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Recorde absoluto – 20 pedalistas

Posted by Valdemar Freitas on 18 de Novembro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. 2 comentários

18 de Novembro de 2012

R E C O R D E

20 elementos – recorde absoluto – 18 de Novembro de 2012

02 - VALDEMAR FREITAS
03 - JOSÉ SOUSA 04 - ANASTÁCIO SOUSA
05 - EMANUEL MASCARENHAS 21 - MÁRIO DANTAS 19 - JORGE BASTOS 20 - ÓSCAR RAMALHO
45 - AUGUSTO TOMÉ   59 - NUNO ALVES 60 - ANTÓNIO MAGALHÃES
62 - ARMANDO TEIXEIRA 32 - jORGE OLIVEIRA 31 - MARTINHO SOUSA 54 - DOMINGOS QUEIROZ
55 - RUI TEIXEIRA 63 - SÉRGIO LEDO 64 - JOÃO NEVES 51 - MANUEL SOUSA

Pedalar no Porto (por ruas de outros tempos)

Posted by Valdemar Freitas on 1 de Novembro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Chuva, Feriado, Gaia, Porto, ruas estreitas. 15 comentários

1 de Novembro de 2012

Pedalar no Porto (por ruas de outros tempos)

Hoje, seguindo um percurso que tinha idealizado, convidei o grupo Dar ao Ped@L a pedalar por ruas da cidade do Porto, em zonas que a maioria da malta nunca tinha passado e que até desconhecia existirem, diga-se de verdade.

Ruas em zonas que já foram problemáticas,  em zonas mais pobres da cidade, zonas degradadas e com ruas estreitas e em mau estado.

Algumas delas, são parte da minha infância e juventude, enquanto residente na freguesia do Bonfim, aluno da primária n.º 27 e do Ramalho Ortigão e por onde deambulava em brincadeiras de outros tempos, fôssemos índios ou cowboys, polícias ou ladrões, sempre em busca de aventuras, muitas vezes sem vermos o perigo que corríamos.

Atravessávamos as linhas do comboio, túneis ferroviários no activo, nadávamos no rio Douro, do Freixo ao Areínho, gamávamos fruta nas quintas de Nova Sintra e da China e frequentávamos minas, grutas, casas e fábricas abandonadas, sempre com o espírito de “Os Pequenos Vagabundos” (quem se lembra) e de outras séries juvenis ou livros de aventuras de “Os Cinco e …” ou “Os Sete e …”.


Cheguei mesmo a ter um grupo de amigos (cinco) e um cão chamado Tim, que nos acompanhava nos mistérios que procurávamos encontrar mas que nunca apareceram.

Mas hoje, as crianças não brincam na rua, muito menos desta forma e, para nós que já fomos crianças, a adrenalina agora é outra.

Pedalar por todo o lado e por todo o tipo de piso, na montanha, no campo ou na cidade, ao sol, ao frio ou debaixo de chuva, mas sempre com alegria, amizade, ajuda e muita AVENTURA.

Neste dia, feriado de Todos os Santos, o S. Pedro tomou todo o protagonismo e abençoou-nos com muita chuva.

Não fosse ela, a aventura teria sido maior e melhor. Mesmo assim, percorremos muitas ruas estreitas do Porto, andamos pela Rua do Melro, Rua e Trav. da Diamantina, Calçada da Ranha, Calçada da Maceda, Ruas do Falcão, Alto da Bela e de Bonjóia, entre muitas outras ruas da freguesia de Campanhã.

No Bonfim, andamos pela Rua do Godim, subimos as Eirinhas, fomos ao Monte do Bonfim, passamos pela Rua de Vera Cruz, pela Lomba, Heroísmo, Nova Sintra e ainda fomos, “entre aspas”, conhecer os jardins e a mata da Águas do Porto, onde estão muitas das fontes que foram retiradas da cidade do Porto.

Com três belos cicerones, quem não conhecia tão belo e aprazível local, cheio de cultura e natureza, ficou satisfeito com o que viu e, quem sabe, ainda lá há-de voltar com mais e melhor tempo.

Depois, descemos até ao Douro, pela Trav. da China, passamos sob as linhas de comboio, pedalamos em cima da antiga linha da Alfândega e na íngreme e em muito mau estado, Calçada do Rego de Lameiro.

