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Crónica de um brazuca com saudades.

Posted by Valdemar Freitas on 23 de Fevereiro de 2019
Posted in: Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L. Tagged: #alexandreaires, #crónica #degrau08. 1 Comentário

Crónica de um brazuca com saudades.

 

Não é nenhuma novidade que gosto muito de pedalar, a maioria das pessoas já ouviram minhas aventuras com a magrela e algumas me vêem por aí quando vou pedalar.

A bicicleta parece uma extensão minha, e assim como parece parte do meu corpo, muitos ao me verem antes mesmo de dizer “Oi, tudo bem?” dizem “E a bike??” ou “Pedalando muito?”.

Há muito que não escrevo por aqui!!

A vida nos últimos dois anos tem sido bem movimentada com o trabalho, a família e etc… pedalei muito, muito mesmo!

Com meu primo Luís Doro e principalmente quando conheci a malta do Dar ao Ped@L, ai sim é que foi pedalar…passeios, provas e domingueiros bem passados, regados a canecos e muita comilança.

Até tive o prazer de “encastrar” a família toda em alguns passeios de domingo.

A patroa reclama o motivo de não irmos mais vezes e confesso que gostava muito de voltar a desbravar os montes com vocês, mas tenho um “medo de morte” do menino Carlos (o mais branquinho e que tinha a bike pequenina), é que em cima da bike o “cara” encarna o Indiana Jones e não tem medo de nada!!…e eu claro!! fico com medo de tudo e penso:

vai dar M£#¥@…

Mas assim que puder, voltaremos a conviver…
Um abraço grande da nossa parte e boas pedaladas.

#crónica
#degrau08
#alexandreaires

 

O meu testemunho

Posted by Valdemar Freitas on 17 de Fevereiro de 2019
Posted in: Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L. Tagged: #crónica #degrau07, #domingosqueiroz, Crónica. 2 comentários

O meu testemunho

 

Numa crónica anterior, o Rui Teixeira já contou um pouco da nossa história.

Tudo começou numa brincadeira, em pequenos percursos sem grandes dificuldades.

Mas um dia, tive a felicidade de conhecer e pedalar com os membros do Dar ao Ped@L e desde aí nunca mais os deixei.

Neste grupo, todas as rotas são uma nova aventura, uma nova aprendizagem e o mais importante é que são grandes momentos de convívio entre grandes amigos.

Desde já quero agradecer a todos os que me acolheram neste grupo e que tornaram as minhas manhãs de Domingo, ainda mais especiais.

Além disso, espero sempre recordar todas as brincadeiras e todas as receitas (das quais já perdi a conta), que partilhamos.

Não tenho dúvidas, que fazemos por valer a pena todas as zangas das nossas mulheres ao almoço de domingo e por todas as discussões, pela comida deixada do prato.

Muitas vezes parecemos crianças que chegam a casa com as roupas cheias de lama, mas nada disso importa porque tudo isso é prova do nosso esforço e amor a este desporto.

Espero que este grupo nunca se separe, porque como diz a música “JUNTOS SOMOS MAIS FORTES”, com muita entreajuda, todos conseguiremos alcançar objectivos e superar desafios.

#crónica
#degrau07
#domingosqueiroz

Crónica de um domingueiro anunciado

Posted by Valdemar Freitas on 10 de Fevereiro de 2019
Posted in: Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L, Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: #crónica #degrau06, #nunoalmeida. 2 comentários

Crónica de um domingueiro anunciado

Quarta-feira

6:30h

Valdemar levanta-se sobressaltado.

– Aqueles gajos são sempre os mesmos. 6:30h da manhã e ninguém se chega à frente para ser o Guia. Mas eles hão de cá vir!

8:30h

A Sala de Convívio e o grupo, no Facebook, já contam 30 visitas e ninguém diz nada.

9:00h

Começam a aparecer posts da treta na sala de convívio.

Assim como quem não quer a coisa o pessoal começa a dar a entender que era tempo de Rui Teixeira e Domingos Queiroz se chegarem à frente.

9:05h

Rui Teixeira, que acede ao telemóvel durante a utilização da “Porta Potty” fica indignado, começa a rezingar com os seus botões e deixa cair o telemóvel.

9:06h

Um pouco aturdido pelo cheiro do líquido desinfetante liga para Domingos que está concentradíssimo a ver as fotografias de automóveis enviadas por António Oliveira, deixa cair o telemóvel.

– Oh Mingos, aqueles gajos não se mexem. Temos de tomar medidas senão ainda nos sai o Nuno Almeida e é arroz atrás de arroz. Marca aí no Alto de Valongo às 8:30h, sem tolerância.

