não sei porque saída, nem para onde nos dirígiamos, aliás, em todo o percurso, nunca soube por onde é que andei nem os locais por onde passei.

Só me lembro de passar salvo erro por Sequeade, numa Quinta chamada Santa Maria, numa localidade onde fizemos uma belas subidas e aonde vi uma placa que indicava uma capela dedicada a São Lourenço, situada bem lá no alto e, aonde felizmente não tivemos que ir.

É claro que o percurso, na sua quase totalidade, é feito no monte e aí, quem não sabe onde está, também nunca encontrará placas a indicar a sua localização, nem delas precisava, pois todo o percurso está bem sinalizado, tanto no que toca a fitas listradas a vermelho e branco, a placas amarelas com setas indicativas das direcções a tomar, bem como em muitos cruzamentos, com voluntários a ajudarem a passagem dos bttistas e nas passagens de estradas nacionais e locais, sempre com a máxima segurança para os atletas.

Neste e noutros pormenores, é de louvar toda a excelente organização dos Amigos da Montanha, dos seus colaboradores, dos seus voluntários e de todas as forças de segurança mobilizadas para que tudo corresse o mais perfeito possível, num evento com um elevado número de participantes, pelo que desde já, felicito todos os intervenientes no Trilho dos Moinhos.

Por falar em Moinhos, os tais que davam nome ao trilho, só me lembro de ver três deles em ruínas, bem no meio do monte e já bem escondidos entre as árvores que os circundam. Certamente que, nos seus tempos aúreos, em que movidos à força do vento, moíam cereais, não tinham por certo essa companhia, que agora os abafa.

Nós, os quatro, também não abafamos, fomos fazendo todo o percurso, gozando-o ao máximo, a custo nas subidas, com garra nas descidas, apoiando-nos uns aos outros, com esperas alternadas, pelo elemento que mais atrás vinha, não por fraqueza, mas simplesmente porque ficou a tirar uma foto ou a deliciar-se com a paisagem.

Passamos todas as zonas de controlo e paramos em todos os postos de abastecimento, sobretudo no do grande reforço, por volta dos 20 km, onde nos esperavam mais bananinhas, quartos de laranja, sumos, água, barritas e umas excelentes Bolas de Barcelos (Berlim), com mais ou menos creme, mas muito saborosas e ideais para repor os nossos açúcares, diga-se energias.

Fora umas caíbras e duas pequenas quedas (bem a minha poderia ter sido mais complicada, mas graças a Deus, não passou mesmo de uma quedazita), tudo nos correu pelo melhor e chegamos ao fim, ao centro de Barcelos, onde nos esperavam duas fãs que desesperavam pela nossa tardia chegada,  já a organização entregava os prémios aos primeiros a cortar a meta.

Com a missão cumprida, toca a descomprimir, trocar duas de letra com as nossas gloriosas fãs, que nos tiraram mais umas fotos de grupo,  receber SMS  da organização com o nosso tempo e abalar a pedalar até aos merecidos banhos e ao apuradíssimo almoço, uma massa à lavrador, uma sopa da mesma pinta, fruta e mais das saborosas bolinhas de Berlim, tudo isto nas instalações do estádio do Gil.

Concluíndo esta crónica, digo-vos que o que mais interessa é participar, fazer os possíveis para chegar ao fim apenas cansados e sobretudo, disfrutar ao máximo o evento e o todo o seu convívio e isso, o Dar ao Ped@L sabe-o bem fazer.

Valdemar Freitas

com o António Oliveira, o Frederico Lima e  o Mário Dantas.

Sempre a bombar… a Dar ao Ped@L

Posted by Valdemar Freitas on 13 de Março de 2012
Posted in: Rota dos Besouros, Trilho dos Moinhos - Barcelos. Tagged: António Oliveira, Época, Rota dos Besouros, Trilho dos Moinhos. 5 comentários

 

 

A época 2011/2012,

Está oficialmente aberta.

Abra-se o champanhe, coma-se o croquete.

Este será um bom ano, pela certa.

 

 

 

 

 

Tudo começou na Mealhada, na Rota dos Besouros,

Numa singela maratona de 39 km,

Mais ou menos, cinco à molhada

Ajustaram as mochilas, acertaram os cronómetros.