Seguimos pela marginal, o objectivo era subir a antiga Corticeira, agora chamada Calçada das Carquejeiras, seguir pela Rua da Corticeira até às Fontainhas e depois ir até à Sé.

Mas, seguindo uma sugestão do Nuno Alves, muito interessante por sinal, atravessamos a ponte Luiz I e subimos, sempre na encosta da serra do Pilar, até ao tabuleiro da ponte do Infante, percurso este totalmente desconhecido da maioria dos elementos, apesar de muitos de nós, já termos por lá andado, mas sempre no arruamento, mais abaixo e junto ao rio.

Já nas Fontainhas, seguimos em direcção à Sé, pela Rua do Sol, passamos pela Capela dos Alfaiates, Rua Saraiva de Carvalho e aí chegados, fomos pela Rua D. Hugo, descemos uma pequena parte de ruas do Caminho a Santiago e tiramos a foto de grupo, no miradouro da Igreja dos Grilos.

Rua dos Mercadores abaixo, desaguamos na Ribeira e tomamos os cafézinhos no Gancho. Mais quentinhos mas não menos molhadinhos, seguimos o Nuno que nos levou de novo às subidas, via Monchique e Sobre-o-Douro até que o Sousa resolveu “furar” e dar descanso à malta.

Problema tratado, fomos Restauração acima, passamos à pressa o Palácio e a Boavista, subimos à Ramada Alta e deixamos em casa o Mário, largamos no Marquês o Jorge, vimos desaparecer o Nuno e o pai, em busca de algo e, levamos nosotros, os restantes, mais uma valente carga de água, por toda a Costa Cabral, até à Areosa.

Despedida aqui e ali, mais nada havia a fazer, senão regressarmos a casa, todos molhadinhos da cabeça aos pés, mas muito, repito, muito satisfeitos, de alma e coração.

Abraço,
Valdemar Freitas

ps – não tiveram também medo da chuva os seguintes elementos: António Magalhães, António Oliveira, Augusto Tomé, Jorge Bastos, Jorge Oliveira, José Sousa, Mário Dantas, Nuno Alves e Rogério Freitas

BTT V Castanhada – Arcos de Valdevez

Posted by Valdemar Freitas on 31 de Outubro de 2012
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, V Castanhada. Tagged: Arcos de Valdevez, Castanhada. 5 comentários

28 de Outubro de 2012

Fiz a minha Estreia em Passeios de BTT, no ano passado na IV Castanhada, em Arcos de Valdevez.

Tinha a minha Scott poucos meses de vida e decidi mostrar-lhe as serras do parque da Peneda Gerês.

O entusiasmo foi tal, que desde aí não parou e agora prometi-lhe pelo menos uma vez por mês levá-la a estes passeios.

Como não podia deixar de ser, depois da Douro Bike Race e dos 5 Cumes, em Setembro e da Maratona do Gerês, em Outubro, não podia faltar a Castanhada.

Até porque em Arcos de Valdevez, terra onde fui criado, não podia perder a oportunidade de voltar aos caminhos por onde passei quando era um catraio.

Sim porque na altura, cheguei ir até à Miranda, com um amigo que infelizmente já nos deixou.

Era com alguma expectativa que aguardava por este passeio, com um Gráfico de altimetria que me fez arrepiar, depois da dureza do Douro Bike Race e da Maratona do Gerês, subir dos 34 aos 840 m de altitude em 18 kms, assustava-me.

Sossegou-me o amigo Nuno Araújo, da Organização Btt Terras do Vez, a dizer-me que se fazia devagar e que ninguém ficaria para trás.

Apesar de ter recomendado este passeio aos meus amigos do Dar ao Ped@L, só um teve a coragem de me acompanhar, o Augusto Tomé, que não se assustou com os 60 kms e apesar de ainda estar “gripado”, decidiu vir até aos Arcos de Valdevez e acompanhar-me nesta aventura.

Grande companheiro.

Lá fomos subindo por Vila Fonche, em direcção ao Castelo, altura em que tive de desmontar da burra e trepar pelas subidas até chegar ás Aveleiras e continuar até á Miranda, onde nos esperava o 1.º reforço (este só com água, porque as bananas verdes ficaram no carro – safei-me com unas barras que tinha na jersey)

As paisagens eram fantásticas, pelo que as paragens aumentaram para documentar a nossa passagem e toca a disparar umas fotos.