9:10h

Antes que Domingos tenha tempo de fazer a convocatória Nelson Leitão informa que vai dar uma volta no quintal, no sábado. Meia Perna, Trilho do Alemão… Há ali uns trilhos novos fabulosos. Quem quer experimentar?

Gera-se o pânico. Se o pessoal for com os Madafocas não vai ao domingueiro. De certeza!

O dia desenrola-se como todos os outros. Uma selfie de Jorge Bastos e António Oliveira a tomar café, a comer uma banana, a segurar nas bolas de natal. Cenas normais.

18:00h

Filipe Lobo acaba de arrancar um dente do sizo e lembra-se que é dia de noturno. Pega no telemóvel para ver quais os planos, mas com as mãos escorregadias do SABA deixa cair o telemóvel.

Se o segurar no ângulo certo consegue perceber, por entre os estilhaços, que apenas ele está interessado em ir à lota e toca de fazer o convite. Se é que lota quer dizer noturno…

21:30h

O noturno decorre sem sobressaltos. Os vendilhões não aparecem. Que está frio, que vai chover, que o meu pai não quer e a minha mãe não deixa. Dizem que têm de apanhar o Alpha de quinta à noite.

 

Sábado

Decorre o fantástico, fabuloso, extraordinário passeio dos Madafocas.

13:35h

Nelson Leitão partilha o vídeo do dia 3 minutos depois de chegar a casa.

22:00h

Nuno Almeida manda mensagem a Augusto Tomé.

– Passas cá e seguimos?

– Combinado!

 

Domingo

4:30h

Valdemar Freitas, que se levantou à 4:30h para não chegar atrasado, publica a crónica da semana, que todos vão lendo ao longo da manhã.

4:35h

Valdemar tem tudo pronto. Vai fazer 60km antes de ir para o Alto de Valongo.

Só para aquecer…

7:00h

Zé Alfredo, na sala de comando das Águas de Gondomar, tem, novamente, todos os alarmes da ETAR a disparar.

– Raios partam os gajos do Dar ao Ped@L e a sua “preparação matinal”…

Uma hora depois os alarmes, finalmente desligam. Tudo volta à normalidade.

8:25h

Valdemar está desde as 7:05h nas bombas.

– Raios partam aqueles gajos!

8:30h

Chega toda a gente ao mesmo tempo.

Toca a sair.

8:31h

Pedro Tiago reclama do arroz.

8:50h

Pedro Tiago reclama do arroz.

9:15h

Pedro Tiago reclama do arroz.

9:17h

Pedro Tiago reclama do arroz.

9:25h

Pedro Tiago reclama do arroz.

9:37h

Pedro Tiago reclama do arroz.

9:55h

Pedro Tiago reclama do arroz.

10:00h

José Pires recebe uma mensagem da esposa.

– O assado está no forno.

10:15h

Gera-se o pânico. Rui Teixeira que estava a ler a crónica deixa cair o telemóvel.

É preciso abreviar.

10:20h

Pedro Tiago reclama do arroz.

10:30h

Finalmente, ao fim de 3km o grupo para n’O Mineiro para o reforço.

Armando vai o caminho todo a resvalar. Tem os travões avariados.

O desgaste do grupo, ao fim de tantos quilómetros, é imenso e o regador de receita tem de ser o grande.

Selfies, rojões, pica-pau, chouriço, algazarra. Um festival.

É o Dar ao Ped@L, caneco!

António Oliveira acompanha as publicações no Facebook e no Instagram e a vontade de regressar é mais que muita.

12:10h

Está na hora de regressar.

12:11h

Pedro Tiago informa que espera que não haja arroz no regresso.

12:12h

Todos se indignam porque é preciso subir para as bombas e as dificuldades, do reforço, foram muitas.

Todos concluem que o Pedro Tiago é que sabe. Ele tem razão.

12:13h

Manel põe a placa à porta “FECHADO”. O Dar ao Ped@l comeu, e bebeu, tudo.

12:14h

Henrique descobre que tem furo.

Três gajos voluntariosos trocam a câmara de ar, mas falta António Oliveira para dar à bomba.

13:00h

Pedro Tiago indigna-se. Tanto tempo para trocar a m… duma câmara de ar!

– Vamos que ainda tenho de ir ao girassol!

13:30h

Finalmente chegados às bombas despedem-se o mais rapidamente possível, pois a janela temporal para entrarem em casa sem levarem uma vassourada começa a fechar-se rapidamente.

Para a semana há mais!

 

P.S.: Caríssimos. É o melhor que se pode arranjar. Se não gostarem, azar!