 

 

 

 

Sendo este o primeiro, partimos com cautela,

Em direcção aos montes de Sepins,

Ainda existia o medo de cair abaixo do selim

Ou de nos enfiarmos, de cabeça, num buraco.

 

 

 

 

Pois se de repente, mais ou menos, cinco do Dar ao Ped@L,

Fossem deglutidos por uma enorme cratera,

O que seria do btt, do mundo, de todos…

O universo do btt deixaria de ser quem era.

  

 

 

 

 

Meus amigos, a Rota dos Besouros está conquistada,

É verdade que pelo caminho perdemos elementos.

Mas o que é que isso interessa? Nada…

O btt é mesmo assim, radical. E chegamos inteiros.

 

 

 

 

A prova seguinte, a Rota dos Moinhos,

Foi a convite da caminheira Gina.

Lá aceitamos o dito cujo,

Comparecemos quatro, com toda a alma divina.

 

 

 

 

Chegados a Barcelos,

Pedalaram de regresso,

O bom Dar ao Ped@L à casa volta,

Trazendo sempre mais um sucesso!

 

 

 

 

Foram muitas as aventuras,

E muitas e boas as memórias.

Para trás ficaram novos amigos,

E para contar, muitas histórias.

 

 

 

 

Há quem faça desporto por uma vida saudável,

Há quem salte para o ginásio pela beleza corporal,

Para nós nada disso é palpável,

Praticamos btt por dependência, por vezes torna-se imoral.

 

 

 

 

Morremos pelo prazer da infindável beleza da Natureza,

Vivemos com os pulmões encharcados de ar puro,

Morremos abraçados à nossa destreza,

Viveremos vendo saudavelmente o nosso futuro.

 

 

 

 

Como qualquer outro vicio,

O corpo, neste caso, precisa de pedalar,

Somos o núcleo duro do Dar ao Ped@L,

Estamos sempre a bombar.

 

António Oliveira

Parabéns

Posted by Dar ao Ped@L on 7 de Março de 2012
Posted in: Aniversário. Tagged: Aniversário, Jorge Bastos, Parabéns. 1 Comentário

Jorge Bastos

O Dar ao Ped@L deseja-te Muitos Parabéns e um Feliz Aniversário.

Dar ao Ped@L – Aldeia de Couce – Valongo

Posted by Dar ao Ped@L on 4 de Março de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Couce, Parque Paleozóico, Valongo. 4 comentários

4 de Março de 2012

Bem lançei o repto, mas não tive companhia por este ou aquele motivo e nem por isso esmoreci ou resolvi ficar por casa, espreguiçado no sofá, a ver filmes na TV ou agarrado ao computador, ainda mais umas horas.

Fui pedalar sózinho…

Mas aonde é que me levariam as minhas pernas, descansadas das pedaladas há quinze dias e a precisarem de treino para novas aventuras que se avizinham.

Não queria ir para a confusão, para locais onde toda a gente vai ao Domingo com bom tempo, seja para passear, caminhar ou mesmo pedalar.

Sózinho, também não me apetecia entrar em loucuras e fazer-me a trilhos de terra que já conheço, nos montes de Santa Justa ou Alfena, pois não é razoável que se o faça sem companhia para o que der e vier e muito menos depois de ter chovido, pouco que fosse, durante a noite.

Fiz-me à estrada, passei pela alameda frontal da igreja de Santa Rita, subi até ao alto de Valongo, atravessei a cidade e abandonei-a em direcção à aldeia de Couce, encaixada no vale do rio Ferreira, entre as serras de Santa Justa e de Pias.

aldeia de Couce

aldeia de Couce

Fui em busca de calma na natureza, em locais que bem conheço das caminhadas, quase sempre nocturnas, e aonde não me canso de voltar.

Percorri parte do trilho ecológico, com o Ferreira a fazer-se ouvir ao meu lado, passei por galos, galinhas e garnizés, que à solta debicavam o que lhes aparecia à frente, estive junto do famoso buraco, onde um célebre Tino de Rans se enfiou e cheguei a Couce, ainda a hora da sesta, não tinha acabado.