Nesta altura alguns betetistas já desgastados com a subida iam por atalhos, até alcançar o tão desejado reforço, na Cruz Vermelha.

Apenas optamos pela alternativa 1, dado o estado de saúde em que se encontrava o meu amigo Tomé, com a tosse a travar-lhe a respiração.

Depois do reforço, a 18 Km, onde a Organização montou a barraca num local fantástico e não faltaram as famosas bolas de Berlim, para além da fruta, sandes, água, sumos, com fartura.

Eram 12:00 h, quando partimos para a 2.ª aventura, com passagem por um parque, com uns trilhos fantásticos, até chegarmos a Corno do Bico.

Foi a partir daqui que conjuntamente com 2 companheiros, que nos perdemos no meio da floresta e encontramos uns caçadores a indicar-nos que estávamos perto de uma ambulância, onde se encontravam já outros betetistas, com o Nuno a dizer-me que o caminho não era por aqui.

Nada havia a fazer, era esperar pelo meu amigo Tomé e entreti-me a tirar fotos aos betetistas que iam descendo a encosta, alguns conhecidos, do mundo do BTT, como o Rui Lavarinhas, campeão nacional de XCM/XCO e o jovem Tiago Amorim, também do XCO, da Saertex Portugal – Bicicletas Lavarinhas.

A partir daqui faltavam 20 Kms até á vila dos Arcos de Valdevez, foi sempre a descer por estrada e caminhos de terra, em bom estado, dando asas á adrenalina.

Chegamos ao Campo do Transladário, nos Arcos eram 16:20 h, para depois de um reconfortante banho quente no estádio municipal, seguirmos até restaurante Floresta, para um merecido almoço, onde se comeu muito bem, como já vem sendo hábito na Castanhada.

 

Em jeito de conclusão, passo a transcrever a opinião de um elemento da Organização, que subscrevo:

“Mais uma vez e seguindo a opinião dos participantes a organização brindou pela excelência, com trilhos bem definidos, divertidos e com um reforço alimentar na cruz vermelha onde nem as bolas de Berlin faltaram o que provocou uma gargalhada em todos os que lá chegavam cansados e depois de já terem atingido um acumulado de mais de 1400 m em apenas 40 km e com um considerável desgaste de calorias.
Rui Lavarinhas o já conhecido ciclista vianense que dispensa apresentações para os amantes da modalidade, foi em tom efusivo que manifestou o entusiasmo de ter participado uma vez mais neste passeio, referenciando a excelência das paisagens, a boa organização de todos os intervenientes e não deixando de mencionar o trabalho que a organização teve ao longo dos anos em conseguir que este passeio não se transformassem em mais uma competição mas sim em um passeio onde o convívio e o espírito de apreciar a montanha fosse o prato forte deste evento”

Os meus Parabéns á BTT Terras do Vez, e em especial ao seu Presidente Nuno Araújo e um até 2013, contando uma maior participação/adesão a este evento do Grupo Dar ao Ped@L

By Mário Dantas

30.10.2012

Mais fotos da minha participação na V Castanhada em:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.3322445920430.110836.1846800871&type=1

Trilhos de Alfena – Dar ao Ped@L é bom e faz bem

Posted by Valdemar Freitas on 27 de Outubro de 2012
Posted in: Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Alfena. 4 comentários

22 de Outubro de 2012

Acerto feito, encontro perfeito. Lá pedalamos mais um Domingo com dois novos elementos, o João Neves e Sérgio Ledo.

Trilho escolhido, Domingo cumprido. Foram 44 Km sempre a bombar,  com alguns furos pelo meio e sempre a acompanhar-nos a sombra do “S. Pedro” e, lá terminamos todos “borrados” mas com o ego elevado.

O Porto é um Distrito privilegiado para quem gosta de pedalar em contacto com a natureza. Temos nas redondezas, em dezenas de municípios, inúmeras possibilidades de passeios, desde estradões tranquilos a single tracks em matas fechadas, descampados, contemplando todos os níveis de dificuldade física e técnica.

Agrela, Gondomar, Maia, Paredes, Valongo são apenas alguns exemplos do enorme património natural que a região possui para a prática do BTT.

E praticamente todos os municípios do interior têm trilhos excepcionais. Basta pegar na bicicleta, juntar-se a alguns amigos e escolher um desses destinos.