#crónica
#degrau06
#nunoalmeida

 

Vieram para ficar e ficaram mesmo.

Posted by Valdemar Freitas on 2 de Fevereiro de 2019
Posted in: Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L. Tagged: #crónica #degrau05, #ruiteixeira. 1 Comentário

Bom dia a toda a família Dar ao Ped@L.

Ainda na minha infância já tinha o prazer de poder partilhar o gosto de pedalar com o meu grande amigo Domingos Queiroz a resvalar no apeadeiro da Palmilheira e nos túneis da A4.

O tempo foi passando e cada um seguiu a sua vida, há alguns anos lá nos voltamos a juntar para uns passeios de bike aí já com a presença do meu primo Pedro Tiago Ferreira mais conhecido por rezongão e mais alguns amigos que acabaram por desistir de pedalar.

Fotos da estreia, na primeira saída com o grupo Dar ao Ped@L

Nessa altura sim pedalava-se no duro, encontrávamos-mos às 9h e ao meio-dia estávamos em casa.

“Vamos por aqui ou por ali?

Por ali que sobe menos.”

Já nessa altura gostávamos pouco de arroz.

Certo dia o rezongão propôs que fossemos pedalar com uns colegas das águas.

“8h no Alto da Maia.

Estás tolo eu tenho que dormir.

É para ir a Santo Tirso.

OK, já lá fomos e saímos às 9h,

por isso devemos chegar cedo. “

Resumindo cheguei a casa quase às 2 da tarde com os papéis à porta para o divórcio, mas valeu a pena conhecer esta malta e poder fazer parte deste grande grupo.

Tenho passado grandes momentos e feito coisas que nunca pensei fazer de bike, passeios memoráveis, cada um com uma história para contar.

Domingueiros excelentes que têm vindo a melhorar com a introdução de reforços de melhor qualidade que não serve só para sermos apelidados de só pensarmos em comer e beber, mas tornaram-se em bons momentos de convívio.

Mais do que fazer muitos km ou conseguir fazer aquela subida, saltar, fazer uma boa média, bater um recorde o que me leva a pedalar com estes amigos que compõem este grupo é a amizade e o espírito de camaradagem nos bons e principalmente nos maus momentos.

Apareçam para pedalar e sejam felizes.

Beijos e abraços (cada um que escolha o que quiser).

Assinado: o vosso REZINGÃO.

#crónica
#degrau05
#ruiteixeira

Amigo Dar ao Ped@L – II

Posted by Valdemar Freitas on 27 de Janeiro de 2019
Posted in: Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L. Tagged: #crónica #degrau04, #josepires, Crónica. 2 comentários

Ermesinde, 27 de Janeiro de 2019

 

“Olá de novo.

Lembram-se da última vez que vos escrevi?

Para quem não se lembra, fica aqui o link para recordar, o que então escrevi.

Pois é, nesse dia, ou melhor dizendo, por essa altura, andava muito melancólico e saudosista, dos tempos em que os domingueiros, eram um convívio de amigos, uma pura diversão, uma autêntica brincadeira.

E hoje, voltei de novo a sentir esse sentimento, essa alegria em pedalar, que há uns anos me levou a juntar a este grupo de amigos.

Sim, hoje até o nome do domingueiro prometia algo de diferente – “Rota à procura da brincadeira” e assim foi.

Sim, um verdadeiro domingueiro com um guia que ora nos orientava, ora rezingava, que nos levou a subir por onde devia de ser e a descer por onde não se devia, que sabia ao que ia e o que queria, que todos nós pedalássemos com o mesma alegria, houvesse o arroz das subidas ou o rojão das descidas e no fim, entre o penar e prazer, haveria sempre de haver, a felicidade de não ter ficado em casa e ter vindo pedalar.

Sim, pedalamos pelos mesmos sítios de sempre e por alguns novos caminhos, resvalamos nas pedras escorregadias, deslizamos na lama e atravessamos ribeiros e poças de água, com a mesma alegria e vontade de outros tempos e, mesmo sabendo que algumas dessas coisas, nos podem trazer dissabores, o que ficou hoje provado, é que iremos continuar a pedalar, sempre desta maneira, nem que para isso, tenhamos que pedalar devagar devagarinho ou com ela pela mão, mandando para os quintos do inferno, as velocidades e médias, que a este a grupo de velhinhos, nada interessam, quando o que queremos é nos divertirmos no monte.

Sim, é no monte que acalmo o meu stress, que alivio as minhas mágoas e dores, que encontro aquilo que preciso para encarar a vida da melhor maneira possível, fazendo esquecer com a ajuda dos meus amigos, as tristezas do dia a dia.