O buraco do Tino de Rans

O buraco do Tino de Rans

Não sei ao certo, quantas pessoas habitam permanentemente em Couce, mas não serão muitas, pois das diversas vezes que por lá passei, sózinho ou em grupo, de dia ou de noite, quase sempre, nunca se vê vivalma.

na aldeia de Couce

na aldeia de Couce

Mas, desta vez, cumprimentei um idoso que conversava sentado com um casal e ainda um senhor que apareceu a uma janela, quando eu acabava de tirar mais uma das fotos que ilustrarão esta crónica.

Segui rumo, desci até à ponte e atravessei-a para Pias, cruzei-me com cinco motoqueiros de cross e fui tirar uma foto à minha bike, no leito do rio Ferreira.

Junto ao rio Ferreira

Dei volta atràs e segui, primeiro por “terras” de Valongo, ladeando velhos moinhos em ruínas e depois, por asfalto de Gondomar até ao alto de Ramalho, onde começa a Rua de Couce que tem como fronteira dos concelhos, um marco em pedra que nos apresenta o Parque Paleozóico de Valongo.

marco do Parque Paleozóico

marco do Parque Paleozóico

Faltava agora voltar, fazer o regresso a casa percorrendo os paralelos até à ponte sobre o rio Simão, penar logo aí na primeira subida até ao lugar da Azenha, depois subir o que tinha descido, até ao alto de Valongo e, levar a menina a banhos, antes de em casa entrar.

Foram por aí, uma vintena e pouco de quilómetros, que muito que alegraram fazer, para que o Dar ao Ped@L tivesse algo para vos contar.

Valdemar Freitas

Mais fotos em: https://www.facebook.com/media/set/?set=oa.358367830860337&type=1

Dar ao Ped@L – A Vila do Conde fomos!

Posted by Dar ao Ped@L on 26 de Fevereiro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Santa Eufémia, Vila do Conde. 4 comentários

26 de Fevereiro de 2012

A Vila do Conde fomos!

 “Enquanto esperava no fundo da rua….”, Neste caso não era ao fundo da rua mas sim junto à câmara da Maia, um dos pontos de passagem do grupo Dar ao Ped@l, que ontem rumou à cidade sita na foz do Rio Ave, onde eu, je, moi-même aguardava os pedalistas que com meia dúzia ou mesmo com uma dúzia de Kms nas pernas lá chegaram vindos do Porto.

Rumámos pela EN14 até ao Castêlo da Maia e logo aí virámos para os caminhos interiores, que para além de serem bastante mais seguros, proporcionam um melhor desfrute do caminho e algum contacto com os Domingueiros que à missa se dirigem…à qual nós também iríamos mas não sabíamos bem a qual! Seguimos pelo Parque de Santa Maria de Avioso, passámos em Santa Eufémia, onde o grupo se dividiu para chegar ao topo, uns por terra outros por estrada, mas todos chegaram.

Aqui foi tempo de contemplar a nova a aquisição do Jorge Bastos, de cor dourada, com cérebro (o chamado Brain que controla a acção da suspensão) e a necessitar dos primeiros momentos de atenção e de afinação. Sim Sr! Bonita e a precisar de Kms para poder entrar nos eixos.

Seguimos colina abaixo em direcção a Mindelo, mas o consenso ditou que uma das etapas fosse anulada por força da altimetria que se iria encontrar e mantivemos o rumo recto, recto em direcção a Vila do Conde.

Chegados a Vila do Conde, seguimos sempre junto ao Rio Ave e em direcção ao forte de S. João Baptista, tendo-nos surgido a bombordo a Nau Quinhentista que no cais defronte da Alfandega Régia se encontra atracada e onde efectuámos uma paragem técnica para a chamada foto.

Ainda houve tempo de colocar a roda da máquina do Mascarenhas no sítio e dar-lhe o respectivo apertão, uma vez que estava/tentava incompatibilizar-se com o respectivo quadro que a segura e isso não é de todo admissível e …seguimos!

Por estas paragens, as de lá em Vila do Conde, todos os Domingos há concentração de motards junto ao forte onde as vistinhas podem se consoladas pelas máquinas que por ali estão.

Lá podemos encontrar desde as mais musculadas, as mais bem recuperadas, as mais artilhadas…havia de tudo um pouco.

Café tomado, era tempo do reforço alimentar e de alinhavar quais os passeios em que o grupo Dar ao Ped@l se faria representar, quais os eventuais participantes e logística para a deslocação dos mesmos.