Pode-se descobrir por conta própria bons locais para pedalar, escolhendo caminhos ao acaso e pedindo informações aos moradores, mas é sempre mais seguro e prático juntar-se a um grupo que já pedala e que já possui algum “acervo” consolidado.

O Dar ao Ped@L é um desses grupos, e ele é totalmente aberto à entrada de novos bettetistas, independentemente do seu grau de experiência neste desporto.

Um dos propósitos do Dar ao Ped@L é justamente mostrar a quem não conhece o BTT, a inesgotável satisfação de reunir numa mesma actividade o contacto com a natureza, a possibilidade de conhecer lugares pitorescos e desconhecidos, a diversão de pedalar em grupo, a riquíssima alternância de ambientes e paisagens e a gratificação de adquirir enormes progressos técnicos e físicos a cada trilho feito.

Dentro dessa lógica, os bettetistas tendem a se tornarem apaixonados pelos trilhos.

Torna-se então, uma grande necessidade, espalhar as boas novas, de que a bicicleta é muito maior do que aquilo que se vê, é parte da revolução em curso para devolver as cidades para as pessoas.

A cultura do BTT está aí… perto de nós.

António Oliveira

2.ª Maratona BTT do Gerês

Posted by Valdemar Freitas on 9 de Outubro de 2012
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Maratona do Gerês. Tagged: Gerês, Maratona. 6 comentários

7 de Outubro de 2012

2.ª Maratona BTT do Gerês

De facto a prova começou logo mal, pelos 2 nabos da ACM que estavam na entrega do Kit, um atendia os atletas e mal conseguia ver o que estava no computador o outro estava a apontar o nome dos participantes num caderno e a perguntar se já estava pago (!!!) e atribuía um dorsal, numa lista feita à mão na hora.

Deixa muito a desejar esta Associação (ACM), que inclusive esteve também nos 5 Cumes, só que aqui estavam os Amigos da Montanha, que não deixam este trabalho em mãos alheias.

Quanto à prova:

Aspectos positivos:

A beleza das paisagens do Gerês, com a vista panorâmica da altitude a que subimos.

E a simpatia do pessoal que estava nos reforços.

Aspectos negativos:

Muitos, principalmente a subida até Pedra Bela, os tais 10 Kms com a bike à mão e o calor a arrasar com qualquer atleta, até o capacete já me incomodava, o suor a molhar o equipamento, só me apetecia rasgar a jersey e mergulhar numa tanque de água.

Quando fizemos o reabastecimento de água, a falta das “bombas” para rejuvenescer os músculos e a fdp da descida, que nos esperava nos últimos 5 kms, feita com a bike á mão, que nem a conseguia segurar, tal era a inclinação, com uns calhaus de assustar.

Consegui chegar ao fim, passadas 05.30 h (mais do dobro do tempo conseguido pelo 1º a terminar a meia maratona, o atleta olímpico David Rosa, 2:18:24 ).

Recebi também um troféu de madeira, uma cabra,  fui comer uma bifana e beber uns finos e segui directamente para casa, exausto e farto que estava desta merda.

Cheguei a Arcos de Valdevez era 17.30 h.

Abraços,

Mário Dantas

O nosso blog visto na Holanda

Posted by Valdemar Freitas on 8 de Outubro de 2012
Posted in: Curiosidades. Tagged: Blog, Email, Holanda, Partilha. 6 comentários

O nosso blog visto na Holanda

Recebemos na nossa caixa de correio ( grupodaraopedal@gmail.com ) o seguinte email, de um holandês chamado Teus, que se interessa por monumentos que representem bicicletas.

Rotunda representado um clicista en cima da sua bicicleta

 Hello,

On your internetside  I saw a cyclist monument.  In which town/village is this situated?

I am a collector of pictures of such monuments.

Please send me a little answer.

——————————————————
Teus Korporaal 
Schubertlaan 14
5707 RK  Helmond (The Netherlands)
T. (+31) 0492-526240
M. asmankorporaal@hotmail.com

Como não sabia a que monumento se referia, se ao de Monte Pilar, se ao da Nacional N1, que o Oliveira colocou, quando foi a Fátima, em peregrinação a pé, no passado mês de Maio, resolvi enviar as duas imagens, e responder ao email, indicando a localização dos referidos monumentos.