Sim, este foi o domingueiro que eu há muito esperava, um domingueiro sem pressas, de encontro de amigos, com tempo para pedalar, conversar e tempo ainda para nos sentarmos à mesa e rirmos-nos de peripécias novas e antigas, um verdadeiro domingueiro à maneira.

Estou feliz por saber que haverá mais como este.

Um abraço deste vosso amigo,
Zé das Pedaladas”

#crónica
#josepires
#degrau04

Amizades, bicicletas e canções

Posted by Valdemar Freitas on 19 de Janeiro de 2019
Posted in: Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L, Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: #carloscunha, #crónica #degrau03, #valdemarfreitas. Deixe um comentário

Amizades, bicicletas e canções

Serias tu Carlos, não fosse a pouca sorte, que subirias mais um degrau, na nossa escada de crónicas semanais do blogue, escrevendo a tua, assim o pudesses fazer, pois esta seria a tua vez, o teu #degrau03.

Não te querendo substituir, pois a seu tempo terás outra oportunidade de o fazer, vou apenas escrever sobre dois temas, que a todos dizem respeito e sobre um outro, especialmente para ti, enquanto pessoa e elemento do grupo, as canções.

 

Amizades

Quase todos nós, aparecemos no grupo, porque conhecemos um velho amigo que dele já fazia parte e que nos convida para umas primeiras pedaladas e, não fugindo à regra, penso que foi o teu caso.

Mas temos outros amigos, que ouviram falar de nós, que apareceram para nos conhecerem e acabaram por ficar rendidos à nossa hospitalidade e alegria em pedalar.

Somos, se assim se pode dizer, um grupo de velhos amigos a que a cada passo, se vão juntando novos amigos, que ficam amigos para sempre nas pedaladas e bons amigos para a vida, sendo o melhor exemplo disso mesmo, a união que se juntou, entre todos nós, em teu apoio e que seria a mesma, fosse quem fosse.

Há quem diga, que ao contrário da família, podemos escolher os amigos, mas nós no nosso grupo não escolhemos ninguém, quem de nós gosta é que faz a sua escolha e torna-se nosso elemento, desfrutando a partir daí, da amizade de todos.

 

Bicicletas

Outra coisa que nos une, como não podia deixar de ser, são as bicicletas, que carinhosamente apelidamos de nossas “meninas”, “namoradas” ou outros nomes de guerra e que apaixonadamente montamos com toda a felicidade do mundo, como se fossemos de novo crianças.

Como te disse, na mensagem que te enviei logo após o sucedido, mesmo sabendo que há coisas menos boas que nos podem acontecer, neste mundo das bicicletas, não deixamos nunca de pedalar, porque é isso que nos diverte, que nos dá prazer, ao contrário de ficar por casa, envelhecendo dia após dia, sem sermos felizes.

Andar de bicicleta é uma escolha, viver feliz também.

Canções

Haverá certamente outras coisas para te definir, mas no grupo, todos te conhecemos pelas canções que nos ofereces, através da coluna que carregas na mochila, ora bombando música Pop ou Rock, Hip Hop ou RAP, metallica ou mesmo os fadinhos do Rouxinol Faduncho, por esses trilhos e Caminhos, fazendo-nos  esquecer as agruras da vida e divertindo-nos ainda mais.

Tu és e sempre serás o nosso disco jockey, o DJ Carlitos D(i)P(i) e brevemente voltaremos a escutar as tuas play-list ou simplesmente as tuas canções.

Enquanto te esperamos, enquanto tu recuperas, bem e sem pressas, dedicamos-te esta crónica e esta canção, que desejamos seja uma das tuas Canções favoritas.

Um grande abraço do Dar ao Ped@L.

#degrau03
#carloscunha
#valdemarfreitas

Red Hot Chili Peppers – Bicycle Song (By the Way Extra Track)

Sexo no Dar ao Ped@l

Posted by Augusto Tomé on 13 de Janeiro de 2019
Posted in: Aniversário, Benção dos Capacetes, Caminho a Santiago de Compostela, Caminhos de Fátima, Circuito NGPS, Crónicas, Crónicas Dar ao Ped@L, Curiosidades, Dar ao Ped@L - Centro, Dar ao Ped@L - Norte, Dar ao Pedal - Grande Porto, Notícias, Passeio Dar ao Ped@L, Rota da Zora, Rota da Zorra. Tagged: #augustotome, #crónica #degrau02, BTT, Dar ao Ped@L. 1 Comentário

Prometi a mim próprio, já há alguns tempos a esta parte, não dissertar acerca das trocas de mimos, arrufos, amuos e outro tipo de situações que vão acontecendo no nosso grupo, situações essas que, diga-se, são absolutamente naturais quando se convive em sociedade. Assim, numa excelente iniciativa do meu amigo Valdemar, para dinamizar o blog do grupo que tem andado algo parado por estes dias, convidou e agendou uma forma de todas as semanas um elemento do grupo efectuar uma crónica semanal a propósito do nosso hobbie favorito, aproveitando a oportunidade, já que esta semana calhou-me a mim fazer a publicação semanal, a minha crónica será sobre estes “supostos acontecimentos”, também vos digo que será a última vez que escrevo acerca disto.