Regressamos desta vez pela EN13 em direcção ao Porto, mas havia quem, agora munido de um novo maquinão, quisesse regressar por estradas interiores e menos regulares para sentir o conforto do seu amortecedor, fica para a próxima e no monte!!!

Rapidamente chegámos ao cruzamento das Guardeiras onde os pedalistas do Porto (Mário e Jorge) se separaram do restante grupo seguindo rumo à invicta enquanto a restante comitiva seguiu para Ermesinde com passagem pela Maia, onde acabei por os abandonar mesmo à porta de casa e seguiram…

Até Domingo!

Frederico Lima

Estiverem presentes:
António Oliveira, Emanuel Mascarenhas, Frederico Lima, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Sousa, Mário Dantas, Martinho Sousa, Sérgio Guimarães

Mais fotos em: https://www.facebook.com/media/set/?set=oa.353683967995390&type=1

Dar ao Ped@L – Carnaval II

Posted by Dar ao Ped@L on 21 de Fevereiro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. 4 comentários

21 de Fevereiro de 2012

Um passeio em dia de Carnaval.

Em dia de Carnaval e uma vez que o Grupo ficou mais reduzido, com alguns pedalistas a não terem feriado, tendo-lhes sido imposto mais um dia de trabalho, por ordem da Troika e outros foliões que optaram por irem divertir-se até Ovar, acabamos por marcar o encontro para mais tarde.

O grupo embora mais restrito (7), mas nem por isso mais debilitado, decidiu fazer um passeio mais “leve”, urbano, digamos com cariz histórico, com passagens pela Sé do Porto, Ribeira, Alfândega, Jardins da Quinta da Macieirinha, Palácio de Cristal, sem essas modernices de GPS, “tracks”, lá fomos nós, ao improviso.

Após o encontro às 09.00 h, na rotunda da Areosa de cinco ciclistas (Sérgio Guimarães, José Sousa, Martinho Sousa, Mário Dantas e Frederico Lima), seguimos em direcção ao Marquês, pela Rua Costa Cabral, onde se juntaram mais 2 ciclistas (Jorge Bastos e Mendes Pereira).

Seguimos então pela Rua de Santa Catarina em direcção á Sé do Porto, onde tiramos a tradicional foto de Grupo, junto ao Pelourinho, de onde o Grupo Dar ao Ped@L irá sair em Agosto para uma nova aventura em BTT até Santiago de Compostela.

Descemos uma parte do caminho de Santiago, em direcção á Ribeira e seguimos até á Alfândega, onde o Frederico (lebre n.º 2, pois desta vez o Mascarenhas decidiu fazer boicote), nos lançou um desafio para subirmos a Rua Tomás Gonzaga, até ao Largo de S. João Novo.

Que grande subida esta, e nós que julgamos que iria ser um passeio soft! Os mais seniores que o digam (eu, Jorge e Sousa).

Passamos pelo Passeio das Virtudes, com um vista panorâmica sobre o rio Douro, subimos até ao Largo do Viriato e descemos pela Rua da Bandeirinha até á Alameda de Basílio Teles, para tomar o tradicional cafezinho.

Mais reconfortados, voltamos a subir pela Rua da Boa Viagem, passando pela Faculdade de Letras, para passarmos pela Rua de Vilar, até chegarmos ao Palácio de Cristal, para mais umas fotos junto ao Dinossauro e dar um passeio pelos bonitos jardins, altura em que o Jorge recordou a história de infância dos seus filhos, com 2 patos que se afogaram no lago, por não terem desenvolvido penas para nadar.

 

Com tantas subidas, a bike do Sousa começou a queixar-se do esforço e toca o nosso mecânico de serviço, Jorge Bastos, a entrar em acção para mais uma afinação no desviador e para tratar do ruído na roda pedaleira.

Voltamos novamente a descer em direcção à Rua do Ouro, para partirmos em direcção à Foz e seguirmos até à anénoma de Matosinhos.

Mais um reagrupamento e regressar, atravessando o parque da Cidade, subir a Avenida da Boavista até a Casa da Musica, para mais uma breve paragem e subirmos pela Rua Nossa Senhora de Fátima, Rua Damião de Góis, até chegarmos às nossas casas, onde um merecido almoço estava à nossa espera.