As fotos são as seguintes:

Estrada Nacional EN1 - Águeda

Estrada Nacional EN1 – Águeda

Estrada de acesso ao Monte Pilar - Paços de Ferreira

Estrada de acesso ao Monte Pilar – Paços de Ferreira

Email de resposta:

Hi Teus

The monument of the first photo (1), is located in a rotunda on National Highway (EN1) in the county of Agueda.

 

The monument of the second picture (2), is situated on a roundabout, an access road to Monte Pilar, in the county of Paços de Ferreira.

 

If you need any more information, I can look for it for you and then you write.

 

Greetings,

Valdemar Freitas

Dar ao Ped@L

https://daraopedal.wordpress.com/

https://www.facebook.com/groups/dar.ao.pedal/

Partilhar informações, experiências, curiosidades, etc., também é uma forma de manter o nosso blog activo, dinâmico e sempre actualizado.

Este exemplo de partilha, por sinal solicitada do estrangeiro, é uma bela forma de  demonstrar a utilidade do blog, seja para a publicação das nossas crónicas, seja para a publicação de qualquer outra informação relevante do nosso hobbie.

Abraço,

Valdemar Freitas

Douro Bike Race 2012 – Amarante

Posted by Valdemar Freitas on 25 de Setembro de 2012
Posted in: Dar ao Ped@L - Norte, Douro Bike Race. Tagged: Amarante, Calor, DBR, Subidas. 7 comentários

16 de Setembro de 2012

Douro Bike Race 2012 – Amarante

 

Tratava-se da Demolition Bike Revenge e não do Douro Bike Race conforme nos quiseram fazer crer…!

Tudo tinha contornos soft, o tempo fresco de manhã, o sussurrar calmo das águas do rio, o lento e calmo ajuntamento dos “atletas” montando e afinando as suas máquinas, enfim nada fazia adivinhar o “INFERNO” em que se viria a revelar este evento.

O parque mecânico estava repleto de “primas donas” trabalhadas até ao pormenor tipo rodas 26” à frente e 24” atrás, tal era o empenho “ao mais alto nível” destes bikers.

Parti de alguma forma intimidado com tal aparato e logo na primeira curva me apercebi que o meu estado anímico e psicológico não era dos melhores. Trazia Santiago acumulado e na semana anterior tinha puxado um pouco por mim lá prós lados de Couce.

Preocupações primeiras; gerir a pouca resistência e tentar não descolar dos restantes membros do nosso grupo, ponto final! Enquanto a primeira ia sendo gerida com algum custo, já a segunda se revelava mais difícil, não só pelo andamento adotado pelos ditos, mas também pela confusão dos muitos bikers em prova.

Foi um rodopio de rodas e pernas e pernas e rodas e eu a ve-los passar….! Comecei a stressar e o fantasma da desistência começou a pairar no meu subconsciente, mas conscientemente eu acreditei como acredito sempre, quando se aceita um desafio duas coisas podem acontecer ou se ganha ou se perde, desistir é apenas opção e esta só faz parte desta guerra por motivo de força maior…!

Tenho a sensação de me ter arrastado pelo trajeto de forma obsessiva e amnésica, apenas fixando um ou outro resistente que tal como eu teimava em não atirar a toalha ao chão.

Molhado de tanto suor estava todo o “equipamento” e o calor apertava a garganta seca com poucos postos de reforço à mistura. Justiça seja feita uma boa organização, boa sinalização, boa assistência a avarias mecânicas, mas poucos “reforços”. Ponto a rever…

Dos colegas nem sombra, até que ao fundo de um dos muitos estradões a subir (pois claro) avisto o Mascarenhas e o Oliveira em jeito de também estarem a ter alguns problemas, mas entretanto o Oliveira descola e fica o Mascarenhas para trás (bendita a hora diria eu!) o qual venho a apanhar, salvo seja, um pouco mais à frente.

A partir daqui e durante todo o resto do percurso, tivemos um “manco” e um “moribundo”, ao despique, apoiando-se um no outro, qual deles o primeiro a tomar a iniciativa de desistir(mos) !

Coisa gira de se ver…! Mas contingência das contingências, não é que resultou ao contrário…!

O que se tinha tornado num processo de intenções, veio a revelar-se um processo de vitória, Km atrás de Km, posto de controle atrás de posto de controle “são só mais 5Km” e depois desisto” de reforço em reforço, fomo-nos aproximando da meta, não posso mais… dobrava-se um até aos joelhos!