Não quero aqui ser o advogado do diabo, nem tão pouco ferir susceptibilidades, mas… sei que o vou fazer, ainda que inadvertidamente, dito isto vamos ao que interessa.

Aqui há uns anos retomei uma das brincadeiras que mais adorava enquanto  criança – andar de bicicleta – comecei por comprar uma bicicleta numa loja num centro comercial, e lá fui dar umas voltinhas sozinho até à Foz do Douro, e claro, o resultado estava bom de ver, não demorou muito comprei outra bicicleta, esta já com suspensão total, travões hidráulicos, etc, uma verdadeira bicicleta de BTT, a minha Lapierre, que ainda mantenho e adoro, na altura o estado de arte, para mim claro, e assim iniciei-me no BTT, mas os passeios até à Foz, já não me enchiam as medidas e tive uma necessidade premente de me juntar a alguém que me estimulasse e/ou tivesse uma agenda por forma a conseguir aprender algo mais do que o pouco ou nada que sabia.

Ora, sabendo disto, a paixão da minha vida, a minha querida mulher, sugeriu em boa hora que me juntasse ao grupo de colegas dela que trabalhavam nos SMAS do Porto e andavam regularmente de bicicleta, achei uma boa ideia, a estreia aconteceu a 03 de Junho de 2012, nesse dia – que nunca mais esquecerei – também se estrearam no  grupo o querido amigo César Pinto e o amigo Carlos Ferreira, nesse dia fomos até à marina da Lixa, em Gondomar, foi o primeiro de muitos empenos que se seguiriam e que se mantêm até aos dias de hoje.

Nesse bem dito passeio tive o privilégio de ser acompanhado pelos amigos Frederico Reis Lima, José Sousa, Rogério Freitas, Emanuel Mascarenhas, Valdemar Freitas, Mário Dantas, Jorge Oliveira, Tiago Costa e Óscar Ramalho, foram por assim dizer os meus padrinhos de baptismo no Dar ao Ped@l, são pessoas que muito estimo, ainda que por vezes a vida nos afaste, considero-os amigos, independentemente de tempo de afastamento.

estreia

Acreditem, meus caros, a evolução de ser humano é uma coisa espantosa, vocês não tem ideia do quanto cresci como ser humano, só pelo simples facto de me juntar a este grupo de amigos tão, mas tão fantástico, como nenhum outro.

Ao longo destes anos fiz tantos amigos no BTT, mas o mais importante é que fiz amigos para a vida, é tão bom irmos monte acima a sofrer e a matutar porque raio não ficamos na cama a dormir e sermos saudados por companheiros de aventura, sermos reconhecidos apenas por pertencermos ao fabuloso Dar ao Ped@l, reconhecidos pelos nossos feitos, pelos nossos extraordinários passeios habituais, reconhecidos pela nossa lentidão, pela nossa peculiaridade, sermos reconhecidos pelos nossos elementos, em suma, sermos reconhecidos por sermos pessoas de bem, todos sem excepção.

Nunca poderei esquecer a minha primeira participação no Circuito NGPS, com o meu bom amigo Jorge Oliveira, mas que aventura, não devo estar a escrever nenhuma mentira ao dizer que fomos com medo do desconhecido, mas com um desejo terrível de participar naquela que seria uma aventura inesquecível em Arouca.

E que dizer do nosso 1.º Passeio do Dar ao Ped@l, na Serra do Alvão, ó meu Deus, uma aventura sem igual, ficamos com marcas indeléveis para todo o sempre, uma história para contar aos nossos netos, valeu-nos aquela sopinha reservada pelo nosso Presidente António Oliveira na “cabana de colmo”, fez rejuvenescer alguns, eu incluído, já estava mais morto que vivo.