Abraço,

Mário Dantas

Nota do autor: Sem tracks e apenas com recurso à minha memória, poderão haver imprecisões sobre as nossas passagens, nomeadamente na falta de indicação de algumas das Ruas, não deixando por isso, de ter sido um passeio deveras interessante, como documentam as fotos, que fui tirando ao longo do percurso.

Mais fotos em: https://www.facebook.com/#!/media/set/?set=oa.350464504984003&type=1

Dar ao Ped@L – Carnaval I

Posted by Dar ao Ped@L on 21 de Fevereiro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto, Pedalar no Carnaval. Tagged: Carnaval, Dinossauros. 6 comentários

21 de Fevereiro de 2012

  

Numa manhã de dia de Carnaval,

Dia que era para ser ou não ser,

Sete foliões foram Dar ao Ped@L,

E ao Palácio os Dinossauros ver.

 

Passaram pelas Virtudes belas,

E também na famosa bandeira,

E ainda com força nas canelas,

Seguiram o Douro até Cantareira.

 

Junto ao mar foram até Matosinhos,

Prova disso é a Anémona registada,

Depois seguiram já cansadinhos,

Até à Casa da Música encantada.

 

Espero que ninguém me leve a mal,

Mas nenhum dos sete foliões,

Fez a crónica para o Dar ao Ped@L.

Ah, meus grandes mandriões.

 

Mas, vou eu estes versos vos deixar,

Para assim a crónica terem que ler.

Meus Amigos continuem a pedalar,

Eu, se puder, irei também, escrever.

Valdemar Freitas

Dar ao Ped@L – Trilho do Sanatório – Santa Justa – Couce – Pias

Posted by Dar ao Ped@L on 21 de Fevereiro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Bom Tempo, Couce, Furos, Pias, Recorde, Sanatório, Santa Justa. 1 Comentário

19 de Fevereiro de 2012

A coisa prometia, no primeiro ponto de encontro, no Alto da Maia, já estavámos nove pedalistas, prontos para irmos pedalar para o monte e ainda faltava chegar o Frederico, que estava um pouco atrasado, mas que já vinha a caminho.

No Alto de Valongo, esperavam por nós, mais três pedalistas já residentes e uma surpresa, dois novos pedalistas que a nós se quiseram juntar por não terem mais companhia.

Foram eles o Daniel Lopes e o Pedro Teixeira que vieram da Maia e da Senhora da Hora e que acabaram por nos acompanhar até ao fim das nossas aventuras, nos trilhos das serras de Santa Justa e de Pias.

Mas, ainda se havia de juntar a nós, o amigo Óscar, lá para os lados do antigo sanatório da Santa Justa.

A coisa confirma-se, estava batido o recorde de participações e atingido o bonito número de dezasseis pedalistas, a Dar ao Ped@L num belo Domingo de manhã, com sol e pouco frio para uma manhã de Fevereiro.

Mas muito mais há para contar sobre esta aventura nas serranias de Valongo, que começou no Alto de Valongo e que até chegar ao sanatório, por caminhos de terra já conhecidos por alguns dos pedalistas, ainda passou pelo amplo e alto espaço onde se situa a capela e num caminho mais estreito, por um velho moinho em ruínas.

A verdadeira e louca “adrenalina” ainda estava para vir, logo após deixarmos para trás os senhores do paintball, de camuflados vestidos e que se preparavam para mais uns tirinhos, no cenário de guerra que é o edíficio em ruínas do velhinho sanatório.

Daqui, no começo por estrada larga em terra, depois uma parte ao jeito de single track e ainda numa parte em empedrado, é sempre a descer até chegarmos à estrada Santa Justa-S. Pedro da Cova e mais propriamente ao senhor das velharias do “Planeta Azul”, onde velhas glórias de pedais, de duas e mais rodas, de um a três selins, que já tiveram melhores dias, esperam novos donos e é claro, novas andanças.

Era ver o Jorge Bastos a pedalar numa velhinha bicicleta de três selins e numa outra de dois lugares, lado a lado, com o Vítor, todos felizes da vida em terem experimentado tais máquinas velocipédicas.

Passadas as brincadeiras de meninos e de mais algumas fotos que as registam, eis-nos de novo nos trilhos de terra que desta vez nos hão-de levar pelas encostas da serra de Santa Justa até á estrada que liga Couce a S. Pedro da Cova.