Estou todo arrebentado queixava-se o outro com a boca aberta até ao umbigo…! E a serrania e o calor e o estradão e a subida e o cansaço reclamavam as suas vitimas..! Não, não chegaram a sobrevoar-nos abutres seus…. Abutres!

Mas eis que como num passe de mágica começamos a descer…! Aquilo que nos tinham prometido começava a acontecer….Afinal sempre havia descidas neste trajeto… e aí ganhamos asas…!

Levantamos voo e só pousamos duas vezes porque a terra estava já tão solta de tantas travagens que já não garantia tracção… e aí levantávamos outra vez voo até que vislumbramos o nosso aeroporto a meta… Um à frente e outro atrás…!

Até que num momento de emoção de aposta ganha, agarramos as mãos e cruzamos a meta unidos pela amizade e pelo sofrimento comum ultrapassado… Os tais VENCEDORES….!

Note-se que esta chegada apoteótica, apenas concedida a alguns, foi salvada pelos espectadores de forma entusiástica….

Roam-se os que chegaram primeiro…! (Vocês sabem quem)

Abraços pessoal…!

Jorge Bastos

Caminho de Santiago 2012 – Caminho da Costa – por Rogério Freitas

Posted by Valdemar Freitas on 22 de Setembro de 2012
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. Tagged: Caminho da Costa, Caminho Português. 4 comentários

23 a 26 de Agosto de 2012

PEREGRINAÇÃO A SANTIAGO – 2012

Pelas 8 horas da manhã do dia 23 de Agosto de 2012, partiam da Sé Catedral do Porto, um grupo de 8 amigos e peregrinos em bicicleta com destino a Santiago de Compostela.

Lá arranquei eu na minha peregrinação, pedalando e pensando na minha vida e nas possíveis dificuldades que tinha que enfrentar.

Ao chegarmos a Vila do Conde, já andava-mos às voltas por causa das ditas setas amarelas, indicando a direção de Santiago de Compostela.

Depois do almoço em Fão apanhamos uma série de trilhos de pedregoso terreno que nos estoirou com o dito cujo (assento).

O primeiro dia não foi nada fácil para mim, não estava habituado a andar tantos quilómetros, porque apesar de ter treinado antes de partir, andar de Bike três ou quatro horas, é diferente de andar 8 ou 10 horas por dia, mas lá chegamos a Caminha, que era o nosso primeiro destino.

No segundo dia partimos de Caminha fazendo a travessia do rio Minho de ferry para A Guardia,

Durante o trajeto que é todo á beira-mar até Baiona, lindo não fosse a maldita chuva aparecer o passeio seria muito mais aliciante, chuva essa que esteve presente durante o dia todo até o grupo chegar a Pontevedra, neste dia a maldita chuva arrebentou com a malta toda.

Instalados por fim, e jantados, toca a deitar. Adormeci logo. Duas razões poderosas estavam na génese do adormecimento súbito. Uma, era o cansaço a outra, barriga cheia. Peço desculpa aos meus companheiros de quarto pelo meu ressonar.

No terceiro dia lá partimos nós com destino a Santiago, alguns companheiros já tinham feito este percurso no ano passado quando foram pelo caminho interior e disseram que era quase todo a subir, havia que reunir forças e energias para a parte final, e trilho após trilho, muito bonitos neste percurso, caminho após caminho lá chegámos todos juntos, e sem mazelas a Santiago.

Gostava de destacar o trabalho e dedicação que o meu irmão Valdemar teve com os carimbos e a leitura das rotas e mapas.

Da minha parte o meu muito obrigado, e um abraço a todos os companheiros nestes dias pelo apoio, convivência e amizade, bem hajam.

Em certos momentos vamos a rir, tem outras alturas que dão para chorar, enfim podem crer que apesar do tremendo esforço físico, a parte psicológica é bastante importante.

Esta experiência foi para mim, pessoalmente muito rica em valores humanos, de fé e sentido de entre ajuda enorme, pois ao longo da caminhada vive-se todo o tipo de sentimentos.

Até à próxima.

Rogério Freitas

Caminho de Santiago 2012 – Caminho da Costa – por Jorge Bastos

Posted by Valdemar Freitas on 22 de Setembro de 2012
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. Tagged: Caminho da Costa, Caminho Português. 2 comentários

23 a 26 de Agosto de 2012

Da ansiedade dos últimos dias já nada resta. Estou finalmente a caminho…!