Foram tantos os amigos que ganhei e que passaram pelo Dar ao Ped@l, uns ficaram até aos dias de hoje, outros seguiram outros trilhos, a vida assim obriga, mas tenho a certeza absoluta que todos, mas mesmo todos, ficaram para todo o sempre a pertencer ao Dar ao Ped@l, no decurso destes anos alguns grupos de amigos juntaram-se a nós, como que apêndices, delegações ou dependências, aquilo que lhes quiserem chamar, estou a lembrar-me por exemplo dos nossos amigos da Feira, o Rui Miguel Azevedo, o Artur Jorge Barros, o Filipe Vaz, amigos que até hoje ainda mantemos, da Susana Palma que conhecemos num NGPS e que se mantém amiga de muitos de nós e do grupo, dos nossos amigos do Formiga BTT, o Nuno Nunes, o Paulo Neves, o Carlos Filipe Duarte, o Nelson Rebelo, o Clésio Neves, o Joaquim Freitas, mais recentemente juntaram-se a nós outro grupo de amigos por mão do César Pinto, o BTT Madafocas, foram o Nelson Leitão, o Tiago Gomes, o Pedro Almeida, e tantos, tantos outros, reconheço que é injusto não mencionar todos um por um.

Todos trouxeram alguma riqueza ao grupo Dar ao Ped@l e tenho certeza absoluta que também eles ficaram mais ricos.

Após a minha adesão ao Dar ao Ped@l, juntaram-se a nós inúmeros amigos de excepcional qualidade, mas devo a referir o Domingos Queirós, o Rui Teixeira e o Pedro Tiago Ferreira, que trio maravilha, que dizer da generosidade do Domingos um amigo completamente desprovido de interesses e agendas, com um coração bem maior que o seu corpo, se existirem santos, este é um deles, por oposição os primos Rui e Pedro, uns verdadeiros cavaleiros da rezinguice, inigualáveis, não mudem, a vida encarregar-se-á disso.

Do nosso Jorge Bastos, o nosso mecânico dos trilhos e autor dos 10 Mandamentos do Dar ao Ped@l, sempre pronto a ajudar e aconselhar todo e qualquer um, nos trilhos e fora deles, nem sempre bem compreendido, mas nem por isso desiste, aliás desistir é uma palavra que não consta do seu dicionário, pode dobrar mas não quebra.

Ao longo destes anos arrastei, no melhor sentido da palavra, alguns amigos para gozarem do estatuto de pertencer ao Dar ao Ped@l, o Nuno Almeida, o Henrique Cardoso, que por sua vez “arrastaram” outros amigos para se divertirem connosco nos montes, vales, caminhos e trilhos do nosso país.

É-me completamente impossível relatar todas as aventuras e peripécias, que este fantástico grupo de amigos me trouxe, os vários Caminhos de Santiago, todos os nossos Passeios do Dar ao Ped@l, os Domingueiros inesquecíveis, os reforços, os cafézinhos, a caixa de amigos, a página do grupo, os eventos que criámos desde a Benção dos Capacetes na Igreja de Santa Rita, iniciativa do nosso Presidente António Oliveira, às duas edições da Rota da Zorra em S. Pedro da Cova, iniciativa da Liga de Amigos do Museu Mineiro, com a liderança do nosso amigo Nuno Almeida, as 24 horas a favor do IPO que participámos já em duas edições, também por iniciativa do Nuno, os passeios a Fátima, criados e idealizados pelo amigo Valdemar, não é possível sequer enumerar a quantidade de iniciativas idealizadas e criadas por ele.

O Dar ao Ped@l não tem muitos anos, é um facto, nasceu da vontade de meia dúzia de amigos e colegas de trabalho, que tudo o que conseguiram alcançar foi por mera carolice, vontade de pedalar, fazer desporto aliando a forma física ao divertimento, companheirismo e fidelidade aos princípios de vida de cada um, sempre com respeito ao próximo e à vontade de cada um.

Nunca ninguém no Dar ao Ped@l foi renegado ou posto de parte, quando se identifique com os nossos princípios.

Também não consigo enumerar a quantidade de figuras públicas que já posaram para tirar uma foto com elementos do grupo, desde o actual Presidente da Republica, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, passando por inúmeros desportistas desta e de outras áreas, como o Vitor Gamito, a Rosa Mota, a Aurora Cunha, aos mais ilustres dos apresentadores Jorge Gabriel, a Sónia Figueira, enfim tantos… existem também os que nos dão o privilégio de pedalar connosco, como o Carlos Resende, o Hugo Tavares da Rocha, tudo isto para dizer, que somos importantes, somos grandes, à pois é, não somos nenhuns badamecos.

Desde os primórdios da civilização que poucos conseguem gerir com sucesso massas humanas sem criar atritos, divisões e guerras, é isso mesmo que estão a pensar, todos e cada um de nós somos fortes, donos da verdade, coerentes, correctos, justos, respeitadores e idóneos… atrás de um teclado..