 

Este trilho tem alguma pedra de início, alguns regos em terra e nas rochas e apesar de ter pouca inclinação, torna-se um trilho rápido pois as pendentes são sempre a descer.

Por isso mesmo, pela velocidade que se atinge, é que o Mascarenhas perdeu em andamento a sua máquina fotográfica (3ª vez que lhe acontece) e colocou treze pedalistas à procura da dita cuja, no meio da vegetação circundante.

Todos à cata, no meio dos arbustos e das ervas, para cima e para baixo, mais perto ou mais afastados do local onde ela poderia ter caído e a ver passar a grande velocidade outros grupos de bttistas, que indiferentes ao que se passava connosco, seguiam os seus trilhos, deixando-nos a nós para trás e sem esperança que a máquina aparecesse.

Já o dono tinha desistido e o restante  grupo pronto para partir e eis que, bem afastada do plausível local de perda, ela me surge aos olhos, num montinho de erva perto de um pequeno tronco de um eucalipto.

Não foi ainda desta (à terceira não foi de vez)  que o Mascarenhas deixa de nos tirar mais fotos e ainda bem que assim é pois a malta até gosta das fotos, mas por favor, “vê se guardas melhor a máquina que leva muito que contar”, a gente agradece. 

 

Toca a pedalar e a ir de encontro ao trio que se adiantou e por nós ficou à espera na enorme clareira que antecede a muito conhecida descida do “gasoduto” , que nenhum de nós arrisca, por enquanto descer, onde apreciamos um grupo que a desceu com alguma velocidade e onde tiramos a belíssima foto de grupo, a tal do recorde de participações.

Daqui, voltamos ligeiramente atrás e seguimos pela direita em direcção às Fragas do Diabo, por um trilho com vistas lindíssimas para as escarpas sobre o rio Ferreira, mas algo complicado por causa das pedras e das vertigens que a alguns causou.

Após uma paragem forçada por causa de um furo, que a malta aproveitou para comer as bananinhas e as barritas e matar a sede, seguimos pela estrada até Couce para o que viria a ser a segunda parte deste Dar ao Ped@L, a mais difícil, a mais cansativa, a “grande esfrega”.

 

Indecisos quanto ao resto do percurso que haveríamos de fazer, não como “tolos no meio da ponte”, pois essa já a tinhamos passado, decidimos aceitar a sugestão do Nuno Meca e fazer um trilho circular na serra de Pias, com regresso à ponte de Couce.

Com menos quatro que mais cedo voltaram a casa, seguimos nós, os restantes, a estrada à direita da ponte e  junto ao rio Ferreira, por pouco tempo em plano, depois  sempre a subir, subida após subida, ora a pedalar nas mais baixas velocidades ora mesmo com elas pela mão, quando nos falhava a pedalada nalguma pedra ou as pernas respondiam que não.

Mas sobe-se, tivemos que subir, fomos subindo, pouco a pouco até chegar “às alturas”, a um miradouro com vista para aldeia de Couce, para as encostas de Santa Justa e para o que agora tinhamos que descer, a bel prazer.

Mas o descer, às vezes engana, às vezes não é fácil, e neste caso, parece que a excepção quis confirmar a regra, tivemos uma queda na descida com mais pedras soltas por metro quadrado de todo o percurso, tivemos ainda mais um furo e pasme-se, logo após iniciarmos a descida, surgiu-nos mais uma subida, que já não deveria, tão pouco existir.

Tirando as excepções da descida, o resto foi mesmo normal, sempre a pedalar encosta abaixo até à ponte de Couce, atravessar a aldeia e fazer o trilho ecológico a par do Ferreira até entrarmos de novo na estrada que nos haveria de levar até ao Café Brigantino, local da bendita e já tardia, caféina domingueira, o necessário dopping qb para o esforço da subida até ao Alto de Valongo e para o regresso a casa.

Valdemar Freitas

(António Oliveira, Daniel Lopes, Élio Vieira, Emanuel Mascarenhas, Frederico Lima, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Sousa, Mário Dantas, Nuno Meca, Óscar Ramalho, Pedro Teixeira, Rogério Freitas, Vítor Godinho e Vítor Pereira)

Mais fotos em: https://www.facebook.com/#!/media/set/?set=oa.349068441790276&type=1

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