Tenho a impressão de que a dificuldade diminuiu agora que pedalo entusiasmado junto com os outros, a subida parece-me menos penosa.

Chego à Cordoaria e já há percalço, o Jorge rebentou com o “porta-bagagens” e está inconsolável. Rais’ parta a Sport Zone e mais esta merda…! Mas que é isto???? Um garrafão de água do Luso…! Um microondas e um estojo completo para o cabelo com um boião de Isostar à mistura? Não há alforge que resista né?

A resolver o “grande problema” do Jorge Oliveira – os alforges, com o mirone muito atento.

Bom após alguns elásticos estrategicamente dispostos com a preciosa ajuda de “um técnico mirone presente”, seguimos a todo o vapor para a Rua de Cedofeita onde começo a aperceber-me da “importância da seta” …!

Ausente do meu conhecimento até então, a dita “amarela” iria atingir uma dimensão nunca antes adivinhada.

Senhora do seu traço revelador, a dita cuja mandava avançar até à próxima que era, senão a mesma, uma igual que resultaria no mesmo.

Isto sem nunca hesitar ou sequer se enganar…é por aqui é por aqui e ponto final!

Do trauma da “amarela” hoje já só resta saudade… mas continuemos!

Sim continuemos por aqui! Diz o nosso GPS falante (Valdemar), carregado de mapas e notas e também alguns mapas, para já não falar dos mapas… OK pronto… faça-se Justiça!

Santiago! Ajudai-me a guiar estes “perdidos” que para o ano compro um GPS. Prometo.

O rapaz até é competente naquilo a que se propõe. Sem a sua capacidade organizativa e logística o grupo estaria desfalcado sendo talvez a melhor palavra que me ocorra no momento. Enfim, acho que no grupo formado cada qual assumiu a sua competência no todo… e funcionou! oh se funcionou!

Funcionou Km após Km, umas vezes a subir outras a subir, já que das descidas ninguém gosta. Estranha forma de vida? Não, é mesmo assim!

Os melhores momentos são os mais penosos, à dor e ao cansaço tratamos por tu.. e não, não somos masoquistas, a isto chama-se vencer!

Mas deixemo-nos de considerandos, que se faz tarde e precisamos de chegar em tempo a Seixas, onde a rimar acumulamos muitas “queixas”. Aquilo que digo, resumo…evitem! Evitem se puderem !

Apanhem o Ferry e esqueçam os Portugueses a mais o seu pão com manteiga a 13€ prós fregueses…!

Temos fome de Baiona e suas belas paisagens! Do marisco nem se fala, hoje só puras miragens!

“Quem não é para beber… não é para pedalar…” . Bota abaixo Jorge.

Sim a saudade já tomou conta de Vigo a Pontevedra, de Pontevedra a Santiago, muito haveria para contar, mas o culminar resiste bem presente.

Não sonhes Jorge, que não. Para o ano há mais setas amarelas!!!

A imagem daquela Praça repleta de emoções e sentimentos e sobretudo de VENCEDORES,  permanece bem presente e real… é só até já!

Abraços,

Jorge Bastos

Caminho de Santiago 2012 – Caminho da Costa – por Mário Dantas

Posted by Valdemar Freitas on 22 de Setembro de 2012
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. Tagged: Caminho da Costa, Caminho Português. 12 comentários

23 a 26 de Agosto de 2012

Uma breve introdução.

O Caminho Português pela Costa era utilizado pelos peregrinos que vinham das terras mais ocidentais e que desembarcavam nos portos portugueses.

Os peregrinos que passavam por Viana do Castelo e por Caminha, onde existiam albergues e hospitais, atravessavam o rio Minho, de barco até á Guarda ou por Goián,  mais a Norte, para fugirem á corrente do rio  e evitarem a fronteira de Tui.

A partir daqui colocava-se o primeiro dilema: ou seguiam pela costa ou pelo interior,  através das serras agrestes circundadas de esplêndidas paisagens até chegar a Vigo, ou então seguiam pela costa.

Este caminho,  junto á costa,  que o Dar ao Ped@L percorreu, depois de feita a travessia do rio Minho, em ferry,  de Caminha para a Guarda, com o  imponente estuário do rio Minho  e o porto pesqueiro , sobe até ao monte de  Santa Tecla, prosseguindo junto ás praias do Oceano Atlântico, passando pelo pequeno porto e mosteiro de Oia  até chegar ao cabo Silleiro, com o seu famoso farol, atravessando Baiona, circundada por um Castelo,  hoje transformado em pousada, até se chegar á ria de Vigo.