O 25 de Abril foi e é um acontecimento fantástico, trouxe-nos a tão desejada liberdade, nas suas mais variadas formas, mas, a nossa liberdade termina quando interfere com a liberdade dos outros, isso mesmo, é tão simples quanto isto.

Não é pelo facto de termos a liberdade de podermos dizer, escrever ou fazer o que nos dá na real gana, que isso faz de nós pessoas idóneas, longe disso, quantas vezes interferimos com a vida dos outros, ainda que inconscientemente, mas quando é de forma deliberada, é tão pior, estamos deliberadamente a prejudicar outros, às vezes amigos nossos, porquê? Não sei, a própria razão desconhece a actuação do ser humano.

Meus queridos amigos, a nossa vida, esta passagem por este belíssimo planeta, passa tão depressa, acham mesmo que merece a pena chatearem-se por causa de uma foto, uma fase escrita, uma interpretação dúbia (que é a vossa)? Acham? Eu não, sinceramente, o meu maior prazer é pedalar na montanha com os meus amigos, e no fim de uma descida, adoro vê-los com um sorriso de orelha a orelha, imagino que dirão o mesmo de mim, quiçá.

Já vi muitos grupos nascerem, acabarem, renascerem, dividirem-se, enfim, coisas normais, mas nós não, nós continuamos por cá e assim nos iremos manter, disso não tenham a menor dúvida.

Pedalem, façam BTT, deslumbrem-se,  apreciem paisagens de cortar a respiração, lugares que nunca iriam ver na vida se não fossem de bicicleta – longa vida ao Dar ao Ped@l.

Por esta altura, estarão a questionar-se: o que é que tudo isto tem a ver com a introdução do texto?
NADA,
ABSOLUTAMENTE NADA,
PRECISAMENTE,
É ISSO MESMO PÁ,

N-A-D-A.

Por último a minha homenagem a todos os amigos do Dar ao Ped@l, com um abraço (sem nenhuma ordem específica):

António Oliveira, Valdemar Freitas, José Sousa, Anastácio Sousa, Emanuel Mascarenhas, Vítor Godinho, Jorge Bastos, Óscar Ramalho, Mário Dantas, Sérgio Guimarães, Rogério Freitas, Martinho Sousa, Jorge Oliveira, Frederico Reis Lima, José Paulo, José Pires, Sérgio Caban, Carlos Ferreira, César Pinto, Ricardo Ferreira, Manuel Sousa, Domingos Queirós, Rui Teixeira, Pedro Tiago Ferreira, José Vieira, Nuno Almeida, Nuno Alves, António Magalhães, Gil Cruz, Armando Teixeira, Sérgio Ledo, João Neves, Manuel Oliveira, João Silvestre, Nuno Silvestre, Alexandre Aires, Luís Doro, Bruno Andrade, Nuno Nunes, Nelson Rebelo, Paulo Neves, Clésio Neves, Joaquim Freitas, Carlos Filipe Duarte, Paulo Domingues, Manuel Mourão, Paulo Ribeiro, Henrique Cardoso, Pedro Lemos, Eduardo Batista, João Trigo, Mário Alves, Miguel Melo, Joaquim Silva, André Lourenço, Fábio Pereira, Carlos Cunha, Delfim Cardoso, José Santos, José Pinto, Rui Almeida, Mário Sousa, Diogo Santos, Nuno Cunha, Tiago Gomes, Nelson Leitão, Pedro Almeida, Luís Almeida, José Paula, Ana Maria, Susana Palma, Filipe Lobo, Hugo Alves, Hugo Tavares da Rocha, Carlos Resende, e tantos outros que aqui faltam…

#augustotome
#degrau02

 

O Sonho

Posted by Valdemar Freitas on 6 de Janeiro de 2019
Posted in: Crónicas Dar ao Ped@L. Tagged: #crónica #degrau01, #sonho #valdemarfreitas. 2 comentários

O Sonho

FACTO:

Todas as marcas, modelos e acessórios de bicicletas e demais referências, citadas nesta crónica, são reais.

– “Olá, então o que o traz de novo por cá? Posso ajudá-lo?
Sim, ando a pensar mudar de bike, desta vez estou mesmo decidido a experimentar uma suspensão total.”

…
– “Em 2014, estive para comprar uma KTM, acho que tinha algo a ver com 1964, mas também já não sei ao certo se era de suspensão total. Sabe, acho que só a queria comprar, por ter a ver com o ano em que eu nasci.

Agora estou arrependido de não a ter comprado, mas também acho que não a comprei, porque me disseram que esse tipo de bicicletas, tem muita mais manutenção e despesa, e então…”

…

 – “OK. Tenho aqui uma boa bicicleta para si, é o seu tamanho e tudo, tem à frente uma suspensão FOX, os travões são…”

– “Ali
Dissemos que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda.”

– “Bom dia, São sete e quarto e você está a ouvir as Manhãs da Comercial…”

– “Então, então, não acordas.”
– “Olha que hoje não é domingo, não tens pedaladas, tens de ir trabalhar.”

– “Caraças Celeste, logo agora que estava quase a fechar um negócio de uma bike nova, é que me acordas.”

Não, não é apenas em sonhos.

É isto quase todos os dias, desde que há uns anos, ando comprometido, com o exercício das pedaladas, deixando para trás ou esquecendo, outros motivos de lazer, que ao contrário, muito me prendiam em casa.

Agora, são horas e horas a falar do mesmo, em casa, no trabalho, com alguns colegas, amigos e familiares, que nada tem a ver com o mundo das bicicletas.

Puxa a vida, porquê massacrá-los com a discussão sobre quadros, suspensões, cassetes, cepos, cubos, raios, travões, mudanças, marcas como Specialized, Santa Cruz, Giant, Merida ou outras que tais e ainda trazer à baila preços de bicicletas, que custam quase tanto como automóveis, se é um assunto que não lhes diz nada e muitas vezes até os aborrece.

Mas há mais momentos e situações, em que as bicicletas não me saem da cabeça.

Não sei se já se passou convosco, mas comigo é uma situação que tem vindo a ser frequente e da qual, não me consigo desligar.

Quando viajo de carro ou comboio, dou comigo a olhar para estradões e trilhos e a dizer para mim próprio, …” que belo sítio para umas pedaladas, que espectacular descida, para fazer com os meus amigos, porque é que ninguém se lembrou de fazer aqui um evento.”.

Por todo o lado, onde quer que vá ou esteja, já não posso ver um ciclista pedalando ou uma bicicleta, seja na capa de um livro, numa t-shirt, num rótulo de uma garrafa de vinho, seja exposta como elemento decorativo de uma loja, que não corro logo a enquadrar o momento, no écran do meu smartphone e partilhar o instante, nas redes sociais Instagram e Facebook.

Mas digo-vos baixinho, para ninguém ouvir, esta última parte eu adoro e vocês sabem que sim.

Há tudo isto e muito mais.

Há noites mal dormidas por ansiedade de eventos, como os Caminhos de Santiago (por todos os eventos), esquecimento de tratar de pequenas coisas da minha vida privada e profissional, etc, apenas porque no meu pensamento, só estão bicicletas, reforços, passeios, rotas, maratonas, quilómetros, stravas e uma data de outras coisas, relacionadas com estas duas rodas e o BTT.

Isto é complicado e não é normal, pois não?

Agora queria dizer-vos, usando uma frase já muito batida, que “Há mais vida, para além das bicicletas.”, mas não consigo, ou melhor, talvez não o queira mesmo dizer, pois o que eu mais quero, é desfrutar ao máximo deste hobby super-mega-hiper viciante, onde ando enfiado, como se de uma boa dependência, se tratasse.

E sendo assim, meus caros amigos, vou continuar a sonhar e a viver, percorrendo trilhos, por montes, serras, planaltos e vales, desfrutando do ar livre, da natureza e do convívio de muitos sonhadores, que como eu, amam pedalar, beber, comer, fotografar, lá lá lá…

Concluindo, “temos que estar dispostos a abandonar a vida que tínhamos planeado, para podermos ter a vida…” que gostamos e queremos.

E eu, eu quero é pedalaaaaaaaaaaaaar.

Valdemar Freitas

Festas Felizes

Posted by Valdemar Freitas on 10 de Dezembro de 2018
Posted in: Boas Festas, Dar ao Pedal - Grande Porto. Tagged: Boas Festas, Natal. Deixe um comentário

O

Dar ao

P e d @ L,

deseja aos seus

elementos e a todos

os grupos de BTT, amigos

e respectivos familiares,

um

Santo

Natal

e um

Feliz 2019

com muita saúde e… muita pedalada.

Caminho S. Salvador e Caminho Primitivo

Posted by Dar ao Ped@L on 19 de Novembro de 2018
Posted in: Caminho a Santiago de Compostela. Tagged: Caminho de Santiago, Caminho Primitivo, Caminho S. Salvador. 1 Comentário

08 a 15 de Setembro 2018

Caminho S. Salvador e Caminho Primitivo

Crónica da autoria de: Ana Maria Patalão




























Crónica em formato pdf: clique aqui

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