De Vigo segue para Redondela, onde se cruza com o Caminho Central.

A primeira etapa do Porto a Caminha, foi bastante dura até passarmos Vila do Conde, com muito paralelo e as passagens pelas vilas/cidades, desnecessárias e com falta de marcação.

Só em Esposende é que começamos a sentir o  verdadeiro caminho, com uns trilhos interessantes.

O percurso repartiu-se por 3 Etapas, a primeira, Porto  –  Caminha (  com 112 Km), a segunda Caminha –  Pontevedra (104 Kms) e a terceira etapa Pontevedra  –  Santiago  (64 Kms ) .

Pelo meu velocímetro foram 280 Kms a pedalar em 3 dias.

Pontos fortes: o espírito de entreajuda e o convívio entre os 8 companheiros do Grupo Dar ao Ped@L.

A comida e o alojamento   foram  5 ***** , como documentam as fotos que fomos tirando em alguns restaurantes, sendo de realçar a paragem que fizermos para  almoço em Baiona, para degustarmos as especialidades desta costa.

Pontos fracos: a chuva que nos acompanhou no segundo dia, desde Oia até Redondela, que aumentou o peso que tivemos que carregar  e que não nos permitiu desfrutar das belas paisagens da ria de Vigo, que se avistam das serras que atravessámos e que nos impediu de disparar mais uma quantidade de fotos.

Tivemos apenas  4 furos para 16 rodas, que surgiram no 3 º dia, o que não se pode considerar que foi mau, para os trilhos que fomos fazendo, sendo contudo de realçar o bom estado dos mesmos.

O regresso  a nossas casas, no domingo,  de comboio, quase 7 horas para chegar ao Porto, foi a parte que mais custou ao Grupo, o fim desta aventura, tendo no entanto reinando a boa disposição entre os betetistas do Dar ao Ped@L, a reviverem as peripécias com que nos deparamos ao longo dos 4 dias.

Alguém já me perguntou, qual o significado destas viagens/passeios  até Santiago de Compostela  para mim?

Deixo aqui o meu testemunho:

Trata-se da minha quinta peregrinação a Santiago de Compostela, num espaço de 2 anos.

Iniciei os caminhos, com o Grupo Desportivo BPI, numa caminhada que fiz no ano passado, desde Valença  até Santiago .

Ainda  em 2011, seguiu-se a minha primeira experiência em bicicleta com o Grupo Dar ao Pedal, desde o Porto até Santiago, pelo caminho Central.

Este ano, voltei ao caminho, em Abril com uma caminhada com o Grupo Desportivo, pelo caminho francês, que iniciamos em Cebreiro, onde tive a honra de ser o Guia do Grupo e a seguir o Passeio que fiz em bicicleta, repetindo o percurso do ano passado, passeio promovido  pelo Grupo desportivo e por último este percurso que fiz agora em Agosto com o Grupo Dar ao Pedal, pelo caminho Português pela costa.

Todo o entusiasmo, a ansiedade, o espírito de grupo, um por todos e todos por um, o fortalecimento dos laços de amizade, a entreajuda entre o Grupo, são factores que fazem com que os caminhos de Santiago sejam algo diferente e importantes para mim.

O objectivo de chegar a Santiago e esperar que tudo corra bem, até alcançar a Praça do Obradoiro, receber a Compostela, testemunho de que cumprimos a peregrinação e partilhar a alegria com os amigos que nos acompanharam nesta aventura, dar aquele abraço que todos esperamos.

Por fim assistir á missa do peregrino, abraçar o apóstolo Santiago e esperar pelo momento mais reconfortante, assistir á cerimónia do botafumeiro, são momentos que ficam registados na nossa memória, o preencher de um vazio, de quem vive e sente os caminhos de Santiago.

É mais uma etapa marcante da nossa vida.

Como dizia  o padre na homilia na Catedral de Santiago, sobre o porquê deste caminho, faz-nos sentir  diferentes, é a realização de mais um objectivo,  é o encontrar de  um sentido para a vida.

O entusiasmo é tanto que começamos já a planear  o próximo caminho.

Mário Dantas

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